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	<title>Arquivos série de tv -</title>
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	<description>O melhor portal sobre suspense e mistério!</description>
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	<title>Arquivos série de tv -</title>
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		<title>Andrew Scott será Tom Ripley em adaptação de Patricia Highsmith</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Sep 2019 22:27:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[clássicos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; O Talentoso Ripley, maior sucesso da escritora norte-americana Patricia Highsmith, vai finalmente virar uma série de TV. Segundo o</p>
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<p>O Talentoso Ripley, maior sucesso da escritora norte-americana Patricia Highsmith, vai finalmente virar uma série de TV. <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.thewrap.com/andrew-scott-to-star-in-showtimes-the-talented-mr-ripley-adaptation/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Segundo o site The Wrap</a></span>, o canal Showtime confirmou que “Ripley” terá oito episódios e será protagonizado por Andrew Scott (o Moriarty da série Sherlock, da BBC).</p>
<p style="text-align: center;"><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ss&amp;ref=as_ss_li_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=853592051X&amp;asins=853592051X&amp;linkId=32e418058ce7fa1306368b091454bdf1&amp;show_border=true&amp;link_opens_in_new_window=true" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>Scott viverá o anti-herói Tom Ripley, um trambiqueiro que acaba viajando para a Itália com o propósito de trazer o rico Dickie Greenleaf de volta aos Estados Unidos, a pedido do pai dele. Segundo a autora o classificava, Ripley é &#8220;um vigarista suave, agradável e totalmente amoral, além de um assassino em série que consegue fugir da justiça&#8221;.</p>
<p>No cinema, Ripley já foi vivido por Alain Delon em 1959, e mais recentemente por Matt Damon em 1999. Ele aparece em cinco livros de Patricia Highsmith, todos escritos entre 1955 e 1991.</p>
<p>A série terá direção de Steven Zaillian, vencedor do Oscar de melhor roteiro em 1994 pelo filme A Lista de Schindler. Ainda não há previsão de estreia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Conheça o livro</h4>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/_lWB-Z2jwIQ" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><a href="https://www.youtube.com/literaturapolicial"><img  title="" decoding="async" class="alignnone wp-image-38465 size-full" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2019/09/inscrever_p.png"  alt="inscrever_p Andrew Scott será Tom Ripley em adaptação de Patricia Highsmith"  width="200" height="84" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>SOBRE O LIVRO</h4>
<p><a href="https://www.amazon.com.br/talentoso-Ripley-Patricia-Highsmith/dp/853592051X/ref=as_li_ss_il?__mk_pt_BR=%C3%85M%C3%85%C5%BD%C3%95%C3%91&amp;keywords=o+talentoso+ripley&amp;qid=1569449773&amp;s=gateway&amp;sr=8-1&amp;linkCode=li3&amp;tag=literaturapol-20&amp;linkId=31ee5fe4f36ed1fb2cc326736ed24ea5" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img  title=""  alt="q?_encoding=UTF8&amp;ASIN=853592051X&amp;Format=_SL250_&amp;ID=AsinImage&amp;MarketPlace=BR&amp;ServiceVersion=20070822&amp;WS=1&amp;tag=literaturapol-20 Andrew Scott será Tom Ripley em adaptação de Patricia Highsmith" decoding="async" class="alignleft" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?_encoding=UTF8&amp;ASIN=853592051X&amp;Format=_SL250_&amp;ID=AsinImage&amp;MarketPlace=BR&amp;ServiceVersion=20070822&amp;WS=1&amp;tag=literaturapol-20" border="0" /></a><img  title="" decoding="async" style="border: none !important; margin: 0px !important;" src="https://ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;l=li3&amp;o=33&amp;a=853592051X"  alt="ir?t=literaturapol-20&amp;l=li3&amp;o=33&amp;a=853592051X Andrew Scott será Tom Ripley em adaptação de Patricia Highsmith"  width="1" height="1" border="0" /></p>
<p><strong>Título</strong>: O talentoso Ripley<br />
<strong>Autora</strong>: Patricia Highsmith<br />
<strong>Tradução</strong>: Álvaro Hattnher<br />
<strong>Páginas</strong>: 296<br />
<strong>Editora</strong>: Companhia das Letras<br />
<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/2lOkpwP" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Compre o livro/e-book</a></span></p>
<p>SINOPSE &#8211; Tom Ripley sobrevive de trambiques em Nova York. Ele é especialista em forjar documentos, além de ter um talento extraordinário para imitar personalidades e características pessoais. Vive tentando escapar das investidas da polícia nova- -iorquina, enquanto sonha com uma vida fácil. Certo dia, o milionário senhor Greenleaf o procura, supondo que Ripley seja um grande amigo de seu filho Dickie. Greenleaf lhe oferece uma viagem à Europa para tentar trazer Dickie de volta aos Estados Unidos &#8211; o rapaz leva uma vida mansa no litoral italiano, longe da família. Ripley aceita a missão e começa a fazer planos de como aproveitar a viagem e se dar bem na Europa. Na Itália, encontra Dickie e a vizinha Marge, com quem vai estabelecer um triângulo de amizade. Dickie alimenta a ambição de se tornar pintor e Marge, apaixonada por ele, está às voltas com a escrita de seu primeiro romance. Aos poucos, Ripley desenvolve uma relação doentia e sedutora com o novo amigo: adota os mesmos gostos e começa a usar as roupas de Dickie, que passa então a rejeitá-lo. Acuado, Ripley reage de forma imprevisível. O talentoso Ripley (1955) é um clássico da literatura policial. O livro ganhou duas versões para o cinema: a primeira, feita em 1959 pelo diretor René Clémente, tinha Alain Delon no papel de Ripley e, no Brasil, ganhou o título de O sol por testemunha; a segunda, com Matt Damon no papel principal, filmada por Anthony Minghella em 1999, recebeu o nome de O talentoso Ripley.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>(Imagem: Divulgação)</em></p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100"  alt="WOsSxJON_400x400 Andrew Scott será Tom Ripley em adaptação de Patricia Highsmith"  itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2019/09/25/andrew-scott-sera-tom-ripley-em-adaptacao-de-patricia-highsmith/">Andrew Scott será Tom Ripley em adaptação de Patricia Highsmith</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>Em Os Crimes ABC, o passado de Poirot importa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Dec 2018 13:02:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agatha Christie]]></category>
		<category><![CDATA[séries de tv]]></category>
		<category><![CDATA[agatha christie]]></category>
		<category><![CDATA[ana paula laux]]></category>
		<category><![CDATA[hercule poirot]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>* sem spoilers De 26 a 28 de dezembro, a série Os Crimes ABC foi exibida pela BBC One na</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>* sem spoilers</em></p>
<p>De 26 a 28 de dezembro, a série Os Crimes ABC foi exibida pela BBC One na Inglaterra. Adaptação do livro de Agatha Christie, o programa trouxe John Malkovich como o detetive Hercule Poirot, numa história ambientada na década de 1930.</p>
<p>A roteirista Sarah Phelps contextualizou o clássico de Christie em 1933, trazendo assuntos relevantes da época como a ascensão do fascismo e a xenofobia crescentes na Inglaterra. Poirot está inserido neste cenário que borbulha preconceito e raiva, passando com frequência por situações desagradáveis apenas por ser belga.</p>
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<p>Num primeiro episódio, há de se estranhar o abatimento do personagem. Poirot parece perdido, melancólico, até risível. Não tem prestígio com a polícia (o personagem vivido por Rupert Grint o destrata constantemente) nem vive cercado de glamour. Não estão em evidência as suas pequenas manias nem o ego inflado. Ele parece um homem triste e desesperançado.</p>
<p>A partir do segundo episódio, entende-se que o segredo da série está no passado de Poirot (e não apenas na descoberta do assassino das cartas ABC). Este passado só é revelado no último episódio, mas durante a história várias pistas vão sendo oferecidas ao público. Se os fãs mais tradicionais torceram o nariz por causa da mudança no bigode do detetive, certamente vão convulsionar com o final que Sarah Phelphs escolheu.</p>
<p>A intenção da roteirista foi dar um toque mais realista ao clássico, associando o momento político da década de 1930 com o de hoje, com o Brexit e as políticas de Trump tomando as manchetes dos jornais. <a href="https://bit.ly/2Q5l7z6" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Em entrevista, Phelps explicou que</a>,</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;">[su_quote]A linguagem da época é exatamente a mesma que a do Brexit e Trump: deter a corrente dos imigrantes, construir o muro&#8230; Eu queria ver como isso aconteceu e o que isso poderia significar&#8230; (na década de 1930) a União Britânica dos Fascistas está em ascensão e há recessão e inquietação na Europa, e no mesmo tempo que nos levou hoje para ir das Olimpíadas ao Brexit &#8211; seis anos &#8211; haverá outra guerra. Muitos danos podem ser feitos em seis anos e eu queria que as pessoas entendessem isso.[/su_quote]</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Foi uma decisão corajosa e que imprimiu profundidade à história. Para além de embarcar na jornada da investigação em si, vê-se a consequência de políticas nacionalistas usadas para manipular a população e incitar o ódio, e como isso fere a dignidade das pessoas.</p>
<p>Neste contexto, Poirot foi bem interpretado por John Malkovich. É muito duro ver o personagem ser humilhado nas ruas pelo fato de ser belga, e ao mesmo tempo entende-se então a gravidade do olhar de Malkovich. Poirot está mais humano, é falível e tenta apenas sobreviver diante do caos. Mas acima de tudo ele quer fazer justiça, ele quer identificar o mal. Essa sua essência não muda.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-34694" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2018/12/48379526_577818742642761_2892225118791008256_n-300x283.jpeg"  alt="48379526_577818742642761_2892225118791008256_n-300x283 Em Os Crimes ABC, o passado de Poirot importa"  width="300" height="283" srcset="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2018/12/48379526_577818742642761_2892225118791008256_n-300x283.jpeg 300w, https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2018/12/48379526_577818742642761_2892225118791008256_n-768x724.jpeg 768w, https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2018/12/48379526_577818742642761_2892225118791008256_n.jpeg 865w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /><em>John Malkovich no papel do detetive Poirot</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O terceiro e último episódio revela o mistério de Poirot, um segredo que vai dividir opiniões mas que não passará batido. Assim como o elenco bem escalado, com destaque para as atuações de Eamon Farren (Alexander Bonaparte Cust), Andrew Buchan (Franklin Clarke), Rupert Grint (o odiável Inspetor Crome) e Tara Fitzgerald (Lady Hermione Clarke).</p>
<p>Série recomendada para quem é pouco conservador e aceita mudanças na história. E parabéns ao Sr. Malkovich por interpretar Poirot com tanta dignidade.</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100"  alt="WOsSxJON_400x400 Em Os Crimes ABC, o passado de Poirot importa"  itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2018/12/29/em-os-crimes-abc-o-passado-de-poirot-importa/">Em Os Crimes ABC, o passado de Poirot importa</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>American Crime Story: O povo contra O.J. Simpson, por Jeffrey Toobin</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2016/07/06/american-crime-story-o-povo-contra-o-j-simpson-por-jeffrey-toobin/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Luciana da Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Jul 2016 13:32:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[resenha]]></category>
		<category><![CDATA[séries de tv]]></category>
		<category><![CDATA[American Crime Story]]></category>
		<category><![CDATA[darkside books]]></category>
		<category><![CDATA[Luciana da Cunha]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; POR LUCIANA DA CUNHA &#8211; Não é de hoje que a DarkSide Books acerta a mão em trazer para</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>POR LUCIANA DA CUNHA &#8211; Não é de hoje que a DarkSide Books acerta a mão em trazer para o Brasil obras literárias que são ou foram sucesso nas telonas ou no universo das séries. E não seria diferente com American Crime Story: O povo contra O. J. Simpson, livro que narra detalhadamente o “julgamento do século” que absolveu o astro do futebol americano acusado de assassinar sua ex-esposa e um amigo dela (não é spoiler se aconteceu há mais de 20 anos).</p>
<p>Apesar de ter sido lançado originalmente enquanto o caso ainda estava fresco na memória das pessoas, lá em 1996, a obra de Jeffrey Toobin ganha força novamente com a produção televisiva de mesmo nome, produzida por ninguém menos que Ryan Murphy. Se o nome lhe parece familiar é porque você provavelmente se admirou e assustou com a maestria do diretor e produtor em sua maior obra para a TV: American Horror Story, que acumula indicações em premiações da crítica e sustos no público.</p>
<p>Mas voltando à década de 1990 e aos acontecimentos que deram origem ao livro e à série: O. J. Simpson, uma das maiores estrelas da época nos Estados Unidos, é acusado de ter assassinado sua ex-esposa Nicole Brown e o amigo Ron Goldman na noite de 12 de junho de 1994 (ironicamente, Dia dos Namorados no Brasil). Não houve flagrante, mas logo nos primeiros dias de investigação ficava claro o envolvimento do ex-jogador de futebol americano no crime.</p>
<p>O circo midiático já foi armado com a ajuda do próprio O.J., que protagonizou uma fuga de carro televisionada e lembrada até hoje por pessoas de todo o mundo. O showzinho não deu muito certo e, cercado e aconselhado por amigos, ele decidiu se entregar para aguardar julgamento e “colaborar” com as investigações.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ss&amp;ref=as_ss_li_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;language=pt_BR&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=8566636848&amp;asins=8566636848&amp;linkId=19f85210d7358d071bf013008c06f119&amp;show_border=true&amp;link_opens_in_new_window=true" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>Do lado da promotoria, o caso parecia simplesmente impossível de ser perdido. Tudo realmente colocava sangue nas mãos de Simpson. No entanto, eles não contavam com o “time dos sonhos” que era a equipe de advogados contratados por Simpson.</p>
<p>Todo o processo criminal e principalmente o julgamento são o foco tanto do livro como da série e isso é a principal vantagem dos dois. Não há narração da cena do crime, tudo o que sabemos é baseado em provas. E as provas apontam para O.J., mais fortemente no livro, que traz muito mais detalhes do que a série, como é de se esperar.</p>
<p>Outro fator que fica ainda mais explícito no livro do que na série é a ingenuidade e, por que não, negligência da própria promotoria, que tinha um caso ganho nas mãos e contou apenas com isso para garantir um veredicto favorável. Enquanto eles se apoiavam apenas nos fatos, o time de Simpson se apoiou nos casos de racismos registrados pela Polícia de Los Angeles para alegar que seu cliente estava sendo acusado apenas pelo fato de ser negro. O triste dessa parte é que sabemos que esse tipo de abuso policial realmente acontece até hoje, mais de 20 anos após o julgamento, e não apenas nos Estados Unidos. E foi com base nisso que eles conduziram toda a defesa, desde os argumentos até a seleção de testemunhas e do próprio júri: o objetivo não era provar que O.J. era inocente, mas que a polícia era racista e que poderia ter plantado evidências de que seu cliente era culpado.</p>
<p>Nem o livro e nem a série afirmam com todas as letras se O.J. era culpado ou não, eles apenas mostram as evidências e o julgamento fica a cargo do leitor/espectador. O livro traz muito mais evidências que sustentam a tese de culpa, já a série tenta deixar uma pulga atrás da orelha do público. Como eu li o livro ao mesmo tempo em que assistia à série, essa diferença ficou gritante, mas talvez alguém que assista apenas à produção de Ryan Murphy chegue à mesma conclusão: de que O. J. Simpson foi responsável pelo duplo homicídio.</p>
<p>A série mostra ainda a versatilidade de Murphy, já que a série nem de longe lembra American Horror Story. Outro ponto forte é a caracterização meticulosa e a atuação certeira de um elenco estrelado, com nomes como John Travolta, Cuba Goodin Jr., Sarah Paulson (a verdadeira rainha da coisa toda), David Schwimmer, Nathan Lane e até uma ponta de Selma Blair como Kris Jenner.</p>
<p>Não vou falar muito mais da história porque o texto tá gigante e vocês têm o livro e a série para encarar (sim, recomendo os dois). Para mim, valeu para conhecer melhor uma história que eu tinha ouvido falar muito superficialmente. Para quem se lembra do julgamento, provavelmente vai encontrar muitos detalhes que a imprensa na época nem chegou a mencionar. Para a sociedade, fica a revolta de lembrar de mais um exemplo de que a justiça não é para todos e que ela se faz cega para quem pode pagar por isso.</p>
<p><em>* Livro cedido em parceria com a Darkside Books</em></p>
<h3 style="text-align: justify;">SOBRE O LIVRO</h3>
<p><strong><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-13252 size-full alignnone" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2016/07/american.jpg"  alt="american American Crime Story: O povo contra O.J. Simpson, por Jeffrey Toobin"  width="185" height="273" /><br />
Título</strong>: American Crime Story: O povo contra O.J. Simpson<br />
<strong>Autor</strong>: Jeffrey Toobin<br />
<strong>Tradutor</strong>: Lucas Magdiel<br />
<strong>Páginas</strong>: 460<br />
<strong>Editora</strong>: Darkside Books<br />
<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/3afe5VF" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Compre o livro</a></span></p>
<p style="text-align: justify;">SINOPSE – Craque recordista da NFL, a liga de futebol americano, o ídolo O.J. Simpson estava acima do bem e do mal. Simpson era o equivalente a Pelé, Messi ou Neymar em seu país. Tente agora imaginar a comoção que um país inteiro sentiu ao ver um herói do porte de O.J. ser acusado de um crime tão brutal: o assassinato de sua esposa, Nicole Brown, e do amigo dela, Ronald Goldman, a facadas. Em 13 de junho de 1994, tinha início um dos mais infames casos da história criminal dos Estados Unidos. American Crime Story: O Povo Contra O.J. Simpson é o mais completo livro sobre o caso, e foi escrito por Jeffrey Toobin, repórter que cobriu o julgamento para a revista New Yorker.</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title=""  alt="b710ee0c69fa28b3b7480b1009625ab895c86abeba581e759b5c2da0b556eba1?s=100&#038;d=mm&#038;r=g American Crime Story: O povo contra O.J. Simpson, por Jeffrey Toobin" alt='Luciana da Cunha' src='https://secure.gravatar.com/avatar/b710ee0c69fa28b3b7480b1009625ab895c86abeba581e759b5c2da0b556eba1?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/b710ee0c69fa28b3b7480b1009625ab895c86abeba581e759b5c2da0b556eba1?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/lucianadc/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Luciana da Cunha</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista em Blumenau, desde os 15 anos se aventura pela blogosfera. Cinéfila desde a sua primeira VHS da Disney, escreve sobre o tema há nove anos. Descobriu a paixão pela literatura com romances policiais, mas hoje lê um pouco de tudo &#8211; principalmente tudo aquilo que vai parar nas telonas.</p>
</div></div><div class="saboxplugin-web "><a href="https://zinema.com.br/" target="_self" >zinema.com.br/</a></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2016/07/06/american-crime-story-o-povo-contra-o-j-simpson-por-jeffrey-toobin/">American Crime Story: O povo contra O.J. Simpson, por Jeffrey Toobin</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>Making a Murderer, no Netflix</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2016/01/08/making-a-murderer-no-netflix/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Padrini]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Jan 2016 14:31:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[séries de tv]]></category>
		<category><![CDATA[netflix]]></category>
		<category><![CDATA[resenha]]></category>
		<category><![CDATA[rodrigo padrini]]></category>
		<category><![CDATA[série de tv]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Rodrigo Padrini &#8211; Já imaginou ficar preso por 18 anos por um crime que você não cometeu? Parece</p>
<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2016/01/08/making-a-murderer-no-netflix/">Making a Murderer, no Netflix</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-10895 size-large" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2016/01/making-a-murderer-1200x713.jpg?w=700"  alt="making-a-murderer-1200x713 Making a Murderer, no Netflix"  width="700" height="416" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;color:#000000;"><em>Por Rodrigo Padrini</em> &#8211; Já imaginou ficar preso por 18 anos por um crime que você não cometeu? Parece ruim o suficiente não é mesmo? Bom, e se você enfim saísse da prisão porque acharam o verdadeiro culpado, e depois de dois anos fosse novamente acusado por outro crime e preso mais uma vez? Como diria o ilustre narrador futebolístico Milton Leite, “que faaaase”!</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;color:#000000;">Costumo falar apenas de livros por aqui, mas hoje vou recomendar uma série. No dia 18 de Dezembro de 2015, foi disponibilizado no serviço de streaming “Netflix” o documentário “Making a Murderer”, uma produção dividida em 10 capítulos de aproximadamente uma hora cada, que demorou cerca de 10 anos para ser finalizada. Para quem gosta de uma boa investigação criminal, algumas polêmicas e toques de teorias da conspiração, é uma excelente escolha.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;color:#000000;">Em 2003, o norte americano Steven Avery ficou conhecido após ter sido inocentado, graças a um exame de DNA, de uma acusação de estupro e agressão no condado de Manitowoc, Wisconsin. Liberado da prisão depois de cumprir 18 anos de pena injustamente, Avery processou o Estado, pedindo uma indenização de 36 milhões de dólares, alegando falhas imperdoáveis na investigação que levou à sua prisão.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;color:#000000;">Dois anos após a sua saída, em 2005, Steven foi acusado e preso por um novo crime, dessa vez o assassinato da fotógrafa Teresa Halbach. Essa situação inusitada deu origem a um dos mais comentados documentários do momento.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10896" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:35px;margin-bottom:35px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2016/01/23720054.jpg?w=700"  alt="23720054 Making a Murderer, no Netflix"  width="550" height="309" /></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;color:#000000;">“Making a Murderer” nos leva a refletir sobre o sistema judiciário e policial, sobre o poder e o preconceito, sobre mocinhos e vilões, e sobre a vida, acima de tudo. Na ausência de um narrador principal – o que torna tudo mais interessante -, a série é composta de entrevistas com as personagens envolvidas no processo, filmagens do julgamento, áudios de telefonemas, fotos e vídeos dos depoimentos.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;color:#000000;">Pode-se observar que o documentário toma partido do acusado, focando principalmente na defesa do réu e nas incoerências do Estado. É a luta do mais fraco contra o mais forte, o Estado. Essa parcialidade não incomoda, pelo contrário, é uma forma de contar a história, sem excluir a apresentação de todos os argumentos, de todos os lados.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;color:#000000;">Arrisco-me a dizer que a grande maioria das pessoas que buscarem assistir à série, o farão em um ou dois dias, no máximo. Afinal, o documentário revela os mistérios aos poucos, e é como se você estivesse participando como membro do júri ou um familiar do réu, ou da vítima.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;"><span style="color:#000000;">Por fim, recomendo que não leiam sobre o caso de Steven Avery antes de assistir ao documentário. Vejam cada episódio como a maior novidade, se surpreendam e escolham o seu lado. Assista o trailer abaixo ou</span> <a href="https://www.youtube.com/watch?v=34M2zdLc-2U" target="_blank" rel="noopener">veja o primeiro episódio aqui</a>.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align:left;">[youtube=https://www.youtube.com/watch?v=qxgbdYaR_KQ&amp;w=516&amp;h=370]</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;color:#ffffff;"><em><b>x</b> </em></span></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Ficha técnica</strong><br />
Título: Making a Murderer<br />
Criado por: Laura Ricciardi e Moira Demos<br />
Disponível em: Netflix</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Síntese</strong>: Steven Avery é acusado de um crime, mas o exame de DNA o inocenta. Ele abre um processo contra a força policial local que ameaça expor a corrupção do sistema judicial quando se vê acusado de outro crime.</p>
<p><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-24570 size-full" style="margin-top:40px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2018/02/rodrigo_perfil6.png"  alt="rodrigo_perfil6 Making a Murderer, no Netflix"  width="630" height="133" /></p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title=""  alt="9447ef7c6ff933f7c5e0a13f7ffac4deab4ad21cf3e793347f68cf2be4431202?s=100&#038;d=mm&#038;r=g Making a Murderer, no Netflix" alt='Rodrigo Padrini' src='https://secure.gravatar.com/avatar/9447ef7c6ff933f7c5e0a13f7ffac4deab4ad21cf3e793347f68cf2be4431202?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/9447ef7c6ff933f7c5e0a13f7ffac4deab4ad21cf3e793347f68cf2be4431202?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/rodrigopadrini/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Rodrigo Padrini</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Psicólogo, mestre e doutorando em Psicologia. Atua no sistema prisional. É músico e leitor assíduo de romances policiais, com aquele lugar especial no coração para Georges Simenon e Raymond Chandler.</p>
</div></div><div class="saboxplugin-web "><a href="https://maisumaopiniao.com.br/" target="_self" >maisumaopiniao.com.br/</a></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2016/01/08/making-a-murderer-no-netflix/">Making a Murderer, no Netflix</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>Primeiras impressões de Romance Policial: Espinosa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Padrini]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Oct 2015 17:32:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[séries de tv]]></category>
		<category><![CDATA[canal GNT]]></category>
		<category><![CDATA[colunista]]></category>
		<category><![CDATA[delegado espinosa]]></category>
		<category><![CDATA[Domingos Montagner]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Alfredo Garcia-Roza]]></category>
		<category><![CDATA[rodrigo padrini]]></category>
		<category><![CDATA[romance policial: espinosa]]></category>
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		<category><![CDATA[uma janela em copacabana]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Rodrigo Padrini &#8211; Como bem diz o título, são as primeiras impressões. Dizem que a primeira impressão é</p>
<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2015/10/16/primeiras-impressoes-de-romance-policial-espinosa/">Primeiras impressões de Romance Policial: Espinosa</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><a href="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/10/espinosa.jpg"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9430" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/10/espinosa.jpg"  alt="espinosa Primeiras impressões de Romance Policial: Espinosa"  width="678" height="285" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Por Rodrigo Padrini</strong> &#8211; Como bem diz o título, são as primeiras impressões. Dizem que a primeira impressão é a que fica. Espero que não. No último dia 15 de outubro, estreou no canal GNT a série Romance Policial: Espinosa, uma adaptação televisiva inspirada no livro “Uma Janela em Copacabana” (Companhia das Letras, 2010), de Luiz Alfredo Garcia-Roza (<a href="https://literaturapolicial.com/2015/10/12/uma-janela-em-copacabana-de-luiz-alfredo-garcia-roza/" target="_blank">já escrevi uma resenha sobre ele aqui no site</a>). A série tem como protagonista o famoso Delegado Espinosa, um possível quarentão introspectivo, apreciador de comidas congeladas, mulheres e livros.</p>
<p style="text-align:justify;">Me considero um fã de literatura policial, porém, tive apenas um breve contato com o Delegado Espinosa e a obra policial de Garcia-Roza, lendo propositalmente antes o livro que inspirou a série em questão. No entanto, creio ser suficiente para apresentar uma crítica construtiva sobre sua adaptação televisiva. Assisti ao primeiro episódio acompanhando freneticamente a hashtag #EspinosanoGNT no Twitter e lendo as opiniões por lá. Busco aqui uma síntese do que ouvi e, para amenizar, comecemos pela parte boa.</p>
<p style="text-align:justify;">Deixo claro que tenho ciência de que a série é apenas inspirada no livro e não é uma adaptação fiel do que está escrito. Mas, como somos pessoas chatas e críticas, somos também exigentes e temos grandes expectativas. Afinal, criticar faz parte, fortalece e faz crescer, que nem Danoninho e Biotônico Fontoura. E semana que vem posso mudar de ideia.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="font-size:1.25em;">Pontos positivos</span></strong></p>
<ul>
<li>A trilha sonora me causou ótimas impressões, discreta e adequada às cenas. Rolou uma introdução de uma faixa da carreira solo do Rodrigo Amarante. =]</li>
<li>A abertura do seriado também é muito bacana, com boas tomadas de Copacabana e um clima meio “Narcos”, uma série excelente do Netflix que você devia conhecer.</li>
<li>A representação das principais mortes que ocorrem no início da trama também salvou o episódio. Foi muito legal ver os cenários na telinha, mesmo que com algumas inconsistências.</li>
<li>A edição é boa e o episódio ficou dinâmico, sem intervalos (isso então foi excelente) e com uma duração legal.</li>
<li>O ator Domingos Montagner, que interpreta Espinosa, me satisfez, mas não impressionou. Talvez uma narração do próprio, em cima das cenas de silêncio, proporcionaria um clima mais introspectivo, bem característico do personagem.</li>
<li>A beleza do cenário facilita as coisas. Aquela parte do Rio de Janeiro é muito bonita, um belo pano de fundo, e a série parece que saberá explorar isso.
<p style="text-align:justify;">
</li>
</ul>
<p style="text-align:justify;"><strong>Pontos negativos</strong></p>
<ul>
<li>O elenco não convenceu neste primeiro episódio. A maioria dos personagens não passa nenhuma originalidade e seguem estereótipos bem batidos. O Domingos Montagner e a Nanda Costa salvaram.</li>
<li>Ainda sobre os atores, muitos são sofríveis. Alguns já morreram no episódio, pelo menos.</li>
<li>Os interrogatórios mostram um clima tenso totalmente desnecessário e desconexo com a trama original. Até a dona da empresa de cuidadores de idosos foi ofensivamente interrogada, poxa.</li>
<li>O Espinosa me pareceu agressivo e estressado. Não captei esse espírito na obra escrita, mas sim de um personagem calejado, introspectivo e pensativo, coerente e ponderado.</li>
<li>A ideia de botar o Espinosa para nadar no mar à noite ficou bacana, poético, mas inverossímil.</li>
<li>Na trama original, a namorada de Espinosa se chama Irene, trabalha/mora em São Paulo e parece mais velha/madura. Na TV, esqueci o nome da namorada, mas é nova, praticamente mora na casa do Espinosa e rola uma tensão sexual o tempo inteiro. Isso não condiz muito com o que imaginei da dinâmica afetiva do Delegado. Posso estar sendo insuportável, mas sei lá, isso não ficou legal.</li>
<li>O clima da delegacia e os policiais são “mais clichê” impossível.</li>
</ul>
<p style="text-align:justify;">Bom, entre mortos e feridos, como diria meu avô, são apenas algumas observações de um espectador crítico. Vários desses comentários foram falados em outras palavras no Twitter e espero ter transmitido minimamente seus pontos de vista. Romance Policial: Espinosa é uma produção nacional e isso é sensacional. Precisamos reforçar o gênero no país e em vários momentos, prometeu impressionar. Porém, em outros, decepcionou. Uma mistura de alto profissionalismo e amadorismo (ou falta de bom senso) inacreditável. Como disse ontem no Twitter, é uma baita responsabilidade botar livros de tanta qualidade na TV.</p>
<p style="text-align:justify;">De qualquer forma, compensa acompanhar os próximos episódios e, quem sabe, queimar a minha língua.</p>
<p style="text-align:justify;"><em>(Imagem: divulgação GNT)</em></p>
<p style="text-align:justify;"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-4856 size-full" style="margin-top:30px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/03/rodrigo_perfil3.png"  alt="rodrigo_perfil3 Primeiras impressões de Romance Policial: Espinosa"  width="630" height="133" /></p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title=""  alt="9447ef7c6ff933f7c5e0a13f7ffac4deab4ad21cf3e793347f68cf2be4431202?s=100&#038;d=mm&#038;r=g Primeiras impressões de Romance Policial: Espinosa" alt='Rodrigo Padrini' src='https://secure.gravatar.com/avatar/9447ef7c6ff933f7c5e0a13f7ffac4deab4ad21cf3e793347f68cf2be4431202?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/9447ef7c6ff933f7c5e0a13f7ffac4deab4ad21cf3e793347f68cf2be4431202?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/rodrigopadrini/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Rodrigo Padrini</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Psicólogo, mestre e doutorando em Psicologia. Atua no sistema prisional. É músico e leitor assíduo de romances policiais, com aquele lugar especial no coração para Georges Simenon e Raymond Chandler.</p>
</div></div><div class="saboxplugin-web "><a href="https://maisumaopiniao.com.br/" target="_self" >maisumaopiniao.com.br/</a></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2015/10/16/primeiras-impressoes-de-romance-policial-espinosa/">Primeiras impressões de Romance Policial: Espinosa</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>Novidades sobre a série Espinosa</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2015/08/26/novidades-sobre-a-serie-espinosa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2015 12:54:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[séries de tv]]></category>
		<category><![CDATA[ana paula laux]]></category>
		<category><![CDATA[canal GNT]]></category>
		<category><![CDATA[Domingos Montagner]]></category>
		<category><![CDATA[série de tv]]></category>
		<category><![CDATA[uma janela para copacabana]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>(Foto: Canal GNT) &#160; Mais um nome foi confirmado no elenco de &#8220;Romance policial: Espinosa&#8221;, série do canal GNT inspirada</p>
<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2015/08/26/novidades-sobre-a-serie-espinosa/">Novidades sobre a série Espinosa</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-8588 size-large" style="border:1px solid #000000;margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/08/espinosa_montagner2.jpg?w=750"  alt="espinosa_montagner2 Novidades sobre a série Espinosa"  width="750" height="500" /><br />
(Foto: <a href="http://gnt.globo.com/especiais/mais-da-tv/fotos/confira-os-bastidores-de-gravacao-da-nova-serie-brasileira-do-gnt-romance-policial-espinosa.htm#4943=1" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Canal GNT</a>)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Mais um nome foi confirmado no elenco de &#8220;Romance policial: Espinosa&#8221;, série do canal GNT inspirada na obra de Luiz Alfredo Garcia-Roza. O ator Paulo Verlings vai interpretar Otávio, detetive amigo e parceiro do delegado, que será vivido por Domingos Montagner. “Eles são amigos, têm uma relação séria de parceria. O Otávio vai namorar o travesti Debora (Carol Marra) e isso não será uma questão para ele”, revela Verlings. </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">O elenco ainda conta com Nanda Costa, Bianca Comparato, Antonio Grassi, Rocco Pitanga, Roberto Birindelli e Chandelly Braz. Na trama, uma adaptação do livro <a href="http://www.clubedocrime.com.br/livros/JANELA_EM_COPACABANA_UMA" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Uma Janela em Copacabana</a>, vários policiais são mortos na circunscrição de Espinosa, levando o policial a desconfiar que os crimes estão sendo cometidos por companheiros de trabalho.  </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Com direção de José Rubem Fonseca, a série estreia no dia 15 de outubro.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://gnt.globo.com/especiais/mais-da-tv/fotos/confira-os-bastidores-de-gravacao-da-nova-serie-brasileira-do-gnt-romance-policial-espinosa.htm#4943=1" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="font-size:1.25em;">Confira fotos dos bastidores de gravação da série</span></a></p>
<p><em>Com informações de O Globo, O Popular, ZOLA e Canal GNT.</em></p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100"  alt="WOsSxJON_400x400 Novidades sobre a série Espinosa"  itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2015/08/26/novidades-sobre-a-serie-espinosa/">Novidades sobre a série Espinosa</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>Por que eu ainda não superei o meu romance com Dexter</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luciana da Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2015 14:59:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[séries de tv]]></category>
		<category><![CDATA[Dexter]]></category>
		<category><![CDATA[Luciana da Cunha]]></category>
		<category><![CDATA[série de tv]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Luciana da Cunha &#8211; Cada término de relacionamento é diferente do outro. Alguns são fáceis e você consegue seguir</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Luciana da Cunha</em> &#8211; Cada término de relacionamento é diferente do outro. Alguns são fáceis e você consegue seguir em frente sem muitos problemas. Já outros parecem render anos de ressentimentos e perguntas não respondidas. O meu término com Dexter se encaixa na segunda opção: depois de quase dois anos de termos seguido caminhos diferentes – ele para a vida de lenhador e eu para outras séries – eu ainda tenho aquela sensação de que as coisas poderiam ter sido diferentes entre nós dois. Que eu poderia ter sido mais compreensiva, mas que ele também poderia ter correspondido um pouco mais às minhas expectativas e ter me garantido um pouco mais de estabilidade emocional.</p>
<p>Verdade seja dita, a minha relação com Dexter não era das melhores. Nos dois primeiros anos tudo era perfeito e eu cheguei a acreditar que seria o melhor relacionamento de todos, mesmo sabendo que não duraria pra sempre. No primeiro ano conheci seus segredos, sua família (tanto a adotiva como a biológica), sua namorada e os filhos dela e até o acompanhei na morte de seu irmão. No segundo ano, ele fez algumas coisas que não me agradaram muito, mas isso só me mostrou que, apesar de tudo, ele também era um ser humano e cometia erros. Fiquei tensa quando seus segredos quase foram revelados e um dos meus maiores alívios naquele ano foi ver como ele conseguiu se safar mais uma vez.</p>
<p>O terceiro ano do nosso relacionamento já mostrou que nem tudo seria um mar de rosas sempre. Claro que fiquei feliz com o casamento dele e comemorei a notícia da paternidade dele como qualquer pessoa próxima faria. Na verdade eu estava mais curiosa pra ver como ele se sairia dali pra frente. Mas as amizades daquele ano estragaram um pouco a coisa toda. O Miguel não era a melhor companhia pra ele, mas ainda bem que Dexter descobriu isso a tempo e se livrou dele da melhor forma possível. Ainda assim, faltava aquela emoção que sempre me deixava ansiosa para mais um dos nossos encontros semanais.</p>
<p>A minha fé de que as coisas poderiam ser melhores foi recuperada no quarto ano da nossa história, que provavelmente foi o melhor de todos eles. Dessa vez o novo amigo dele era sensacional e eu confesso que me interessei mais por ele do que pelo próprio Dexter nesse período. Trinity era interessante, complexo e um retrato de tudo aquilo que o próprio Dexter poderia se tornar um dia. Mas assim como a maioria das amizades dele, essa acabou logo e não foi de forma tranquila. Mesmo sabendo o que iria acontecer, o desfecho daquela fase ainda foi chocante. Trinity não faria mais parte de nossas vidas, mas Rita também não. Eu sabia que a partir desse ponto a nossa relação não seria mais a mesma.</p>
<p>Ali por 2010, no nosso quinto ano, as coisas esfriaram um pouco. Ele tinha uma nova namorada que não era de todo mal, mas faltava algo. As surpresas não estavam mais lá e a minha paixão foi, inevitavelmente, diminuindo. Mas eu não iria desistir assim tão fácil. Eu tinha investido muito naquela relação e eu seguiria ali até o fim, independentemente de quando isso fosse acontecer.</p>
<p>Foi bom ter persistido porque logo depois as coisas melhoraram de novo. Logo no início do sexto ano Dexter conseguiu prender a minha atenção pelos próximos meses quase como era no começo. Eu mal podia esperar pelos nossos encontros semanais. Foi uma fase bem interessante, ele encontrou bastante coisa estranha pelo caminho e se aproximou da religião. Da forma dele, claro. Ainda havia esperança para nós dois.</p>
<p>No entanto, os dois últimos anos que passamos juntos foram tão maçantes que eu prefiro nem me lembrar muito deles. Nesse meio tempo apareceu uma tal de Hannah McKay na vida dele e o Dexter meio que se perdeu depois disso. Ele não tinha mais amizades interessantes como antes. Aliás, foram anos bem confusos em que nem ele sabia direito contra que demônios estava lutando. Eu não podia ajudá-lo nisso. O máximo que eu podia fazer era assistir a coisa toda e torcer pra que tudo terminasse bem.</p>
<p>Infelizmente a minha torcida não foi o suficiente. Ali no início do nosso último ano juntos eu já sabia que o fim era inevitável. No início até cheguei a acreditar que as coisas iriam melhorar um pouco e que ele, pelo menos, me deixaria com uma lembrança boa. Mas a tal da Hannah voltou e a vida dele ficou tão complicada que eu achei que não teríamos tempo de amarrar todas as pontas. E foi mais ou menos isso o que aconteceu. Muita coisa ficou acumulada para a nossa última hora juntos e todos os nossos problemas se resolveram de forma muito rápida, sem muita explicação. Até hoje estou tentando entender por que ele tomou certas atitudes, principalmente em relação à irmã dele.</p>
<p>Assim como todo término esperneante, Dexter tentou chamar a minha atenção o máximo que pode e conseguiu me chocar, mas não no bom sentido. Ainda me lembro da nossa despedida: logo depois dos nossos últimos momentos juntos eu saí do meu quarto completamente desnorteada. Eu sabia que os últimos anos não tinham sido bons, mas eu já tinha me acostumado com aquilo tudo. Afinal, foram oito anos de dedicação um ao outro. Lembro-me de ter passado pelas cinco etapas do luto e de ter aceitado que ele não faria mais parte da minha vida.</p>
<p>Mesmo dois anos depois, eu ainda imagino como as coisas poderiam ter sido diferentes. Mas felizmente consegui seguir em frente com a minha vida e conheci outras séries tão interessantes quanto Dexter de lá pra cá. Claro que ainda tenho guardadas as nossas lembranças em boxes de DVDs e nos livros. Mas eu já deveria saber no que eu estava me envolvendo, afinal, eu sempre soube que ele era um serial killer, e quem se aproxima demais sempre acaba apunhalado de alguma forma.</p>
<p><em>[Imagem: Divulgação]</em></p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title=""  alt="b710ee0c69fa28b3b7480b1009625ab895c86abeba581e759b5c2da0b556eba1?s=100&#038;d=mm&#038;r=g Por que eu ainda não superei o meu romance com Dexter" alt='Luciana da Cunha' src='https://secure.gravatar.com/avatar/b710ee0c69fa28b3b7480b1009625ab895c86abeba581e759b5c2da0b556eba1?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/b710ee0c69fa28b3b7480b1009625ab895c86abeba581e759b5c2da0b556eba1?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/lucianadc/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Luciana da Cunha</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista em Blumenau, desde os 15 anos se aventura pela blogosfera. Cinéfila desde a sua primeira VHS da Disney, escreve sobre o tema há nove anos. Descobriu a paixão pela literatura com romances policiais, mas hoje lê um pouco de tudo &#8211; principalmente tudo aquilo que vai parar nas telonas.</p>
</div></div><div class="saboxplugin-web "><a href="https://zinema.com.br/" target="_self" >zinema.com.br/</a></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2015/07/13/por-que-eu-ainda-nao-superei-o-meu-romance-com-dexter/">Por que eu ainda não superei o meu romance com Dexter</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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