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	<title>Arquivos noir -</title>
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	<description>O melhor portal sobre suspense e mistério!</description>
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	<title>Arquivos noir -</title>
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		<title>O investigador particular Philip Marlowe é um símbolo da literatura noir</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2019/06/22/o-investigador-philip-marlowe-e-um-simbolo-da-literatura-noir/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Jun 2019 14:26:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[clássicos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Criado por Raymond Chandler, Philip Marlowe foi um personagem que marcou época. Ele apareceu em O Sono Eterno, livro publicado por Chandler em 1939. Quarentão, alto, magro e terrivelmente charmoso, é figura cativa de bares, guetos e inferninhos. Antes de ser detetive, foi assistente da Promotoria Pública de Los Angeles e investigador em uma...</p>
<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2019/06/22/o-investigador-philip-marlowe-e-um-simbolo-da-literatura-noir/">O investigador particular Philip Marlowe é um símbolo da literatura noir</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>Criado por Raymond Chandler, Philip Marlowe foi um personagem que marcou época. Ele apareceu em O Sono Eterno, livro publicado por Chandler em 1939. Quarentão, alto, magro e terrivelmente charmoso, é figura cativa de bares, guetos e inferninhos.</p>
<p>Antes de ser detetive, foi assistente da Promotoria Pública de Los Angeles e investigador em uma companhia de seguros. Porém, seu negócio é trabalhar sozinho. Seu escritório fica no sexto andar do edifício Cahuenga Building, em Hollywood, onde passa os dias sem muitas expectativas nem ambições. Como se auto-define, é “um picareta cansado e com um futuro duvidoso”.</p>
<p>Dá pra perceber que Marlowe é um típico personagem das ruas, de diálogo sarcástico e malicioso. Durão e difícil de intimidar, não dispensa um 38 engatilhado. Bêbados, batedores de carteira e cafetões são personagens comuns no seu círculo. Por isso é um detetive que vive à margem da lei. Seus excessos são mulheres, bebida e cigarros.</p><div id="liter-3098251401" class="liter-adsense-artigos-placement liter-entity-placement" role="region" aria-label="Anúncios"><script async src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js?client=ca-pub-6441623549039847" crossorigin="anonymous"></script><insclass="adsbygoogle" style="display:block;" data-ad-client="ca-pub-6441623549039847" data-ad-slot="" data-ad-format="auto"></ins>
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</div>
<p>Philip Marlowe está em sete livros de Raymond Chandler. Migrou com sucesso para o cinema, também na pele de Humphrey Bogart. Sua última aventura foi “Para Sempre ou Nunca Mais”, de 1958.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ss&amp;ref=as_ss_li_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=8579623952&amp;asins=8579623952&amp;linkId=fd971674b9bf642bbd1694852f0d8959&amp;show_border=true&amp;link_opens_in_new_window=true" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/2RtgO2Q" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Encontre livros e e-books de Raymond Chandler</a></span></p>
<p><em>(Texto extraído do e-book <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/2MC9qDu" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Os Maiores Detetives do Mundo</a></span>)</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://www.amazon.com.br/longo-adeus-Raymond-Chandler-ebook/dp/B00O2OUANC/ref=as_li_ss_il?__mk_pt_BR=%C3%85M%C3%85%C5%BD%C3%95%C3%91&amp;keywords=raymond+chandler&amp;qid=1561202166&amp;s=gateway&amp;sr=8-2&amp;linkCode=li3&amp;tag=literaturapol-20&amp;linkId=f60b41129d9f43175c85249b14885770" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img decoding="async" class="alignleft" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?_encoding=UTF8&amp;ASIN=B00O2OUANC&amp;Format=_SL250_&amp;ID=AsinImage&amp;MarketPlace=BR&amp;ServiceVersion=20070822&amp;WS=1&amp;tag=literaturapol-20" border="0" /></a><strong><img decoding="async" style="border: none !important; margin: 0px !important;" src="https://ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;l=li3&amp;o=33&amp;a=B00O2OUANC" alt="" width="1" height="1" border="0" />Título</strong>: O longo adeus<br />
<strong>Autor</strong>: Raymond Chandler<br />
<strong>Páginas</strong>: 365 páginas<br />
<strong>Editora</strong>: Alfaguara<br />
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<p><strong>SINOPSE</strong> &#8211; Terry Lennox poderia ter a vida ganha. Ex-veterano de guerra, casou-se com a milionária Sylvia Potter e não precisaria mais se preocupar com nada desde que fechasse os olhos para a devassidão escancarada da mulher. Ele, no entanto, se afunda na bebida. É assim que Philip Marlowe o encontra — caído, inconsciente —, e a partir daí ambos criam um estranho laço de amizade. Quando Lennox lhe pede para fugir do país em circunstâncias misteriosas, Marlowe aceita ajudá-lo, mas aos poucos se vê enredado a uma elite poderosa e desajustada, de escritores alcoólatras e mulheres fatais, que fará de tudo para encobrir os próprios crimes. publicado em 1953, &#8220;O longo adeus&#8221; é a obra mais ousada e desafiadora de Raymond Chandler. É, nas palavras de Ricardo Piglia, &#8220;talvez o melhor romance policial que já se escreveu&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100" alt="" itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2019/06/22/o-investigador-philip-marlowe-e-um-simbolo-da-literatura-noir/">O investigador particular Philip Marlowe é um símbolo da literatura noir</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Minissérie baseada na obra policial de Leonardo Padura estreia no Netflix</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2016/12/14/minisserie-baseada-na-obra-policial-de-leonardo-padura-estreia-no-netflix/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Dec 2016 15:35:17 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[literatura policial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>NOIR CUBANO &#8211; Estreou este mês no Netflix a minissérie &#8220;Quatro Estações em Havana&#8221;, uma adaptação da tetralogia do escritor cubano Leonardo Padura com o detetive Mario Conde. A série de quatro episódios narra o dia a dia do policial cubano, mítico personagem de Padura, pelas ruas de Havana durante a década de 1990. Filmada...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-16264 size-full" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:0;margin-bottom:30px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2016/12/havana.jpg" alt="havana" width="639" height="359" /></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;"><strong>NOIR CUBANO</strong> &#8211; Estreou este mês no Netflix a minissérie &#8220;Quatro Estações em Havana&#8221;, uma adaptação da tetralogia do escritor cubano Leonardo Padura com o detetive Mario Conde. </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;">A série de quatro episódios narra o dia a dia do policial cubano, mítico personagem de Padura, pelas ruas de Havana durante a década de 1990. Filmada em Cuba pelo canal espanhol TVE, traz Jorge Perrugorría no papel de Mario Conde, direção de Felix Viscarret e roteiro de Leonardo Padura em parceria com sua esposa, Lucia López Coll.</span></p>
<p style="text-align:center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16266 size-large" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:30px;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2016/12/havana2.jpg?w=639" alt="havana2" width="639" height="359" />Jorge Perrugorría é o detetive Mario Conde em &#8220;Quatro estações em Havana&#8221;</p><div id="liter-3098251401" class="liter-adsense-artigos-placement liter-entity-placement" role="region" aria-label="Anúncios"><script async src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js?client=ca-pub-6441623549039847" crossorigin="anonymous"></script><insclass="adsbygoogle" style="display:block;" data-ad-client="ca-pub-6441623549039847" data-ad-slot="" data-ad-format="auto"></ins>
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</div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;">A coleção Estações Havana com quatro volumes foi lançada em novembro no Brasil, pela Boitempo Editorial. Três dos quatro livros já tinham saído anteriormente pela Companhia das Letras – “Passado Perfeito”, <a href="https://literaturapolicial.com/2015/07/22/ventos-de-quaresma-de-leonardo-padura/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Ventos de Quaresma</a> e “Máscaras”. Faltava “Paisagem de Outono”, que chegou às estantes nacionais e tem na escritora Ivone Benedetti a sua tradutora.</span></p>
<p style="text-align:justify;">(Imagens: Divulgação, <a href="http://blog.lancamentosnetflix.com.br/2016/12/estreia-nesta-sexta-serie-espanhola.html">blog Netflix</a>)</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<h2 style="text-align:justify;">Assista ao trailer</h2>
<p style="text-align:left;">[youtube=https://www.youtube.com/watch?v=5wKryjeI9VM&amp;w=726&amp;h=590]</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100" alt="" itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2016/12/14/minisserie-baseada-na-obra-policial-de-leonardo-padura-estreia-no-netflix/">Minissérie baseada na obra policial de Leonardo Padura estreia no Netflix</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<item>
		<title>Lançado em 1941, Relíquia Macabra é um clássico noir</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2016/10/03/lancado-ha-75-anos-reliquia-macabra-e-um-classico-noir/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Oct 2016 21:34:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[clássicos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>* Atualizado em 03/10/2019 &#160; O filme Relíquia Macabra foi lançado em 3 de outubro de 1941, em Nova York, e contou com uma das grandes estrelas de Hollywood no elenco da época. O filme foi uma adaptação do romance policial de Dashiell Hammett, O Falcão Maltês, com Humphrey Bogart no papel do detetive particular...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>* Atualizado em 03/10/2019</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O filme Relíquia Macabra foi lançado em 3 de outubro de 1941, em Nova York, e contou com uma das grandes estrelas de Hollywood no elenco da época.</p>
<p>O filme foi uma adaptação do romance policial de Dashiell Hammett, O Falcão Maltês, com Humphrey Bogart no papel do detetive particular Sam Spade, Peter Lorre como o vilão Joel Cairo  e direção de John Houston.</p><div id="liter-3098251401" class="liter-adsense-artigos-placement liter-entity-placement" role="region" aria-label="Anúncios"><script async src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js?client=ca-pub-6441623549039847" crossorigin="anonymous"></script><insclass="adsbygoogle" style="display:block;" data-ad-client="ca-pub-6441623549039847" data-ad-slot="" data-ad-format="auto"></ins>
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</div>
<p>A trama tem como cenário a cidade de San Francisco, na Califórnia, onde Spade é contratado por uma misteriosa mulher misteriosa que procura pela irmã. O caso parecia simples, mas torna-se difícil quando situações estranhas começam a acontecer. Subitamente, parece que todos estão em busca de uma exclusiva estátua de falcão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ss&amp;ref=as_ss_li_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=851606283X&amp;asins=851606283X&amp;linkId=f3072cda60e6929d928671454d5067cf&amp;show_border=true&amp;link_opens_in_new_window=true" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>Relíquia Macabra foi considerado um dos maiores filmes de todos os tempos pela revista Entertainment Weekly, e foi também citado pela Panorama du Film Noir Américain como o primeiro grande filme noir.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Conheça a obra de Dashiell Hammett</h4>
<p><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/jxaR0JpecOA" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://www.youtube.com/literaturapolicial" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-38465" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2019/09/inscrever_p.png" alt="" width="200" height="84" /></a></p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100" alt="" itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2016/10/03/lancado-ha-75-anos-reliquia-macabra-e-um-classico-noir/">Lançado em 1941, Relíquia Macabra é um clássico noir</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<item>
		<title>A Marca da Maldade, de Orson Welles</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2016/07/28/a-marca-da-maldade-de-orson-welles/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Jul 2016 15:26:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Ana Paula Laux &#8211; Zapeando pelas categorias do Netflix, encontrei aquele tipo de filme que sou apaixonada mas que é praticamente impossível achar nas grades de canais pagos hoje em dia: classicões das décadas de 30, 40 e 50 da Era de Ouro do cinema, aqueles filmes de máfia com James Cagney, as comédias...</p>
<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2016/07/28/a-marca-da-maldade-de-orson-welles/">A Marca da Maldade, de Orson Welles</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por Ana Paula Laux</em> &#8211; Zapeando pelas categorias do Netflix, encontrei aquele tipo de filme que sou apaixonada mas que é praticamente impossível achar nas grades de canais pagos hoje em dia: classicões das décadas de 30, 40 e 50 da Era de Ouro do cinema, aqueles filmes de máfia com James Cagney, as comédias com Tracy e Hepburn, os filmes noir com Bogart, etc.</p>
<p>O filme em questão é <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Touch_of_Evil" target="_blank" rel="noopener noreferrer">A Marca da Maldade</a>, de 1958, dirigido por Orson Welles e com um elenco notável como Charlton Heston, Janet Leigh, Zsa Zsa Gabor e Marlene Dietrich, além do próprio Welles num dos papéis principais.</p>
<p align="justify">A Marca da Maldade foi lançado dezessete anos depois de Cidadão Kane, e trata da investigação de um assassinato numa cidade na fronteira do México com os Estados Unidos. O chefe de polícia mexicano Ramon Miguel Vargas, feito por um Charlton Heston com um bigode bem clichê, está em lua de mel com a esposa Susan, vivida por Janet Leigh (que ainda não tinha estourado em Psicose).</p><div id="liter-3098251401" class="liter-adsense-artigos-placement liter-entity-placement" role="region" aria-label="Anúncios"><script async src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js?client=ca-pub-6441623549039847" crossorigin="anonymous"></script><insclass="adsbygoogle" style="display:block;" data-ad-client="ca-pub-6441623549039847" data-ad-slot="" data-ad-format="auto"></ins>
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<p align="justify">A explosão de um carro motiva a investigação inicial de Vargas, que descobre uma rede de corrupção dentro da própria polícia, envolvendo vários agentes da lei daquela região. Orson Welles, praticamente irreconhecível por estar muito obeso e com aspecto de homem idoso (ele tinha apenas 43 anos na época!), é o corrupto detetive Hank Quinlan, chefe de polícia que manipula provas criminais e compra o silêncio de quem for preciso na base da intimidação.</p>
<p align="justify">A atmosfera é típica dos filmes noir porém eu esperava mais do roteiro, que foi assinado por Orson Welles mas adaptado de uma obra de Whit Masterson, pseudônimo de uma dupla de americanos cuja marca eram os roteiros cinematográficos nesse estilão noir/detetive/crime/investigação.</p>
<p align="justify">Há frases e interpelações meio tolas, e a atuação sempre regular de Charlton Heston não acrescenta nada de espetacular ao filme, apesar de ele ser o nome mais importante do elenco. Talvez tenha sido um estigma na vida de Welles, tentar eternamente superar o sucesso de Cidadão Kane, considerado o melhor filme de todos os tempos pelo American Film Institute.</p>
<p align="justify">Por outro lado, as escolhas da direção podem ser mais determinantes para se chegar até o final. Sendo em preto e branco o filme já vem embalado num clima tenso, e Welles consegue valorizar muito bem esse estilo com um bom movimento de câmera, closes na hora certa (como nos olhos de Marlene Dietrich, a cereja do bolo no filme), tomadas de ângulo precisas, e ainda os momentos de silêncio perturbador como nos filmes europeus, sem aquela necessidade de preencher o vazio o tempo todo.</p>
<p align="justify">O mais curioso é que, pelo que pesquisei, o filme não foi todo editado pelo próprio Welles porque ele foi demitido pelos produtores no processo final de edição. A demissão resultou em corte de cenas, mas ainda acho que o estilo de Welles acabou permanecendo mesmo no filme reeditado. A trilha sonora, eu preciso dizer, é notável nos primeiros minutos. Pudera, porque é assinada pelo incrível Henry Mancini.</p>
<p style="text-align: center;" align="justify"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large" src="https://www.cinemarden.com.br/wp-content/uploads/2018/10/060-A-2BMarca-2Bda-2BMaldade-834x600.jpg" width="834" height="600" /></p>
<p align="justify">Apesar do roteiro não ter me convencido tanto, a mensagem do filme continua relevante mesmo que venha lá de 1958. Quantas vezes você viu na TV alguma notícia sobre corrupção na polícia recentemente? Filmes (e livros) que “conversam” com o público pelas décadas são os mais atraentes, porque falam sobre a essência da natureza humana (assim como os livros da Agatha Christie, as peças de Shakespeare), essa que não muda tanto assim porque tem coisas que o processo evolutivo leva tempo pra corrigir na raça humana&#8230; isso se houver correções para certos desvios de caráter.</p>
<p align="justify">Tempos atrás, o canal TCM exibia seleções diárias com filmes clássicos sensacionais. Hoje, só se acha esse tipo de filme para vender e em box especiais, coletâneas, ou alguns até no Youtube mas com qualidade questionável. Ou então na sorte, como eu achei, xeretando a grade escondida das joias do cinema no Netflix.</p>
<p align="justify">
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100" alt="" itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
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		<title>Cidade Selvagem: o declínio da civilização</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Oct 2015 12:54:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[quadrinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Ben Templesmith]]></category>
		<category><![CDATA[cidade selvagem]]></category>
		<category><![CDATA[colunista]]></category>
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		<category><![CDATA[editora mythos]]></category>
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		<category><![CDATA[Richard Fell]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Thiago Augusto Corrêa &#8211; Responsável por grandes quadrinhos adultos além do eixo heroico central da Marvel e DC Comics, como Transmetropolitan, Planetary e Authority, Warren Ellis mergulha fundo na narrativa policial em Cidade Selvagem. Uma história cujo final nunca foi oficializado, mas que se encontra em hiato há mais de seis anos. Relançado...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><a href="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/10/cidade-selvagem-2.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-9512 size-full" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/10/cidade-selvagem-2.jpg" alt="Cidade Selvagem 2" width="615" height="432" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;"><strong>Por Thiago Augusto Corrêa</strong> &#8211; Responsável por grandes quadrinhos adultos além do eixo heroico central da Marvel e DC Comics, como Transmetropolitan, Planetary e Authority, Warren Ellis mergulha fundo na narrativa policial em Cidade Selvagem. Uma história cujo final nunca foi oficializado, mas que se encontra em hiato há mais de seis anos.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Relançado recentemente pela editora Mythos em uma edição especial em capa dura, o encadernado reúne nove volumes da série cujo título original se refere ao personagem central, o detetive Richard Fell. Diferentemente de muitas narrativas em quadrinhos que se prologam em arcos e – quando finalizadas – compõem um material significativo em quantidade, cada edição de Cidade Selvagem apresenta uma história fechada com uma continuidade mínima entre cada edição.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">A história se desenvolve na fictícia cidade de Snow, um reduto de violência situado do lado oposto de um rio que o separa de uma cidade populosa e desenvolvida. Sem dúvida, uma representação fictícia de muitas cidades empobrecidas ao lado de grandes centros urbanos, fazendo-nos lembrar, por exemplo, da ponte George Washington, a qual separa Nova York do estado de Nova Jersey. Snow potencializa a falência da sociedade em um local cujo crime predomina em todas as suas vertentes e o contingente policial é mínimo.</span></p><div id="liter-3098251401" class="liter-adsense-artigos-placement liter-entity-placement" role="region" aria-label="Anúncios"><script async src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js?client=ca-pub-6441623549039847" crossorigin="anonymous"></script><insclass="adsbygoogle" style="display:block;" data-ad-client="ca-pub-6441623549039847" data-ad-slot="" data-ad-format="auto"></ins>
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<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Diante desse cenário, a presença do detetive Fell, vindo do outro lado da ponta, é recebida como uma novidade. A personagem representa uma nova defesa contra a corrupção local, como alguém ainda puro diante dos vícios locais. Mesmo nas breves páginas de cada história, Ellis não poupa o público de investigações agressivas, explicitando que a cidade carrega tudo o que há de pior. O choque não apenas agride o leitor como glorifica a personagem do detetive como um herói, um reduto final de defesa.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/10/fell-pagina-com-9-quadros.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-9513 size-full" style="border:1px solid #c0c0c0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/10/fell-pagina-com-9-quadros.jpg" alt="Fell - pagina com 9 quadros" width="400" height="616" /></a><span style="color:#ffffff;">x</span><br />
<span style="font-size:1.25em;">Porém, conforme se torna parte da população da cidade, sua personalidade perde a visão ideal de justiça e assume contornos de um vigilante, um homem que ainda segue a lei como objetivo mas que reconhece que, em um local com violência extrema, somente a brutalidade é a resposta ideal. Um império de força centralizado em um único homem, como uma luz em um mundo sombrio.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">A atmosfera de um local devastado se destaca também pela arte de Ben Templesmith, com traços sem contornos delineados, fazendo de cada página uma tela impressionista em que cores escuras se destacam e parecem manisfestar emoções de uma sociedade falida. Como cada edição apresenta uma história fechada, as páginas foram compostas por paineis de nove quadros, um estilo não usual devido a compressão dos quadros que ficam relativamente menores do que os tradicionais. Ellis e Templesmith trabalham em conjunto para que tanto narrativa gráfica quanto textual formem uma progressão natural da história, demonstrando habilidade em desenvolvê-la em um espaço restrito.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Indicada ao prêmio Eisner de &#8220;Melhor Série Estreante&#8221; e &#8220;Melhor Série&#8221; em 2006, mesmo ano que Ellis foi indicado ao prêmio de Melhor Escritor, Cidade Selvagem é um belo exemplo narrativo de uma <a href="http://www.vortexcultural.com.br/" target="_blank">história em quadrinhos</a> que bebe no noir para trazer um universo gráfico decadente em uma potente narrativa breve.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Thiago Augusto Corrêa</strong> é formado em Letras pela Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”, na cidade de Araraquara. Leitor por paixão e profissão, co-criador de findados coletivos literários virtuais em parceria com diversos amigos escritores. Desde 2012 é editor e crítico do site <a href="http://www.vortexcultural.com.br/" target="_blank">Vortex Cultural</a>.</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100" alt="" itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/admin_literatura/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Literatura Policial</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Ana Paula Laux é jornalista e trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book “Os Maiores Detetives do Mundo” (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="saboxplugin-web "><a href="https://literaturapolicial.com/" target="_self" >literaturapolicial.com/</a></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2015/10/21/cidade-selvagem-o-declinio-da-civilizacao/">Cidade Selvagem: o declínio da civilização</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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