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	<title>Arquivos norman bates -</title>
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	<title>Arquivos norman bates -</title>
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		<title>PSICOSE &#124; Seis curiosidades sobre o clássico de Hitchcock</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2019/06/11/6-curiosidades-sobre-psicose-de-alfred-hitchcock/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Jun 2019 19:34:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Ela acaba se hospedando no Bates Motel, gerenciado por Norman Bates, um homem estranho e perturbado que vive com sua mãe. O filme é conhecido por suas reviravoltas surpreendentes e pela famosa cena do chuveiro. LEIA MAIS Onde assistir aos filmes de Hitchcock nos streamings INTRIGA INTERNACIONAL &#124; 6 curiosidades sobre o filme de...</p>
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<p>Ela acaba se hospedando no Bates Motel, gerenciado por Norman Bates, um homem estranho e perturbado que vive com sua mãe. O filme é conhecido por suas reviravoltas surpreendentes e pela famosa cena do chuveiro.</p>
<p><strong>LEIA MAIS</strong><br />
<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://literaturapolicial.com/2022/04/15/onde-assistir-aos-filmes-de-hitchcock-nos-streamings-em-2022/">Onde assistir aos filmes de Hitchcock nos streamings</a></span><br />
<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://literaturapolicial.com/2021/07/15/intriga-internacional-6-curiosidades-sobre-o-filme-de-alfred-hitchcock/">INTRIGA INTERNACIONAL | 6 curiosidades sobre o filme de Hitchcock</a></span><br />
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<p>Em 16 de junho de 1960, acontecia a estreia de <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/3ozx1rS" target="_blank" rel="noopener">Psicose</a> </span>em Nova York. Filme de suspense psicológico dirigido por Alfred Hitchcock, ele é baseado no livro de mesmo nome de Robert Bloch e conta a história de Marion Crane, uma secretária que rouba dinheiro do seu chefe e foge para começar uma nova vida.</p><div id="liter-798147399" class="liter-adsense-artigos-placement liter-entity-placement" role="region" aria-label="Anúncios"><script async src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js?client=ca-pub-6441623549039847" crossorigin="anonymous"></script><insclass="adsbygoogle" style="display:block;" data-ad-client="ca-pub-6441623549039847" data-ad-slot="" data-ad-format="auto"></ins>
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<p>Ela acaba se hospedando no Bates Motel, gerenciado por Norman Bates, um homem estranho e perturbado que vive com sua mãe. O filme é conhecido por suas reviravoltas surpreendentes e pela famosa cena do chuveiro.</p>
<p>Psicose é considerado um clássico do cinema e uma das obras-primas de Hitchcock, explorando temas como a loucura, a obsessão e a identidade. Conheça a seguir seis curiosidades sobre este clássico do cinema.</p>
<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/40pTCUR" target="_blank" rel="noopener">Encontre livros e filmes de Hitchcock na Amazon</a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>1. Foi inspirado em um caso real<br />
<img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full" src="https://observatoriodocinema.uol.com.br/wp-content/uploads/2016/10/8-ed-gein.jpg" width="630" height="420" /></h1>
<p>O filme é uma adaptação do livro homônimo de Robert Bloch de 1959. O personagem principal, Norman Bates, dirige um motel de beira de estrada e mora com sua mãe em uma casa próxima. A história é inspirada em um caso real, o do serial killer Ed Gein, conhecido como o Assassino de Wisconsin. Em 1957, depois que ele foi acusado de matar duas mulheres, a polícia encontrou talheres, móveis e outros itens feitos de pele humana em sua casa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>2. A cena do chuveiro era para ser silenciosa</h1>
<p><iframe class="giphy-embed" src="https://giphy.com/embed/ACxmWVM22HrmU" width="480" height="251" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>Uma das principais razões para o sucesso do filme foi, sem dúvida, sua impressionante trilha sonora, criada pelo compositor Bernard Herrmann. Hitchcock originalmente imaginou a cena do chuveiro (com a atriz Janet Leigh) completamente muda, mas mudou de ideia ao ouvir a trilha sonora de Herrmann para a sequência. Ele ficou tão impressionado com o trabalho do compositor que dobrou seu salário, pois teria dito: “Trinta e três por cento do efeito do filme se deve à música”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>3. Walt Disney achou nojento</h1>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-large" src="https://www.grunge.com/img/gallery/the-truth-about-walt-disneys-feud-with-max-fleischer/intro-1639662354.jpg" width="780" height="438" /></p>
<p>Walt Disney não tinha muita afeição pelo filme. Ele se recusou a deixar Hitchcock filmar na Disneylândia porque o diretor &#8220;teria feito Psicose, aquele filme nojento&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>4. Ninguém mais lê</h1>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full" src="https://marruda3.files.wordpress.com/2013/10/psycho-cover.jpg" width="361" height="600" /></p>
<p>Hitchcock pagou uma merreca em direitos autorais para Robert Bloch, apenas 9 mil dólares. Numa tentativa de manter o fim da história em segredo, ele também comprou todos os exemplares que encontrou pelo caminho antes do lançamento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>5. Manda pra lavanderia</h1>
<p><iframe loading="lazy" class="giphy-embed" src="https://giphy.com/embed/lC4c1akm1c9ZC" width="480" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>Após o lançamento do filme, um pai indignado mandou uma carta para o diretor reclamando que sua filha não queria mais tomar banho depois de ver a cena do chuveiro. No que Hitchcock eloquentemente respondeu: &#8220;Mande-a para a lavanderia&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>6. Hora do psicopata</h1>
<p><iframe loading="lazy" class="giphy-embed" src="https://giphy.com/embed/rA8lrNQ70l2co" width="480" height="244" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>Uma das preocupações do diretor era manter o público dentro das salas desde o início do filme. Para tanto, foi usada a estratégia de tocar um disco na entrada das salas alertando as pessoas que o filme iria começar. O aviso era embalado por uma cândida música de fundo, interrompida pela mensagem: &#8220;Dez minutos para a hora do psicopata&#8221;, &#8220;Cinco minutos para a hora do psicopata&#8221;, até o início da sessão 🙂</p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>SOBRE O LIVRO</h1>
<p><a href="https://amzn.to/4llYHbz" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large" src="https://m.media-amazon.com/images/I/51c22s4RUnL._SY425_.jpg" width="296" height="425" /></a></p>
<p><strong>Título</strong>: Psicose<br />
<strong>Autor</strong>: Robert Bloch<br />
<strong>Tradução</strong>: Anabela Paiva<br />
<strong>Páginas</strong>: 240<br />
<strong>Editora</strong>: Darkside Books<br />
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<p>SINOPSE &#8211; Psicose, o clássico de Robert Bloch, foi publicado originalmente em 1959, livremente inspirado no caso do assassino de Wisconsin, Ed Gein. O protagonista Norman Bates, assim como Gein, era um assassino solitário que vivia em uma localidade rural isolada, teve uma mãe dominadora, construiu um santuário para ela em um quarto e se vestia com roupas femininas.O livro teve dois lançamentos no Brasil, em 1959 e 1964. São, portanto, quase 50 anos sem uma edição no país, sem que a maioria das novas gerações pudesse ler a obra original que Hitchcock adaptou para o cinema em 1960. A DarkSide orgulhosamente tem o prazer de reparar este lapso, em julho de 2013, com o lançamento de Psicose em versões brochura (classic edition) e capa dura, limited edition que incluirá um caderno especial com imagens do clássico de Hitchcock.Uma história curiosa envolvendo o livro é que Alfred Hitchcock adquiriu anonimamente os direitos de Psycho e depois comprou todas as cópias do livro disponíveis no mercado para que ninguém o lesse e, consequentemente, ele conseguisse manter a surpresa do final da obra.Em Psicose, Bloch antecipou e prenunciou a explosão do fenômeno serial killer do final dos anos 1980 e começo dos 1990. O livro, junto com o filme de Hitchcock, tornou-se um ícone do horror, inspirando um número sem fim de imitações inferiores, assim como a criação de Bloch, o esquizofrênico violento e travestido Bates, tornou-se um arquétipo do horror incorporado a cultura pop.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100" alt="" itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2019/06/11/6-curiosidades-sobre-psicose-de-alfred-hitchcock/">PSICOSE | Seis curiosidades sobre o clássico de Hitchcock</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>5 assassinos em série (e de séries) que ainda assustam</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2015/10/26/5-assassinos-em-serie-e-de-series-que-ainda-assustam/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Luciana da Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Oct 2015 12:14:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[serial killer]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Luciana da Cunha &#8211; Quando chega a época do Halloween os canais de TV se enchem de programações especiais, repletas de filmes de terror com direito a monstros e assassinos que variam de Freddy Krueger a Jason. Com todo o meu respeito aos serial killers mais caricatos e com pinta de monstro mesmo, os...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><em>Por Luciana da Cunha</em> &#8211; Quando chega a época do Halloween os canais de TV se enchem de programações especiais, repletas de filmes de terror com direito a monstros e assassinos que variam de Freddy Krueger a Jason. Com todo o meu respeito aos serial killers mais caricatos e com pinta de monstro mesmo, os que ainda me fascinam de verdade são aqueles psicopatas que parecem caras super legais, com quem você adoraria tomar um café e trocar uma ideia. Isso, é claro, até você descobrir que esse seu amigão, ao invés de ter um hobby de colecionar canecas ou marcadores de página, prefere colecionar cadáveres.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos últimos anos, os serial killers saíram daquele universo limitado dos filmes de adolescentes e ganharam séries que exploram de forma bem mais detalhada e pé no chão a psicopatia e sociopatia. Pra quem quiser encarar uma maratona sangrenta nesse Halloween – ou em qualquer época do ano – aqui estão os cinco caras em quem você realmente deveria ficar de olho.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 1.85em;"><strong>1. Arthur Mitchell – Trinity Killer (Dexter)<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full" src="https://i.redd.it/1wr9t2z1yyw91.jpg" width="1280" height="720" /><br />
</strong></span></p><div id="liter-798147399" class="liter-adsense-artigos-placement liter-entity-placement" role="region" aria-label="Anúncios"><script async src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js?client=ca-pub-6441623549039847" crossorigin="anonymous"></script><insclass="adsbygoogle" style="display:block;" data-ad-client="ca-pub-6441623549039847" data-ad-slot="" data-ad-format="auto"></ins>
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</div>
<p style="text-align: justify;">A vida de Arthur é digna de comercial de margarina: professor, pai de dois filhos e que viaja os Estados Unidos pra apoiar um projeto de caridade. Mas esse exemplo de cidadão norte americano tem muito mais a esconder do que uma filha fora do casamento. Nos últimos 30 anos, ele viajou o país não apenas construindo casas para os menos afortunados, mas estabelecendo um padrão bem específico de assassinatos: uma mulher é morta no banho com um corte na artéria femoral, outra mulher supostamente se joga do alto de um prédio e um pai de família é morto a golpes de martelo. A dicotomia do personagem é o que mais intriga não apenas o espectador, mas o protagonista Dexter que, ao invés de matá-lo assim que descobre sua identidade – como faz com todos os outros assassinos em série – decide se aproximar e aprender melhor como conciliar a vida pessoal com o seu passageiro negro. Mesmo figurando apenas na quarta temporada da série, Trinity conseguiu mudar o rumo da série e rendeu um Globo de Ouro e um Emmy para o ator John Lithgow.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 1.85em;"><strong>2. Joe Carroll (The Following)<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full" src="https://media-cldnry.s-nbcnews.com/image/upload/streams/2014/January/140117/2D11345379-140117-ent-purefoy-tease.jpg" width="1920" height="1080" /><br />
</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">Se teve um serial killer capaz de ocupar o vazio deixado pelo Dexter foi Joe Carroll (James Purefoy), antagonista master de The Following. Infelizmente a série não estava à altura de seu vilão e foi cancelada logo na terceira temporada. Carroll é um professor de literatura da Universidade de Winslow, mas já começa a série atrás das grades por ter cometido uma série de assassinatos no campus. Diferentemente da maioria dos assassinos deste tipo, ele não agia sozinho. Mesmo do corredor da morte, ele contava com um número considerável de “seguidores” que agiam em nome dele, mantendo o seu padrão fundamental: todas as mortes eram inspiradas na obra de Edgar Allan Poe. Aposto que se os roteiristas de The Following tivessem contado a história sob a perspectiva de Carroll, a série estaria rendendo até agora. Adoro o Kevin Bacon, mas o policial interpretado por ele (Ryan Hardy) era muito caricato e monótono. Prova disso é a queda de qualidade da história na terceira temporada, quando Carroll é deixado meio de lado. O negócio só voltou a ficar bom quando ele retornou à cena.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 1.85em;"><strong>3. Hannibal Lecter (Hannibal)<br />
</strong></span><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full" src="https://ew.com/thmb/YTAVH4W38XL0SH7gmLhyA79uTV4=/1500x0/filters:no_upscale():max_bytes(150000):strip_icc()/hannibal_612x380_0-a2048f4cd2cc44c892ccde0388d6ed94.jpg" width="612" height="380" /></p>
<p style="text-align: justify;">Outro assassino fascinante que também conhecemos atrás das grades – pelo menos nas telonas – é Hannibal Lecter. Criado em 1981 por Thomas Harris, Dr. Lecter já ganhou quatro filmes e, recentemente, uma série de TV (que também morreu na terceira temporada). Culto, sofisticado e canibal, nenhum dos filmes, livros ou a própria série conseguem definir direito a patologia do médico psiquiatra (ah, a ironia!). Talvez seja por isso que o perfil dele é explorado há mais de trinta anos de diversas formas. Tanta densidade de personagem rendeu a Anthony Hopkins o Oscar de Melhor Ator em 1991 e, em 2003, o personagem (de Hopkins também) foi considerado o maior vilão de todos os tempos pelo American Film Institute. A série de TV (2013 – 2015) retrata um Hannibal mais jovem, que tem como paciente um agente do FBI com certa empatia por assassinos em série (ah, a ironia ataca de novo!).</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 1.85em;"><strong>4. Norman Bates (Bates Motel)<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full" src="https://a1cf74336522e87f135f-2f21ace9a6cf0052456644b80fa06d4f.ssl.cf2.rackcdn.com/images/characters/large/800/Norman-Bates.Bates-Motel.webp" width="800" height="440" /><br />
</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">Mais um caso de assassino em série que fascina o público há décadas. Desde 1960, o assassinato no chuveiro se mantém como uma das cenas mais assustadoras e icônicas do cinema, assim como o desfecho de Psicose. Desde 2013, Bates Motel faz uma releitura interessante de como seria a adolescência de Norman Bates caso ele vivesse nos dias atuais. O mais legal é que a série explora justamente o que mais nos intriga no personagem: como teria sido a relação com a sua mãe, Norma. Desde a primeira temporada, a mãe deixa evidente a sua influência sobre Norman que, aos poucos, passa a absorver a personalidade dela durante os seus “apagões”. Com atuações espetaculares de Freddie Highmore e Vera Farmiga, certamente vale a espiada, tanto pelos tradicionais fãs de Hitchcock como pela nova geração de cinéfilos e maratonistas de séries.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 1.85em;"><strong>5. Dexter Morgan (Dexter)<br />
<a href="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/10/dexter_baby.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-9637 size-large" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/10/dexter_baby.jpg?w=700" alt="dexter_baby" width="700" height="464" /></a></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">Claro que numa lista dessas não poderia faltar o pai das atuais séries de psicopatas assassinos em série: Dexter! Sim, é verdade que Norman Bates e Hannibal Lecter já existiam há tempo em outras formas de entretenimento, mas acredito que o sucesso de uma série sobre um serial killer cujo padrão é justamente matar outros assassinos como ele (serialkillerception?) tenha sido um bom incentivo para as demais. Assim como Bates e Lecter, Dexter Morgan também saiu das páginas dos livros para a TV. Mesmo com a aclamação de Michael C. Hall na primeira metade da série, que lhe rendeu um Globo de Ouro de Melhor Ator, a saga do assassino que trabalhava no departamento de polícia de Miami se tornou errática e conta com um dos finais mais decepcionantes da TV. Ainda assim, o argumento é interessante e um prato cheio pra quem se interessa pelo universo dos serial killers, afinal, Dexter se depara com vários deles ao longo de oito temporadas.</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img alt='Luciana da Cunha' src='https://secure.gravatar.com/avatar/b710ee0c69fa28b3b7480b1009625ab895c86abeba581e759b5c2da0b556eba1?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/b710ee0c69fa28b3b7480b1009625ab895c86abeba581e759b5c2da0b556eba1?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/lucianadc/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Luciana da Cunha</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista em Blumenau, desde os 15 anos se aventura pela blogosfera. Cinéfila desde a sua primeira VHS da Disney, escreve sobre o tema há nove anos. Descobriu a paixão pela literatura com romances policiais, mas hoje lê um pouco de tudo &#8211; principalmente tudo aquilo que vai parar nas telonas.</p>
</div></div><div class="saboxplugin-web "><a href="https://zinema.com.br/" target="_self" >zinema.com.br/</a></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2015/10/26/5-assassinos-em-serie-e-de-series-que-ainda-assustam/">5 assassinos em série (e de séries) que ainda assustam</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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