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	<title>Arquivos novembro de 63 -</title>
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	<description>O melhor portal sobre suspense e mistério!</description>
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	<title>Arquivos novembro de 63 -</title>
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		<title>11.22.63, a série baseada no livro de Stephen King</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Padrini]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Dec 2016 13:53:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[séries de tv]]></category>
		<category><![CDATA[stephen king]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Rodrigo Padrini &#8211; Ler um livro é como mergulhar num universo desconhecido, se apropriar dos seus elementos, respirar o ar que nos é oferecido e se posicionar lado a lado com o narrador que nos apresenta sua história. É uma experiência sempre solitária, afinal ninguém imagina os personagens, as cenas, as situações e os...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Rodrigo Padrini</em> &#8211; Ler um livro é como mergulhar num universo desconhecido, se apropriar dos seus elementos, respirar o ar que nos é oferecido e se posicionar lado a lado com o narrador que nos apresenta sua história. É uma experiência sempre solitária, afinal ninguém imagina os personagens, as cenas, as situações e os locais como você imaginou. Dessa forma, é sempre um risco muito grande escolher apenas uma possibilidade e traduzi-la em imagens.</p>
<p>Editado originalmente em 2011 com o título 11.22.63, <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://literaturapolicial.com/2016/12/08/resenha-novembro-de-63-de-stephen-king/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Novembro de 63</a></span>, de Stephen King, lançado pela Editora Suma em 2013, tornou-se um desses casos arriscados em 2016. O best-seller foi adaptado em uma minissérie de oito episódios, originalmente exibida pelo serviço de vídeo on demand Hulu em fevereiro de 2016. Como li o livro e, logo depois, assisti à série, decidi tecer alguns comentários sobre essa experiência, sem spoilers que farão com que você me xingue ao longo do texto.</p>
<p>Contando com a produção de J.J. Abrams e do próprio Stephen King, a minissérie estreou também no canal AMC em 1º de novembro de 2016, seguindo o título original do livro &#8211; 11.22.63 -, e trouxe o ator James Franco no papel de Jake Epping, nosso protagonista, e Sarah Gadon como Sadie Dunhill, e está disponível em DVD e Blu-ray.</p>
<p>Inicialmente, não contarei nenhuma novidade ao dizer que o livro possui um número infinitamente maior de detalhes e acontecimentos. Afinal, estamos falando de um livro com mais de setecentas páginas. No entanto, a adaptação foi bem sucedida ao introduzir novos elementos e um encadeamento diferente dos acontecimentos para produzir uma experiência dinâmica que coubesse em oito episódios de quarenta e poucos a sessenta minutos. A série é boa e o final muito emocionante.</p>
<p>Sobre o elenco, James Franco encarna bem o professor de inglês Jake Epping e não foge muito da personalidade que imaginei durante a leitura. Entretanto, no livro a rotina de Jake Epping no passado é mais explorada, assim como o seu relacionamento com os alunos e outros professores. Como na minissérie tudo é muito corrido – vamos ao que interessa -, essa caracterização do personagem deixa a desejar. Para quem apenas assiste à série, o protagonista pode não ser tão envolvente como no livro.</p>
<p>Outros personagens importantes no livro como Sadie Dunhill, Deke Simmons, Al Templeton, Lee e Marina Oswald estão bem representados, porém pouco explorados. O romance entre Jake e Sadie, por exemplo, possui uma importância muito maior no livro. O personagem Bill Turcotte ganhou um novo lugar na minissérie, alterando bastante as características da missão de Jake e sua relação com Lee e Marina Oswald, como relatadas no livro, onde é mais um coadjuvante. Se você seu o livro, talvez nem se lembre de quem ele é.</p>
<p>No início, não gostei e achei desnecessário, meio hollywoodiano, mas depois tudo fez mais sentido na dinâmica que escolheram. O ator George MacKay, que interpreta Bill, é bom e seu novo papel no enredo me pareceu uma forma de agilizar os acontecimentos e transformar em ação o que, no livro, são pensamentos de Jake Epping. Ao fim, no contexto da série, ficou até legal, mas prefiro o livro.</p>
<p>Sobre elementos como o figurino, os cenários, a trilha sonora e a caracterização da época, acredito que tornaram a experiência de assistir à série após a leitura algo um pouco mágico. Tudo se materializa em segundos e, só esses pequenos momentos, quando vemos o restaurante de Al, a chegada de Jake na década de 60, os carrões antigos circulando, já fazem a experiência valer à pena. A descrição feita magistralmente por King no livro ganha vida em todos os episódios. A música embala, envolve e fará você ver a série inteira “numa sentada só”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>[su_quote]Sobre a produção em si, não há do que reclamar.Sempre fiquei com um pé atrás com as outras adaptações da obra do King, mas 11.22.63 surpreende[/su_quote]</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Não há nada cafona, amador e que não devia estar lá. A adaptação exclui muitos elementos do livro sim, mas o faz de forma criativa e consciente. As cenas finais do assassinato de John Kennedy, tão esperadas por qualquer leitor ou espectador, ficaram muito boas. Pequenas alterações comprometem um pouco a ideia do “passado obstinado”, como colocado por King no livro, mas nada que tire a emoção dos últimos episódios.</p>
<p>Sobre o que senti falta na série: do sangue e “do sobrenatural”. O livro nos apresenta as cenas sangrentas de violência com maior detalhe e profundidade, chocando o leitor pela gravidade dos ferimentos e comportamentos. Na minissérie, os eventos violentos são amenizados e rápidos – e, às vezes, nem entendemos tão bem porque estão acontecendo -, o que me parece quase uma tendência na adaptação de livros para a televisão. Será preguiça de investir na maquiagem? Será para tornar a série mais acessível ao grande público? É impossível mesmo? Não sei.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ss&amp;ref=as_ss_li_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=8581051901&amp;asins=8581051901&amp;linkId=d030b95bb3452d30efa02344634a02b5&amp;show_border=true&amp;link_opens_in_new_window=true" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>Quanto ao sobrenatural, a questão da viagem no tempo, das múltiplas realidades geradas por essas viagens e os efeitos colaterais são pouquíssimo trabalhados na série. O famoso “Homem do Cartão Amarelo” se torna quase um acessório, quando no livro se mostra um elemento fundamental e muito curioso nos últimos momentos. As “cordas de realidade” e o “efeito borboleta” são mais explorados no livro e a seção “ficção científica” está mais bem servida no livro que na série. O próprio final faz mais sentido no livro que na série, onde continua bom, mas meio deslocado.</p>
<p>Por fim, recomendo 11.22.63. A minissérie é muito bem produzida, com elenco de qualidade e ação do princípio ao fim. Para mim, o final do livro se tornou ainda mais emocionante após assisti-lo traduzido em imagens, acompanhado de cores, vozes e sons. Isso ocorre com diversas cenas e, talvez após ler o livro e assistir à série, “Novembro de 63” entre no seu TOP 5 de preferidos do <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://literaturapolicial.com/2019/05/11/stephen-king-9-curiosidades-sobre-chamas-da-vinganca-filme-lancado-em-11-de-maio-de-1984/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Stephen King</a></span>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img alt='Rodrigo Padrini' src='https://secure.gravatar.com/avatar/9447ef7c6ff933f7c5e0a13f7ffac4deab4ad21cf3e793347f68cf2be4431202?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/9447ef7c6ff933f7c5e0a13f7ffac4deab4ad21cf3e793347f68cf2be4431202?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/rodrigopadrini/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Rodrigo Padrini</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Psicólogo, mestre e doutorando em Psicologia. Atua no sistema prisional. É músico e leitor assíduo de romances policiais, com aquele lugar especial no coração para Georges Simenon e Raymond Chandler.</p>
</div></div><div class="saboxplugin-web "><a href="https://maisumaopiniao.com.br/" target="_self" >maisumaopiniao.com.br/</a></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2016/12/12/critica-11-22-63-a-serie-baseada-no-livro-de-stephen-king/">11.22.63, a série baseada no livro de Stephen King</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>Novembro de 63, de Stephen King</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Padrini]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Dec 2016 16:04:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[resenha]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Rodrigo Padrini &#8211; O passado é obstinado. Ele não quer ser mudado. A vida muda de repente e, quando muda, muda depressa. Muitas histórias já foram contadas e escritas sobre viagens no tempo, nos deslumbrando de forma incansável com a ilusão de que poderíamos voltar atrás, ter uma segunda chance, fazer diferente e modificar...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Por Rodrigo Padrini &#8211; O passado é obstinado. Ele não quer ser mudado. A vida muda de repente e, quando muda, muda depressa. Muitas histórias já foram contadas e escritas sobre viagens no tempo, nos deslumbrando de forma incansável com a ilusão de que poderíamos voltar atrás, ter uma segunda chance, fazer diferente e modificar o passado.</p>
<p>Ainda não inventaram tecnologia suficiente, mas quem sabe um dia. Afinal, quem poderia imaginar no início do século XX que teríamos, hoje em dia, arquivos salvos na nuvem ou saberíamos de tudo o que acontece no outro lado do mundo, instantaneamente. Por ora, nos resta imaginar, criar ideias malucas de um mundo alternativo e contar os “e se&#8230; e se&#8230; e se&#8230;”.</p>
<p>Mestre do terror, do suspense, da ficção científica e de outros mundos mais, Stephen King brinca com o tempo e com a história em “Novembro de 63” (Suma de Letras, 2013), um calhamaço que merece muitos aplausos. No bom estilo King, o autor não vai direto ao ponto, afinal, o melhor da festa é esperar por ela. O livro é narrado por Jake Epping, um professor de inglês nos seus trinta e poucos anos que se depara com uma missão nada simples: impedir o assassinato do presidente John Kennedy.</p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>p style=&#8221;text-align: justify;&#8221;&gt;&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;">&#8220;Tentei dizer a mim mesmo que aquilo não estava acontecendo, não podia estar acontecendo, mas não adiantou. Filósofos e psicólogos podem discutir o que é real ou não, mas a maioria de nós, que levamos vida comuns, conhecemos e aceitamos a textura do mundo à nossa volta”</p>
</blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>Dizer que o livro é uma viagem no tempo é redundante e clichê, mas isso não faz com que ele não seja exatamente isso. Confuso? Viagens no tempo são assim mesmo. Estamos falando de pequenos eventos que provocam grandes mudanças, de realidades paralelas, vidas que correm juntas em diferentes planos, de passados modificados e futuros imprevisíveis. King utiliza a dose certa de romance, aventura e realismo fantástico. Os cenários e os personagens são muito bem construídos e, mesmo não vivendo nos Estados Unidos ou conhecendo bem a história americana, o leitor consegue se apropriar e mergulhar na trama.</p>
<p>A música, as roupas, os costumes, os beijos, os carros e todos os elementos trabalhados por King trazem nostalgia de algo que nem vivemos. Torcemos por Jake, torcemos para que tudo dê certo, afinal, estamos cheios de boas intenções. Mas, será que elas bastam? Nem tudo se resume ao que queremos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16149 size-full" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 30px; margin-bottom: 30px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2016/12/arquivo_001-4.jpeg" alt="arquivo_001-4" width="639" height="479"></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em alguns momentos da leitura, me senti apressado, querendo chegar logo ao dia vinte e dois de novembro de 1963 e saber no que daria aquele plano maluco. Quis pular algumas páginas e xinguei King por escrever tão bem e querer usufruir do seu talento construindo diversas histórias menores em torno do tema central. Me acalmei, pedi que desconsiderasse meus pensamentos ignorantes e lembrei que livros de ficção são feitos para distrair a nossa mente, massagear nossos neurônios enrugados, dar um passeio no mundo imaginário e voltar em breve. Nesse caso, tudo graças à belíssima tradução de Beatriz Medina.</p>
<p>Estamos ficando mal acostumados a ler apenas comentários da internet, o título da matéria, o resumo, a síntese da síntese, o mais curto por favor. Uma infelicidade. Porém, muitos (e não poucos, como gostamos de pensar em nosso orgulho narcisista) apreciam a boa literatura, adoram mergulhar em livros imensos e se deliciam com histórias que se grudam como experiências realmente vividas em nossa lembrança. Não me intimido, não se intimide. Esse nem é tão grande assim.</p>
<p>“Novembro de 63” é uma dessas histórias. Você vai se interessar por esse período da história americana, vai procurar o filme do assassinato de Kennedy, a foto de Lee Oswald e as matérias da época. Lerá as teorias da conspiração e construirá a sua própria. King conseguiu de novo e, cada vez mais, reconheço o seu talento para expandir nossas conexões cerebrais e nos estimular a viver várias vidas em uma só.</p>
<p>O best-seller foi adaptado em uma minissérie de oito episódios (originalmente exibida pelo serviço de vídeo on demand Hulu) e estreou no canal AMC em 1º de novembro de 2016, contando com a produção de J.J. Abrams e do próprio Stephen King. Com o título original do livro 11.22.63, a série traz James Franco no papel de Jake Epping e, após a leitura, já fiquei arrepiado só de assistir ao trailer. Leia o livro, veja a série. Nessa ordem, se resistir à tentação.</p>
<p><em>* Livro cedido em parceria com a Editora Suma</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>(Imagens: Rodrigo Padrini)</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-10249" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/11/star5.png" alt="star5" width="106" height="22"></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-16147" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2016/12/novembro.jpg" alt="novembro" width="190" height="305">Título</strong>: Novembro de 63<br />
<strong>Autor</strong>: Stephen King<br />
<strong>Tradução</strong>: Beatriz Medina<br />
<strong>Páginas</strong>: 736<br />
<strong>Editora</strong>: Objetiva / Suma de Letras</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SINOPSE</strong> &#8211;&nbsp;A vida pode mudar num instante, e dar uma guinada extraordinária. É o que acontece com Jake Epping, um professor de inglês de uma cidade do Maine. Enquanto corrigia as redações dos seus alunos do supletivo, Jake se depara com um texto brutal e fascinante, escrito pelo faxineiro Harry Dunning. Cinquenta anos atrás, Harry sobreviveu à noite em que seu pai massacrou toda a família com uma marreta. Jake fica em choque&#8230; mas um segredo ainda mais bizarro surge quando Al, dono da lanchonete da cidade, recruta Jake para assumir a missão que se tornou sua obsessão: deter o assassinato de John Kennedy. Al mostra a Jake como isso pode ser possível: entrando por um portal na despensa da lanchonete, assim chegando ao ano de 1958, o tempo de Eisenhower e Elvis, carrões vermelhos, meias soquete e fumaça de cigarro.&nbsp;Após interferir no massacre da família Dunning, Jake inicia uma nova vida na calorosa cidadezinha de Jodie, no Texas. Mas todas as curvas dessa estrada levam ao solitário e problemático Lee Harvey Oswald. O curso da história está prestes a ser desviado&#8230; com consequências imprevisíveis.&nbsp;Em Novembro de 63, livro inédito de Stephen King, a viagem no tempo nunca foi tão plausível&#8230; e aterrorizante.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img alt='Rodrigo Padrini' src='https://secure.gravatar.com/avatar/9447ef7c6ff933f7c5e0a13f7ffac4deab4ad21cf3e793347f68cf2be4431202?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/9447ef7c6ff933f7c5e0a13f7ffac4deab4ad21cf3e793347f68cf2be4431202?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/rodrigopadrini/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Rodrigo Padrini</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Psicólogo, mestre e doutorando em Psicologia. Atua no sistema prisional. É músico e leitor assíduo de romances policiais, com aquele lugar especial no coração para Georges Simenon e Raymond Chandler.</p>
</div></div><div class="saboxplugin-web "><a href="https://maisumaopiniao.com.br/" target="_self" >maisumaopiniao.com.br/</a></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2016/12/08/resenha-novembro-de-63-de-stephen-king/">Novembro de 63, de Stephen King</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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