PSICOSE | Conheça 6 curiosidades sobre o clássico de Alfred Hitchcock

PSICOSE | Conheça 6 curiosidades sobre o clássico de Alfred Hitchcock

 

Em 16 de junho de 1960, acontecia a estreia de Psicose em Nova York. O filme é o mais famoso de Alfred Hitchcock, sobre um jovem que administra um motel de beira de estrada, e que vive com sua mãe em uma casa sombria.

Conheça seis curiosidades sobre este clássico do cinema, disponível no catálogo da Netflix.

 

1. Foi inspirado em um caso real

O filme é uma adaptação do livro homônimo de Robert Bloch, publicado em 1959. O protagonista, Norman Bates, é responsável por um motel de beira de estrada e vive com a mãe em uma casa próxima. A história foi inspirada em um caso real, o caso do serial killer Ed Gein, que ficou conhecido como O Assassino de Wisconsin. Em 1957, após ser acusado de ter matado duas mulheres, a polícia encontrou na casa dele talheres, móveis e outros objetos feitos de pele humana.

 

2. A cena do chuveiro era para ser silenciosa

Um dos grandes motivos para o sucesso do filme foi, sem dúvida, a impactante trilha sonora. Ela foi criada pelo compositor Bernard Herrmann, que fez uma sugestão crucial para a sequência. Inicialmente, Hitchcock imaginou a cena do chuveiro (com a atriz Janet Leigh) feita completamente em silêncio, porém mudou de ideia ao ouvir a trilha que Herrmann havia criado para a sequência. Ele ficou tão satisfeito com o trabalho do compositor que dobrou seu salário pois, teria dito, “Trinta e três por cento do efeito do filme se deve à música”.

 

3. Walt Disney achou nojento

Walt Disney não tinha muita afeição pelo filme. Ele se recusou a deixar Hitchcock filmar na Disneylândia porque o diretor “teria feito Psicose, aquele filme nojento”.

 

4. Ninguém mais lê

Hitchcock pagou uma merreca em direitos autorais para Robert Bloch, apenas 9 mil dólares. Numa tentativa de manter o fim da história em segredo, ele também comprou todos os exemplares que encontrou pelo caminho antes do lançamento.

 

5. Manda pra lavanderia

Após o lançamento do filme, um pai indignado mandou uma carta para o diretor reclamando que sua filha não queria mais tomar banho depois de ver a cena do chuveiro. No que Hitchcock eloquentemente respondeu: “Mande-a para a lavanderia”.

 

6. Hora do psicopata

Uma das preocupações do diretor era manter o público dentro das salas desde o início do filme. Para tanto, foi usada a estratégia de tocar um disco na entrada das salas alertando as pessoas que o filme iria começar. O aviso era embalado por uma cândida música de fundo, interrompida pela mensagem: “Dez minutos para a hora do psicopata”, “Cinco minutos para a hora do psicopata”, até o início da sessão 🙂

 

SOBRE O LIVRO

Título: Psicose
Autor: Robert Bloch
Tradução: Anabela Paiva
Páginas: 240
Editora: Darkside Books
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SINOPSE – Psicose, o clássico de Robert Bloch, foi publicado originalmente em 1959, livremente inspirado no caso do assassino de Wisconsin, Ed Gein. O protagonista Norman Bates, assim como Gein, era um assassino solitário que vivia em uma localidade rural isolada, teve uma mãe dominadora, construiu um santuário para ela em um quarto e se vestia com roupas femininas.O livro teve dois lançamentos no Brasil, em 1959 e 1964. São, portanto, quase 50 anos sem uma edição no país, sem que a maioria das novas gerações pudesse ler a obra original que Hitchcock adaptou para o cinema em 1960. A DarkSide orgulhosamente tem o prazer de reparar este lapso, em julho de 2013, com o lançamento de Psicose em versões brochura (classic edition) e capa dura, limited edition que incluirá um caderno especial com imagens do clássico de Hitchcock.Uma história curiosa envolvendo o livro é que Alfred Hitchcock adquiriu anonimamente os direitos de Psycho e depois comprou todas as cópias do livro disponíveis no mercado para que ninguém o lesse e, consequentemente, ele conseguisse manter a surpresa do final da obra.Em Psicose, Bloch antecipou e prenunciou a explosão do fenômeno serial killer do final dos anos 1980 e começo dos 1990. O livro, junto com o filme de Hitchcock, tornou-se um ícone do horror, inspirando um número sem fim de imitações inferiores, assim como a criação de Bloch, o esquizofrênico violento e travestido Bates, tornou-se um arquétipo do horror incorporado a cultura pop.

(Fonte: IMDB)