Publicado em 29 de abril de 1983, Christine rapidamente se tornou um dos maiores sucessos de Stephen King. No mesmo ano, a história ganhou vida nas telonas pelas mãos de John Carpenter, o mestre do terror responsável por clássicos como Halloween (1978) e O Enigma de Outro Mundo (1982).
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A trama acompanha Arnie Cunningham, um adolescente desajeitado que vive fugindo das humilhações dos colegas e não tem sorte com as garotas. Tudo muda quando ele encontra Christine, um Plymouth Fury 1958 que carrega muito mais do que cromados reluzentes: um toque sombrio e sobrenatural.
E para mergulhar ainda mais nesse clássico do horror, separei 6 curiosidades sobre o livro e sua adaptação para o cinema.
Lançado em 29 de abril de 1983 nos Estados Unidos, o livro poderia facilmente se passar no Maine — cenário favorito de Stephen King —, mas desta vez a história acontece em Libertyville, na Pensilvânia. A primeira edição ainda trouxe uma capa marcante, assinada pelo artista Craig DeCamps.
No mesmo ano, a história ganhou as telonas com Christine: O Carro Assassino, dirigido por John Carpenter e estrelado por Keith Gordon, John Stockwell, Alexandra Paul, Robert Prosky e Harry Dean Stanton. A curiosidade é que o filme começou a ser produzido antes mesmo do livro chegar às livrarias — uma prova do prestígio que Stephen King já tinha como autor. Apesar de ter arrecadado cerca de US$ 21 milhões nos Estados Unidos, tanto King quanto Carpenter consideraram o resultado um fracasso.
O carro que ganhou o papel principal em Christine foi o Plymouth Fury, um modelo clássico dos anos 1950, produzido a partir de 1955 pela Plymouth. Na década de 1980, já era visto como ultrapassado e quase esquecido, mas depois do lançamento do livro e do filme, voltou a conquistar atenção e se tornou novamente popular.
O livro vendeu 303 mil cópias no primeiro ano de publicação nos Estados Unidos. Naquele mesmo ano, King publicaria O Cemitério e A Hora do Lobisomem.
O adolescente Arnie Cunningham, dono de Christine, acabou sendo interpretado por Keith Gordon. Curiosamente, a primeira escolha para o papel foi Scott Baio, famoso na época por Happy Days (1977–1984). Já a namorada de Arnie, Leigh Cabot, ficou com Alexandra Paul, embora Brooke Shields também tenha sido considerada para o papel.
Stephen King achou que seria divertido posar com um carro na sessão de fotos do livro e decidiu alugar um Plymouth Fury para entrar no clima de Christine. O problema? Ele queria exatamente o modelo de 1958, mas só percebeu depois que havia alugado um de 1957. A diferença entre eles é um detalhe pequeno, mas importante: o para-choque dianteiro inferior.
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Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book “Os Maiores Detetives do Mundo” (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com
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