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	<title>Arquivos Espinosa -</title>
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	<description>O melhor portal sobre suspense e mistério!</description>
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	<title>Arquivos Espinosa -</title>
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		<title>Novo livro de Garcia-Roza com o detetive Espinosa entra em pré-venda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Jun 2019 13:43:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Um lançamento esperado chega às livrarias em julho. A Última Mulher é o novo livro de Luiz Alfredo Garcia-Roza com o detetive Espinosa, e será publicado pela Companhia das Letras. A história é ambientada no Rio de Janeiro, e trará o detetive investigando o assassinato de mulheres com requintes de crueldade. Ainda sobre Espinosa,...</p>
<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2019/06/12/novo-livro-de-garcia-roza-com-o-detetive-espinosa-entra-em-pre-venda/">Novo livro de Garcia-Roza com o detetive Espinosa entra em pré-venda</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>Um lançamento esperado chega às livrarias em julho. A Última Mulher é o novo livro de Luiz Alfredo Garcia-Roza com o detetive Espinosa, e será publicado pela Companhia das Letras.</p>
<p>A história é ambientada no Rio de Janeiro, e trará o detetive investigando o assassinato de mulheres com requintes de crueldade.</p>
<p>Ainda sobre Espinosa, <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://literaturapolicial.com/2018/11/22/lazaro-ramos-vivera-o-detetive-espinosa-em-filme-de-daniel-filho/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">espera-se para o segundo semestre o lançamento de O Silêncio da Chuva</a></span>, adaptação do primeiro livro com o personagem, vivido por Lázaro Ramos no cinema. A direção é de Daniel Filho.</p><div id="liter-641379160" class="liter-adsense-artigos-placement liter-entity-placement" role="region" aria-label="Anúncios"><script async src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js?client=ca-pub-6441623549039847" crossorigin="anonymous"></script><insclass="adsbygoogle" style="display:block;" data-ad-client="ca-pub-6441623549039847" data-ad-slot="" data-ad-format="auto"></ins>
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</div>
<p>Confira a sinopse do livro abaixo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ss&amp;ref=as_ss_li_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=8535932372&amp;asins=8535932372&amp;linkId=1069878a4589b76d06c64adc2b3ed5b2&amp;show_border=true&amp;link_opens_in_new_window=true" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Leia a sinopse</h4>
<p><a href="https://www.amazon.com.br/gp/product/8535932372/ref=as_li_ss_il?pf_rd_m=A3RN7G7QC5MWSZ&amp;pf_rd_s=merchandised-search-14&amp;pf_rd_r=QNRPM9AXEN7XWXF7M6M9&amp;pf_rd_t=101&amp;pf_rd_p=1a045cd2-10db-4982-bb57-9dfa1707dd46&amp;pf_rd_i=7872829011&amp;linkCode=li3&amp;tag=literaturapol-20&amp;linkId=bad27eed7914a5184a20c36e0182153b" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img decoding="async" class="alignleft" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?_encoding=UTF8&amp;ASIN=8535932372&amp;Format=_SL250_&amp;ID=AsinImage&amp;MarketPlace=BR&amp;ServiceVersion=20070822&amp;WS=1&amp;tag=literaturapol-20" border="0" /></a><img decoding="async" style="border: none !important; margin: 0px !important;" src="https://ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;l=li3&amp;o=33&amp;a=8535932372" alt="" width="1" height="1" border="0" /><strong>Título</strong>: A última mulher<br />
<strong>Autor</strong>: Luiz Alfredo Garcia-Roza<br />
<strong>Páginas</strong>: 120<br />
<strong>Editora</strong>: Companhia das Letras<br />
<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/2WBWkuo" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Compre o livro</a></span></p>
<p><strong>SINOPSE</strong> &#8211; O novo caso do delegado Espinosa envolve um jogo de gato e rato que conta com um cafetão bem-sucedido, sua nova prostituta favorita e outras figuras da Lapa profunda. Ratto é um cafetão da Lapa, coração do Rio de Janeiro, que, acompanhado de seu sócio, Japa, consegue tirar uma pequena fortuna todo mês. Quando um violento policial resolve chantageá-lo, querendo abocanhar parte do quinhão, Ratto precisa desaparecer dali e arranjar um jeito de sobreviver. Refugiado em Copacabana, ele conhece Rita, uma prostituta jovem e muito inteligente que vira sua protegida, mas logo ambos se veem em meio a uma caçada pelas ruas e becos escuros da cidade. O delegado Espinosa, que conhece Ratto dos seus tempos de inspetor da 1ª DP, no Centro, é forçado a entrar no caso quando começam a surgir mulheres mortas com requintes de crueldade. Auxiliado pelos inspetores Welber e Ramiro, Espinosa precisa entender quem é a mente por trás de crimes tão brutais para impedir que Rita seja a próxima vítima.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100" alt="" itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2019/06/12/novo-livro-de-garcia-roza-com-o-detetive-espinosa-entra-em-pre-venda/">Novo livro de Garcia-Roza com o detetive Espinosa entra em pré-venda</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>Sesc TV dedica especial à literatura policial</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2016/08/02/sesc-tv-dedica-especial-a-literatura-policial/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Aug 2016 13:13:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O canal Sesc TV dedicou um especial à literatura policial nesta segunda, 1º, em&#160;mais um programa da série Libris. O&#160;episódio inédito “O culpado não é mais o mordomo&#8221;&#160;mostrou&#160;mini-biografias de precursores do gênero como Edgar Allan Poe e Arthur Conan Doyle, depoimentos de frequentadores da biblioteca temática Paulo Setúbal, indicações de livros policiais e ainda uma...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O canal Sesc TV dedicou um especial à literatura policial nesta segunda, 1º, em&nbsp;mais um programa da série Libris. O&nbsp;episódio inédito “O culpado não é mais o mordomo&#8221;&nbsp;mostrou&nbsp;mini-biografias de precursores do gênero como Edgar Allan Poe e Arthur Conan Doyle, depoimentos de frequentadores da biblioteca temática Paulo Setúbal, indicações de livros policiais e ainda uma entrevista com o escritor carioca Luiz Alfredo Garcia-Roza, criador do detetive Espinosa.</p>
<p>Com direção do&nbsp;escritor, cineasta e jornalista José Roberto Torero, &nbsp;o especial enfatizou a preferência cada vez maior dos leitores por romances policiais e como esse tipo de livro envolve do começo ao fim quem o&nbsp;lê. Luiz Alfredo Garcia-Roza falou sobre a estrutura da narrativa, a ficção policial no cinema, a série com Espinosa e os autores que mais o influenciaram no gênero.&nbsp;Confira trechos da entrevista com o Luiz Alfredo Garcia-Roza sobre os assuntos abordados no programa.</p>
<h3>&nbsp;<br />
A&nbsp;estrutura narrativa</h3>
<p>&#8220;O romance policial é o que menos varia. (Jorge Luis) Borges dizia que o romance policial foi o mais duradouro exatamente por sua estrutura clássica, com começo, meio e fim, com um problema e uma tentativa de solução. Acho que o modelo mais antigo de romance policial é Édipo Rei, de Sófocles, peça de teatro grega escrita por&nbsp;volta de 427 a.C. No final do século 19, o Edgar Allan Poe dá uma nova roupagem à estrutura da tragédia grega. E aí ele pode ser considerado o pai da literatura policial.&#8221;</p><div id="liter-641379160" class="liter-adsense-artigos-placement liter-entity-placement" role="region" aria-label="Anúncios"><script async src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js?client=ca-pub-6441623549039847" crossorigin="anonymous"></script><insclass="adsbygoogle" style="display:block;" data-ad-client="ca-pub-6441623549039847" data-ad-slot="" data-ad-format="auto"></ins>
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</div>
<p>&nbsp;</p>
<h3>O leitor de policiais</h3>
<p align="justify">&#8220;O leitor de literatura, em geral, se deixa tomar pelo fluxo da narrativa. O do romance policial não. Ele está buscando uma coisa e fica indignado quando o detetive não segue algo tão óbvio. Dentro do romance, o leitor é colocado como investigador também. O leitor do romance policial é mais ativo.&#8221;</p>
<p align="justify">&nbsp;</p>
<p><center><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ac&amp;ref=qf_sp_asin_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=8535930191&amp;asins=8535930191&amp;linkId=ffc9cc1fd787ef05c592c860100c1a84&amp;show_border=false&amp;link_opens_in_new_window=true&amp;price_color=333333&amp;title_color=0066c0&amp;bg_color=ffffff" width="300" height="150" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"><br />
</iframe></center></p>
<p align="justify">&nbsp;</p>
<h3>Influências</h3>
<p>&#8220;Cornell Woolrich é um dos iniciadores do gênero, pouco conhecido mas excepcional. Hoje, você tem autores com estilo próprio, mas que estão ainda dentro de uma estrutura que foram determinadas pelos precursores do gênero (como Arthur Conan Doyle e Agatha Christie)&#8230;&nbsp;Eu indicaria uma autora pouco conhecida, que é a Patricia Highsmith. Seu&nbsp;livro mais conhecido é O Talentoso Ripley. Foi uma escritora brilhante, não fez concessões em termos de cânones. O personagem que criou é um psicopata, um sujeito absolutamente sem culpa, amoral, mas que os leitores se apaixonam.&nbsp;Ele consegue se transformar num ente querido apesar de ser capaz de matar a velhinha na rua só porque ela está demorando para atravessar a rua.&#8221;</p>
<p align="justify"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-13716 size-full" style="border: 1px solid #c0c0c0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2016/08/sesc_roza6.jpg" alt="sesc_roza6" width="545" height="316"></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Delegado Espinosa</h3>
<p>&#8220;Se o personagem principal for cativante, ele passa a ser uma força paralela à força do autor. O Espinosa, por exemplo, muita gente me pergunta na rua quando vai sair &#8216;o próximo Espinosa&#8217;, e não o próximo livro. Um personagem que atravesse vários livros é como se estabelecesse um campo de luta, ele já cria uma predisposição positiva ou negativa, já que ele também corre o risco de cansar o leitor ou autor. Se meu personagem atravessa dez&nbsp;livros, tenho que dar nesses livros uma indicação mínima de quem ele é, como se veste, seus hábitos, o que faz.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Ficção policial e cinema</h3>
<p>&#8220;O romance policial, formalmente, é ao mesmo tempo simples porém rico em suas possibilidades. Como estrutura é simples, mas seus desdobramentos podem ser ricos. A história tem uma espessura temporal reduzida, se passa em alguns meses no máximo, geralmente se passa num bairro. Ele é formalmente bem estruturado e não precisa ter dez&nbsp;ou vinte&nbsp;personagens secundários; dois ou três já são&nbsp;suficientes, então ele é facilitador.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>A polícia nos livros</h3>
<p align="justify">&#8220;Uma coisa que foi impeditiva durante muito tempo, e não foi à&nbsp;toa que comecei a escrever com 60 anos, foi na época da ditadura em que a polícia estava a serviço de um estado repressor violento. Como fazer uma história de polícia assim? Com a ficção, você tem que fazer uma torção disso tudo e colocar um nível da ficção que seja crível.&#8221;</p>
<p align="justify">&nbsp;</p>
<h3>O romance policial é subliteratura?</h3>
<p>&#8220;Se você for perguntar na ABL (Academia Brasileira de Letras), eles vão dizer que é não é&nbsp;subliteratura. Num debate literário, as pessoas também vão dizer que não é subliteratura. Mas o simples fato de você me perguntar isso ainda me faz imaginar que deve ser. Uma história policial tem uma extensão temporal e uma espessura relativamente reduzidas. Ele é menor no sentido de que você tem menos personagens, portanto menos complexidade de trama, e uma certa linearidade (embora nem todo romance policial seja linear) que facilita para o leitor. Então, ele é mais simples. Daí a ser menor e subliteratura é um passo, entende?&#8221;</p>
<p align="justify"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-13719 size-full" style="border: 1px solid #c0c0c0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2016/08/sesc_roza7.jpg" alt="sesc_roza7" width="513" height="321"></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>A rotina de escrita</h3>
<p>&#8220;Eu escrevo aqui nessa sala, nessa mesa e no computador. Não escrevo à mão, escrevo direto no computador. Tenho um aqui e um em casa. Às vezes, quando vou pra casa e quero continuar no mesmo ponto eu levo num pendrive o que eu fiz e continuo lá. É como se fosse um lugar único de escrever. Ninguém entra aqui e pra mim é importante. Preciso de silêncio, sou facilmente distraível. Quando me concentro, estou concentrado, mas com facilidade eu quebro essa concentração e viajo. Posso estar trabalhando uma parte importante do livro, e de repente giro a cadeira para a janela e vejo um avião, e fico olhando para ver se eles vão descer direitinho&#8230; Eu orientava teses como professor de pós-graduação, tinha uma escrita universitária acadêmica razoavelmente intensa. Tenho dez&nbsp;livros teóricos escritos, então era de se esperar que uma vez aposentado da universidade, que eu fosse&#8230; não digo surfar mas pelo menos fazer uma coisa mais distante, mas sempre tive vontade de fazer ficção. Não dava pra fazer ficção e trabalho teórico ao mesmo tempo, são modos de pensar e escrever diferentes. Então quando parei com meu trabalho na universidade, eu comecei a escrever.&#8221;</p>
<p align="justify"><em>[Imagens: reprodução Sesc TV]</em></p>
<p align="justify"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-3871 size-full" style="margin-top: 50px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/02/ana2.png" alt="ana2" width="630" height="133"></p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100" alt="" itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2016/08/02/sesc-tv-dedica-especial-a-literatura-policial/">Sesc TV dedica especial à literatura policial</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>Algumas conclusões sobre Romance Policial: Espinosa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Padrini]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Dec 2015 13:19:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[séries de tv]]></category>
		<category><![CDATA[Domingos Montagner]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Rodrigo Padrini &#8211; A primeira temporada da série &#8220;Romance Policial: Espinosa&#8221; no GNT chegou ao fim no último dia 3 de dezembro, já prometendo um retorno breve. Pode-se dizer que, ao longo dos episódios, a adaptação televisiva inspirada no livro Uma Janela em Copacabana (Companhia das Letras, 2010), de Luiz Alfredo Garcia-Roza, gerou...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Por Rodrigo Padrini</em> &#8211; A primeira temporada da série &#8220;Romance Policial: Espinosa&#8221; no GNT chegou ao fim no último dia 3 de dezembro, já prometendo um retorno breve. Pode-se dizer que, ao longo dos episódios, a adaptação televisiva inspirada no livro Uma Janela em Copacabana (Companhia das Letras, 2010), de Luiz Alfredo Garcia-Roza, gerou críticas positivas e negativas. Alguns fãs mais radicais do Delegado Espinosa, sofreram de desgosto ao se deparar com detalhes esquecidos na série da TV. Outros, mais desavisados ou até menos chatos mesmo, acharam tudo ‘maravilindo’.</p>
<p style="text-align: justify;">Bom, no dia 16 de outubro, logo após a estreia da série, publiquei aqui no site um breve comentário com as minhas primeiras impressões e recebi muitas respostas dos leitores confirmando algumas delas. Para quem ainda não leu, <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://literaturapolicial.com/2015/10/12/uma-janela-em-copacabana-de-luiz-alfredo-garcia-roza/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">quem sabe dá um pulinho lá antes</a></span>, faz aquela leitura dinâmica e volta pra cá? É curto, eu prometo.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">x</span></p><div id="liter-641379160" class="liter-adsense-artigos-placement liter-entity-placement" role="region" aria-label="Anúncios"><script async src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js?client=ca-pub-6441623549039847" crossorigin="anonymous"></script><insclass="adsbygoogle" style="display:block;" data-ad-client="ca-pub-6441623549039847" data-ad-slot="" data-ad-format="auto"></ins>
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</div>
<p style="text-align: center;"><em>“Eu apostaria um Fusquinha 66 que as provas estão erradas”</em><br />
<strong>Fala do perito criminal, no último episódio</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align: justify;">Posso dizer que os leitores do Delegado Espinosa foram os mais críticos &#8211; uns mais radicais, outros menos -, afinal, conhecem a obra escrita e sempre tem aquela expectativa de ver tudo ali, materializado na telinha. A estante de livros então, deixou muita gente de cabelo branco mais cedo. Contudo, percebi que muitas pessoas elogiaram a série, tanto quem já conhecia os livros do Garcia-Roza como quem estava sendo apresentado ao Espinosa pela primeira vez.</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje vou expressar minhas segundas impressões, ou melhor, algumas conclusões sobre o desenrolar da temporada. Nesse momento, vou contar também com as colaborações de várias pessoas que comentaram com a hashtag <em>#EspinosanoGNT</em> no Twitter, e me fizeram rir ou chorar.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">x</span></p>
<h4 style="text-align: justify;">Pontos positivos</h4>
<p>Alguns episódios, como o penúltimo, onde as suspeitas se voltam para o Delegado Espinosa, mostram uma ótima edição e direção da trama, e me prenderam do início ao fim.</p>
<p>Quando deixei de querer que o Espinosa que imaginei fosse o que tínhamos ali interpretado pelo ator Domingos Montagner, me acostumei com o seu jeito e aproveitei melhor a série. Afinal, o cara é um excelente ator. E provou isso no último episódio.</p>
<p>A trilha sonora se manteve ótima durante a temporada, e bem adequada aos momentos escolhidos. O tema de abertura é muito bom.</p>
<p>Aquela dinâmica do Corregedor com o Espinosa ficou excelente, rendendo alguns dos melhores diálogos.</p>
<p>O mistério, de um modo geral, se manteve cativante e deve ter surpreendido muita gente no final.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">x</span><strong><br />
</strong>Pontos negativos</h4>
<p>De modo geral, não curti muito o relacionamento amoroso do Espinosa. Os livros trazem uma companheira totalmente diferente, e a série apostou em um novo modelo. Nada contra a atriz, é a dinâmica da relação mesmo que não condiz muito com a expectativa do leitor.</p>
<p>Podiam reconsiderar o blazer de veludo no calor de 40 graus do Rio de Janeiro. Quem sabe uma hashtag <em>#BotaUmaCamisetaAíEspinosa</em>?</p>
<p>Fiquei um pouco confuso com a questão da vingança da Camila (Celeste) com o Delegado Espinosa. Posso ter dormido em alguma parte de algum episódio, mas me parece que poderia ter ficado mais claro. Ou não?</p>
<p>A trama deixou alguns pontos não esclarecidos, que talvez sejam respondidos na segunda temporada. Mas, por enquanto, imaginei que uma conclusão ou um resumão do que rolou seria interessante.</p>
<p>Não gostei muito do último episódio. Achei que correram com o final e não explicaram muita coisa. Esperava um desfecho mais cativante.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Como disse no texto anterior, é importante frisar que a série é apenas inspirada no livro e não é uma adaptação fiel do que está escrito no romance “Uma Janela em Copacabana” (Companhia das Letras, 2010). &#8220;Romance Policial: Espinosa&#8221; é uma produção nacional e isso é muito importante. Precisamos reforçar o gênero no país e torcer para que novas produções venham nos brindar com boas surpresas.</p>
<p style="text-align: justify;">Aliás, o canal GNT elaborou um site legal com informações e curiosidades sobre a série. <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://gnt.globo.com/series/romance-policial-espinosa/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Vale a pena conferir também</a></span>. E você, o que achou?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/2QdUnOD" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Conheça os livros da série policial com o detetive Espinosa</a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img alt='Rodrigo Padrini' src='https://secure.gravatar.com/avatar/9447ef7c6ff933f7c5e0a13f7ffac4deab4ad21cf3e793347f68cf2be4431202?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/9447ef7c6ff933f7c5e0a13f7ffac4deab4ad21cf3e793347f68cf2be4431202?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/rodrigopadrini/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Rodrigo Padrini</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Psicólogo, mestre e doutorando em Psicologia. Atua no sistema prisional. É músico e leitor assíduo de romances policiais, com aquele lugar especial no coração para Georges Simenon e Raymond Chandler.</p>
</div></div><div class="saboxplugin-web "><a href="https://maisumaopiniao.com.br/" target="_self" >maisumaopiniao.com.br/</a></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2015/12/04/algumas-conclusoes-sobre-romance-policial-espinosa/">Algumas conclusões sobre Romance Policial: Espinosa</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>Um lugar perigoso, de Luiz Alfredo Garcia-Roza</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2014/11/07/resenha-um-lugar-perigoso-luiz-alfredo-garcia-roza/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Rogerio Christofoletti]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Nov 2014 12:58:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[resenha]]></category>
		<category><![CDATA[companhia das letras]]></category>
		<category><![CDATA[Espinosa]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Alfredo Garcia-Roza]]></category>
		<category><![CDATA[rogério christofoletti]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Rogério Christofoletti &#8211; Quem iria imaginar que a adolescente rica encomendaria a chacina dos próprios pais? Quem poderia supor que a tímida dona-de-casa esquartejaria o marido? Não precisamos de nomes para identificar esses recentes crimes nacionais, e eles pouco representam diante do nosso assombro: como pessoas aparentemente tão comuns podem cometer atrocidades como...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por Rogério Christofoletti</em> &#8211; Quem iria imaginar que a adolescente rica encomendaria a chacina dos próprios pais? Quem poderia supor que a tímida dona-de-casa esquartejaria o marido? Não precisamos de nomes para identificar esses recentes crimes nacionais, e eles pouco representam diante do nosso assombro: como pessoas aparentemente tão comuns podem cometer atrocidades como essas?!</p>
<p style="text-align: center;"><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ss&amp;ref=as_ss_li_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=8535924892&amp;asins=8535924892&amp;linkId=58c5f761cdaafdec8410834dcdc4cca6&amp;show_border=true&amp;link_opens_in_new_window=true" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>As explicações podem ser muitas, e o mais importante é enxergar nessas ocorrências um recado claro de que qualquer pessoa pode atravessar a linha que divide o bem do mal, a sanidade da ruína. Sim, pessoas “normais” também matam, e a rigor ninguém está acima de qualquer suspeita. Na vida ou na ficção.</p>
<p>Um lugar perigoso (Companhia das Letras, 2014) reforça isso à medida que coloca um pacato cidadão como provável assassino. Mas o professor Vicente Fernandes, cinquentão aposentado por invalidez, seria incapaz de fazer algo tão brutal! Será? É possível, afinal, nem mesmo o personagem sabe dizer se isso realmente aconteceu. Vítima de uma doença que afeta sua memória, o professor se esquece de fatos recentes e antigos, provocando um isolamento que é simplesmente dilacerador.</p><div id="liter-641379160" class="liter-adsense-artigos-placement liter-entity-placement" role="region" aria-label="Anúncios"><script async src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js?client=ca-pub-6441623549039847" crossorigin="anonymous"></script><insclass="adsbygoogle" style="display:block;" data-ad-client="ca-pub-6441623549039847" data-ad-slot="" data-ad-format="auto"></ins>
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<p>“Quando essa perda é muito grande, a pessoa corre o risco de perder a própria identidade”, explica. Para compensar as lacunas das recordações, imagina ocorrências tentando de alguma forma recuperar o que foi perdido. Com isso, borra as fronteiras entre o que aconteceu e o que foi inventado pela própria mente.</p>
<p>Vicente encontra uma lista com nomes de mulheres que desconhece. Fica intrigado com uma em particular – Fabiana – e, a partir disso, passa a ser atormentado por imagens de uma mulher nua, desmembrada como um manequim de loja. Seu rosto não lhe aparece, e ele não tem qualquer pista da tal Fabiana. Convence-se de que as imagens são lembranças pessoais de um crime que teria cometido. Angustiado pelas brumas de seus muitos esquecimentos, procura o delegado Espinosa para se entregar. Mas sem corpo, sem vítima, não há crime. Temos um caso policial, afinal? Podemos confiar no julgamento do professor Vicente? É esta atmosfera nebulosa que conduz os leitores da primeira à última página, mantendo tensão e curiosidade infinitas.</p>
<p>Em seu 11º romance, o décimo com o titular da 12ª DP de Copacabana, Garcia-Roza oferece uma ficção madura e refinada. A maturidade se percebe pela calma com que nos apresenta os fatos e as versões de uma trama que poderia fracassar miseravelmente com um escritor neófito, apressado. O refinamento está na economia narrativa. Com pouquíssimos personagens, um punhado de cenários e sem apelar a reviravoltas rocambolescas, Garcia-Roza faz muito com tão pouco. Mergulha no jogo de luz-e-sombra das memórias avariadas de Vicente, radicaliza na fabulação e deliberadamente mescla invenção e lembrança. O tema da alucinação, da miragem, da visibilidade de algo narrado por outrem já foi explorado pelo autor em Fantasma, mas desta vez, emerge com a força de um berro, de um choro convulsivo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="padding-left: 120px;">[su_quote]Desnorteado, o leitor poderá pensar: O que de fato aconteceu talvez pouco importe. Mas se é assim, o que fica da vida se não seus fatos? Garcia-Roza embaralha as cartas e lança na mesa ficção, hipóteses, mentiras, mitos, meias-verdades.[/su_quote]</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para quem acompanha as aventuras de Espinosa, isso não chega a ser uma novidade. Volta e meia, o delegado recorre à própria imaginação para remontar partes da narrativa de um crime. Foi assim em Céu de Origamis ou Espinosa sem Saída, por exemplo. Recontar é uma forma de refazer as coisas, de realizá-las de novo. Agora, com Um lugar perigoso, opera-se um deslocamento, e é o professor Vicente quem faz esse preenchimento voluntário. Sim, é vertiginoso, é angustiante. Afinal, esquecer é uma maneira de desaparecer, de se dissolver no nada. Em &#8220;Um Lugar Perigoso&#8221;, as regiões de sombra são mais espessas. Não somos seduzidos por corpos sangrantes, mas por cenas da mente de quem não podemos confiar, seja por sua instabilidade mental ou pela suspeita que alimentamos sobre seu caráter.</p>
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<p>Misterioso, o professor Vicente é também magnético. Não é à toa que domina a cena por completo, e o herói policial se acomode numa condição coadjuvante. De uma certa maneira, isso já aconteceu antes: em Na Multidão, um conhecido da infância se sobrepõe ao delegado, que mergulha em suas memórias de infância.</p>
<p>O livro é habitado por personagens muito solitários, desses que fantasiam tanto, que realizam tanto em suas mentes que – de repente – não conseguem distinguir o que aconteceu de verdade e o que fizeram acontecer em suas imaginações. São seres que não se relacionam com os demais porque o mundo lhes parece muito perigoso. E ele é, coalhado de gente comum que pode fazer as piores coisas, com consciência ou não, alucinando ou falseando. As ruas desertas reservam ciladas, mas as esquinas da memória com o esquecimento aprontam também. Faça como o professor Vicente: anote para não esquecer. O mundo das ideias e das hipóteses é tão ou mais perigoso que o dos fatos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>* Exemplar enviado pela Companhia das Letras</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>SOBRE O LIVRO</h4>
<p><a href="https://www.amazon.com.br/lugar-perigoso-Luiz-Alfredo-Garcia-Roza/dp/8535924892/ref=as_li_ss_il?__mk_pt_BR=%C3%85M%C3%85%C5%BD%C3%95%C3%91&amp;keywords=um+lugar+perigoso&amp;qid=1570639977&amp;sr=8-1&amp;linkCode=li3&amp;tag=literaturapol-20&amp;linkId=bcbf1f483a080ff4c6144158fe567a17" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img decoding="async" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?_encoding=UTF8&amp;ASIN=8535924892&amp;Format=_SL250_&amp;ID=AsinImage&amp;MarketPlace=BR&amp;ServiceVersion=20070822&amp;WS=1&amp;tag=literaturapol-20" border="0" /></a><img loading="lazy" decoding="async" style="border: none !important; margin: 0px !important;" src="https://ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;l=li3&amp;o=33&amp;a=8535924892" alt="" width="1" height="1" border="0" /></p>
<p><strong>Título</strong>: Um Lugar Perigoso<br />
<strong>Autor</strong>: Luiz Alfredo Garcia-Roza<br />
<strong>Editora</strong>: Companhia das Letras<br />
<strong>Páginas</strong>: 264<br />
<strong>Ano</strong>: 2014<br />
<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/2pZMcwb" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Compre o livro/e-book</a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SINOPSE &#8211;</strong> São muitos os lugares perigosos deste livro. O primeiro é o próprio Rio de Janeiro, onde a história se desenrola. Como de costume nos romances de Garcia-Roza, a cidade é protagonista e sua geografia se torna parte indissociável da trama. Outro lugar de perigos insondáveis é a memória do professor Vicente, figura central neste enredo. Afastado da universidade em razão de problemas de saúde, ele passa os dias em casa e ganha a vida como tradutor, numa rotina aparentemente tranquila. Até que se depara com uma lista cheia de nomes de mulheres. Quem são elas? Foram suas colegas na universidade? Alunas? Por que ele as reuniu numa lista e que relação manteve com elas? São questões que ele não tem como desvendar, pois sofre de uma síndrome em que as lembranças se apagam e a imaginação toma o lugar dos fatos. Vicente busca a ajuda do delegado Espinosa para descobrir o paradeiro das mulheres listadas. Mas a investigação traz à tona os cantos obscuros de sua mente e pode revelar a origem de crimes que nada têm de imaginários. Na décima primeira aventura do delegado Espinosa, Garcia-Roza mostra por que é um dos renovadores do gênero policial no Brasil e um de seus artífices mais talentosos.</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img alt='Rogerio Christofoletti' src='https://secure.gravatar.com/avatar/87f28085d29f672a5c343e268eeb037a666688496455d0254804e2942865a66b?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/87f28085d29f672a5c343e268eeb037a666688496455d0254804e2942865a66b?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/monitorando/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Rogerio Christofoletti</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista, dramaturgo e professor universitário. Já publicou 12 livros na área acadêmica e escreveu oito peças de teatro. É um dos autores do e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx).</p>
</div></div><div class="saboxplugin-web "><a href="http://christofoletti.com/" target="_self" >christofoletti.com/</a></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2014/11/07/resenha-um-lugar-perigoso-luiz-alfredo-garcia-roza/">Um lugar perigoso, de Luiz Alfredo Garcia-Roza</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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