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	<title>Arquivos opinião -</title>
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	<title>Arquivos opinião -</title>
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		<title>10 considerações sobre O Lar das Crianças Peculiares (com spoilers)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Oct 2016 13:39:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[ana paula laux]]></category>
		<category><![CDATA[coluna]]></category>
		<category><![CDATA[colunista]]></category>
		<category><![CDATA[editora intrínseca]]></category>
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		<category><![CDATA[o lar das crianças peculiares]]></category>
		<category><![CDATA[O orfanato da srta. Peregrine para crianças peculiares]]></category>
		<category><![CDATA[opinião]]></category>
		<category><![CDATA[tim burton]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Ana Paula Laux &#8211; O Lar das Crianças Peculiares é uma adaptação do bestseller de Ransom Riggs, O Orfanato da Senhorita Peregrine para Crianças Peculiares. A história fantástica criada por Riggs fez um incrível sucesso entre os leitores – já fizemos uma resenha em vídeo -, e virou uma série de livros publicados atualmente no Brasil...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Ana Paula Laux</em> &#8211; O Lar das Crianças Peculiares é uma adaptação do bestseller de Ransom Riggs, O Orfanato da Senhorita Peregrine para Crianças Peculiares. A história fantástica criada por Riggs fez um incrível sucesso entre os leitores – <a href="https://www.youtube.com/watch?v=z8HXxTyUuC4" target="_blank" rel="noopener">já fizemos uma resenha em vídeo </a><span style="color: #000000;">-, e virou uma série de livros publicados atualmente no Brasil pela editora Intrínseca.</span></p>
<p>O filme tem no elenco Eva Green, Asa Butterfield, Samuel Jackson, Judi Dench, entre outros, e foi dirigido por Tim Burton. Há muitos aspectos lindos e louváveis na adaptação, mas também várias mudanças em algumas partes cruciais da história. Leia 10 considerações sobre o filme (texto COM SPOILERS).</p>
<h3>
1. A fotografia é linda</h3>
<p>O mundo encantado do livro foi bem adaptado para o filme. Tim Burton é especialmente famoso por essa particularidade de criar mundos fantásticos no cinema, então os cenários são de tirar o fôlego.</p><div id="liter-2669166122" class="liter-adsense-artigos-placement liter-entity-placement" role="region" aria-label="Anúncios"><script async src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js?client=ca-pub-6441623549039847" crossorigin="anonymous"></script><insclass="adsbygoogle" style="display:block;" data-ad-client="ca-pub-6441623549039847" data-ad-slot="" data-ad-format="auto"></ins>
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</div>
<p>&nbsp;</p>
<h3>2. Os vilões foram infantilizados</h3>
<p>Os acólitos e os etéreos, que são os vilões da história, são bem mais assustadores no livro. No filme, eles acabam virando uns vilões meio infantilizados e bobalhões, excessivamente engraçadinhos, sabe? Aquela aura bizarra que Riggs cria em torno desses personagens meio que morre nessa adaptação de Burton.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>3. Eva Green convence</h3>
<p>Embora ela tenha um perfil muito diferente daquele sugerido por Riggs no livro, Eva Green está muito bem no papel da Senhorita Peregrine. Green fica meio caricata em alguns momentos, &#8211; quando segura desajeitadamente o cachimbo sherlockiano, ou ao esboçar sorrisos meio plásticos -, e ela é certamente mais bonita do que a personagem no livro, mas sua presença é hipnotizante.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>4. As peculiaridades de Emma e Olive foram trocadas</h3>
<p>Bem, eu já tinha percebido esse “detalhe” no trailer. Emma é o amor de Jacob, protagonista da história, e a peculiaridade dela no livro é conseguir controlar o fogo. Só que no filme a habilidade de Emma é trocada pelo poder de controlar o ar (ela levita, ela aspira ou despeja quantidades absurdas de ar), e quem fica com a habilidade do fogo é a Olive. Eu vi que muita gente <em>detestou</em> essa mudança feita por Tim Burton, mas particularmente isso não me incomodou tanto (ok, podem jogar os tomates). A princípio, não vejo tanto problema em mudanças desde que elas sejam explicadas ou que não interfiram na “essência” do filme, digamos assim. Então achei que não interferiu TANTO na história, sério gente, o filme rolou pra mim mesmo com as habilidades trocadas. Só achei que a atriz que fez a Emma, a Ella Purnell, é muito mas muuuuito magrinha. Será que não rolava um lanchinho no set de filmagem?</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>5. O final parece um clip do Oingo Boingo</h3>
<p>Sinceramente? Detestei o final do filme. Tim Burton não fez mudanças cosméticas mas criou uma realidade completamente diferente daquela no livro, e eu não consegui entender porquê. A batalha final entre as crianças peculiares e os etéreos parecia uma versão 1.6 de um clipe do Oingo Boingo com os esqueletos pulando pra lá e pra cá, e o humor estava errado, apenas errado. No, thanx.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>6. Desmataram o avô Abe</h3>
<p>É isso mesmo. Originalmente, o avô Abe (feito lindamente no filme pelo Terence Stamp, o eterno General Zod) morre ao ser atacado por um dos monstros logo no começo do livro, e Jacob parte em busca do orfanato para descobrir mais sobre o passado do avô, que ele tanto amava, e sobre as crianças das fotos e de certa forma lidar e aceitar a morte do avô. No filme, a fenda é fechada depois de um ataque aéreo e isso interfere nos eventos futuros literalmente mudando a história, e uma das mudanças é relativa ao próprio Abe, que acaba não sendo mais morto por Barron e se reencontra com o neto no final da história. Por que, oh my Lord? Pra agradar as criancinhas? Isso por acaso acontece na continuação da série? Tem alguma explicação que eu não saquei?</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>7. Alguns efeitos são deslumbrantes</h3>
<p>O barco que emerge do fundo do oceano, a transformação fantástica da Senhorita Peregrine, o orfanato mágico escondido na ilha, os aviões e o relógio que volta o tempo, é tudo muito lindo e bem feito. <strong>Eu já disse isso, né?</strong> Queria dizer de novo! Se tem uma coisa que Tim Burton sabe criar é filme com efeitos visuais fodísticos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>8. Samuel L. Jackson rouba a cena</h3>
<p>Não tem pra ninguém! Apesar de fazer um vilão infantilizado, como citei lá em cima, Samuel L. Jackson é muito carismático e eu não consigo resistir. Quando ele aparece como o vilão Barron simplesmente rouba a cena e tem até espaço pra improvisar, como quando assusta as crianças ao levar a Srta. Peregrine embora para a prisão das Ymbrynes, ou quando debocha de Emma dizendo que ela precisa de uma bala de menta enquanto a heroína tenta detê-lo com um supersopro bafento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>9. As crianças parecem mini X-Men</h3>
<p>No filme, as crianças mostram mais os seus poderes individuais, afinal de contas elas precisam derrotar os etéreos e fazem isso juntas, como parte das cenas criadas exclusivamente para o filme. Elas podiam facilmente ser confundidas com X-Men Kids (tipo a Eleven de Stranger Things). É divertido e as cenas estão legais, embora essa parte da história seja diferente da original no livro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>10. Se você não leu o livro, vai gostar do filme</h3>
<p>É praticamente impossível não comparar as duas versões – a do livro e a do filme – mas se você ainda não leu o livro, é fã dos filmes de Tim Burton ou de histórias com ação e fantasia, meu palpite é que vai curtir o filme. Como eu disse, Burton conseguiu captar o ritmo da história, a direção de arte está muito bonita e as crianças escolhidas para os papeis de peculiares também estão ótimas, principalmente Finlay MacMillan como Enoch.</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100" alt="" itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
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		<title>Tua, de Claudia Piñeiro: A vida íntima dos assassinos</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2016/01/06/tua-de-claudia-pineiro-a-vida-intima-dos-assassinos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Rogerio Christofoletti]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Jan 2016 12:57:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[resenha]]></category>
		<category><![CDATA[Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[claudia piñeiro]]></category>
		<category><![CDATA[coluna]]></category>
		<category><![CDATA[colunista]]></category>
		<category><![CDATA[opinião]]></category>
		<category><![CDATA[rogério christofoletti]]></category>
		<category><![CDATA[tua]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Rogério Christofoletti &#8211; O segredo é essencial para quem quer transgredir. Mais ainda: segredos são essenciais para se cometer crimes. Se o político quer desviar verbas públicas, se o canibal quer devorar a vizinha da frente, se o executivo quer ter um caso com a secretária, todos eles precisarão agir no terreno do oculto...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Rogério Christofoletti</em> &#8211; O segredo é essencial para quem quer transgredir. Mais ainda: segredos são essenciais para se cometer crimes. Se o político quer desviar verbas públicas, se o canibal quer devorar a vizinha da frente, se o executivo quer ter um caso com a secretária, todos eles precisarão agir no terreno do oculto e do inaparente. O anonimato funciona como um grosso manto que protege o assassino, a golpista, o ladrão, o corrupto, a traidora. Mas note: o segredo não é condição essencial para cometer o crime, mas permite que o sujeito se mantenha nas sombras e possa voltar a cruzar a fatídica linha, caso precise ou deseje.</p>
<p>Poucas são as situações humanas em que podemos guardar tantos segredos. Sócios fazem isso para se preservar. Amigos, para demonstrar fidelidade&#8230; Mas é no casamento que o fator cumplicidade assume formas perigosamente nebulosas. Claudia Piñeiro mostra isso em “Tua”, romance de 2006 que chegou ao Brasil quase dez anos depois.</p>
<p>Nele, a dona-de-casa de classe média alta Inés Pereyra descobre uma infidelidade do marido Ernesto. Por acaso, encontra bilhetes de amor assinados com um singelo “Tua”, escrito com batom. Certa de que homens sempre traem – não importa com quem; é só uma questão de tempo -, Inés passa a puxar o fio de um novelo que vai nos levar a um homicídio. Mas não basta matar. É preciso ocultar o corpo da vítima, e apagar as pistas que ligam crime e assassino. A partir daí, Inés congela o sangue das veias e passa a viver para esconder esse segredo para arquitetar sua vingança. Até onde se pode ir para salvar um casamento? Dividir a cama vale o mesmo que dividir segredos?</p><div id="liter-2669166122" class="liter-adsense-artigos-placement liter-entity-placement" role="region" aria-label="Anúncios"><script async src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js?client=ca-pub-6441623549039847" crossorigin="anonymous"></script><insclass="adsbygoogle" style="display:block;" data-ad-client="ca-pub-6441623549039847" data-ad-slot="" data-ad-format="auto"></ins>
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</div>
<p>&nbsp;</p>
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</iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Consagrada na Argentina, Claudia Piñeiro é uma escritora pouco conhecida no Brasil, e além de “Tua”, as estantes locais têm “Betibu” e ponto. Uma pena porque, nas palavras do Corriere della Sera, “Hitchcock é uma mulher que vive em Buenos Aires”&#8230;</p>
<p>O painel que ela nos oferece é de uma sociedade saturada de aparências, cuja viga mestra é uma classe média que se alimenta de futilidades e desdenha dos dramas que corroem seus alicerces. Enquanto Inés se preocupa com pistas e vestígios, sua filha adolescente Lali é tragada por um inferno solitário. Ernesto, por sua vez, não enxerga um centímetro além do perímetro de seu umbigo&#8230;</p>
<p>As 140 páginas da novela nos custam poucas horas. Levei duas curtas noites para chegar ao ponto final, e quando fechei o livro, a cabeça girava sem parar. Claudia Piñeiro não apenas contou um caso de polícia: ela nos atraiu para dentro daquela família para a sujeira que sustenta seus laços. Guardar esses segredos todos nos faz mais do que testemunhas. Somos cúmplices, agora.<br />
&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9406" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/10/star3.png" alt="star3" width="75" height="22"></p>
<p><strong><img decoding="async" class="alignleft wp-image-10831 size-thumbnail" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2016/01/tua.jpg?w=101" alt="tua" width="101" height="150">Título</strong>: Tua<br />
<strong>Autora</strong>:&nbsp;Claudia Piñeiro<br />
<strong>Editora</strong>:&nbsp;Verus<br />
<strong>Páginas</strong>: 140<br />
<a href="https://www.skoob.com.br/tua-433900ed491589.html" target="_blank" rel="noopener">Este livro no Skoob</a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SINOPSE</strong> – Inés está convencida de que toda mulher, em algum momento, será traída. Assim, não fica tão surpresa quando encontra um bilhete nas coisas de Ernesto, seu marido — um coração desenhado com batom vermelho, escrito “te amo” e assinado “Tua”. Porém, quando Inés percebe que a traição do marido vai muito além do que ela pensava, trama um plano de vingança do qual não haverá volta.</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img alt='Rogerio Christofoletti' src='https://secure.gravatar.com/avatar/87f28085d29f672a5c343e268eeb037a666688496455d0254804e2942865a66b?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/87f28085d29f672a5c343e268eeb037a666688496455d0254804e2942865a66b?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/monitorando/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Rogerio Christofoletti</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista, dramaturgo e professor universitário. Já publicou 12 livros na área acadêmica e escreveu oito peças de teatro. É um dos autores do e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx).</p>
</div></div><div class="saboxplugin-web "><a href="http://christofoletti.com/" target="_self" >christofoletti.com/</a></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2016/01/06/tua-de-claudia-pineiro-a-vida-intima-dos-assassinos/">Tua, de Claudia Piñeiro: A vida íntima dos assassinos</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>A volta de Sherlock em “A Noiva Abominável” (sem spoilers)</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2016/01/02/a-volta-de-sherlock-em-a-noiva-abominavel-sem-spoilers/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 Jan 2016 21:27:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[séries de tv]]></category>
		<category><![CDATA[sherlock holmes]]></category>
		<category><![CDATA[a noiva abominável]]></category>
		<category><![CDATA[ana paula laux]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Ana Paula Laux – Depois de meses de espera, o episódio especial de Sherlock BBC foi exibido na TV e bateu a casa dos 8,4 milhões de telespectadores só na Inglaterra.&#160;“A Noiva Abominável” matou a saudade dos fãs da série. A história acontece em 1895 e trata de um caso intrigante para o já...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Ana Paula Laux</em> – Depois de meses de espera, o episódio especial de Sherlock BBC foi exibido na TV e bateu a casa dos 8,4 milhões de telespectadores só na Inglaterra.&nbsp;“A Noiva Abominável” matou a saudade dos fãs da série. A história acontece em 1895 e trata de um caso intrigante para o já estabelecido detetive Holmes: descobrir como uma noiva que se suicida na frente de várias pessoas e volta dos mortos dias depois, para assombrar desafetos pelas ruas de Londres.</p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;">&#8220;Todos temos um passado, Watson. Fantasmas.<br />
Eles são as sombras que definem nossos dias ensolarados.&#8221;</p>
</blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sobrenatural? Lógico? Assustador? Tudo e mais um pouco. O roteiro plantou dúvidas que foram sendo respondidas em&nbsp;noventa minutos, mas a quantidade de surpresas pelo caminho é considerável e é preciso não se apegar às aparentes incoerências. Recursos temporais e participações inesperadas foram usados para dinamizar a trama, enganando o público a cada segundo e plantando correlações desconcertantes e confusas. Mesmo assim, a viagem de Holmes e Watson para o ambiente natural dos livros de Doyle, a era vitoriana, é um presente para os fãs das histórias clássicas e um atestado de superação pessoal para os criadores da série.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10775 size-full" style="border: 1px solid #c0c0c0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2016/01/noiva2.jpg" alt="noiva2" width="619" height="372"></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Benedict Cumberbatch está impecável no papel principal, bem como Martin Freeman como um Watson que aguenta as grosserias do amigo impaciente, porém genial. Freeman oferece também os momentos mais cômicos, já que seu personagem é naturalmente confuso, medroso e desajeitado diante de situações casuais. Os ambientes sombrios da Londres vitoriana predominam nas cenas do passado, como nas roupas escuras, casacos em curva, espartilhos, gravatas, rendas, cartolas e carruagens.&nbsp;Algumas dúvidas foram respondidas durante este episódio, outras devem ser esclarecidas apenas quando a 4ª temporada estrear.&nbsp;</p><div id="liter-2669166122" class="liter-adsense-artigos-placement liter-entity-placement" role="region" aria-label="Anúncios"><script async src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js?client=ca-pub-6441623549039847" crossorigin="anonymous"></script><insclass="adsbygoogle" style="display:block;" data-ad-client="ca-pub-6441623549039847" data-ad-slot="" data-ad-format="auto"></ins>
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</div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ac&amp;ref=qf_sp_asin_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=B01LWDG7HM&amp;asins=B01LWDG7HM&amp;linkId=7309b268e11b9bf5dbe75d91540759d2&amp;show_border=false&amp;link_opens_in_new_window=true&amp;price_color=333333&amp;title_color=0066c0&amp;bg_color=ffffff" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"><br />
</iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“A Noiva Abominável” é um dos melhores episódios já feitos. Para os fãs mais clássicos, por se desenrolar na era tão particular dos contos oficiais, e para a maioria pelo carrossel de emoções e surpresas que a&nbsp;história proporciona, mesclando o lado moderno&nbsp;do detetive ao seu charme pra lá de&nbsp;centenário.&nbsp;</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100" alt="" itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2016/01/02/a-volta-de-sherlock-em-a-noiva-abominavel-sem-spoilers/">A volta de Sherlock em “A Noiva Abominável” (sem spoilers)</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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