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	<title>Arquivos Donna Leon -</title>
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	<description>O melhor portal sobre suspense e mistério!</description>
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	<title>Arquivos Donna Leon -</title>
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		<title>LANÇAMENTOS &#124; Os destaques de junho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Jun 2017 17:39:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Confira os livros em destaque este mês. Para ver todos os lançamentos, clique aqui. x 1. Coração satânico, William Hortsberg (Darkside Books) Coração Satânico se passa em Nova York, em 1959. Harry Angel é um detetive particular contratado para encontrar Johnny Favorite, um músico famoso que desaparecera após a Segunda Guerra Mundial. Psicologicamente transtornado com os campos...</p>
<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2017/06/03/lancamentos-os-destaques-de-junho/">LANÇAMENTOS | Os destaques de junho</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-18764 size-full" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:0;margin-bottom:30px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/06/collage_junholivros1.jpg" alt="" width="639" height="315" /></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;">Confira os livros em destaque este mês. Para ver todos os lançamentos, <a href="https://literaturapolicial.com/lancamento/">clique aqui</a>.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.75em;"><span style="color:black;"><strong>1. Coração satânico, William Hortsberg</strong></span></span><br />
(Darkside Books)<br />
<span style="font-size:1.15em;"><img decoding="async" class="alignleft wp-image-18738 size-full" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/06/satanico.jpg" alt="" width="200" height="290" /><span style="color:#000000;"><em>Coração Satânico</em> se passa em Nova York, em 1959. Harry Angel é um detetive particular contratado para encontrar Johnny Favorite, um músico famoso que desaparecera após a Segunda Guerra Mundial. </span></span></p><div id="liter-3536164436" class="liter-adsense-artigos-placement liter-entity-placement" role="region" aria-label="Anúncios"><script async src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js?client=ca-pub-6441623549039847" crossorigin="anonymous"></script><insclass="adsbygoogle" style="display:block;" data-ad-client="ca-pub-6441623549039847" data-ad-slot="" data-ad-format="auto"></ins>
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</div>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;"><span style="color:#000000;">Psicologicamente transtornado com os campos de batalha, Johnny retornaria aos Estados Unidos em estado catatônico. Dias depois, ele some do hospital de veteranos, sem deixar rastros. </span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;"><span style="color:#000000;">O caso leva Harry Angel a se envolver com seguidores do vodu, assassinos e um cliente que não ousa perdoar velhas dívidas.</span><br />
</span></p>
<p><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;"> </span></p>
<p><span style="font-size:1.75em;color:#000000;"><strong>2. O sorriso da hiena, Gustavo Ávila</strong></span><br />
(Editora Verus)<br />
<img decoding="async" class="alignleft wp-image-18736 size-medium" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/06/hiena.jpg?w=203" alt="" width="203" height="300" /></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;color:#000000;">É possível justificar o mal quando há a intenção de fazer o bem? Atormentado por achar que não faz o suficiente para tornar o mundo um lugar melhor, William, um respeitado psicólogo infantil, tem a chance de realizar um estudo que pode ajudar a entender o desenvolvimento da maldade humana. Porém a proposta, feita pelo misterioso David, coloca o psicólogo diante de um complexo dilema moral. </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;color:#000000;">Para saber se é um homem cruel por ter testemunhado o brutal assassinato de seus pais quando tinha apenas oito anos, David planeja repetir com outras famílias o mesmo que aconteceu com a sua, dando a William a chance de acompanhar o crescimento das crianças órfãs e descobrir a influência desse trauma no desenvolvimento delas. Mas até onde William será capaz de ir para atingir seus objetivos? </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;color:#000000;">Em <em>O sorriso da hiena</em>, o leitor ficará fisgado até a última página enquanto acompanha o detetive Artur Veiga nas investigações para desvendar essa série de crimes que está aterrorizando a cidade.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.75em;"><span style="color:black;"><strong>3. A grande ilusão, Harlan Coben</strong></span></span><br />
(Editora Arqueiro)<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-18744 size-medium" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/06/coben_ilusao.jpg?w=208" alt="" width="208" height="300" /></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;color:#000000;">Maya Stern é uma ex-piloto de operações especiais que voltou recentemente da guerra. Um dia, ela vê uma imagem impensável capturada pela câmera escondida em sua casa: a filha de 2 anos brincando com Joe, seu falecido marido, brutalmente assassinado duas semanas antes. Tentando manter a sanidade, Maya começa a investigar, mas todas as descobertas só levantam mais dúvidas.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;"><span style="color:#000000;">Conforme os dias passam, ela percebe que não sabe mais em quem confiar, até que se vê diante da mais importante pergunta: é possível acreditar em tudo o que vemos com os próprios olhos, mesmo quando é algo que desejamos desesperadamente? Para encontrar a resposta, Maya precisará lidar com os segredos profundos e as mentiras de seu passado antes de encarar a inacreditável verdade sobre seu marido – e sobre si mesma.</span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.75em;"><span style="color:black;"><strong>4. Os deuses da culpa, Michael Connelly</strong></span></span><br />
(Suma de Letras)<br />
<span style="font-size:1.15em;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-18747 size-medium" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/06/connelly_culpa.jpg?w=209" alt="" width="209" height="300" /></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;"><span style="color:#000000;">Quando o advogado Mickey Haller recebe a mensagem “Me liga urgente — 187”, o código penal para assassinato logo chama sua atenção. Casos assim são sempre os mais complicados ― e os que pagam melhor ―, o que significa que ele não pode falhar.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;"><span style="color:#000000;">Mas quando descobre que a vítima é uma ex-cliente, uma prostituta que ele ajudou a tirar das ruas, Mickey sente que sua reputação está em jogo. A vítima estava de volta a Los Angeles e de volta à prostituição ― mas por quê? De repente, Mickey percebe que, em vez de salvá-la, pode ter sido ele a colocá-la em perigo.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;"><span style="color:#000000;">É hora de confrontar seu passado, e Haller precisará de todo seu talento e esperteza para cuidar de um caso que pode ser sua redenção ― ou a prova de toda a sua culpa.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.75em;"><span style="color:black;"><strong>5. Box Torre Negra, Stephen King</strong></span></span><br />
(Suma de Letras)<br />
<span style="font-size:1.15em;"><br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-18749 size-medium" style="margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/06/box_torre.jpg?w=300" alt="" width="300" height="300" /><span style="color:#000000;">A série A Torre Negra é considerada uma das mais importantes obras do cultuado escritor Stephen King. Inspirada no universo imaginário de J.R.R. Tolkien e no poema épico do século XIX &#8220;Childe Roland à Torre Negra Chegou&#8221; e repleta de referências à cultura pop, às lendas arturianas e ao faroeste, </span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;"><span style="color:#000000;"><em>A Torre Negra</em> mistura ficção científica, fantasia e terror numa narrativa que forma um verdadeiro mosaico da cultura popular contemporânea. Elaborados ao longo de mais de trinta anos, os oito volumes de A Torre Negra transportam o leitor para uma jornada épica que cultiva uma legião de fãs ao redor do mundo.</span> <a href="https://www.submarino.com.br/produto/132204646/caixa-livro-colecao-torre-negra?condition=NEW&amp;pfm_carac=132204646&amp;pfm_index=0&amp;pfm_page=search&amp;pfm_pos=grid&amp;pfm_type=search_page" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Vendido exclusivamente pelo site Submarino</a>.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.75em;"><span style="color:black;"><strong>6. Mestre das chamas, Joe Hill</strong></span></span><br />
(Editora Arqueiro)<br />
<span style="font-size:1.15em;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-18752 size-medium" style="margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/06/joehill.jpg?w=206" alt="" width="206" height="300" /></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;"><span style="color:#000000;">Ninguém sabe exatamente como nem onde começou. Uma pandemia global de combustão espontânea está se espalhando como rastilho de pólvora, e nenhuma pessoa está a salvo. Todos os infectados apresentam marcas pretas e douradas na pele e a qualquer momento podem irromper em chamas.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;"><span style="color:#000000;">Nos Estados Unidos, uma cidade após outra cai em desgraça. O país está praticamente em ruínas, as autoridades parecem tão atônitas e confusas quanto a população e nada é capaz de controlar o surto. O caos leva ao surgimento dos impiedosos esquadrões de cremação, patrulhas autodesignadas que saem às ruas e florestas para exterminar qualquer um que acreditem ser portador do vírus.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;"><span style="color:#000000;">Em meio a esse filme de terror, a enfermeira Harper Grayson é abandonada pelo marido quando começa a apresentar os sintomas da doença e precisa fazer de tudo para proteger a si mesma e ao filho que espera. Agora, a única pessoa que poderá salvá-la é o Bombeiro – um misterioso estranho capaz de controlar as chamas e que caminha pelas ruas de New Hampshire como um anjo da vingança. Do aclamado autor de <i>A estrada da noite </i>, este livro é um retrato indelével de um mundo em colapso, uma análise sobre o efeito imprevisível do medo e as escolhas desesperadas que somos capazes de fazer para sobreviver.</span></span></p>
<p><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p><span style="font-size:1.75em;"><span style="color:black;"><strong>7. Nada como ter amigos influentes, Donna Leon</strong></span></span><br />
(Companhia das Letras)</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-18753 size-medium" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/06/915rwjsykol.jpg?w=186" alt="" width="186" height="300" /></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;"><span style="color:#000000;">Quando o comissário Guido Brunetti recebe a visita de um jovem burocrata designado para investigar uma irregularidade na construção de seu apartamento, realizada anos atrás, sua primeira reação é pensar em quem ele conhece no departamento do governo local a fim de contornar a situação. Quando, porém, o funcionário é encontrado morto, fica claro que há algo a mais em jogo do que apenas o destino do apartamento de Guido. </span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;"><span style="color:#000000;">As investigações de Brunetti o levam a aspectos pouco familiares da vida veneziana, envolvendo o abuso do consumo de drogas e a agiotagem, enquanto a morte de dois jovens viciados e a prisão de um homem suspeito de traficar drogas revelam, mais uma vez, o quanto é importante contar, nesta cidade, com a ajuda de amigos influentes.</span></span></p>
<p><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p><span style="color:#ffffff;">x</span><br />
<span style="font-size:1.75em;"><span style="color:black;"><strong>8. O exorcista, William Peter Blaty</strong></span></span><br />
(Darkside Books)</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-18759 size-medium" style="margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/06/exorcista.jpg?w=245" alt="" width="245" height="300" /></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;"><span style="color:#000000;"><strong>Legião</strong> é a verdadeira continuação de <em>O Exorcista</em>. Personagens e acontecimentos importantes do primeiro livro encarnam novamente nas páginas deste romance que Blatty publicou em 1983 e que finalmente sai no Brasil com seu título original. Alguns segredos da história de 1971 são revelados aqui, então é aconselhável ler O Exorcista antes de encarar Legião.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;"><span style="color:#000000;">A história começa dez anos depois do exorcismo de Regan MacNeil, a jovem menina endiabrada que Linda Blair incorporou no cinema. Só que agora o sobrenatural ganha também uma pegada de romance policial. O detetive (e cinéfilo nas horas vagas) William F. Kinderman volta à cena, investigando uma série de assassinatos brutais — entre eles, a crucificação de um garoto de apenas doze anos. O modus operandi dos crimes parece indicar a assinatura mórbida do assassino em série Geminiano. Mas como solucionar um caso em que o principal suspeito está morto há mais de uma década?<span style="color:#000000;font-size:1.15em;">.</span></span></span></p>
<p><span style="color:#ffffff;">x</span><br />
<span style="font-size:1.75em;"><span style="color:black;"><strong>9. Eu sei onde você está, Claire Kendal</strong></span></span><br />
(Intrínseca)</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-18758 size-medium" style="margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/06/eusei.jpg?w=209" alt="" width="209" height="300" /></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;"><span style="color:#000000;">Rafe está em todos os lugares. E Clarissa vai encontrá-lo, mesmo sendo a última coisa que gostaria que acontecesse. Vai encontrá-lo na universidade onde ambos trabalham, na estação de trem, no portão do prédio onde mora. As mensagens do homem lotam a secretária eletrônica de Clarissa, os presentes dele abarrotam sua caixa de correio. Desde a noite traumática que passaram juntos alguns meses antes, ela se vê em uma armadilha da qual não consegue escapar. E ele se recusa a aceitar um não como resposta.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;"><span style="color:#000000;">A única saída de Clarissa para esse pesadelo angustiante são as sete semanas que passará em um tribunal, onde foi escalada para compor um júri popular. A vítima em questão viveu experiências que revelam uma similaridade macabra com a vida da jurada. Conforme o julgamento se desenrola, Clarissa percebe que, para sobreviver às investidas obcecadas de Rafe, será necessário se arriscar. Começa então a reunir evidências da insanidade do perseguidor para usá-las contra ele e relata todo o terror psicológico e físico a que é submetida, o que a obriga a reviver cada momento doloroso que vem tentando desesperadamente esquecer.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;font-size:1.15em;">.</span></p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100" alt="" itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2017/06/03/lancamentos-os-destaques-de-junho/">LANÇAMENTOS | Os destaques de junho</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>RESENHA &#124; Enquanto eles dormiam, de Donna Leon</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2017/04/03/critica-enquanto-eles-dormiam-de-donna-leon/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Josué de Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Apr 2017 13:08:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[resenha]]></category>
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		<category><![CDATA[josué de oliveira]]></category>
		<category><![CDATA[literatura policial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Josué de Oliveira &#8211; Aos 17 anos, quando comecei a me interessar de verdade por literatura policial, descobri a coleção da Companhia das Letras dedicada ao gênero, com suas simpáticas lombadas coloridas. Na época, uma das coisas que mais me interessou foi a possibilidade de conhecer autores fora do eixo Inglaterra-EUA: brasileiros, franceses, escoceses,...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Josué de Oliveira</em> &#8211; Aos 17 anos, quando comecei a me interessar de verdade por literatura policial, descobri a coleção da Companhia das Letras dedicada ao gênero, com suas simpáticas lombadas coloridas. Na época, uma das coisas que mais me interessou foi a possibilidade de conhecer autores fora do eixo Inglaterra-EUA: brasileiros, franceses, escoceses, suecos, italianos, entre outros países representados na coleção. Apesar de Donna Leon ser americana, sempre enquadrei suas obras nessa última nacionalidade, uma vez que a autora vive na Itália desde 1981, é lá que ela ambienta a longa série protagonizada por Guido Brunetti, comissário da polícia de Veneza.</p>
<p>Da autora, já tinha lido o ótimo Morte no Teatro La Fenice e o fraco Vestido para Morrer. Minha terceira visita à obra de Leon foi este Enquanto Eles Dormiam (Companhia das Letras, 288 páginas). Na trama, Brunetti é procurado por Maria Testa, ex-freira de uma ordem conhecida por oferecer assistência a idosos doentes. Maria, que trabalhou na casa de repouso onde a mãe de Brunetti vive, suspeita que a morte de um grupo de idosos não se deu pelas causas naturais que os relatórios oficiais sugerem, e pede a ele que averigue quem teria se beneficiado por esses óbitos. Maria não dispõe de nada além da intuição, de modo que é impossível para Brunetti abrir um inquérito oficial. Mas isso não impede o comissário, que, aos poucos, vai se convencendo de que há algo de sinistro por trás das mortes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 30px;"><span style="font-size: 1.35em; color: #808080;">Sexto livro da americana, Enquanto eles dormiam tem muitas qualidades. A escrita de Donna Leon é uma delas. Desde a ironia com que pontua os diálogos até as ótimas descrições da cidade, que trazem para perto a distante Veneza, a autora mostra segurança e habilidade no uso das palavras. A prosa soa sempre elegante e é agradável de se ler, um talento que autores de mistério, talvez na ânsia de fisgar pela trama, tendem a não cultivar. Aqui temos uma feliz exceção.</span></p><div id="liter-3536164436" class="liter-adsense-artigos-placement liter-entity-placement" role="region" aria-label="Anúncios"><script async src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js?client=ca-pub-6441623549039847" crossorigin="anonymous"></script><insclass="adsbygoogle" style="display:block;" data-ad-client="ca-pub-6441623549039847" data-ad-slot="" data-ad-format="auto"></ins>
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</div>
<p>&nbsp;<br />
Outro ponto positivo tem a ver com algo muito próprio das extensas séries com um mesmo personagem, tão características da literatura policial: a mistura entre velho e novo, conhecido e inédito que faz parte da lógica destes livros. Seguindo a cartilha, a autora presenteia seus leitores com os elementos já familiares de sua obra – a rotina de Guido Brunetti na delegacia, sua vida familiar, a dinâmica com os coadjuvantes recorrentes, os comentários sobre a sociedade veneziana –, ao mesmo tempo que introduz novos contextos em que estes ingredientes se encaixam. Assim, além de um novo mistério a ser desvendado, há novos temas em questão e novos dilemas nos quais personagens já conhecidos se envolvem.</p>
<p>Parece o básico de toda série, mas pense em quão trabalhoso é construir esse básico: o equilíbrio entre agradar os leitores fiéis sem alienar os novos; escrever para os que são fãs de um modo que consiga atrair os que não são. Enquanto Eles Dormiam é o perfeito exemplar desse tipo de narrativa seriada que remete a Conan Doyle e Agatha Christie, onde todos os livros são uma porta de entrada para um universo de códigos e características próprias. O tipo de leitura leve, despretensiosa e acolhedora da qual todos precisamos vez por outra.</p>
<p>A construção temática da história também merece destaque. Leon está escrevendo sobre religião; esse é o tópico central do livro. Desde a identidade da pessoa que põe a trama em movimento – uma ex-freira – aos problemas enfrentados pela filha de Brunetti na escola – um padre professor de catequismo com o qual ela não se dá –, o assunto está diluído em diferentes dosagens ao longo de toda a narrativa. É o choque entre a visão religiosa do mundo, e dos muitos males cometidos em nome da religião, e o materialismo por vezes agressivo de Brunetti que conduz os acontecimentos da trama.</p>
<p>Mas vale uma ressalva importante, pelo menos para mim. Em muitos momentos, a discussão sobre religião que a autora coloca na boca dos personagens carece de profundidade, recorrendo e se apoiando fortemente nos estereótipos. Não há religiosos razoáveis no romance, nem mesmo um; todos são no mínimo pouco confiáveis, suspeitos, quando não estúpidos ou maus. Em Enquanto Eles Dormiam, crer – ser católico, mais especificamente – é um estado muito próximo da corrupção. Mas a generalização nas discussões de Brunetti e demais personagens não é de estranhar considerando o entendimento equivocado destes sobre o cristianismo. Um exemplo é a cena em que Brunetti, com ares de entendido, pergunta ao colega Vianelo se o cristianismo não é, afinal de contas, sobre a bondade humana. Qualquer um que saiba o mínimo de teologia cristã dará uma gargalhada diante de tal ideia.</p>
<p>A trama em si demora a engrenar, o que faz sentido, já que Brunetti não faz ideia se de fato algo fora do normal está acontecendo, e precisa primeiro entender onde está pisando. Isto certamente incomodará quem tem preferência por histórias mais ágeis. Leon leva o tempo que julga necessário preparando o cenário e apresentando os personagens do drama, e entrega um final sólido, mas que talvez perca alguns leitores pouco afeitos a seu estilo mais vagaroso pelo caminho.</p>
<p>Os que restarem, como eu, devem ficar satisfeitos, embora não impressionados. Enquanto Eles Dormiam não é brilhante, mas competente, e cumpre seu papel como um legítimo livro policial de série: nos guiar por um universo familiar de personagens e suas aventuras.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9465" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/10/star4.png" alt="" width="98" height="22"></p>
<p><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-17820 size-medium" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/04/12956_gg.jpg?w=186" alt="" width="186" height="300">Título</strong>: Enquanto eles dormiam<br />
<strong>Autora</strong>:&nbsp;Donna Leon<br />
<strong>Tradução</strong>: Carlos Alberto Bárbaro<br />
<strong>Editora</strong>:&nbsp;Companhia das Letras<br />
<strong>Ano</strong>: 2010<br />
<strong>Páginas</strong>: 288<br />
<a href="https://www.skoob.com.br/enquanto-eles-dormiam-141697ed157589.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Este livro no Skoob</a></p>
<p><strong>SINOPSE</strong> – É início de primavera em Veneza. Com as temperaturas amenas, as hordas de turistas e as verduras e frutas no mercado de Rialto, parece chegar também uma onda de calma ao já não muito agitado submundo do crime da Sereníssima. Tomado pelo tédio, o <em>commissario</em> Guido Brunetti já perdia as esperanças de qualquer ação, até que recebe uma estranha visita. Mais uma vez retratando as peripécias desse atípico detetive &#8211; amante da boa mesa e da literatura e casado com uma intelectual filha de um conde veneziano &#8211; em meio a canais, praças e vielas que ele conhece como ninguém, Donna Leon nos conduz agora aos subterrâneos de uma misteriosa organização religiosa, protegida por figurões da cidade. Nesta trama cheia de intimidação e <em>dolce vitta</em>, Brunetti precisará de muita cautela e astúcia para aplacar a influência dos poderosos, inclusive de seu chefe, e proteger uma boa alma.</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img alt='Josué de Oliveira' src='https://secure.gravatar.com/avatar/52bc4af4ff7ca85bd9e0fb0d7776a484006bc8530907d212a167a270a4a12376?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/52bc4af4ff7ca85bd9e0fb0d7776a484006bc8530907d212a167a270a4a12376?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/olveirajosue/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Josué de Oliveira</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Formado em Estudos de Mídia pela UFF e vive em Niterói, RJ. Trabalha na área de desenvolvimento de livros digitais. Gosta de ler, escrever, ver filmes esquisitos e curte bandas que ninguém conhece. Atualmente, revisa seu primeiro romance policial.</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2017/04/03/critica-enquanto-eles-dormiam-de-donna-leon/">RESENHA | Enquanto eles dormiam, de Donna Leon</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>10 aberturas de séries policiais na TV</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2015 20:01:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tão importante quanto as histórias propriamente ditas, as aberturas são um preview para o mundo das séries. Clássicas, nostálgicas ou modernas, elas podem ter diferentes estilos e conceitos. Escolhemos dez aberturas de séries policiais e de suspense que foram (ou são) um sucesso no mundo. Você tem uma favorita? * Atualizado em 09/01/2019 &#160; 1. WALLANDER...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Tão importante quanto as histórias propriamente ditas, as aberturas são um preview para o mundo das séries. Clássicas, nostálgicas ou modernas, elas podem ter diferentes estilos e conceitos.</p>
<p>Escolhemos dez aberturas de séries policiais e de suspense que foram (ou são) um sucesso no mundo. Você tem uma favorita?</p>
<p><em>* Atualizado em 09/01/2019</em></p><div id="liter-3536164436" class="liter-adsense-artigos-placement liter-entity-placement" role="region" aria-label="Anúncios"><script async src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js?client=ca-pub-6441623549039847" crossorigin="anonymous"></script><insclass="adsbygoogle" style="display:block;" data-ad-client="ca-pub-6441623549039847" data-ad-slot="" data-ad-format="auto"></ins>
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</div>
<p>&nbsp;</p>
<h3>1. WALLANDER</h3>
<p><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/wgqKLaDEAVQ" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe><br />
A série, baseada na obra de Henning Mankell, traz Kenneth Branagh no papel do detetive sueco Kurt Wallander, um policial intrigado pelos casos que investiga e pela complexidade da natureza humana. Música: Nostalgia, por Emily Barker &amp; The Red Clay Halo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>2. PHILIP MARLOWE, PRIVATE EYE</h3>
<p><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/_m-viOglAIk" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>Com Powers Boothe no papel principal, a abertura de Philip Marlowe, Private Eye mergulha no universo noir das sombras, revólveres e cigarros do detetive de Raymond Chandler. O programa foi exibido de 1983 a 1986, e ao que consta esta é a abertura inglesa da série. Um dos envolvidos na criação dessa vinheta foi Maurice Binder, responsável pelo design de 16 títulos nos filmes da série Bond. Música: John Cameron e Samuel Matlovsky, executada por Moe Koffman.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>3. POIROT</h3>
<p><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/fvrj5E_elzg" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>Exibida de 1989 a 2013, Agatha Christie&#8217;s Poirot foi um enorme sucesso entre os fãs de suspense e literatura policial, que acompanharam a excelente interpretação de David Suchet no papel do detetive belga de Agatha Christie. Criada pelo canal inglês ITV, a série deixou saudades. Música: The Belgian Detective (From Poirot), de Christopher Gunning.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>4. SHERLOCK BBC</h3>
<p style="text-align: justify;"><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/IB8nPu5iH9c" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>Benedict Cumberbatch (Sherlock) e Martin Freeman (Watson) são os astros da premiada Sherlock BBC, que transporta a clássica dupla detetivesca de Arthur Conan Doyle para os dias conturbados do século 21. Contando com a tecnologia e facilidades da nossa época, Sherlock Holmes continua se sobressaindo pela inteligência e raciocínio privilegiados. A interpretação de Cumberbatch fez da série um sucesso mundial. Música: David Arnold e Michael Price.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>5. MANDRAKE</h3>
<p><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/bgNjTIysyek" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>Mandrake também estrelou uma série de TV, produzida pela HBO Brasil e Conspiração Filmes. Com Marcos Palmeira no papel do advogado criado por Rubem Fonseca, o programa estreou em 2005 e foi exibido até 2007. O roteiro era de José Henrique Fonseca, Felipe Braga e Tony Belloto. Mandrake teve duas temporadas com treze episódios no total. Música: Work Song, de Charlie Mingus.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>6. HARRY BOSCH</h3>
<p><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/dhqtQyi_fEI" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>Baseada na série de Michael Connelly, Bosch é uma produção da Amazon Studios. Traz Titus Welliver no papel de Harry Bosch, detetive do departamento de homicídios de Los Angeles. O seriado é inspirado nos três primeiros livros com o personagem. Bosch estreou em 2014 apenas pelo canal Amazon Prime. Música: Can&#8217;t Let Go, de Caught A Ghost.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>7. MAIGRET</h3>
<p><iframe loading="lazy" title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/WtPFYjnp6Ek" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>Do italiano Gino Cervi, passando pelo russo Boris Tenin e pelo japonês Kinya Aikawa, o comissário Maigret já foi interpretado por atores de vários países nas últimas décadas. Escolhi essa abertura francesa porque sempre gostei de Bruno Cremer no papel. O ator (já falecido) interpretou Maigret de 1991 a 2005, totalizando cinquenta e quatro episódios.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>8. AGATHA CHRISTIE&#8217;S MISS MARPLE</h3>
<p style="text-align: justify;"><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/Knll8abXcbI" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>Miss Marple, a detetive de Agatha Christie, aparece em 12 romances e 20 contos da escritora. Nessa série da BBC One, ela foi interpretada por Joan Hickson de 1984 a 1992. Pelo canal ITV, Geraldine McEwan e Julia McKenzie também viveram a personagem. No Brasil, já vimos Marple pelos canais Film &amp; Arts e HBO.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>9. MONTALBANO</h3>
<p><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/Bhdf6PFZZs8" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O desbocado policial de Andrea Camilleri é a estrela de Detective Montalbano, série do canal italiano RAI. Exibido desde 1999 na Europa, tem Luca Zingaretti no papel principal, vivendo histórias com uma pitada de humor em Vigàta, cidade fictícia da Sicília. Esta não é a trilha oficial do programa, mas ainda assim vale a pena assistir para conhecer. Inédito ainda no Brasil.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>10. COMISSÁRIO BRUNETTI</h3>
<p><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/-_ys-be03wo" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>Fechando com dois toques italianos, escolhi o comissário Brunetti. Não encontrei a abertura dessa série com ele, mas não podia deixar de citá-lo. Criado por Donna Leon, é um policial veneziano bem low profile que aparece em 24 livros da autora (que é na verdade americana, e não italiana).  A série de TV é produzida desde 2000 na Alemanha, e o comissário é vivido por Uwe Kockisch. Uma americana que escreve sobre um italiano interpretado na TV por um alemão, isso mesmo. Inédita também no Brasil.</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100" alt="" itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2015/07/03/10-aberturas-de-series-policiais-na-tv/">10 aberturas de séries policiais na TV</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>Sob o signo do crime</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2014/09/07/sob-o-signo-do-crime/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Rogerio Christofoletti]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Sep 2014 23:07:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A literatura policial é dessas artes que permitem muitas extrapolações. Volta e meia, estudiosos propõem classificações por ciclos históricos, pela nacionalidade dos autores e até por modalidades de crimes. Rótulos são criados (noir, hardboiled&#8230;), períodos são determinados (era de ouro, etc&#8230;) e um cânone vai se formando. Mas poderíamos ir muito além. Quem sabe elaborar...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-1290 size-medium" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/zodiaco1.jpg?w=300" alt="zodiaco1" width="300" height="225" /><span style="color:#000000;"><span style="font-size:1.25em;">A literatura policial é dessas artes que permitem muitas extrapolações. Volta e meia, estudiosos propõem classificações por ciclos históricos, pela nacionalidade dos autores e até por modalidades de crimes. Rótulos são criados (noir, hardboiled&#8230;), períodos são determinados (era de ouro, etc&#8230;) e um cânone vai se formando.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:1.25em;">Mas poderíamos ir muito além. Quem sabe elaborar listas de detetives fumantes, de mulheres que investigam, de serial-killers com traumas de infância, de mortes esquisitas e de vítimas excêntricas?</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:1.25em;">Como a literatura policial é dessas artes que permitem extrapolações, vou propor uma nova classificação, a zodiacal. Isto é, vou listar autores de mistério, suspense e crime segundo seus signos! Você não acredita em astrologia? Nem precisa, pois independente de quando e onde nasceram, os sujeitos a seguir estão fadados a contar histórias policiais&#8230;</span><br />
<span style="color:#ffffff;">x</span></span></p><div id="liter-3536164436" class="liter-adsense-artigos-placement liter-entity-placement" role="region" aria-label="Anúncios"><script async src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js?client=ca-pub-6441623549039847" crossorigin="anonymous"></script><insclass="adsbygoogle" style="display:block;" data-ad-client="ca-pub-6441623549039847" data-ad-slot="" data-ad-format="auto"></ins>
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</div>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><strong><a href="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/aries.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-1299 size-full" style="margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/aries.png" alt="aries" width="73" height="30" /></a><br />
</strong> <em>(21 de março &#8211; 20 de abril)</em></span><br />
<span style="color:#000000;"> Os nativos deste signo são batalhadores, enérgicos e valentes. Muito autoconfiantes, não suportam fracassar e, por isso, vão à luta. É o caso do norueguês <strong>Jo Nesbo</strong> (de 29/03/1960), e dos norte-americanos <strong>James Patterson</strong> (22/03/1947) e <strong>Scott Turow</strong> (12/04/1949). <strong>Tom Clancy</strong> (12/04/1947) e <strong>Edgar Wallace</strong> (01/04/1875), que já estão em outra galáxia, também eram arianos.<br />
<span style="color:#ffffff;">x</span><br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><a href="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/touro.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-1301 size-full" style="margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/touro.png" alt="touro" width="80" height="24" /></a><br />
<em>(21 de abril &#8211; 20 de maio)</em></span><br />
<span style="color:#000000;"> Taurinos são determinados, buscam a estabilidade e são muito, muito organizados. Chega a dar raiva. Podem parecer rudes e raivosos, mas, no fundo, são carinhosos e afáveis. São nativos deste signo a britânica <strong>Syella Rimington</strong> (13/05/1935), o brasileiro <strong>Rubem Fonseca</strong> (11/05/1925) e a neozelandeza <strong>Ngaio Marsh</strong> (23/04/1895).<br />
</span><span style="color:#000000;"><a href="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/patricia2.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright size-medium wp-image-1319" src="http://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/patricia2.png?w=137" alt="patricia2" width="137" height="300" /></a></span><span style="color:#000000;"><span style="color:#ffffff;">x</span><br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><a href="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/gemeos.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-1302 size-full" style="margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/gemeos.png" alt="gemeos" width="110" height="26" /></a><br />
<em>(21 de maio &#8211; 21 de junho)</em></span><br />
<span style="color:#000000;">Este é o signo dos inteligentes, perspicazes, imaginativos e comunicativos. Mas também dos apressados, estressados e ansiosos, embora sejam todos espetacularmente maravilhosos e muito modestos (como o autor dessas maltraçadas linhas). A lista começa com <strong>Arthur Conan Doyle</strong> (22/05/1859) e <strong>Dashiell Hammett</strong> (27/05/1894), passa por <strong>Dorothy Sayers</strong> (13/06/1893) e <strong>G.K. Chesterton</strong> (29/05/1874) e chega a <strong>Ian Fleming</strong> (28/05/1908), <strong>Manuel Vázquez Montalbán</strong> (14/06/1939), <strong>Fred Vargas</strong> (07/06/1957) e <strong>Patricia Cornwell</strong> (09/06/1956).<br />
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</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><a href="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/cancer.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-1303 size-full" style="margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/cancer.png" alt="cancer" width="96" height="26" /></a><br />
<em>(22 de junho &#8211; 21 de julho)</em></span><br />
<span style="color:#000000;"> Geralmente, os de Câncer são muito emotivos, cautelosos e calculistas. Têm uma intuição poderosa, o que ajuda muito a dar sequência às tramas detetivescas. É o caso de <strong>Dan Brown</strong> (22/06/1964), <strong>Lawrence Block</strong> (24/06/1938), do brasileiro <strong>Tony Bellotto</strong> (30/06/1960) e da sueca <strong>Åsa Larsson</strong> (28/06/1966).<br />
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</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><em><a href="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/leao.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-1304 size-full" style="margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/leao.png" alt="leao" width="63" height="24" /></a><br />
(22 de julho &#8211; 22 de agosto)</em></span><br />
<span style="color:#000000;"> Dominadores, cativantes e criativos, os leoninos tendem a se tornar o centro das atenções onde estão. São fortes, independentes e ambiciosos. Minha lista de autores policiais deste signo é composta por <strong>P.D. James</strong> (03/08/1920), <strong>Dennis Lehane</strong> (04/08/1965), <strong>Stieg Larsson</strong> (15/08/1954), <strong>Michael Connelly</strong> (21/07/1956), <strong>David Baldacci</strong> (05/08/1960), <strong>Jonathan Kellerman</strong> (09/08/1949) e <strong>Raymond Chandler</strong> (23/07/1888).</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><strong><br />
</strong><a href="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/virgem.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-1306 size-full" style="margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/virgem.png" alt="virgem" width="103" height="32" /></a><br />
<em>(23 de agosto &#8211; 22 de setembro)</em></span><br />
<span style="color:#000000;"> Práticos, detalhistas e meticulosos, os escritores policiais de Virgem são perfeccionistas e muito analíticos. Duvida? Veja três exemplos: <strong>Agatha Christie</strong> (15/09/1890), <strong>Andrea Camilleri</strong> (06/09/1925) e <strong>Camilla Läckberg</strong> (30/08/1974). Nada mal, hein?<br />
<span style="color:#ffffff;">x</span><br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><em><a href="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/libra.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-1307 size-full" style="margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/libra.png" alt="libra" width="72" height="25" /></a><br />
(23 de setembro &#8211; 22 de outubro)</em></span><br />
<span style="color:#000000;"> Nem é preciso dizer que librianos são sujeitos equilibrados. Para além disso, são sociáveis, idealistas e elegantes. Quatro nomes me vêm à mente: <strong>Donna Leon</strong> (29/09/1942), <strong>John le Carré</strong> (19/10/1931), <strong>Elmore Leonard</strong> (11/10/1925) e <strong>Patricia Melo</strong> (02/10/1962).<br />
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</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><a href="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/escorpio.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-1308 size-full" style="margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/escorpio.png" alt="escorpio" width="131" height="32" /></a><br />
<em>(23 de outubro &#8211; 21 de novembro)</em></span><br />
<span style="color:#000000;"><strong> Maurice Leblanc</strong> (11/11/1864), o pai de Arséne Lupin, foi escorpiano, geralmente pessoas muito magnéticos e interessantes, dadas as suas paixões e compulsões. Entretanto, nossos modernos computadores não encontraram muitos escritores policiais deste signo. Se o leitor souber de mais alguém, favor deixar nos comentários&#8230;<br />
<span style="color:#ffffff;">x</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/rex.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright size-full wp-image-1321" src="http://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/rex.jpg" alt="rex" width="117" height="183" /></a><span style="color:#000000;"><a href="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/sagi.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-1309 size-full" style="margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/sagi.png" alt="sagi" width="121" height="33" /></a><br />
<em>(22 de novembro &#8211; 21 de dezembro)</em></span><br />
<span style="color:#000000;"> Intelectual, sincero e otimista é o sagitariano, um dos sujeitos mais positivos do zodíaco. Talvez por essa razão, poucos tenham se dedicado a escrever sobre mistérios catacúmbicos e crimes hediondos. <strong>Rex Stout</strong> (01/12/1886) foi um deles. Se souber de mais alguém, já sabe&#8230;<br />
<span style="color:#ffffff;">x</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><a href="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/capri.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-1310 size-full" style="margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/capri.png" alt="capri" width="163" height="33" /></a><em><br />
(22 de dezembro &#8211; 20 de janeiro)</em></span><br />
<span style="color:#000000;"> Imagine alguém que é disciplinado, prático e prudente; paciente, profissional e objetivo. É o nativo de Capricórnio, e vários são os exemplos de autores: <strong>John Dunning</strong> (09/01/1942), <strong>Patricia Highsmit</strong>h (19/01/1921), <strong>Harlan Coben</strong> (04/01/1962), <strong>Walter Mosley</strong> (12/01/1952), <strong>Jô Soares</strong> (16/01/1938) e o astro <strong>Edgar Allan Poe</strong> (19/01/1809).<br />
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</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><a href="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/aqua.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-1311 size-full" style="margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/aqua.png" alt="aqua" width="114" height="33" /></a><br />
<em>(21 de janeiro &#8211; 19 de fevereiro)</em></span><br />
<span style="color:#000000;"> Os aquarianos <strong>Henning Mankell</strong> (03/02/1948) e <strong>Arnaldur Indriðason</strong> (28/01/1961) são bons exemplos de aquarianos: originais, brilhantes, fantasiosos e sonhadores. São também imprevisíveis, o que neste métier não é nenhum defeito.<br />
<span style="color:#ffffff;">x</span><br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><a href="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/peixes.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-1312 size-full" style="margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/peixes.png" alt="peixes" width="88" height="25" /></a><br />
<em>(20 de fevereiro &#8211; 20 de março)</em></span><br />
<span style="color:#000000;"> Com um fraco por mistérios e por enigmas, os piscianos são ainda intuitivos e imaginativos. É o caso de <strong>Philip Kerr</strong> (22/02/1956), de<strong> James Ellroy</strong> (04/03/1948) e de <strong>Georges Simenon</strong> (13/02/1903).<br />
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</span></p>
<h6><em>(Imagens: <a href="http://fineartamerica.com/featured/2-rex-stout-1886-1975-granger.html" target="_blank">Fineart</a>, <a href="http://wmmorrow.hc.com/pcornwell" target="_blank">WMMorrow</a>)</em></h6>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/08/roger11.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-1285" src="http://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/08/roger11.png" alt="roger1" width="600" height="133" /></a></p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img alt='Rogerio Christofoletti' src='https://secure.gravatar.com/avatar/87f28085d29f672a5c343e268eeb037a666688496455d0254804e2942865a66b?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/87f28085d29f672a5c343e268eeb037a666688496455d0254804e2942865a66b?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/monitorando/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Rogerio Christofoletti</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista, dramaturgo e professor universitário. Já publicou 12 livros na área acadêmica e escreveu oito peças de teatro. É um dos autores do e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx).</p>
</div></div><div class="saboxplugin-web "><a href="http://christofoletti.com/" target="_self" >christofoletti.com/</a></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2014/09/07/sob-o-signo-do-crime/">Sob o signo do crime</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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