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	<title>Arquivos rogério christofoletti -</title>
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	<description>O melhor portal sobre suspense e mistério!</description>
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	<title>Arquivos rogério christofoletti -</title>
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		<title>CONDADO MALDITO &#124; Um passeio pelo assombrado Condado de Harrow</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2020/11/16/condado-maldito-um-passeio-pelo-assombrado-condado-de-harrow/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rogerio Christofoletti]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Nov 2020 13:12:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[quadrinhos]]></category>
		<category><![CDATA[condado maldito]]></category>
		<category><![CDATA[Cullen Bunn]]></category>
		<category><![CDATA[darkside books]]></category>
		<category><![CDATA[rogério christofoletti]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Rogério Christofoletti &#8211; A DarkSide Books acaba de publicar o primeiro volume de Condado Maldito, HQ de terror</p>
<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2020/11/16/condado-maldito-um-passeio-pelo-assombrado-condado-de-harrow/">CONDADO MALDITO | Um passeio pelo assombrado Condado de Harrow</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por Rogério Christofoletti</em> &#8211; A DarkSide Books acaba de publicar o primeiro volume de <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/3f1y2zS" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Condado Maldito</a></span>, HQ de terror de Cullen Dunn com arte de Tyler Crook. O selo Macabra acerta mais uma vez porque aposta num título que nos Estados Unidos saiu pela Dark Horse, a mítica editora de Hellboy, Umbrella Academy e Sin City. Originalmente, “Condado Maldito” assombrou os leitores em oito volumes, que reuniram 32 edições mensais entre 2015 e 2018. Chegou tarde por aqui, então? Não necessariamente já que a obra é atemporal e o efeito trevoso se mantém.</p>
<p>Na história, acompanhamos a adolescente Emmy que vive num condado rural estadunidense perdido no nada. Às vésperas de completar 18 anos e passando por experiências sobrenaturais, ela descobrirá um segredo que vai mudar a sua vida e a dos vizinhos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>Harrow é uma típica comunidade da América Profunda, bem diferente de Bacurau ou Saramandaia, e muito mais próxima de assombrações, fanatismo e falso puritanismo. Não se engane pelos sorrisos meigos: eles reelegeriam Trump e não hesitariam em enforcar Greta Thunberg.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mas o que você deve prestar atenção em “Condado Maldito”? A história é envolvente e os personagens sobrenaturais são apresentados com muita naturalidade, de modo a contribuir para a sua procissão na trama e o convencimento de que aquilo tudo pode acontecer nos interiorzão daquele país. O traço de Crook, às vezes, lembra a pegada cartunesca de Will Eisner, algo que fica realçado com uma paleta de cores pasteis. Isso não chega a aliviar a carga de medo. Você acha aquarela uma técnica artística fofinha e light? Esqueça. Crook vai te mostrar que ela pode se prestar ao terror que ele quer fazer brotar dos requadros.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ss&amp;ref=as_ss_li_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;language=pt_BR&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=655598015X&amp;asins=655598015X&amp;linkId=8993d2a959b4d83a7fb5b23dbde3c3fe&amp;show_border=true&amp;link_opens_in_new_window=true" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>“Condado Maldito 1” vem acompanhado de um divertido caderno de rascunhos com notas dos autores, e o texto que foi a primeira encarnação da história. No começo de tudo, ela seria um romance publicado em série no blog do roteirista; ainda bem que não foi. A história de Emmy é um bom conto de terror, que não chega a ser apavorante, mas que deixa vontade de continuar a leitura. Que os editores brasileiros não demorem tanto a lançar os próximos volumes. Caso contrário, Emmy e os seres da floresta vão arrancar suas peles…</p>
<p><img  title="" fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-40449" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2020/11/condado3.jpg"  alt="condado3 CONDADO MALDITO | Um passeio pelo assombrado Condado de Harrow"  width="500" height="500" srcset="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2020/11/condado3.jpg 500w, https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2020/11/condado3-300x300.jpg 300w, https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2020/11/condado3-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<p><img  title="" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-40448" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2020/11/condado2-e1605530929175.png"  alt="condado2-e1605530929175 CONDADO MALDITO | Um passeio pelo assombrado Condado de Harrow"  width="500" height="453" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>SOBRE O LIVRO</h3>
<p><a href="https://www.amazon.com.br/Condado-Maldito-Assombra%C3%A7%C3%B5es-Cullen-Bunn/dp/655598015X/ref=as_li_ss_il?__mk_pt_BR=%C3%85M%C3%85%C5%BD%C3%95%C3%91&amp;dchild=1&amp;keywords=condado+maldito&amp;qid=1605367863&amp;sr=8-2&amp;linkCode=li3&amp;tag=literaturapol-20&amp;linkId=0de149477694f97a5e464c5f6842085e&amp;language=pt_BR" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img  title=""  alt="q?_encoding=UTF8&amp;ASIN=655598015X&amp;Format=_SL250_&amp;ID=AsinImage&amp;MarketPlace=BR&amp;ServiceVersion=20070822&amp;WS=1&amp;tag=literaturapol-20&amp;language=pt_BR CONDADO MALDITO | Um passeio pelo assombrado Condado de Harrow" decoding="async" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?_encoding=UTF8&amp;ASIN=655598015X&amp;Format=_SL250_&amp;ID=AsinImage&amp;MarketPlace=BR&amp;ServiceVersion=20070822&amp;WS=1&amp;tag=literaturapol-20&amp;language=pt_BR" border="0" /></a><img  title="" decoding="async" style="border: none !important; margin: 0px !important;" src="https://ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;language=pt_BR&amp;l=li3&amp;o=33&amp;a=655598015X"  alt="ir?t=literaturapol-20&amp;language=pt_BR&amp;l=li3&amp;o=33&amp;a=655598015X CONDADO MALDITO | Um passeio pelo assombrado Condado de Harrow"  width="1" height="1" border="0" /></p>
<p><strong>Título</strong>: Condado Maldito<br />
<strong>Autor</strong>: Cullen Bunn<br />
<strong>Tradução</strong>: Jim Anotsu<br />
<strong>Páginas</strong>: 160<br />
<strong>Editora</strong>: Darkside Books<br />
<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/35tk7zG" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Compre o livro</a></span></p>
<p>SINOPSE &#8211; Emmy sempre soube que a floresta ao redor de sua casa estava cheia de fantasmas e monstros. No entanto, na véspera de seu aniversário de dezoito anos ela descobre que está conectada a essas criaturas ― e à própria terra ― de uma maneira que não imaginava ser possível. Aguarde na sombra do carvalho retorcido e ouça o balido das cabras. A DarkSide® Books e a Macabra Filmes levam você a um passeio Maldito pelo Condado de Harrow. Bruxas poderosas, pesadelos estranhos, ruídos que vêm das sombras e incontáveis assombrações aguardam os leitores mais corajosos em Condado Maldito, série de quadrinhos de Cullen Bunn e Tyler Crook. Após o lançamento do surpreendente e divertido Medicina Macabra, a sombria Antologia Macabra com texto inédito de Stephen King e o inédito Vitorianas Macabras para inaugurar seu espaço na DarkSide Books ― primeira editora brasileira dedicada ao terror e à fantasia ―, o selo Macabra expande suas narrativas e apresenta uma HQ de tirar o sono. O roteiro impecável de Cullen Bunn se transforma em uma obra ainda mais assustadora com a bela e sombria arte de Tyler Crook. Os fãs de folk horror e histórias clássicas de terror vão se deliciar com cada página repleta de terra e sangue de Condado Maldito ― série prestes a ser adaptada para a TV. Condado Maldito: Bruxas &amp; Assombrações é o primeiro de uma série de oito volumes a ser publicada pela DarkSide Books em parceria com a Macabra Filmes ao longo dos próximos meses, e chega para os leitores em uma edição assombrosa e com um tratamento especial de tirar o fôlego. Você está pronto para ver os cordeiros virarem lobos? A Colheita Macabra na DarkSide Books A Macabra Filmes e a DarkSide® Books selaram um pacto eterno e inauguraram, no início de 2020, o selo Macabra para apresentar livros e quadrinhos transgressores ao público brasileiro. Fazem parte do selo os livros Medicina Macabra, uma reunião de casos arrepiantes e constrangedores da medicina; Vitorianas Macabras, uma antologia inédita de vozes femininas da Era Vitoriana em treze contos de gelar a espinha, perfeito para fãs de Lady Killers; e Antologia Macabra, com histórias de horror e mistério escritas por grandes mestres da literatura dark, como Stephen King e Clive Barker. Condado Maldito, a série de oito volumes de Cullen Bunn e Tyler Crook, se junta ao selo para enfeitiçar os leitores. A fazenda está pronta para cultivar o horror em todas as suas formas.</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title=""  alt="87f28085d29f672a5c343e268eeb037a666688496455d0254804e2942865a66b?s=100&#038;d=mm&#038;r=g CONDADO MALDITO | Um passeio pelo assombrado Condado de Harrow" alt='Rogerio Christofoletti' src='https://secure.gravatar.com/avatar/87f28085d29f672a5c343e268eeb037a666688496455d0254804e2942865a66b?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/87f28085d29f672a5c343e268eeb037a666688496455d0254804e2942865a66b?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/monitorando/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Rogerio Christofoletti</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista, dramaturgo e professor universitário. Já publicou 12 livros na área acadêmica e escreveu oito peças de teatro. É um dos autores do e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx).</p>
</div></div><div class="saboxplugin-web "><a href="http://christofoletti.com/" target="_self" >christofoletti.com/</a></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2020/11/16/condado-maldito-um-passeio-pelo-assombrado-condado-de-harrow/">CONDADO MALDITO | Um passeio pelo assombrado Condado de Harrow</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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			</item>
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		<title>RUBEM FONSECA &#124; Mandrake, entre esnobes e escroques</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2020/07/24/rubem-fonseca-mandrake-entre-esnobes-e-escroques/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rogerio Christofoletti]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2020 13:50:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[resenha]]></category>
		<category><![CDATA[a bíblia e a bengala]]></category>
		<category><![CDATA[mandrake]]></category>
		<category><![CDATA[nova fronteira]]></category>
		<category><![CDATA[rogério christofoletti]]></category>
		<category><![CDATA[Rubem Fonseca]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Rogério Christofoletti &#8211; Na opaca paisagem dos personagens policiais brasileiros, um certo advogado criminalista se destaca: Mandrake. Embora</p>
<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2020/07/24/rubem-fonseca-mandrake-entre-esnobes-e-escroques/">RUBEM FONSECA | Mandrake, entre esnobes e escroques</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por Rogério Christofoletti</em> &#8211; Na opaca paisagem dos personagens policiais brasileiros, um certo advogado criminalista se destaca: Mandrake. Embora seu nome seja Paulo Mendes, quase ninguém o chama assim, nem mesmo o sério Wexler/Weksler, seu sócio no escritório. Embora não seja PM ou detetive particular, soluciona crimes e mistérios que batem à sua porta quase sempre na figura de mulheres insinuantes ou irresistíveis.</p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;">Criado por Rubem Fonseca há mais de 50 anos, esse improvável investigador tem cadeira cativa na mesa dos grandes detetives da literatura nacional, seja pelo seu charme canalha ou por sua extensa lista de bons serviços prestados. Neste sentido, “Mandrake: a bíblia e a bengala” é mais uma prova para constar nos autos.</p>
</blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>Lançado em 2003 pela Companhia das Letras, o livro traz dois casos com o carismático personagem. Em “Mandrake e a Bíblia da Mogúncia” &#8211; a história mais longa -, ele se depara com roubos no mercado de obras raras e, claro, se apaixona por uma vendedora de livros. Já em “Mandrake e a bengala Swaine”, o perigo chega muito mais perto do advogado e o coloca como suspeito de assassinar o marido de uma amante. Sim, tem rabo de saia na parada, como não poderia deixar de ser quando se trata de Mandrake.</p>
<p>Na <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/2D1ghBY" target="_blank" rel="noopener noreferrer">edição mais recente da editora Nova Fronteira</a></span>, dois textos de apoio foram adicionados: uma resenha de Cléber Eduardo, originalmente publicada na revista Época, e um delicioso texto de Sérgio Augusto, com o jeitão daqueles maravilhosos perfis que se via na revista Realidade ou ainda se lê na New Yorker.</p>
<p>Mais astuto que sua criatura, Rubem Fonseca recorre a um formato pouco utilizado nas nossas estantes, mas que é a cara do gênero que o notabilizou. “Mandrake: a Bíblia e a bengala” é um volume de novelas, como as consagradas pelos grandes nomes policiais. Se o autor roubou a cena com seus contos nos anos 60 e ofereceu bons romances nas décadas seguintes, a opção pela novela revisita com natural descompromisso as ruas do Rio de Janeiro e a galeria de personagens que já havia passado por “Lúcia McCartney”, “O cobrador” e “A grande arte”, por exemplo (<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://literaturapolicial.com/2020/06/04/rubem-fonseca-conheca-os-livros-com-o-detetive-mandrake/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">conheça os livros com o detetive Mandrake</a></span>). Novelas nos intrigam, nos envolvem, mas são como os romances de Mandrake: duram o quanto têm que durar, sem qualquer obrigação de anel no dedo ou papel passado. O personagem fica muito à vontade nelas, convenhamos&#8230;</p>
<p style="text-align: center;"><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ss&amp;ref=as_ss_li_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;language=en_US&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=B00I3O4W36&amp;asins=B00I3O4W36&amp;linkId=7f0f307df24d2e2074119902be3cd7cd&amp;show_border=true&amp;link_opens_in_new_window=true" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>A sedução cafajeste, as tiradas inteligentes e a violência estilizada estão todas ali, não propriamente renovadas, mas reeditadas. Mandrake se envolve perigosamente nas tramas que investiga, deixa limites éticos no retrovisor, mas conserva o sorriso cínico no canto da boca. Como já dissemos em <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/2E84gv2" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Os Maiores Detetives do Mundo</a></span>, não é que ele tenha um fraco por mulheres; esse é seu defeito de fabricação, característica que o atrai para as cenas de crime, abraçando o perigo e com ele se deitando, fogosamente.</p>
<p>Machista e cético, Mandrake não dispensa farta comida, boa bebida e belos charutos cubanos. Mas também ostenta familiaridade com livros clássicos e outras formas de erudição artística. É realmente intrigante essa aparente contradição – o refinamento espiritual e o primitivismo dos machos-conquistadores. Mandrake parece ficar à vontade entre esnobes e escroques.</p>
<p>O leitor pode tentar explicar essa dualidade, coisa que o criador nem tenta. Em vez disso, Rubem Fonseca coloca em cena elementos habituais de hard boiled, malícia brasileira, e uma fauna absolutamente maravilhosa.</p>
<p>“Mandrake: a Bíblia e a bengala” não é um compêndio de moral e bons costumes ou tratado de crítica social. É apenas mais uma aparição do detetive mais bem acabado do maior escritor policial que tivemos no século 20. Com um aviso: o leitor não deve esperar grandes engenharias cerebrais e intermináveis labirintos lógicos. Estamos no Rio de Janeiro, onde homicídios e extorsões acontecem bem debaixo das barbas do Cristo Redentor. Onde nem mesmo as Sagradas Escrituras estão livres de ser afanadas&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>SOBRE O LIVRO</h3>
<p><a href="https://www.amazon.com.br/Mandrake-Rubem-Fonseca-ebook/dp/B00I3O4W36/ref=as_li_ss_il?_encoding=UTF8&amp;qid=1595542950&amp;sr=8-1&amp;linkCode=li3&amp;tag=literaturapol-20&amp;linkId=7b076ffe7149d25d82c5a8cfe7ea0c3b&amp;language=en_US" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img  title=""  alt="q?_encoding=UTF8&amp;ASIN=B00I3O4W36&amp;Format=_SL250_&amp;ID=AsinImage&amp;MarketPlace=BR&amp;ServiceVersion=20070822&amp;WS=1&amp;tag=literaturapol-20&amp;language=en_US RUBEM FONSECA | Mandrake, entre esnobes e escroques" decoding="async" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?_encoding=UTF8&amp;ASIN=B00I3O4W36&amp;Format=_SL250_&amp;ID=AsinImage&amp;MarketPlace=BR&amp;ServiceVersion=20070822&amp;WS=1&amp;tag=literaturapol-20&amp;language=en_US" border="0" /></a><img  title="" loading="lazy" decoding="async" style="border: none !important; margin: 0px !important;" src="https://ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;language=en_US&amp;l=li3&amp;o=33&amp;a=B00I3O4W36"  alt="ir?t=literaturapol-20&amp;language=en_US&amp;l=li3&amp;o=33&amp;a=B00I3O4W36 RUBEM FONSECA | Mandrake, entre esnobes e escroques"  width="1" height="1" border="0" /></p>
<p><strong>Título</strong>:  Mandrake, a bíblia e a bengala<br />
<strong>Autor</strong>: Rubem Fonseca<br />
<strong>Páginas</strong>: 145<br />
<strong>Editora</strong>: Nova Fronteira<br />
<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/2CHn9Vo" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Compre o e-book</a></span></p>
<p>SINOPSE &#8211; Velho conhecido dos leitores de Rubem Fonseca, o advogado criminalista com alma de detetive Mandrake ressurge em uma trama que congrega suas mais célebres obsessões: charutos, vinhos tintos portugueses, livros, mulheres e enigmas. Em dois casos conectados, da Bíblia à bengala, ele se vê às voltas com um incunábulo de Gutenberg, um anão apaixonado, uma condessa italiana, uma extensa lista de ex-amantes e cadáveres que insistem em cruzar o seu caminho.Ao aceitar o desafio de procurar o namorado desaparecido de uma linda bibliófila, Mandrake realiza uma incursão pelo estranho mundo dos colecionadores de livros raros e, ao mesmo tempo, descobre que uma Bíblia de Mogúncia, de valor inestimável, foi furtada dos cofres da Biblioteca Nacional. Depois, o marido de um antigo <i>affair</i> é encontrado morto — e o fato de a arma do crime ser a bengala preferida de Mandrake só colabora para colocá-lo no topo da lista de suspeitos.Em <i>Mandrake – A Bíblia e a bengala</i>, publicado pela primeira vez em 2005, o autor homenageia a literatura policial por meio da subversão, controlando minuciosamente a tensão e o ritmo da narrativa para criar uma obra envolvente e cercada de mistérios.</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title=""  alt="87f28085d29f672a5c343e268eeb037a666688496455d0254804e2942865a66b?s=100&#038;d=mm&#038;r=g RUBEM FONSECA | Mandrake, entre esnobes e escroques" alt='Rogerio Christofoletti' src='https://secure.gravatar.com/avatar/87f28085d29f672a5c343e268eeb037a666688496455d0254804e2942865a66b?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/87f28085d29f672a5c343e268eeb037a666688496455d0254804e2942865a66b?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/monitorando/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Rogerio Christofoletti</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista, dramaturgo e professor universitário. Já publicou 12 livros na área acadêmica e escreveu oito peças de teatro. É um dos autores do e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx).</p>
</div></div><div class="saboxplugin-web "><a href="http://christofoletti.com/" target="_self" >christofoletti.com/</a></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2020/07/24/rubem-fonseca-mandrake-entre-esnobes-e-escroques/">RUBEM FONSECA | Mandrake, entre esnobes e escroques</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>Vampiros são os mesmos, mas o sangue tem outra cor em “Love Kills”</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2020/01/31/vampiros-sao-os-mesmos-mas-o-sangue-tem-outra-cor-em-love-kills/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rogerio Christofoletti]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jan 2020 16:53:05 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[danilo beyruth]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Rogério Christofoletti &#8211; Vampiros são como o abismo: provocam na gente repulsa e fascínio. Ao mesmo tempo em</p>
<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2020/01/31/vampiros-sao-os-mesmos-mas-o-sangue-tem-outra-cor-em-love-kills/">Vampiros são os mesmos, mas o sangue tem outra cor em “Love Kills”</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por Rogério Christofoletti</em> &#8211; Vampiros são como o abismo: provocam na gente repulsa e fascínio. Ao mesmo tempo em que atormentam nossas mentes, nos atraem como ímãs, pois são sensuais, provocadores, elegantes, poderosos…</p>
<p>Entre os mitos que povoam o imaginário popular, o vampiro funciona não só como ponto de ignição para medos subterrâneos mas também como metáfora social. Podem ser aquelas pessoas que sugam a nossa energia pessoal e se aproveitam das fraquezas, podem representar o vazio da existência… A graphic novel “Love Kills”, lançada recentemente pela DarkSide Books, segue a trilha do precioso líquido e mostra mais uma leva de mortos-vivos que desafiam o tempo e as leis da natureza.</p>
<p>[su_quote]O fio condutor é Helena, uma insinuante mulher que vara as noites entre bares e boates, embrenhando-se na fauna jovem em busca de prazeres. Desde os primeiros quadros, sabemos que ela não está só atrás de boa companhia. Está à caça, e ai de quem invadir seu território…[/su_quote]</p>
<p>Com claras referências a outros mestres do horror vampiresco – principalmente Anne Rice! -, Danilo Beyruth oferece um capítulo moderno, ordinário e pop. Há um certo clima dos anos 80 no figurino das personagens, mas elementos como telefones celulares nos remetem a nossa contemporaneidade. E Beyruth sabe bem o que faz! É experiente no gênero – já desenhou o Motoqueiro Fantasma para a Marvel! &#8211; e tem nas costas um punhado de prêmios, entre eles o HQ Mix.</p>
<p>Criou o Necronauta, personagem que atua como um salva-vidas de almas, mas não se limita a um único gênero. Traz no currículo os cangaceiros Tinhoso e Cavêra di Boi e a reformulação muitíssimo bem-sucedida de um personagem de Maurício de Sousa, o Astronauta. Mais que dar novos contornos ao fofinho desbravador do universo, Beyruth estabeleceu um recorde: nenhuma outra criação ganhou tantos livros na coleção Graphic MSP: ele assina cinco volumes, sozinho ou muito bem acompanhado.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ss&amp;ref=as_ss_li_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;language=pt_BR&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=8594541929&amp;asins=8594541929&amp;linkId=9fee9c1b926bd8a68acfe1f0b076849b&amp;show_border=true&amp;link_opens_in_new_window=true" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>Em “Love Kills”, a aposta passa por oferecer alguma contribuição de vulto para um universo já super-povoado como as histórias de vampiros. De forma despretensiosa, Beyruth consegue. Econômico nas cores e nas palavras, o autor oferece 248 páginas de aventura e mistérios ancestrais. Resistindo à tentação de espirrar sangue rubro na cara dos leitores, o artista recorre ao preto e branco, fazendo do alto contraste não só um recurso decorativo, mas também um elemento narrativo, que marca mudanças nas falas de alguns personagens, por exemplo. Como complemento, Beyruth lança mão também de hachuras e retículas, dando aos desenhos camadas de apuro estético e construção cenográfica. Poderíamos com isso estar mais próximos do gótico, mas penso que estamos bem mais perto do noir.</p>
<p>O artista explora bem as páginas, dividindo-as em cenas amplas que enchem os olhos dos leitores. Muitos dos quadros não trazem balões, diálogos ou quaisquer elementos textuais. Essa escolha, aliada a transições muito curtas entre as cenas, faz com que a história ganhe um ritmo alucinante. Perseguições e lutas corporais ficam tão rápidas quanto os ataques dos sugadores de sangue. Tudo é muito rápido em “Love Kills”, como se a velocidade da história reforçasse a urgência e a sede dos vampiros. O resultado é uma experiência de leitura muito intensa e vertiginosa.</p>
<p><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-39087" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2020/01/love_kills2.jpg"  alt="love_kills2 Vampiros são os mesmos, mas o sangue tem outra cor em “Love Kills”"  width="650" height="650" srcset="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2020/01/love_kills2.jpg 650w, https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2020/01/love_kills2-300x300.jpg 300w, https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2020/01/love_kills2-150x150.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></p>
<p><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-39088" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2020/01/love_kills3.jpg"  alt="love_kills3 Vampiros são os mesmos, mas o sangue tem outra cor em “Love Kills”"  width="650" height="715" srcset="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2020/01/love_kills3.jpg 650w, https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2020/01/love_kills3-273x300.jpg 273w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></p>
<p>É verdade que, em alguns momentos, algumas falas soam artificiais. São personagens narrando o que pretendem fazer, contando o que estão a descobrir. O efeito indesejável é um excesso de didatismo, e talvez o uso de recordatórios funcionasse melhor nesses casos, sem qualquer prejuízo de sentido ou velocidade.</p>
<p>A agilidade da história não impede uma atmosfera lúgubre e o desfile de vidas amargas e depressivas. Os vampiros de “Love Kills” são seres solitários, aparentemente exaustos da condição de mortos-vivos. Atravessam os séculos e buscam se reencaixar no fluxo temporal. Por falar em tempo, fico imaginando o artista atravessando madrugadas sobre a prancheta, ouvindo a casa estalar. Ainda no escuro, pendurava as pranchas terminadas num varal improvisado. Sobre a alvura do papel, o nanquim escorria como uma veia aberta&#8230;</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title=""  alt="87f28085d29f672a5c343e268eeb037a666688496455d0254804e2942865a66b?s=100&#038;d=mm&#038;r=g Vampiros são os mesmos, mas o sangue tem outra cor em “Love Kills”" alt='Rogerio Christofoletti' src='https://secure.gravatar.com/avatar/87f28085d29f672a5c343e268eeb037a666688496455d0254804e2942865a66b?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/87f28085d29f672a5c343e268eeb037a666688496455d0254804e2942865a66b?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/monitorando/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Rogerio Christofoletti</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista, dramaturgo e professor universitário. Já publicou 12 livros na área acadêmica e escreveu oito peças de teatro. É um dos autores do e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx).</p>
</div></div><div class="saboxplugin-web "><a href="http://christofoletti.com/" target="_self" >christofoletti.com/</a></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2020/01/31/vampiros-sao-os-mesmos-mas-o-sangue-tem-outra-cor-em-love-kills/">Vampiros são os mesmos, mas o sangue tem outra cor em “Love Kills”</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>O melhor de Cesar Alcázar e o pior da humanidade estão em “A culpa é da noite”</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2020/01/07/o-melhor-de-cesar-alcazar-e-o-pior-da-humanidade-estao-em-a-culpa-e-da-noite/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rogerio Christofoletti]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jan 2020 22:38:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[destaques]]></category>
		<category><![CDATA[notícias]]></category>
		<category><![CDATA[resenha]]></category>
		<category><![CDATA[A Culpa é da Noite]]></category>
		<category><![CDATA[césar alcazar]]></category>
		<category><![CDATA[porto alegre noir]]></category>
		<category><![CDATA[rogério christofoletti]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Rogério Christofoletti &#8211; A primeira coisa que você precisa saber é que eu considero Cesar Alcázar um amigo.</p>
<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2020/01/07/o-melhor-de-cesar-alcazar-e-o-pior-da-humanidade-estao-em-a-culpa-e-da-noite/">O melhor de Cesar Alcázar e o pior da humanidade estão em “A culpa é da noite”</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por Rogério Christofoletti</em> &#8211; A primeira coisa que você precisa saber é que eu considero <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://literaturapolicial.com/2019/05/15/entrevista-cesar-alcazar-fala-sobre-o-safra-vermelha-novo-selo-de-literatura-policial/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Cesar Alcázar</a></span> um amigo. A segunda é que ele mandou um exemplar de “A culpa é da noite” para minha casa. A terceira é que escrevi esta resenha com ele apontando uma arma para a minha cabeça…</p>
<p>Uma das frases acima é falsa, e não é difícil identificar.</p>
<p>Assim é em <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/2TcP4CD" target="_blank" rel="noopener noreferrer">A culpa é da noite</a></span> (Ed. Arte e Letra, 2019), universo de histórias povoado por seres ambíguos, mas onde é possível saber de imediato onde está a verdade. São enredos de crimes, com gente mal intencionada, trapaceira e traiçoeira, mas diferente de outros casos, sabemos com quem estamos lidando: são gângsteres, renegados, assassinos cruéis, gente da pior espécie. Estão atrás de dinheiro, de prazer ou talvez alguma redenção. Apesar de representarem um pouco do que é mais desprezível e condenável na humanidade, trazem em si alguma honestidade em seus propósitos, a coragem da transgressão e uma incrível vontade de sobreviver, pura teimosia.</p>
<p>Se por um lado “A culpa é da noite” promove esse desfile sórdido, por outro nos mostra uma faceta admirável em César Alcázar, a do contista versátil. Em onze histórias, escritas entre 2015 e 2018, o autor nos faz mergulhar nos grotões imundos dos Estados Unidos, onde se ouve blues e jazz, e onde se busca vingança; nas complexas tramas da máfia italiana, onde a honra vale mais que o sangue derramado; e nas cenas contemporâneas brasileiras, encharcadas de pequenos crimes e mesquinhos segredos…</p>
<p style="text-align: center;"><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ss&amp;ref=as_ss_li_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=8571620059&amp;asins=8571620059&amp;linkId=497510baad1ab0922186b002ba5d98dc&amp;show_border=true&amp;link_opens_in_new_window=true" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>Divididos em três seções, os contos oferecem uma amostra abrangente do talento de Alcázar. Ele flerta com o seminal Rubem Fonseca em “De bem”, bebe impiedosamente no cão dos Baskerville de Conan-Doyle em “Medo e Delírio em Coroa de Cristo”, e faz um acerto de contas familiar em “Do outro lado do rio”.</p>
<p>Mas o melhor de tudo, a meu ver, está nas histórias vocalizadas em outros sotaques, aquelas que compõem os arcos estrangeiros de “O exílio de Cain” e “Os tentáculos da máfia”. Nelas, há uma preocupação evidente na composição dos cenários com riqueza de adereços, e há mais despudor na revelação do caráter dos personagens.</p>
<p style="padding-left: 80px;">[su_quote]Alcázar se desloca com mais fluidez, seu texto é mais rascante, e os leitores são rapidamente envolvidos nas tramas ilícitas. De repente, estamos imersos numa atmosfera enfumaçada, bebendo com alguém que tem uma ficha policial muito longa, e imaginando o quanto nos resta de vida. De repente, caminhamos na noite solitária, por entre cortiços e mansões, com os olhos na nuca e a mão coçando o coldre&#8230;[/su_quote]</p>
<p>“A culpa é da noite” é uma coletânea criminal irregular como qualquer obra do tipo. Tem momentos luminosos, como o nome jocoso do protagonista de “O exílio de Cain”, e momentos mais ligeiros, como o desfecho implausível em “Irena”. Mas isso não é surpresa. Nem todos os tiros acertam, não é mesmo?</p>
<p>De qualquer maneira, não se pode esquecer de um detalhe: o autor tem lá sua malandragem. Cercar os contos “nacionais” pelos arcos estrangeiros &#8211; mais bem lapidados &#8211; foi uma sagacidade de Cesar Alcázar. Típico de quem planeja não só os crimes, mas também não descuida de ocultar os corpos&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>* Livro enviado ao site pelo autor.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>SOBRE O LIVRO</h4>
<p><a href="https://www.amazon.com.br/culpa-%C3%A9-noite-Cesar-Alc%C3%A1zar/dp/8571620059/ref=as_li_ss_il?__mk_pt_BR=%C3%85M%C3%85%C5%BD%C3%95%C3%91&amp;keywords=a+culpa+%C3%A9+da+noite&amp;qid=1578436182&amp;sr=8-1&amp;linkCode=li3&amp;tag=literaturapol-20&amp;linkId=d15a133afc72ba8bd10d93874a180417" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img  title=""  alt="q?_encoding=UTF8&amp;ASIN=8571620059&amp;Format=_SL250_&amp;ID=AsinImage&amp;MarketPlace=BR&amp;ServiceVersion=20070822&amp;WS=1&amp;tag=literaturapol-20 O melhor de Cesar Alcázar e o pior da humanidade estão em “A culpa é da noite”" decoding="async" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?_encoding=UTF8&amp;ASIN=8571620059&amp;Format=_SL250_&amp;ID=AsinImage&amp;MarketPlace=BR&amp;ServiceVersion=20070822&amp;WS=1&amp;tag=literaturapol-20" border="0" /></a><img  title="" loading="lazy" decoding="async" style="border: none !important; margin: 0px !important;" src="https://ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;l=li3&amp;o=33&amp;a=8571620059"  alt="ir?t=literaturapol-20&amp;l=li3&amp;o=33&amp;a=8571620059 O melhor de Cesar Alcázar e o pior da humanidade estão em “A culpa é da noite”"  width="1" height="1" border="0" /></p>
<p><strong>Título</strong>: A culpa é da noite<br />
<strong>Autor</strong>: Cesar Alcázar<br />
<strong>Páginas</strong>: 132<br />
<strong>Editora</strong>: Arte &amp; letra<br />
<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/2QXVSAW" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Compre o livro</a></span></p>
<p>SINOPSE &#8211; A Culpa é da Noite reúne 11 histórias de crime escritas por Cesar Alcázar entre 2014 e 2018. São narrativas que vão mergulhar o leitor em um mundo de jogos, trapaças, traições, desejo e violência. A noite tem seus encantos… e muitos perigos! Cesar Alcázar é o autor dos livros “Bazar Pulp – Histórias de Fantasia, Aventura e Horror” e “A Fúria do Cão Negro”, além de ter roteirizado as HQs &#8220;A Música do Quarto ao Lado&#8221;, &#8220;O Coração do Cão Negro&#8221; e &#8220;A Canção do Cão Negro&#8221;. Idealizador do Porto Alegre Noir e do selo de literatura policial Safra Vermelha. Também atua como editor e tradutor.​</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title=""  alt="87f28085d29f672a5c343e268eeb037a666688496455d0254804e2942865a66b?s=100&#038;d=mm&#038;r=g O melhor de Cesar Alcázar e o pior da humanidade estão em “A culpa é da noite”" alt='Rogerio Christofoletti' src='https://secure.gravatar.com/avatar/87f28085d29f672a5c343e268eeb037a666688496455d0254804e2942865a66b?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/87f28085d29f672a5c343e268eeb037a666688496455d0254804e2942865a66b?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/monitorando/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Rogerio Christofoletti</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista, dramaturgo e professor universitário. Já publicou 12 livros na área acadêmica e escreveu oito peças de teatro. É um dos autores do e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx).</p>
</div></div><div class="saboxplugin-web "><a href="http://christofoletti.com/" target="_self" >christofoletti.com/</a></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2020/01/07/o-melhor-de-cesar-alcazar-e-o-pior-da-humanidade-estao-em-a-culpa-e-da-noite/">O melhor de Cesar Alcázar e o pior da humanidade estão em “A culpa é da noite”</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>“Mar de Fora” mostra paraíso e inferno do delegado Fausto Areias</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2019/10/29/mar-de-fora-mostra-paraiso-e-inferno-do-delegado-fausto-areias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rogerio Christofoletti]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Oct 2019 12:29:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[notícias]]></category>
		<category><![CDATA[resenha]]></category>
		<category><![CDATA[ABERST]]></category>
		<category><![CDATA[mar de fora]]></category>
		<category><![CDATA[marcelo barros]]></category>
		<category><![CDATA[rogério christofoletti]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://literaturapolicial.com/?p=38770</guid>

					<description><![CDATA[<p>Por Rogério Christofoletti &#8211; Pense num lugar incrível para se mergulhar e onde há sol e temperaturas agradáveis o ano</p>
<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2019/10/29/mar-de-fora-mostra-paraiso-e-inferno-do-delegado-fausto-areias/">“Mar de Fora” mostra paraíso e inferno do delegado Fausto Areias</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Rogério Christofoletti</em> &#8211; Pense num lugar incrível para se mergulhar e onde há sol e temperaturas agradáveis o ano todo. Pense também que é uma ilha, com praias incríveis, e pouco habitada, pacata e com jeitão de vilarejo. Imagine ainda que esse lugar fique a mais de 500 quilômetros de distância do continente, só acessível por lanchas ou aviões. Fala a verdade: é ou não é um paraíso?</p>
<p style="text-align: center;"><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ss&amp;ref=as_ss_li_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=8555640709&amp;asins=8555640709&amp;linkId=ab075491c9867a0d9d552322571c827f&amp;show_border=true&amp;link_opens_in_new_window=true" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>Em “Mar de Fora”, romance de estreia de Marcelo Barros, a mítica Fernando de Noronha é o melhor local para se descansar e&#8230; praticar assassinatos. Que o diga o delegado Fausto Areias, despertado do marasmo e cercado de investigadores incompetentes ou acomodados. Ao contrário dos turistas que buscam o cenário para viver seus nirvanas pessoais, o titular da polícia civil não está por lá porque quer. Foi transferido após uma entrevista polêmica em meio a um controverso caso em Recife. Você pode até pensar que ficar de castigo em Noronha é uma punição das mais desejadas, mas o tédio e a amargura arrastam Fausto para “o caminho das águas”, e é com quantidades industriais de álcool que ele pacifica seus demônios.</p>
<p>Aliás, Fausto Areias entra em cena exatamente como uma espécie de homenagem a Raymond Chandler e a Leonardo Padura. Como um Mario Conde, desperta de um porre homérico, coberto de sangue e no meio do nada. Para piorar, não se lembra do que fez na noite anterior, e isso está se tornando um hábito. Para piorar ainda mais, chegam notícias de um brutal homicídio na sua jurisdição, e as circunstâncias que cercam o crime lembram muito ao caso de Recife, aquele que lhe rendeu o exílio em Noronha.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="padding-left: 120px;">[su_quote]Com diálogos rápidos e bem cortados, “Mar de Fora” nos apresenta um protagonista ao mesmo tempo sofrido e bem-humorado, calejado e indisposto a aposentar.[/su_quote]</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Aos 52 anos, Fausto Areias sabe que é um policial mal aproveitado pelo estado. A politicagem dos superiores triturou sua carreira e o mandou servir no cu-do-Judas. O delegado está com sobrepeso, foi abandonado pela namorada, e sua reputação de bêbado já cobre toda a extensão do arquipélago. Ele arrasta sua carcaça cansada de bar em bar, mas seu faro continua apurado. Sua melancolia não chega a ser o latifúndio que preenche o coração do seu colega Espinosa, personagem criado por Luiz Alfredo Garcia-Roza. Até porque Fausto não combate o crime em Copacabana e charme, convenhamos, não é o seu forte. O delegado de Noronha não tem nem mesmo uma boa equipe como Espinosa. Henrique é um velho debochado, Cabelinho se preocupa mais com selfies do que a preservação da cena dos crimes, e Jeová tem o cínico apelido de Papa-Defunto. Resta Natália, conhecida de velhos tempos, “importada” da capital.</p>
<p>“Mar de Fora” é escrito por quem entende do riscado. Marcelo Barros foi delegado em Noronha por alguns anos, e é um estudioso do direito, com livros publicados que criticam a tortura policial. O conhecimento do cotidiano policial afasta o habitual artificialismo a que os autores “civis” recorrem em suas tramas. Ponto para o Marcelo. Além disso, cenas e movimentos fluem bem com a adoção de uma prosa fácil e cheia de coloquialismos. Há notas de rodapé que poderiam ser cortadas, mas isso pode ser feito nos próximos livros. Entretanto, já se percebe que temos um promissor autor policial na vitrine brasileira: tem o frescor do sotaque pernambucano, consegue moldar bons personagens e dá conta de um enredo não muito rocambolesco.</p>
<p>Marcelo Barros não poupa seus leitores das precariedades policiais desses nossos trópicos. Com isso, converte a areia da praia em ouro em pó. O improviso e a incompetência dos policiais ajudam a criar os momentos mais engraçados, e o livro tem muitos deles, oferecendo uma narrativa ágil, arejada e leve. “Mar de Fora” tem uma brasilidade muito bem-vinda, marcada nos coloridos cenários, nos personagens que flertam com o gênero picaresco e na amarrotada realidade nacional. <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://literaturapolicial.com/2019/10/21/conheca-os-vencedores-do-2o-premio-aberst-2019/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Finalista do Prêmio Aberst 2019</a></span>, “Mar de Fora” deve ser apenas a primeira ocorrência de seu autor numa esperada longa ficha corrida&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>SOBRE O LIVRO</h4>
<p><a href="https://www.amazon.com.br/Mar-Fora-Marcelo-Barros/dp/8555640709/ref=as_li_ss_il?__mk_pt_BR=%C3%85M%C3%85%C5%BD%C3%95%C3%91&amp;keywords=mar+de+fora&amp;qid=1572350440&amp;sr=8-1&amp;linkCode=li3&amp;tag=literaturapol-20&amp;linkId=f2ca20be57fb3d83b60b1452b512201e" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img  title=""  alt="q?_encoding=UTF8&amp;ASIN=8555640709&amp;Format=_SL250_&amp;ID=AsinImage&amp;MarketPlace=BR&amp;ServiceVersion=20070822&amp;WS=1&amp;tag=literaturapol-20 “Mar de Fora” mostra paraíso e inferno do delegado Fausto Areias" decoding="async" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?_encoding=UTF8&amp;ASIN=8555640709&amp;Format=_SL250_&amp;ID=AsinImage&amp;MarketPlace=BR&amp;ServiceVersion=20070822&amp;WS=1&amp;tag=literaturapol-20" border="0" /></a><img  title="" loading="lazy" decoding="async" style="border: none !important; margin: 0px !important;" src="https://ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;l=li3&amp;o=33&amp;a=8555640709"  alt="ir?t=literaturapol-20&amp;l=li3&amp;o=33&amp;a=8555640709 “Mar de Fora” mostra paraíso e inferno do delegado Fausto Areias"  width="1" height="1" border="0" /></p>
<p><strong>Título</strong>: Mar de Fora<br />
<strong>Autor</strong>: Marcelo Barros<br />
<strong>Páginas</strong>: 297<br />
<strong>Editora</strong>: Escribas<br />
<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/2q2Rln0" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Compre o livro</a></span></p>
<p><em>SINOPSE</em> &#8211; Fausto, delegado da Homicídios, recebeu como punição, após uma controvertida entrevista, a transferência para Fernando de Noronha. Ele só não contava que sua vida sofreria mudanças tão profundas. Muito menos, que lidaria com um brutal homicídio ocorrido na Ilha, com características muito parecidas ao crime que ele investigava em Recife e foi a causa de sua punição. Obrigado a conviver com uma equipe não muito competente e com as dificuldades e monotonia peculiares a uma vida insular, Fausto descobrirá que &#8220;Paraíso&#8221; e &#8220;Inferno&#8221; podem confundir-se facilmente e terá que enfrentar as adversidades do &#8220;mar de dentro&#8221; e do &#8220;mar de fora&#8221;, sem garantias de sobrevivência.</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title=""  alt="87f28085d29f672a5c343e268eeb037a666688496455d0254804e2942865a66b?s=100&#038;d=mm&#038;r=g “Mar de Fora” mostra paraíso e inferno do delegado Fausto Areias" alt='Rogerio Christofoletti' src='https://secure.gravatar.com/avatar/87f28085d29f672a5c343e268eeb037a666688496455d0254804e2942865a66b?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/87f28085d29f672a5c343e268eeb037a666688496455d0254804e2942865a66b?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/monitorando/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Rogerio Christofoletti</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista, dramaturgo e professor universitário. Já publicou 12 livros na área acadêmica e escreveu oito peças de teatro. É um dos autores do e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx).</p>
</div></div><div class="saboxplugin-web "><a href="http://christofoletti.com/" target="_self" >christofoletti.com/</a></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2019/10/29/mar-de-fora-mostra-paraiso-e-inferno-do-delegado-fausto-areias/">“Mar de Fora” mostra paraíso e inferno do delegado Fausto Areias</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>TOKYO GHOST &#124; A violência indomável de cada um</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2019/10/15/tokyo-ghost-a-violencia-indomavel-de-cada-um/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rogerio Christofoletti]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Oct 2019 11:23:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[colaboração]]></category>
		<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[quadrinhos]]></category>
		<category><![CDATA[darkside books]]></category>
		<category><![CDATA[érico assis]]></category>
		<category><![CDATA[graphic novel]]></category>
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		<category><![CDATA[Rick Remender]]></category>
		<category><![CDATA[rogério christofoletti]]></category>
		<category><![CDATA[Sean Murphy]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por Rogério Christofoletti</em> &#8211; Em 2089, o mundo não é muito diferente do nosso: há multidões de miseráveis, a polícia produz massacres, as cidades são sujas e caóticas, e a maioria das pessoas age como zumbis na frente das telas. Em 2089, o mundo é bem diferente do nosso: os mares se apossaram do planeta, a chuva é ácida pra valer e Tóquio &#8211; vejam só! &#8211; é um paraíso da natureza, sem eletricidade ou alta tecnologia.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ss&amp;ref=as_ss_li_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=8594540868&amp;asins=8594540868&amp;linkId=30b38de1c7b3654a8587a3849f843d8b&amp;show_border=true&amp;link_opens_in_new_window=true" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>É por essa paisagem acidentada que acompanhamos a dupla Led Dent e Debbie Decay, delegados que deveriam colocar as coisas em ordem, mas que deixaram os contornos da lei há muito tempo. Led é um bombadão superviolento, ultra-dependente de tecnologia, um Ranxerox com a cara do Wolverine e o palavreado de Hell-Boy. Ele acelera sua poderosa moto, atropelando facínoras, cobrando dívidas de gângsteres e tendo na garupa a aparentemente inofensiva Debbie. Ela é sua amante, sua parceira, uma amiga que desde a infância se mostrou valente e casca-grossa, apesar do rosto angelical e da cascata de cabelos prateados. De olho nesses dois, vivemos uma viagem lisérgica, violenta e tecno-confusa. O nosso passaporte é “Tokyo Ghost”, uma graphic novel da DarkSide Books com ritmo alucinante, farta pancadaria e rios de sangue.</p>
<p>Com roteiro de Rick Remender, desenhos frenéticos de Sean Murphy e cores vibrantes de Matt Hollingsworth, “Tokyo Ghost” aciona gatilhos de memória de leitores mais experientes de quadrinhos, mangás e ficção científica. Para um ancião como eu, foi uma torrente de referências. O start é vertiginoso como em “Neuromancer” ou “Johnny Mnemonic”, ambos de William Gibson, com cargas avassaladoras de informação sobre o contexto social de época, no melhor estilo de Philip K. Dick.</p>
<p>A ambientação bebe nas melhores fontes do cyberpunk, e recorre a elementos comuns de “Akira”, só que com menos gritos! Estão ali a velocidade do traço e das ações, as consequências nefastas da energia nuclear e um sujeito irado sobre uma moto… Há samurais evocando um neo-bushidô, animais fofinhos nos ombros de nossos heróis, e katanas com fios que cortam até pensamentos. Há uma heroína de cabelos longos degolando homens abjetos como em “Kill Bill” e dando golpes acrobáticos como em “Ghost in the shell”.</p>
<p>“Tokyo Ghost” é forte e pulsante, mas não chega a ser nenhum “Ronin”, embora sua paleta de cores dialogue com a mítica série assinada por Frank Miller em 1983-84. Há um desfile de personagens histriônicos, e o vilão parece uma simbiose de “Exterminador do Futuro” e o Coringa de “Piada Mortal”. Assim, a quantidade de referências ajuda a erguer um edifício que se mantém em pé e consolida alguma exuberância. Para os mais velhos, a graphic novel presta tributos importantes; para os mais jovens, oferece uma amostra do que colhemos de melhor há quarenta anos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="padding-left: 120px;">[su_quote]Tokyo Ghost chega agora aos leitores brasileiros em edição única, reunindo a série que foi originalmente lançada em 2015 e 2016 pela Image Comics. A capa dura e o material de estúdio adicionado ao final dão ao volume o status de edição de colecionador.[/su_quote]</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 2089, imagino que o adjetivo “distópico” já nem exista mais, de tanto que foi utilizado no começo do século. Por isso, evitarei usar esse rótulo em “Tokyo Ghost”. O que temos em mãos é uma história de ação que esconde o tema da busca pessoal. Neste sentido, a obra é muito fiel à tradição das artes marciais e à filosofia oriental. As sequências de luta são vigorosas e impõem à narrativa algumas camadas que podem turvar a vista do leitor. É ação, sim!, e tem até algum romance, é verdade. Mas não se engane: a violência expressa os conflitos internos de Led e Debbie.</p>
<p>Assombrado pelo que considera fragilidade física, Led tenta soterrar seus sentimentos com doses cavalares de adrenalina e drogas tecnológicas. Mal percebe o quanto é oprimido por um imaginário machista e paternalista. Debbie, por sua vez e ao seu jeito, persegue um horizonte que se distancia a cada passo que dá, o da autonomia. Afinal, é possível ser feliz sozinha?</p>
<p>Ao fim e ao cabo, nossos heróis são humanamente imperfeitos, incompletos, claudicantes como bêbados nas madrugadas. Apelar para a violência não é uma forma de fazer justiça ou de restituir o equilíbrio. Talvez seja só uma maneira espetacular de desprender as carapaças para se autoconhecer e encontrar a paz interior.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4 style="text-align: center;">Imagens</h4>
<p style="text-align: center;"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-38661" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2019/10/tokyo2.jpg"  alt="tokyo2 TOKYO GHOST | A violência indomável de cada um"  width="500" height="473" srcset="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2019/10/tokyo2.jpg 600w, https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2019/10/tokyo2-300x284.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<p style="text-align: center;"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-38663" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2019/10/tokyo3.jpg"  alt="tokyo3 TOKYO GHOST | A violência indomável de cada um"  width="500" height="592" srcset="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2019/10/tokyo3.jpg 600w, https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2019/10/tokyo3-254x300.jpg 254w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<p style="text-align: center;"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-38665" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2019/10/tokyo4.jpg"  alt="tokyo4 TOKYO GHOST | A violência indomável de cada um"  width="500" height="607" srcset="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2019/10/tokyo4.jpg 600w, https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2019/10/tokyo4-247x300.jpg 247w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<p style="text-align: center;"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-38670" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2019/10/tokyo6.jpg"  alt="tokyo6 TOKYO GHOST | A violência indomável de cada um"  width="500" height="592" srcset="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2019/10/tokyo6.jpg 500w, https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2019/10/tokyo6-253x300.jpg 253w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<p style="text-align: center;"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-38668" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2019/10/tokyo5.jpg"  alt="tokyo5 TOKYO GHOST | A violência indomável de cada um"  width="500" height="640" srcset="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2019/10/tokyo5.jpg 500w, https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2019/10/tokyo5-234x300.jpg 234w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<h4 style="text-align: center;"></h4>
<h4></h4>
<h4>SOBRE O LIVRO</h4>
<p><a href="https://www.amazon.com.br/Tokyo-Ghost-Rick-Remender/dp/8594540868/ref=as_li_ss_il?__mk_pt_BR=%C3%85M%C3%85%C5%BD%C3%95%C3%91&amp;keywords=tokyo+ghost&amp;qid=1571135187&amp;sr=8-1&amp;linkCode=li3&amp;tag=literaturapol-20&amp;linkId=c40083b5a6285e600c494e19d609cf9d" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img  title=""  alt="q?_encoding=UTF8&amp;ASIN=8594540868&amp;Format=_SL250_&amp;ID=AsinImage&amp;MarketPlace=BR&amp;ServiceVersion=20070822&amp;WS=1&amp;tag=literaturapol-20 TOKYO GHOST | A violência indomável de cada um" decoding="async" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?_encoding=UTF8&amp;ASIN=8594540868&amp;Format=_SL250_&amp;ID=AsinImage&amp;MarketPlace=BR&amp;ServiceVersion=20070822&amp;WS=1&amp;tag=literaturapol-20" border="0" /></a><img  title="" loading="lazy" decoding="async" style="border: none !important; margin: 0px !important;" src="https://ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;l=li3&amp;o=33&amp;a=8594540868"  alt="ir?t=literaturapol-20&amp;l=li3&amp;o=33&amp;a=8594540868 TOKYO GHOST | A violência indomável de cada um"  width="1" height="1" border="0" /></p>
<p><strong>Título</strong>: Tokyo Ghost<br />
<strong>Autores</strong>: Rick Remender (Autor), Sean Murphy (Ilustrador), Matt Hollingsworth (Inker)<br />
<strong>Tradução</strong>: Érico Assis<br />
<strong>Páginas</strong>: 272<br />
<strong>Editora</strong>: Darkside Books<br />
<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/2IRcEyI" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Compre o livro</a></span></p>
<p><em>SINOPSE</em> &#8211; Ilhas de Los Angeles, 2089. O planeta foi tomado pelos oceanos, mas a água é tão poluída que dissolve a pele. A humanidade está viciada em tecnologia em níveis inimagináveis, mesmo para os tempos em que vivemos hoje. A grande maioria, desempregada e famélica, vive em busca da alienação e um pouco de paz que o “barato” digital proporciona. Mesmo que para isso os tecnoiados precisem roubar e matar. Todo mundo anda ocupado em evitar a realidade, enfurnado nos antros do ópio eletrônico, cujo monopólio está nas mãos de gângsteres comandados pelo famigerado Flak. E como em todo comércio que envolve viciados, os problemas não são poucos. Para enquadrar os tecnoiados, cobrar dívidas e eliminar aqueles que incomodam além da conta, Flak e seus adeptos recorrem à dupla de delegados Led Dent e Debbie Decay, assassinos cruéis. Debbie, porém, nunca se rendeu ao vício digital, exceção das exceções, uma autêntica zero-tec. A dupla está prestes a cumprir uma missão longe da miserável Los Angeles. O objetivo: derrubar o último país que ainda não se rendeu ao mundo uberconectado, os Jardins Verdejantes de Tóquio.</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title=""  alt="87f28085d29f672a5c343e268eeb037a666688496455d0254804e2942865a66b?s=100&#038;d=mm&#038;r=g TOKYO GHOST | A violência indomável de cada um" alt='Rogerio Christofoletti' src='https://secure.gravatar.com/avatar/87f28085d29f672a5c343e268eeb037a666688496455d0254804e2942865a66b?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/87f28085d29f672a5c343e268eeb037a666688496455d0254804e2942865a66b?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/monitorando/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Rogerio Christofoletti</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista, dramaturgo e professor universitário. Já publicou 12 livros na área acadêmica e escreveu oito peças de teatro. É um dos autores do e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx).</p>
</div></div><div class="saboxplugin-web "><a href="http://christofoletti.com/" target="_self" >christofoletti.com/</a></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2019/10/15/tokyo-ghost-a-violencia-indomavel-de-cada-um/">TOKYO GHOST | A violência indomável de cada um</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>Ritual Romano segue a bíblia dos exorcistas</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2019/10/09/ritual-romano-segue-a-biblia-dos-exorcistas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rogerio Christofoletti]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Oct 2019 16:44:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[quadrinhos]]></category>
		<category><![CDATA[resenha]]></category>
		<category><![CDATA[darkside books]]></category>
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		<category><![CDATA[Jaime Martínez]]></category>
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		<category><![CDATA[rogério christofoletti]]></category>
		<category><![CDATA[Sanda Molina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Rogério Christofoletti &#8211; Desde que o padre Damien Karras tirou o demônio do corpo da pequena Regan, nunca</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por Rogério Christofoletti</em> &#8211; Desde que o padre Damien Karras tirou o demônio do corpo da pequena Regan, nunca mais fomos os mesmos! <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/35l368D" target="_blank" rel="noopener noreferrer">O Exorcista</a></span>, filme de 1973, é um divisor de águas no cinema de terror e nas narrativas de possessões malignas. A produção não só apresentou ao mundo um conjunto de rituais católicos cercados por mistério e fantasia mas também fixou algumas regras para o gênero: o diabo é o lobo em pele de cordeiro, sua voz é sepulcral e monstruosa, ele é poliglota, e sempre transtorna mentalmente quem o desafia. O Sem-Nome é vaidoso, desafia os limites físicos de suas vítimas, e não economiza em palavrões. O padre-exorcista, por sua vez, é determinado, levemente hesitante, e tem um passado complicado que assombra sua consciência e abala sua fé.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ss&amp;ref=as_ss_li_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=8594541678&amp;asins=8594541678&amp;linkId=b7789e56ca6c05bdaee32febbb860ee2&amp;show_border=true&amp;link_opens_in_new_window=true" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>Nenhum enredo é mais ancestral que a luta entre bem e mal, e sessões de exorcismo são a encarnação disso, com direito a contorcionismos inacreditáveis, berros assustadores e jatos de vômito e sangue. O coquetel servido por “O Exorcista” é completo, e ainda nos empanturra de medo e exasperação, passados quase cinquenta anos.</p>
<p>Diante de tanta influência e potência narrativa, é mesmo difícil fugir do cânone e acrescentar novas camadas criativas. “Exorcismo: O Ritual Romano” segue a bíblia, mas pode decepcionar quem espera algo mais do que a liturgia surrada no gênero. A graphic novel de 128 páginas tem roteiro de El Torres, arte de Jaime Martínez e cores de Sandra Molina, trio espanhol que trabalha muito bem nesta estreia brasileira, felizmente proporcionada pela DarkSide Books. Se a história original foi às bancas na Europa em 2016 no formato de minissérie com quatro partes, seu atraso é compensado agora por um lançamento mais requintado: num único volume, em uma fúnebre capa dura negra, pronta para rivalizar na estante com as Sagradas Escrituras…</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="padding-left: 120px;">[su_quote]Na história, um bispo morre brutalmente nas dependências do Vaticano, e não bastasse isso, coisas terríveis começam a acontecer na Santa Sé. Desesperados, os cardeais convocam o padre John Brennan para realizar o exorcismo mais impensado do mundo.[/su_quote]</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Veja: eu não disse “desesperados” à toa! O sacerdote havia sido quase excomungado, estava do outro lado do mundo e sua conduta é, digamos, bem reprovável para os padrões religiosos. O chamamento de Brennan poderia ser como o do professor Robert Langdon em “Anjos e Demônios”, de Dan Brown. Mas o jeito casca-grossa do padre faz lembrar de “Rambo 2: a missão”, usando outra artilharia, é verdade…</p>
<p>“Exorcismo: O Ritual Romano” diverte, mas a previsibilidade do enredo drena parte do medo que o leitor pode ter naquelas páginas. É o peso das regras que o gênero se impôs, e os criadores não conseguem ir muito além do que já sabemos dessas possessões e martírios. O trabalho da colorista reforça o drama que o desenhista imprimiu às cenas, mas o embate entre o padre e o diabo parece superficial e automático. Não há tempo para a criação de suspense ou tensão, e o final se apresenta de forma apressada. Os xingamentos do demônio não funcionam como blasfêmias, já que o recurso é usado quase como uma estratégia para chocar o leitor. Resultado: o Coisa-Ruim é só mais um boca-suja e não aquele que ofende e desrespeita aquilo que é mais sagrado.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ss&amp;ref=as_ss_li_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=8595086230&amp;asins=8595086230&amp;linkId=bc4154b443623dd06807f7f799e6a6da&amp;show_border=true&amp;link_opens_in_new_window=true" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>Mas antes que eu arda no mármore do inferno, faço uma ressalva. “Exorcismo: O Ritual Romano” é como qualquer um de nós: comete pecados, mas merece uma segunda chance. A graphic novel nos mostra, por exemplo, que não estamos livres do capeta nem no lugar onde mais julgávamos seguro; e ela insinua, de forma premonitória, o que teria levado o papa Bento XVI a renunciar. Isso já é o suficiente para a gente não dormir à noite&#8230;</p>
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<p><em>* Exemplar enviado pela Darkside Books</em></p>
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<h4>SOBRE O LIVRO</h4>
<p><a href="https://www.amazon.com.br/Exorcismo-Ritual-Romano-El-Torres/dp/8594541678/ref=as_li_ss_il?__mk_pt_BR=%C3%85M%C3%85%C5%BD%C3%95%C3%91&amp;keywords=ritual+romano&amp;qid=1570637851&amp;sr=8-1&amp;linkCode=li3&amp;tag=literaturapol-20&amp;linkId=0ff5a61b077244d254ebc44a0a79023c" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img  title=""  alt="q?_encoding=UTF8&amp;ASIN=8594541678&amp;Format=_SL250_&amp;ID=AsinImage&amp;MarketPlace=BR&amp;ServiceVersion=20070822&amp;WS=1&amp;tag=literaturapol-20 Ritual Romano segue a bíblia dos exorcistas" decoding="async" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?_encoding=UTF8&amp;ASIN=8594541678&amp;Format=_SL250_&amp;ID=AsinImage&amp;MarketPlace=BR&amp;ServiceVersion=20070822&amp;WS=1&amp;tag=literaturapol-20" border="0" /></a><img  title="" loading="lazy" decoding="async" style="border: none !important; margin: 0px !important;" src="https://ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;l=li3&amp;o=33&amp;a=8594541678"  alt="ir?t=literaturapol-20&amp;l=li3&amp;o=33&amp;a=8594541678 Ritual Romano segue a bíblia dos exorcistas"  width="1" height="1" border="0" /></p>
<p><strong>Título</strong>: Exorcismo &#8211; O Ritual Romano<br />
<strong>Autores</strong>: El Torres (Autor), Jaime Martínez (Ilustrador), Sanda Molina (Inker)<br />
<strong>Tradução</strong>: Letícia Ribeiro Carvalho<br />
<strong>Páginas</strong>: 128<br />
<strong>Editora</strong>: Darkside Books<br />
<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/33r2Vaj" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Compre o livro</a></span></p>
<p><em>SINOPSE</em> &#8211; Em Exorcismo: O Ritual Romano, graphic novel de terror da DarkSide® Books, o leitor tem acesso aos recantos mais sombrios do Vaticano e testemunha um caso de possessão demoníaca que pode mudar para sempre o destino da humanidade. Quando um bispo morre de maneira cruel, as últimas esperanças estão nas mãos do padre John Brennan, um exorcista renegado que a alta cúpula da Igreja considera ser um traidor. Convocado para enfrentar o mal que se entranha por trás dos muros do lugar sagrado, Brennan terá que encarar seus próprios demônios e a diabólica irmã Maria Giorgielli ― uma freira tão infernal quanto o espírito derrotado por Ed &amp; Lorraine Warren, retratado na franquia Invocação do Mal, de James Wan.</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title=""  alt="87f28085d29f672a5c343e268eeb037a666688496455d0254804e2942865a66b?s=100&#038;d=mm&#038;r=g Ritual Romano segue a bíblia dos exorcistas" alt='Rogerio Christofoletti' src='https://secure.gravatar.com/avatar/87f28085d29f672a5c343e268eeb037a666688496455d0254804e2942865a66b?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/87f28085d29f672a5c343e268eeb037a666688496455d0254804e2942865a66b?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/monitorando/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Rogerio Christofoletti</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista, dramaturgo e professor universitário. Já publicou 12 livros na área acadêmica e escreveu oito peças de teatro. É um dos autores do e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx).</p>
</div></div><div class="saboxplugin-web "><a href="http://christofoletti.com/" target="_self" >christofoletti.com/</a></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2019/10/09/ritual-romano-segue-a-biblia-dos-exorcistas/">Ritual Romano segue a bíblia dos exorcistas</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>30 DIAS DE NOITE &#124; A temporada de caça aos humanos começou</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2019/09/30/30-dias-de-noite-a-temporada-de-caca-aos-humanos-comecou/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rogerio Christofoletti]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Sep 2019 14:42:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[quadrinhos]]></category>
		<category><![CDATA[30 dias de noite]]></category>
		<category><![CDATA[Ben Templesmith]]></category>
		<category><![CDATA[darkside books]]></category>
		<category><![CDATA[graphic novel]]></category>
		<category><![CDATA[rogério christofoletti]]></category>
		<category><![CDATA[Steve Niles]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Rogério Christofoletti &#8211; Há algumas décadas, quando lia os quadrinhos do “Monstro do Pântano”, das safras Allan Moore,</p>
<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2019/09/30/30-dias-de-noite-a-temporada-de-caca-aos-humanos-comecou/">30 DIAS DE NOITE | A temporada de caça aos humanos começou</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por Rogério Christofoletti</em> &#8211; Há algumas décadas, quando lia os quadrinhos do “Monstro do Pântano”, das safras Allan Moore, e Bissete &amp; Totleben, eu me perguntava: como é que aqueles desenhos encharcados de cores berrantes me davam um medo ancestral? Na época, eu ainda relacionava medo ao escuro e às figuras sangrentas das páginas baratas de “Contos da Cripta”. Para mim, arrepiava a nuca aquilo que não se podia ver ou o que era repugnante, nojento.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ss&amp;ref=as_ss_li_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=8594541260&amp;asins=8594541260&amp;linkId=85c4555cb42880ddd7ea353752b7c048&amp;show_border=true&amp;link_opens_in_new_window=true" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>O tempo passou e vieram “Motoqueiro Fantasma”, “Dylan Dog”, “Hellblazer”, “Spawn”, e só voltei a trincar os dentes pra valer com “Asilo Arkham”, quando Grant Morrison e Dave McKean me convidaram a entrar à noite num hospício lotado de criminosos. Não bastasse o roteiro delirante, tínhamos também uma arte que conseguia reproduzir a sensação perturbadora de que todos ali estávamos enlouquecendo. Foi arrebatador ver os personagens extrapolando os limites do requadro ao mesmo tempo em que víamos interferências gráficas que denunciavam colagens de materiais nos originais do desenhista. Rabiscos com caligrafias esquisitas criavam novas camadas de leitura, e a arte carregada de escuridão me levava de volta ao medo ancestral do mal que espreita das trevas.</p>
<p>Bons quadrinhos de terror precisam nos perturbar mentalmente e criar atmosferas que nos engolem. Funcionam como buracos. Foi assim com “Asilo Arkham”, e é disso que estamos falando quando temos nas mãos “30 dias de noite”, de Steve Niles e Ben Templesmith. Desta vez, não é preciso estar preso num hospital psiquiátrico para ser atacado; temos uma cidade inteira! E não se trata de uma noite qualquer, mas o tempo do medo também foi dilatado… Em Barrow, a cidade mais ao norte dos Estados Unidos, há um mês inteiro em que o sol nunca aparece. É inverno no Alasca e tudo fica em trevas totais, verdadeiro paraíso para quem não pode com raios solares. Não demora muito para que hordas de vampiros se desloquem até lá para fazer uma espécie de safári humano, num autêntico banquete sangrento de um mês.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="padding-left: 40px;">[su_quote]Ágil, mordaz e cortante, o texto de Steve Niles não faz com que o leitor perca tempo. Em poucas páginas, já estamos entre os apavorados habitantes de Barrow atirando a esmo no escuro, certos de que estamos sendo atacados.[/su_quote]</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Templesmith, por sua vez, carrega nas tintas e faz do exagero o calibre grosso do seu pincel. A atmosfera é sufocante, mesmo que gelada. Os frames parecem habitados por vultos, e o sangue jorra como um oleoduto enfurecido. Há velocidade e silêncio, ação e brutalidade. Templesmith parece farejar as pegadas do mestre Bill Sienkiewicz, e seus desenhos são propositadamente sujos, como se tivessem sido feitos com um pedaço de carvão por um dos pretensos sobreviventes de Barrow. Seus vampiros têm olhares esbugalhados e as vítimas são frágeis como a crença de que vampiros existam de verdade…</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-38515" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2019/09/20190930_111550-01.jpg"  alt="20190930_111550-01 30 DIAS DE NOITE | A temporada de caça aos humanos começou"  width="550" height="550" srcset="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2019/09/20190930_111550-01.jpg 550w, https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2019/09/20190930_111550-01-150x150.jpg 150w, https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2019/09/20190930_111550-01-300x300.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 550px) 100vw, 550px" /></p>
<p style="text-align: center;"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-38516" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2019/09/20190930_111448-01.jpg"  alt="20190930_111448-01 30 DIAS DE NOITE | A temporada de caça aos humanos começou"  width="550" height="550" srcset="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2019/09/20190930_111448-01.jpg 550w, https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2019/09/20190930_111448-01-150x150.jpg 150w, https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2019/09/20190930_111448-01-300x300.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 550px) 100vw, 550px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Você pode não acreditar em bruxas, mas que elas existem… ah, existem! Assim como Barrow, a cidadezinha perdida no nada, onde tudo aconteceu. Barrow existe, mas mudou de nome em 2016, após um plebiscito local. Hoje, se chama Utqiagvik, e talvez a má fama trazida por “30 dias de noite” tenha influenciado essa decisão&#8230;</p>
<p>Publicada como minissérie nos Estados Unidos em 2002, “30 dias de noite” foi adaptada com honestidade para o cinema por David Slade. Quinze anos depois, a história foi reunida num único volume e celebrada como um triunfo dos quadrinhos de terror. É justamente esta edição que chega agora ao mercado brasileiro com a costumeira qualidade gráfica que a DarkSide Books dispensa aos seus lançamentos. Os três livros sobre os massacres em Barrow estão luxuosamente envolvidos numa elegante capa dura, num vermelho de tom próximo ao sangue coagulado e envelhecido. Entre as 368 páginas, há ainda um texto de abertura do cineasta David Slade e artes extras assinadas por Ashley Wood e Ben Templesmith. Pra completar, uma aterrorizante sobrecapa veste o volume, e você só vai descobrir sua razão lendo a obra…</p>
<p>“30 dias de noite” me devolveu parte do terror ancestral que há tempos não sentia. É envolvente e magnética, e eu devorei aqueles 700 gramas de papel como se estivesse sem beber sangue há décadas. Sentir medo é também sentir que estamos vivos. Ainda.</p>
<p><em>* Exemplar enviado pela Darkside Books.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>SOBRE O LIVRO</h4>
<p><a href="https://www.amazon.com.br/30-Dias-Noite-Edi%C3%A7%C3%A3o-Comemorativa/dp/8594541260/ref=as_li_ss_il?__mk_pt_BR=%C3%85M%C3%85%C5%BD%C3%95%C3%91&amp;crid=1C3QF1SQDMLKY&amp;keywords=30+dias+de+noite&amp;qid=1569852215&amp;sprefix=30+dias,aps,291&amp;sr=8-1&amp;linkCode=li3&amp;tag=literaturapol-20&amp;linkId=8966b2a2845e249c0a4472eff132c015" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img  title=""  alt="q?_encoding=UTF8&amp;ASIN=8594541260&amp;Format=_SL250_&amp;ID=AsinImage&amp;MarketPlace=BR&amp;ServiceVersion=20070822&amp;WS=1&amp;tag=literaturapol-20 30 DIAS DE NOITE | A temporada de caça aos humanos começou" decoding="async" class="alignleft" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?_encoding=UTF8&amp;ASIN=8594541260&amp;Format=_SL250_&amp;ID=AsinImage&amp;MarketPlace=BR&amp;ServiceVersion=20070822&amp;WS=1&amp;tag=literaturapol-20" border="0" /></a><img  title="" loading="lazy" decoding="async" style="border: none !important; margin: 0px !important;" src="https://ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;l=li3&amp;o=33&amp;a=8594541260"  alt="ir?t=literaturapol-20&amp;l=li3&amp;o=33&amp;a=8594541260 30 DIAS DE NOITE | A temporada de caça aos humanos começou"  width="1" height="1" border="0" /></p>
<p><strong>Título</strong>: 30 dias de noite<br />
<strong>Autores</strong>: Steve Niles (Autor), Ben Templesmith (Ilustrador)<br />
<strong>Tradução</strong>: Paulo Cecconi<br />
<strong>Páginas</strong>: 368<br />
<strong>Editora</strong>: Darkside Books<br />
<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/2nXdZfu" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Compre o livro</a></span></p>
<p>SINOPSE &#8211; Uma vez ao ano, em uma pequena cidade isolada chamada Barrow, no extremo norte do Alasca, nos Estados Unidos, o sol se põe e não nasce por trinta dias seguidos. Entre as esquinas macabras, becos escuros e uma espessa cortina de neve, criaturas milenares aproveitam os trinta dias de noite para atacar os moradores da cidade sem medo e reprimir sua insaciável sede de sangue. Esses vampiros não são bonitos ou sensíveis. São brutais, desprezíveis, cruéis ― animais que caçam e matam sem escrúpulos. Barrow é a cidade perfeita. Assim como na graphic novel Wytches, de Jock e Snyder, Steve Niles e Bem Templesmith criam uma releitura moderna de uma figura icônica na cultura pop e faz seus personagens ficarem a um passo do abismo na luta pela sobrevivência em uma cidade fria, escura, isolada e favorável a predadores impiedosos. Entre elaboradas cenas de ação brilhantemente retratadas na arte cheia de camadas e referências de Ben Templesmith, Niles constrói relações humanas intensas e poderosas em meio à um verdadeiro banquente sangrento. Diante da morte inevitável, muito se revela.</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title=""  alt="87f28085d29f672a5c343e268eeb037a666688496455d0254804e2942865a66b?s=100&#038;d=mm&#038;r=g 30 DIAS DE NOITE | A temporada de caça aos humanos começou" alt='Rogerio Christofoletti' src='https://secure.gravatar.com/avatar/87f28085d29f672a5c343e268eeb037a666688496455d0254804e2942865a66b?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/87f28085d29f672a5c343e268eeb037a666688496455d0254804e2942865a66b?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/monitorando/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Rogerio Christofoletti</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista, dramaturgo e professor universitário. Já publicou 12 livros na área acadêmica e escreveu oito peças de teatro. É um dos autores do e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx).</p>
</div></div><div class="saboxplugin-web "><a href="http://christofoletti.com/" target="_self" >christofoletti.com/</a></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2019/09/30/30-dias-de-noite-a-temporada-de-caca-aos-humanos-comecou/">30 DIAS DE NOITE | A temporada de caça aos humanos começou</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>True Detective vira dissertação e livro por editora universitária</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2019/09/20/true-detective-vira-dissertacao-e-livro-por-editora-universitaria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rogerio Christofoletti]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Sep 2019 22:51:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[séries de tv]]></category>
		<category><![CDATA[felipe borges]]></category>
		<category><![CDATA[HBO]]></category>
		<category><![CDATA[Nic Pizzolatto]]></category>
		<category><![CDATA[rogério christofoletti]]></category>
		<category><![CDATA[True Detective]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Selo Editorial PPGCOM, da Universidade Federal de Minas Gerais, acaba de publicar “Detetives de verdade? O rastro como dimensão</p>
<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2019/09/20/true-detective-vira-dissertacao-e-livro-por-editora-universitaria/">True Detective vira dissertação e livro por editora universitária</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Selo Editorial PPGCOM, da Universidade Federal de Minas Gerais, acaba de publicar “Detetives de verdade? O rastro como dimensão da incerteza em True Detective”, de Felipe Borges. A obra é a versão na forma de livro eletrônico da dissertação defendida em 2017 no programa de pós-graduação em comunicação.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ss&amp;ref=as_ss_li_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=8580576504&amp;asins=8580576504&amp;linkId=48b6aa8c61b132945602867321f9f168&amp;show_border=true&amp;link_opens_in_new_window=true" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>Com 243 páginas, o livro aborda a primeira temporada da série de TV criada por Nic Pizzolatto para a HBO, mas vai além da descrição de personagens e tramas. Felipe Borges, que continua a estudar telesséries no doutorado, investiga o próprio papel dos investigadores na engenharia narrativa, apontando as impossibilidades que o gênero e a linguagem impõem.</p>
<p>A ficção de crimes é refém de “um eterno desejo de saber” e, como fãs, seguimos os detetives a farejar as pistas que podem ajudar a responder quem matou, como matou e porquê…</p>
<p style="padding-left: 40px;">[su_quote]“A ficção criminal existe sobre um desejo fortemente nostálgico: a volta ao passado serve à reorganização da nossa realidade, posta em xeque diante de um crime misterioso. Como se descobrir as respostas nos permitisse retornar ao estado anterior das coisas – um projeto fadado ao fracasso. True Detective evidencia que as resoluções nunca são suficientes, mas mero consolo”, escreve.[/su_quote]</p>
<p>Deu curiosidade? <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://seloppgcom.fafich.ufmg.br/novo/publicacao/detetives-de-verdade/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Baixe o livro aqui</a></span> ou releia <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://literaturapolicial.com/?s=true+detective" target="_blank" rel="noopener noreferrer">tudo</a></span> o que o Literatura Policial.com já publicou sobre esta empolgante série.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>(Imagem: Divulgação)</em></p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title=""  alt="87f28085d29f672a5c343e268eeb037a666688496455d0254804e2942865a66b?s=100&#038;d=mm&#038;r=g True Detective vira dissertação e livro por editora universitária" alt='Rogerio Christofoletti' src='https://secure.gravatar.com/avatar/87f28085d29f672a5c343e268eeb037a666688496455d0254804e2942865a66b?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/87f28085d29f672a5c343e268eeb037a666688496455d0254804e2942865a66b?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/monitorando/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Rogerio Christofoletti</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista, dramaturgo e professor universitário. Já publicou 12 livros na área acadêmica e escreveu oito peças de teatro. É um dos autores do e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx).</p>
</div></div><div class="saboxplugin-web "><a href="http://christofoletti.com/" target="_self" >christofoletti.com/</a></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2019/09/20/true-detective-vira-dissertacao-e-livro-por-editora-universitaria/">True Detective vira dissertação e livro por editora universitária</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>Em Chernobyl, o perigo mesmo é a nossa ignorância</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2019/06/05/em-chernobyl-o-perigo-mesmo-e-a-nossa-ignorancia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rogerio Christofoletti]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Jun 2019 17:18:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[colaboração]]></category>
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		<category><![CDATA[séries de tv]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Rogério Christofoletti &#8211; A série televisiva mais comentada do momento não é apenas um triunfo das redes sociais,</p>
<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2019/06/05/em-chernobyl-o-perigo-mesmo-e-a-nossa-ignorancia/">Em Chernobyl, o perigo mesmo é a nossa ignorância</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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<p><em>Por Rogério Christofoletti</em> &#8211; A série televisiva mais comentada do momento não é apenas um triunfo das redes sociais, mas sobretudo da sua capacidade narrativa. <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.hbo.com/chernobyl" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Produzida pela HBO e Sky Atlantic</a></span>, de cara, Chernobyl desbancou sucessos como Breaking Bad e Game of Thrones, que antes tinham as melhores pontuações no IMDb. A história do maior desastre nuclear do planeta é um prato cheio de dramas pessoais, fincados sobre um terreno de permanente tensão. Em abril de 1986, o reator de uma importante usina na Ucrânia explode, contaminando tudo ao redor num raio de dezenas de quilômetros e espalhando cinzas radioativas até a Suécia!</p>
<p>Não fosse a terrível tragédia que causa diversas mortes e a evacuação de uma cidade inteira, há ainda as disputas de poder dentro do governo soviético, indisposto a reconhecer o tamanho do problema e a receber auxílio de outras nações para controlar a situação. Se você tem menos de quarenta anos, talvez tudo isso não soe muito alarmante. Coloque na balança que ainda estávamos em plena Guerra Fria, que os efeitos maléficos da radiação eram conhecidos quase que só por especialistas e que não havia internet nem tecnologias importantes para enfrentar uma crise como essa. Sim, Chernobyl mudou a nossa história, alterando não apenas as plantas das centrais nucleares, mas protocolos de segurança, tratamentos médicos, investimentos científicos, pactos internacionais e a próprio senso comum sobre radioatividade.</p>
<p>Infelizmente, é uma grande história para ser contada, e o criador Craig Mazin comprimiu dois anos em cinco episódios com drama, inteligência e suspense. As mortes de gente comum e as perdas pessoais drenam a gordura das explicações mais científicas ao longo dos capítulos. O elenco afinado e os diálogos bem cortados fazem o ritmo oscilar, fazendo com que, diversas vezes, despenque vertiginosamente, alcançando quase a marcha de ponto morto. Nessas horas, não há tédio ou cansaço; há o pesar das grandes tragédias, como se o tempo parasse para que a vida (e a morte) atravessassem a rua.</p>
<p>Do tipo documental, mas com liberdades narrativas, Chernobyl não poupa críticas explícitas ou veladas ao regime moribundo da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas. O burocratismo técnico, o ufanismo cegante, a máquina partidária, tudo, enfim, parece ser o azeite que move a máquina do maior desastre nuclear que já testemunhamos. Há muita verdade ali, mas o telespectador deve lembrar que se trata de uma produção anglo-americana, ideologicamente orientada para satanizar Moscou e seus arredores. Para equilibrar a balança, recomendo ler Vozes de Tchernóbil, de Svetlana Aleksiévitch, uma tristíssima colcha de retalhos memorialísticos sobre este episódio e o que ele provocou na humanidade.</p>
<p>Apesar do ranço da revanche ideológica, existe um trunfo narrativo em Chernobyl – a série &#8211; que merece a atenção. Diretores, roteiristas e atores não estão contando a história de um furacão, de uma guerra ou de uma invasão bárbara. Esses perigos são visíveis e plasticamente catastróficos. Em Chernobyl, eles estão falando de algo que não tem cor nem cheiro, não pode ser contido numa garrafa, e pode até atravessar as paredes. Um inimigo mortal, silencioso, invisível e muito desconhecido. Está esperando um artefato radioativo brilhando no escuro, emitindo um zumbido tétrico? Esqueça. O terror é mais sutil, reage com o DNA das pessoas, devasta suas carnes e vidas.</p>
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<p>Mas, note: em Chernobyl, o grande perigo é a radioatividade, mas é também a nossa ignorância. O reator explodiu mesmo? Como é possível? Há outros registros de cientistas soviéticos sobre casos semelhantes? E agora, o que podemos fazer para conter essa ameaça? Quem foi responsável por essa tragédia? O que o governo esconde? Por que não alertaram os habitantes de Pripyat do quanto tudo aquilo era perigoso? Ainda corremos risco de algo parecido?</p>
<p>Forte e impactante, a série da HBO/Sky Atlantic flerta com o drama e o terror, sem deixar de se render aos elementos do gênero policial. Temos uma física nuclear perseguindo pistas para explicar o que teria acontecido naquela fatídica noite de abril. Temos o mistério que ronda as circunstâncias do desastre. Temos mais mistérios sobre porque as autoridades esconderam tantos outros detalhes importantes para gerir usinas daquele tipo. Temos corpos sem vida e a curiosidade que nos impele a investigar. A depender do que formos encontrando pelos escombros, talvez tenhamos também não um acidente, mas um crime. Circuito fechado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Veja o trailer</h4>
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<p>&nbsp;</p>
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