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	<title>Arquivos o bazar dos sonhos ruins -</title>
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	<description>O melhor portal sobre suspense e mistério!</description>
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	<title>Arquivos o bazar dos sonhos ruins -</title>
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		<title>O Bazar dos Sonhos Ruins promete divertir os leitores mais fieis de Stephen King</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Padrini]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Jun 2017 12:45:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[resenha]]></category>
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		<category><![CDATA[o bazar dos sonhos ruins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Rodrigo Padrini &#8211; O que faz nossas conexões cerebrais dançarem? O que massageia nossa mente, alivia o espírito e nos diverte? Não sei pra você, mas pra mim, uma boa receita seria: duas xícaras de tragédia, três colheres de ironia, meio copo de sarcasmo, sete gotas de suspense e uma colher de sobremesa...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por Rodrigo Padrini</em> &#8211; O que faz nossas conexões cerebrais dançarem? O que massageia nossa mente, alivia o espírito e nos diverte? Não sei pra você, mas pra mim, uma boa receita seria: duas xícaras de tragédia, três colheres de ironia, meio copo de sarcasmo, sete gotas de suspense e uma colher de sobremesa de terror. Misture tudo e bata no liquidificador. Em seguida, disponha o conteúdo em pequenas formas antiaderentes e leve ao forno por trinta minutos. Agora é só esperar esfriar e degustar acompanhado de uma boa caneca de café.</p>
<p>O Bazar dos Sonhos Ruins promete divertir, desde os leitores mais fieis de Stephen King, aos mais esporádicos ou não iniciados. Generoso – são mais de quinhentas páginas –, o livro traz vinte histórias nas quais ‘horror’ e ‘humor’ andam juntos e, mais uma vez, pude recordar o porquê de gostar tanto da escrita de Stephen King. O cara manda muito bem e deve ser lido.</p>
<p>Já tive a oportunidade de falar sobre outro livro de contos do autor, <a style="color: #0000ff;" href="https://literaturapolicial.com/2016/03/14/escuridao-total-sem-estrelas-de-stephen-king/">Escuridão Total Sem Estrelas</a> (Editora Suma, 2015), este com apenas quatro histórias mais longas – e excelentes, por acaso. Aqui estamos falando de um livro com histórias de tamanhos e formatos variados – temos até algumas em forma de poema – e com avaliações, em minha opinião, variáveis. Em sua maioria, são histórias bem escritas – claro – e interessantes, além de divertidas daquele jeito que os fãs de King conhecem muito bem.</p><div id="liter-2198853959" class="liter-adsense-artigos-placement liter-entity-placement" role="region" aria-label="Anúncios"><script async src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js?client=ca-pub-6441623549039847" crossorigin="anonymous"></script><insclass="adsbygoogle" style="display:block;" data-ad-client="ca-pub-6441623549039847" data-ad-slot="" data-ad-format="auto"></ins>
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<p>Como pontos negativos, alguns contos contam com um final razoável que não acompanham a qualidade da história e decepcionam, como “Vida após a morte” e “Moralidade”. Frustração talvez seja a melhor palavra. Outras não precisavam ser tão longas e se deter em detalhes como em “Blockade Billy”, já que é uma história que tem como ponto central o beisebol e isso faz com que a experiência de quem não tem familiaridade com o jogo seja mediana. Umas não têm nada do terror que você talvez espere encontrar como em “Batman e Robin têm uma discussão”, apesar de serem boas passagens.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 120px;"><span style="font-size: 1.35em;">“Ele disse que foi uma alucinação<br />
que vimos, provocada pela febre e pela água suja.<br />
Disse de novo que nossas fortunas estavam garantidas e riu.<br />
O filho da mãe, aquela gargalhada foi o fim dele.<br />
Eu vi que ele estava louco – ou eu estava – e que um de nós<br />
teria que morrer” (A igreja de ossos, p.175)</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Como pontos positivos, vemos estilos diferentes de escrita utilizados por King, propositalmente, como em “Tommy” e “A igreja de ossos” – em forma de versos – e em “Fogos de artifício e bebedeira” – com uma linguagem mais caipira e popular. Esta última, uma das mais divertidas, por sinal. Temos uma riqueza de detalhes que nos faz mergulhar em alguns contos e uma criatividade que diverte e impressiona como em “O pequeno deus verde da agonia” – comicamente terrível –, “Garotinho malvado” – para quem odeia crianças malvadas, essa é excelente – e “Herman Wouk ainda está vivo” – duas histórias se alternam e se encontram no final. Outros contos entre os meus favoritos são “A duna” e “Indisposta”, ambos meio macabros, tristes e inusitados.</p>
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<p>Quanto à publicação em si, a Suma de Letras acerta no tipo de papel, nas fontes e na edição, de modo geral. No entanto, a capa não agradou. Não sei se são as cores, a imagem ou o conjunto, mas outras publicações de King como Novembro de 63, Joyland e Escuridão Total Sem Estrelas são tão legais que, ao compararmos, O Bazar dos Sonhos Ruins ganha uma nota apenas um pouco acima da média no quesito beleza. Entretanto, nada que prejudique a experiência. Ele ainda merece um espaço na sua estante.</p>
<p>Por fim, um livro de contos de King é um belo exemplo de como construir histórias curtas e ter, como resultado, pequenas travessas de diversão, boa escrita, ficção e um terrorzinho de leve. Você pode degustar aos poucos e ou se empanturrar de uma só vez, não interessa. O banquete está servido e a satisfação é garantida.</p>
<p><em>(Imagem: Rodrigo Padrini Monteiro)</em></p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-11318" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/08/parceria_suma.jpg" alt="" width="226" height="70" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9465" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/10/star4.png" alt="" width="98" height="22" /></p>
<h4>SOBRE O LIVRO</h4>
<p><strong><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignleft wp-image-17216 size-medium" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/03/bazar2.jpg?w=209" alt="" width="209" height="300" />Título</strong>: O Bazar dos Sonhos Ruins<br />
<strong>Autor</strong>: Stephen King<br />
<strong>Tradução</strong>: Regiane Winarski<br />
<strong>Editora</strong>: Suma<br />
<strong>Páginas</strong>: 527<br />
<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/2VQPp0f" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Compre o livro / e-book</a></span></p>
<p><strong>SINOPSE</strong> &#8211;  Mestre das histórias curtas, o que Stephen King oferece neste livro é uma coleção generosa de contos &#8211; muitos deles inéditos no Brasil. E, antes de cada história, o autor faz pequenos comentários autobiográficos, revelando quando, onde, por que e como veio a escrever (ou reescrever) cada uma delas. Temas eletrizantes interligam os contos; moralidade, vida após a morte, culpa, erros que não cometeríamos se pudéssemos voltar no tempo&#8230; Muitos deles são protagonizados por personagens no fim da vida, relembrando seus crimes e pecados. Outros falam de pessoas descobrindo superpoderes &#8211; como o colunista, em &#8220;Obituários&#8221;, que consegue matar pessoas ao escrever sobre suas mortes. Incríveis, bizarros e completamente envolventes, essas histórias formam uma das melhores obras do mestre do terror, um presente para seus Leitores Fiéis.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img alt='Rodrigo Padrini' src='https://secure.gravatar.com/avatar/9447ef7c6ff933f7c5e0a13f7ffac4deab4ad21cf3e793347f68cf2be4431202?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/9447ef7c6ff933f7c5e0a13f7ffac4deab4ad21cf3e793347f68cf2be4431202?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/rodrigopadrini/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Rodrigo Padrini</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Psicólogo, mestre e doutorando em Psicologia. Atua no sistema prisional. É músico e leitor assíduo de romances policiais, com aquele lugar especial no coração para Georges Simenon e Raymond Chandler.</p>
</div></div><div class="saboxplugin-web "><a href="https://maisumaopiniao.com.br/" target="_self" >maisumaopiniao.com.br/</a></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2017/06/26/resenha-o-bazar-dos-sonhos-ruins-stephen-king/">O Bazar dos Sonhos Ruins promete divertir os leitores mais fieis de Stephen King</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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