5 motivos para ler literatura policial
I. EXPLORAÇÃO
Quer melhor motivo para explorar a mente e a condição humanas do que um assassinato?
x
II. PLOT TWISTS
Um bom livro policial não funciona se não houver plot twists – sim, no plural. São essas viradas que te deixam desgraçado da cabeça, se perguntando como-eu-não-vi-isso-antes, que tornam a literatura policial tão rica e espetacular. O assassino é o narrador? O assassino estava vivo na ilha o tempo todo? O assassino é a velha paraplégica muito dócil e amável? Como eu não vi isso antes????
x
III. DETETIVES
Não existe livro policial sem um detetive – policial ou não – que seja cativante. Normalmente são seres problemáticos e traumatizados que ganham a compaixão do leitor na primeira piada – ou revelação sombria sobre seu passado.
x
IV. FORMAÇÃO
Se hoje leio Philip Roth, Fitzgerald, Ricardo Lísias e Daniel Galera, devo minha formação literária aos mestres da narrativa policial. Foram eles que me mostraram o quão divertido pode ser ler e se engajar com uma narrativa. É praticamente uma regra básica: todo bom leitor começa com literatura policial.
x
V. ASSASSINOS
Detetives, plot twists, mente humana, blá, blá, blá. Tudo isso é muito bacana, coisa e tal, mas nada é tão delicioso num livro policial quanto um assassino filho da puta, sinistro, cruel e sanguinário. Nada motiva mais um leitor do que querer descobrir quem está matando as pessoas com tanto requinte e POR QUE faz isso. É um consenso entre os autores policiais: criar o antagonista é a melhor parte do trabalho, simplesmente porque acarreta em moldar o esqueleto da história e os já mencionados plot twists.
x
Share this content:
Nasceu em 1994. É escritor e roteirista. Fundou a plataforma literária Resenha de Bolso, foi editor de cultura da revista Poleiro e colaborador de literatura no site da Piauí.
5 comments