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	<title>Arquivos luis fernando verissimo -</title>
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	<description>O melhor portal sobre suspense e mistério!</description>
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	<title>Arquivos luis fernando verissimo -</title>
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		<title>Padura esbanja simpatia em Canoas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2015 13:09:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[festivais]]></category>
		<category><![CDATA[31ª Feira do Livro de Canoas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Dizem que, quando um cubano fala devagar, ele fala em português.&#8221; Foi assim que o escritor Leonardo Padura abriu a última noite da 31ª Feira do Livro, em Canoas (RS). A frase era mais para quebrar o gelo, mas não precisava. Apesar dos 12 graus de temperatura naquela sexta, 26, o auditório Luis Fernando Verissimo...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-7404 size-large" style="border:1px solid #000000;margin-top:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/06/image_9.jpg?w=750" alt="image_9" width="750" height="563" /></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;"><strong>&#8220;Dizem que, quando um cubano fala devagar, ele fala em português.&#8221;</strong> Foi assim que o escritor Leonardo Padura abriu a última noite da 31ª Feira do Livro, em Canoas (RS). A frase era mais para quebrar o gelo, mas não precisava. Apesar dos 12 graus de temperatura naquela sexta, 26, o auditório Luis Fernando Verissimo estava lotado de calor humano, e Padura dividia o palco com Frei Betto, seu amigo de longa data.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;"><strong>Mediados pela jornalista Cláudia Laitano, falaram sobre direitos humanos, a decisão judicial que libera o casamento gay nos Estados Unidos, Cuba e a conjuntura política, e – claro! &#8211; livros.</strong> Padura estava certo. A plateia não precisou de tradução para se divertir e se encantar com o que o autor cubano mais celebrado do momento tinha a dizer. Com sua voz de trovão, falou das dificuldades de escrever o romance “O homem que amava os cachorros” &#8211; que reconta a perseguição e morte de Trotski – e de como a literatura aproxima as pessoas. “Sou amigo de Frei Betto antes mesmo de conhecê-lo, pois eu já o lia. Fiz amizades até com quem já não era mais vivo. Os livros permitem isso”.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Simpático e bem-humorado, Padura atendeu jornalistas, pacientemente autografou dezenas de exemplares e posou para outras dezenas de fotos. <strong>Na primeira fila, tinha Verissimo que o acompanhava com seu sorriso de passarinho. O cronista brasileiro retribuía a gentileza da noite anterior, quando foi a vez do cubano lhe prestigiar na palestra.</strong> Aliás, não é apenas a literatura que os aproxima. Compartilham a paixão pelo jazz e pelo cinema, e suas esposas têm o mesmo nome: Lucia. Ambas acompanhavam seus escritores prediletos naquele noite. Quando os aplausos terminaram e o auditório foi esvaziado, Padura ainda atendia alguns leitores, com selfies, autógrafos e curtas conversas. Sua mulher, a também escritora Lucía López Coll o esperava silenciosamente num dos bancos da Praça da Bandeira. Estava encolhida, diante daquele frio tão distante da tropical Cuba. Viagens da vida e da literatura.</span></p><div id="liter-84746766" class="liter-adsense-artigos-placement liter-entity-placement" role="region" aria-label="Anúncios"><script async src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js?client=ca-pub-6441623549039847" crossorigin="anonymous"></script><insclass="adsbygoogle" style="display:block;" data-ad-client="ca-pub-6441623549039847" data-ad-slot="" data-ad-format="auto"></ins>
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</div>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.95em;"><strong>Livros e árvores</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;"><span style="color:#ffffff;">x</span><br />
<img decoding="async" class="alignright wp-image-7409 size-medium" style="border:1px solid #000000;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/06/image_1.jpg?w=225" alt="image_1" width="225" height="300" /><strong>Quem visita pela primeira vez a Feira do Livro de Canoas tem a exata sensação de estar numa cidade do interior que respira livros.</strong> Não é exagero dizer que a feira transforma a cidade durante sua realização. Os organizadores espalham totens em forma de letras pela cidade, criando uma espécie de roteiro literário, mudando a paisagem local.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">O evento acontece a partir de uma praça central, onde são erguidas tendas para a venda de todo tipo de obra e onde tapumes fazem brotar do chão um auditório para mais de duzentas pessoas. É nesse espaço que acontecem palestras, debates, oficinas, contação de história e sessões de autógrafos. </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Nos eventos mais concorridos, mais cadeiras são colocadas na área externa, de frente para um telão onde são projetadas as atrações. <strong>A cada ano, o auditório leva o nome do patrono da feira, e o homenageado deste ano foi Luis Fernando Verissimo, que parecia muito à vontade, apesar de sua legendária timidez.</strong> A Feira do Livro faz dessas coisas. Na noite anterior, foi a vez dele de enfrentar o público. E cadê o autor caladão? Palestrou, fez fotos com fãs e autografou livros por quase duas horas.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;"><strong>Com duas semanas de duração, a feira de Canoas tem ainda saraus, cafés literários e atividades de formação de novos públicos.</strong> Mescla literatura regional, nacional e internacional, e atrai públicos de todas as idades. Por ser uma promoção da prefeitura local, milhares de leitores mirins em uniformes escolares formam extensas filas em suas invasões diárias. Adolescentes se acotovelam para tirar selfies entre as árvores, e os mais velhos aguardam sua vez para colher autógrafos com seus autores favoritos.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Diferente de grandiosos eventos do gênero, a Feira do Livro de Canoas não tem pavilhões, mas barraquinhas de livros. Não conta com grandes editoras, mas com livreiros. O comércio de livros é importante, mas o que mais parece importar mesmo é aproximar leitores de autores. Neste ano, trouxe Verissimo, Padura, Frei Betto, Alice Ruiz, Heloisa Seixas, Ruy Castro, sem contar os muitos escritores gaúchos. <strong>Num ano tão difícil para a literatura, quando a tradicional Jornada de Passo Fundo simplesmente não acontece por falta de patrocínio, eventos como o de Canoas assumem uma importância decisiva para os caminhos do livro no país.</strong> É como disse Frei Betto, “vamos guardar o pessimismo para dias melhores”.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<h1 style="text-align:center;">FOTOS</h1>
<p style="text-align:justify;"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-7414 size-full" style="border:1px solid #000000;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/06/image_2.jpg" alt="image_2" width="743" height="577" /></p>
<p style="text-align:justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-7415 size-large" style="border:1px solid #000000;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/06/image_3.jpg?w=750" alt="image_3" width="750" height="563" /></p>
<p style="text-align:justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-7409 size-full" style="border:1px solid #000000;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/06/image_1.jpg" alt="image_1" width="600" height="800" /></p>
<p style="text-align:justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-7417 size-large" style="border:1px solid #000000;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/06/image_4.jpg?w=750" alt="image_4" width="750" height="563" /></p>
<p style="text-align:justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-7418 size-large" style="border:1px solid #000000;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/06/image_5.jpg?w=750" alt="image_5" width="750" height="563" /></p>
<p style="text-align:justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-7419 size-full" style="border:1px solid #000000;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/06/image_10.jpg" alt="image_10" width="525" height="700" /></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p><span style="font-size:.95em;">(Imagens: Ana Paula Laux/Rogério Christofoletti)</span><br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-1285" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/08/roger11.png" alt="roger1" width="600" height="133" /></p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100" alt="" itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2015/06/29/padura-esbanja-simpatia-em-canoas/">Padura esbanja simpatia em Canoas</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>Rio Noir &#8211; Com espírito de Flamengo, mas com o time do Vasco</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2015/01/16/rio-noir-com-espirito-de-flamengo-mas-com-o-time-do-vasco/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Rogerio Christofoletti]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Jan 2015 12:30:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[nacionais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Rogério Christofoletti &#8211; Pode a cidade mais solar do Brasil se tingir de negro, revestida de crimes, suspense e mistério? Pode. O Rio de Janeiro continua lindo, mas também não é feito de açúcar e sabe muito bem viver de violência e perversidade. Não era preciso lançar “Rio Noir” para saber disso, mas a...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Rogério Christofoletti</em> &#8211; Pode a cidade mais solar do Brasil se tingir de negro, revestida de crimes, suspense e mistério? Pode. O Rio de Janeiro continua lindo, mas também não é feito de açúcar e sabe muito bem viver de violência e perversidade. Não era preciso lançar “Rio Noir” para saber disso, mas a chegada da coletânea às livrarias embaça mais uma vez a vitrine desses inesquecíveis cartões postais.</p>
<p>Composta por 14 contos e chancelada pela Casa da Palavra, a obra repete a fórmula da Akashic Books, editora nova-iorquina que publicou uma série de livros com histórias noir de escritores famosos tendo como cenários cidades deslumbrantes. Foi assim com Londres, Paris, Havana, Barcelona, Roma, entre outras, sem contar os muitos sets dos Estados Unidos. O capítulo brasileiro elege uma cidade partida, babilônica, com fontes murmurantes, purgatório da beleza e do caos. O curioso é que é editada por um paulista, Tony Bellotto, que – justiça seja feita! – é quase carioca, afinal mora na cidade há mais de vinte anos. Provocações à parte, “Rio Noir” é um acontecimento para a literatura policial nacional. Não por sua magnitude ou originalidade, mas pelo momento da produção local, que atrai cada vez mais público, ganha bastante visibilidade e destorce o nariz da crítica mais ranheta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 90px;"><span style="font-size: 1.45em; color: #808080;">A coisa funciona? Sim, bem ao estilo do bondinho de Santa Teresa: emperra em alguns trechos, ganha velocidade em outros, mas diverte no final. Por natureza, qualquer coletânea de contos é plural, e é natural que ela oscile também em ritmo e qualidade. </span></p><div id="liter-84746766" class="liter-adsense-artigos-placement liter-entity-placement" role="region" aria-label="Anúncios"><script async src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js?client=ca-pub-6441623549039847" crossorigin="anonymous"></script><insclass="adsbygoogle" style="display:block;" data-ad-client="ca-pub-6441623549039847" data-ad-slot="" data-ad-format="auto"></ins>
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</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para o leitor, a vantagem é poder pular livremente de uma história à outra sem respeitar a linearidade do índice. Por isso, se você me permitir, vou dar a real: comece pelos contos dos turistas e deixe a leitura dos habitués para o final. Não entendeu? Um dos problemas de “Rio Noir” é a escalação do time.</p>
<p>O índice traz autores que podem ser boas referências da vida contemporânea carioca, mas que pouco (ou nada) exercem da literatura policial. É o caso de MV Bill, Luiz Eduardo Soares e Guilherme Fiuza, que oferecem narrativas coloridas, bem-humoradas, frequentadas por personagens típicos da cidade: o traficante dono-do-morro, a socialite biscate, o PM corrupto, o político flexível. Os episódios são escorados na violência, mas não são necessariamente noir. Existe crítica social, hiper-realismo e pitadas de etnografia urbana, mas nem toda história com tiro e morte é policial, confere? Se fosse assim, todo livro com beijo seria romântico&#8230;</p>
<p>Estou sendo simplista porque o problema me parece pouco complexo mesmo: o jogo nem sempre é bom porque faltam craques no time. Imagine se “Rio Noir” tivesse um Sérgio Sant&#8217;Anna, um Carlos Heitor Cony ou um Bernardo Carvalho! Eles não são especialistas no gênero, é verdade, mas sabem muito do riscado! Agora, imagine o livro sem o pelé de nossa ficção policial, Rubem Fonseca. Pois é, a coletânea não bota o homem pra jogar e aí, já viu. Fica sem uma fundamental referência. Me desculpem os cruz-maltinos, mas – numa frase &#8211; “Rio Noir” tem espírito de Flamengo mas vai a campo com o time do Vasco!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ac&amp;ref=qf_sp_asin_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=8577345149&amp;asins=8577345149&amp;linkId=56984919853f0221e6f1c8ab0adf14ad&amp;show_border=false&amp;link_opens_in_new_window=true&amp;price_color=333333&amp;title_color=0066c0&amp;bg_color=ffffff" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"><br />
</iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagino que entraves editoriais tenham complicado a vida do treinador. Marcelo Ferroni e Arnaldo Bloch se esforçam, correm atrás da bola, mas ela escapa. Falta domínio dos fundamentos da ficção policial. É um problema de estilo de jogo, e é bem capaz que em outras equipes, tornem a vida do zagueiro um inferno. Falta habilidade&#8230;</p>
<p>Mas “Rio Noir” não faz feio. Esperto, o treinador montou o esquema com dois veteranos nas pontas: Luiz Alfredo García-Roza e Luis Fernando Verissimo. Os mestres distribuem bem as bolas. Atendendo ao vaticínio de Gentil Cardoso &#8211; pernambucano de nascimento e carioca de alma –, “quem se desloca recebe, quem pede tem preferência”. Por isso, Victoria Saramago, Raphael Montes e Alexandre Fraga mostram as armas em bons momentos. Uma viciada norte-americana perambula pela Floresta da Tijuca, um adolescente deslumbrado sobe e desce num edifício de Copacabana, e um canibal volta à lida em Ipanema. Tem mutilação, sangue, sexo e traição.</p>
<p>Já tarimbados no ofício, Flávio Carneiro e Tony Bellotto seguram o meio-campo. O primeiro apresenta um conto ágil, cheio de referências a clássicos da ficção policial, e o que é melhor: joga quase sem bola. Prova cabal de que é desnecessário espalhar corpos para atrair o leitor. Bellotto, mais solto do que nunca, costura uma trama praieira: no Leme, um aproveitador metido a personal trainer fareja encrenca com mulheres casadas, saradas e sacanas.</p>
<p>Para o troféu de craque-revelação, um empate: Adriana Lisboa e Arthur Dapieve. Ela conduz a história tão bem, sem qualquer pressa e com tanta maestria que mais parece uma veterana das novelas negras. Mescla misticismo, erotismo e suspense no Largo do Machado. Se uma cigana pedir para ler sua mão, pense bem antes de negar&#8230; Dapieve escreve de forma marota, como aquele sorrisinho de canto de boca que espreme os olhinhos atrás dos óculos. Com piadas inteligentes e fina ironia, dribla a atenção do leitor. Sacanagem típica de carioca. Vez em quando dá um toque de classe. Atitude típica de escritor policial. De quebra, planta um detetive amarrotado de filme noir nos pés do Cristo diante de um cadáver. É um personagem que desafia a madrugada numa cidade que não dorme. De touca&#8230;</p>
<p>Travestis, prostitutas, gigolôs, advogados de porta-de-cadeia, celebridades de ocasião, escritores esquisitões, acertos de conta&#8230; “Rio Noir” tem de tudo um pouco. Já dei a fita: comece pelos contos dos turistas e deixe os nativos pro final. Não vai ter sabor amargo. Nem precisa agradecer: gentileza gera gentileza.</p>
<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-9406 size-full" style="margin-top: 40px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/10/star3.png" alt="star3" width="75" height="22"><span style="color: #ffffff;">x</span></p>
<p><a href="https://www.amazon.com.br/gp/product/8577345149/ref=as_li_tl?ie=UTF8&amp;camp=1789&amp;creative=9325&amp;creativeASIN=8577345149&amp;linkCode=as2&amp;tag=literaturapol-20&amp;linkId=09c8fe592fca300abcbb93afa347f948" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?_encoding=UTF8&amp;MarketPlace=BR&amp;ASIN=8577345149&amp;ServiceVersion=20070822&amp;ID=AsinImage&amp;WS=1&amp;Format=_SL250_&amp;tag=literaturapol-20" alt="" width="173" height="250" border="0"></a><img loading="lazy" decoding="async" style="border: none !important; margin: 0!important;" src="//ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;l=am2&amp;o=33&amp;a=8577345149" alt="" width="1" height="1" border="0"><strong>Título</strong>: Rio Noir<br />
<strong>Autor</strong>: Tony Bellotto (coletânea)<br />
<strong>Editora</strong>: Casa da Palavra<br />
<strong>Páginas</strong>: 304<br />
<strong>Ano</strong>: 2014<br />
<a href="http://www.skoob.com.br/livro/420332ED477430" target="_blank" rel="noopener">Este livro no Skoob</a></p>
<p style="text-align: justify;">SINOPSE &#8211; Com o sucesso da série noir nos Estados Unidos, que reúne grandes escritores em contos policiais com o pano de fundo de cada bairro, a edição expandiu para outros países. Em parceria com a Akashic Books, chega o primeiro noir brasileiro para compor a série de sucesso, tendo como cenário a &#8216;cidade da beleza e do caos&#8217;. Com edição de Tony Bellotto, a versão brasileira inclui Luiz Alfredo Garcia-Roza, MV Bill, Luiz Eduardo Soares, Guilherme Fiuza, Arthur Dapieve, Victoria Saramago, Arnaldo Bloch, Adriana Lisboa, Tony Bellotto, Alexandre Fraga, Marcelo Ferroni, Flávio Carneiro, Raphael Montes e Luis Fernando Verissimo. Cada conto apresenta um bairro do Rio de Janeiro, do Leme a Bangu. Sob uma perspectiva contemporânea e urbana da cidade partida, o livro reúne contos de personagens (e histórias) tipicamente cariocas, da classe média cosmopolita, da população de comunidades carentes e de socialites encasteladas. O cenário é um Rio de Janeiro de lindas praias, mulheres sensuais, favelas, tiroteios e disputas sangrentas entre facções criminosas.</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img alt='Rogerio Christofoletti' src='https://secure.gravatar.com/avatar/87f28085d29f672a5c343e268eeb037a666688496455d0254804e2942865a66b?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/87f28085d29f672a5c343e268eeb037a666688496455d0254804e2942865a66b?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/monitorando/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Rogerio Christofoletti</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista, dramaturgo e professor universitário. Já publicou 12 livros na área acadêmica e escreveu oito peças de teatro. É um dos autores do e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx).</p>
</div></div><div class="saboxplugin-web "><a href="http://christofoletti.com/" target="_self" >christofoletti.com/</a></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2015/01/16/rio-noir-com-espirito-de-flamengo-mas-com-o-time-do-vasco/">Rio Noir &#8211; Com espírito de Flamengo, mas com o time do Vasco</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>Gente estranha, nomes esquisitos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rogerio Christofoletti]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Aug 2014 23:26:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A literatura policial é um universo frequentado por quem não é muito bom da cabeça. Tem os assassinos em série, os obcecados por pistas, os acumuladores de casos insolúveis. Encontramos também os que ficam paranóicos com a pilha de corpos, os que desenvolvem explicações conspiratórias e aqueles que sofrem com a abstinência por não ter...</p>
<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2014/08/24/gente-estranha-nomes-esquisitos/">Gente estranha, nomes esquisitos</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="western" style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:1.25em;">A literatura policial é um universo frequentado por quem não é muito bom da cabeça. Tem os assassinos em série, os obcecados por pistas, os acumuladores de casos insolúveis. Encontramos também os que ficam paranóicos com a pilha de corpos, os que desenvolvem explicações conspiratórias e aqueles que sofrem com a abstinência por não ter nenhum mistério para resolver.</span></span></p>
<p class="western" style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:1.25em;">O mundo dos crimes é paradoxal: tem gente que não bate bem, mas para sobreviver nele é preciso ter raciocínio lógico, inteligência e outras habilidades mentais. Mas nessas páginas não basta ser um sujeito estranho. Veja como ter um nome esquisito também ajuda&#8230;<br />
<span style="color:#ffffff;">x</span><br />
</span></span></p>
<p class="western" style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><strong><span style="font-size:1.55em;">1. HERCULE POIROT<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-3094 size-full" style="border:1px solid #000000;margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/10/poirot2.jpg" alt="David Suchet as Hercule Poirot" width="460" height="276" /></span></strong></span><br />
<span style="color:#000000;"><span style="font-size:1.25em;"> Se você não o conhece, pode imaginar que seja um cara forte, másculo e musculoso. Nada disso. Se nunca ouviu falar dele, está por fora mesmo. Esqueça de encontrar por trás desse nome um belo deus grego. O sujeito é baixinho, careca, rechonchudo e levemente afetado. Está longe de ser bonito, mas o que vale é a sua beleza interior, isto é, seus miolos. O detetive mais famoso de Agatha Christie é um exemplo de que o nome não diz muito sobre a pessoa&#8230;</span></span></p><div id="liter-84746766" class="liter-adsense-artigos-placement liter-entity-placement" role="region" aria-label="Anúncios"><script async src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js?client=ca-pub-6441623549039847" crossorigin="anonymous"></script><insclass="adsbygoogle" style="display:block;" data-ad-client="ca-pub-6441623549039847" data-ad-slot="" data-ad-format="auto"></ins>
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</div>
<p class="western" style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p class="western" style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><strong><span style="font-size:1.55em;">2. FRED VARGAS<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-1074 size-full" style="border:1px solid #000000;margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/08/fred.jpg" alt="fred" width="620" height="387" /></span></strong></span><br />
<span style="color:#000000;"><span style="font-size:1.25em;"> Se você encontrasse o seu cartão de visitas, pensaria: olha só, esse homem escreve romances policiais&#8230; Quebraria a cara quando se deparasse com uma cinquentona francesa, cuja carteira de identidade traz no alto: Frédérique Audoin-Rouzeau&#8230;</span></span></p>
<p class="western" style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p class="western" style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><strong><span style="font-size:1.55em;">3. ANDREA CAMILLERI<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-7357 size-full" style="border:1px solid #000000;margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/08/andrea.jpg" alt="Andrea Camiller" width="460" height="276" /></span></strong></span><br />
<span style="color:#000000;"><span style="font-size:1.25em;"> Aqui, a história é o avesso. Evite a tentação de imaginar uma bela italiana escrevendo aventuras para o inspetor Salvo Montalbano. Trata-se do senhor Camilleri, às portas de completar 89 anos. Portanto, mais respeito!</span></span></p>
<p class="western" style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p class="western" style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><strong><span style="font-size:1.55em;">4. ARNALDUR INDRIDASON<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-7358 size-full" style="border:1px solid #000000;margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/08/indridason.gif" alt="indridason" width="468" height="312" /></span></strong></span><br />
<span style="color:#000000;"><span style="font-size:1.25em;"> Em matéria de nome esquisito, os nórdicos só devem perder para os chineses, os russos e os marcianos. Para nós, falantes da língua portuguesa, a razão é muito simples: as vogais sempre perdem em número para as consoantes e aí, fica impossível pronunciar qualquer coisa sem passar vergonha. Este islandês nascido em Reykjavík (não falei?) é um bom exemplo para esta lista.</span></span></p>
<p class="western" style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p class="western" style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><strong><span style="font-size:1.55em;">5. LARS KEPLER<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-7363 size-full" style="border:1px solid #000000;margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/08/kepler2.jpg" alt="kepler2" width="620" height="414" /></span></strong></span><br />
<span style="color:#000000;"><span style="font-size:1.25em;"> Já que falamos desta parte do globo, o que acham de um nome pouco usual, mas que se refere não a uma, mas a duas pessoas? Lars Kepler, na verdade, é o pseudônimo do casal Alexander e Alexandra Ahndoril, suecos que fazem muito sucesso com seu detetive Joona Lina (eita!).</span></span></p>
<p class="western" style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p class="western" style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><strong><span style="font-size:1.55em;">6. COFFIN ED JOHNSON E GRAVEDIGGER JONES<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-7359 size-full" style="border:1px solid #000000;margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/08/grave.jpg" alt="grave" width="480" height="360" /></span></strong></span><br />
<span style="color:#000000;"><span style="font-size:1.25em;"> Tá de sacanagem, né, escritor? Batizar uma dupla de policiais em pleno Harlem desta forma é um convite às gargalhadas. Numa tradução muito pessoal, seria como Caixão e Coveiro.</span></span></p>
<p class="western" style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p class="western" style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><strong><span style="font-size:1.55em;">7. CHESTER HIMES<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-7360 size-full" style="border:1px solid #000000;margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/08/chester.jpg" alt="chester" width="460" height="306" /></span></strong></span><br />
<span style="color:#000000;"><span style="font-size:1.25em;"> Aliás, a fruta não cai longe do pé. O criador da dupla barra-pesada acima é Chester Himes. Chester é aquela ave que ninguém nunca viu, mas que sempre aparece na época de Natal&#8230;</span></span></p>
<p class="western" style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p class="western" style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><strong><span style="font-size:1.55em;">8. ED MORT<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-1824 size-full" style="border:1px solid #000000;margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/10/ed.jpg" alt="ed" width="100" height="172" /></span></strong></span><br />
<span style="color:#000000;"><span style="font-size:1.25em;"> Brasileiros também fazem piadinhas com seus combatentes do crime. Luis Fernando Verissimo criou o imortal (e impagável) Ed Mort. Dispensa comentários, né?</span></span></p>
<p class="western" style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p class="western" style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><strong><span style="font-size:1.55em;">9. D.T.TIVE<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-7361 size-full" style="border:1px solid #000000;margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/08/hamms.jpg" alt="hamms" width="500" height="300" /></span></strong></span><br />
<span style="color:#000000;"><span style="font-size:1.25em;"> Na mesma linha, o catarinense Jair Francisco Hamms trouxe à vida Domingos Tertuliano Tive, cujo cartão de visita apresenta: “D.T.Tive”</span></span></p>
<p class="western" style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p class="western" style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><strong><span style="font-size:1.55em;">10. GUILHERME DE BASKERVILLE<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-7362 size-full" style="border:1px solid #000000;margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/08/baskerville.jpg" alt="baskerville" width="243" height="320" /></span></strong></span><br />
<span style="color:#000000;"><span style="font-size:1.25em;"> Mas os escritores nem sempre sacaneiam ou brincam; eles também homenageiam. Foi o que Umberto Eco fez com o frei-detetive de O Nome da Rosa: uma referência explícita a uma das histórias mais famosas do gênero policial (O Cão dos Baskervilles), do nada elementar Conan Doyle.</span></span></p>
<p class="western" style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:1.25em;">E aí, conhece outro autor ou personagem com nome esquisitão? Então, me ajude a ampliar essa lista&#8230;</span></span></p>
<h5 class="western" style="text-align:justify;">(Imagens: <a href="http://m.ndonline.com.br/florianopolis/plural/39000-livro-de-jair-hamms-tem-relancamento-hoje-e-sera-adaptado-ao-cinema.html" target="_blank">ND Online</a>, <a href="http://www.telegraph.co.uk/culture/books/bookreviews/9900139/Fred-Vargas-I-write-my-novels-in-three-weeks-flat.html" target="_blank">Telegraph</a>, <a href="http://www.theguardian.com/books/2013/may/27/agatha-christie-political-literature" target="_blank">The Guardian</a>, <a href="http://dreampoetica.com/michael-overleaves-appendix/" target="_blank">Dreampoetica</a>, divulgação, <a href="http://www.theguardian.com/culture/2012/jul/06/andrea-camilleri-montalbano-life-in-writing" target="_blank">The Guardian</a>, <a href="http://liseusesdebordeaux.org/category/4-auteurs/indridason-arnaldur/" target="_blank">liseusesdebordeaux</a>, <a href="http://www.wysokieobcasy.pl/wysokie-obcasy/1,53662,16618130,Lars_Kepler_to_my___autor_bestsellerowych_szwedzkich.html" target="_blank">wysokieobcasy</a>)</h5>
<p><a href="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/08/roger11.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-1285" src="http://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/08/roger11.png" alt="roger1" width="600" height="133" /></a></p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img alt='Rogerio Christofoletti' src='https://secure.gravatar.com/avatar/87f28085d29f672a5c343e268eeb037a666688496455d0254804e2942865a66b?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/87f28085d29f672a5c343e268eeb037a666688496455d0254804e2942865a66b?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/monitorando/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Rogerio Christofoletti</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista, dramaturgo e professor universitário. Já publicou 12 livros na área acadêmica e escreveu oito peças de teatro. É um dos autores do e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx).</p>
</div></div><div class="saboxplugin-web "><a href="http://christofoletti.com/" target="_self" >christofoletti.com/</a></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2014/08/24/gente-estranha-nomes-esquisitos/">Gente estranha, nomes esquisitos</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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