<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos benjamin black -</title>
	<atom:link href="https://literaturapolicial.com/tag/benjamin-black-2/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link></link>
	<description>O melhor portal sobre suspense e mistério!</description>
	<lastBuildDate>Mon, 01 Jun 2020 17:07:24 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.1.3</generator>

<image>
	<url>https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2020/12/cropped-33333782_2030838226987324_246982996299612160_n-2-32x32.jpg</url>
	<title>Arquivos benjamin black -</title>
	<link></link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Benjamin Black mostra o que é escrever bem em “Morte no Verão”</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2020/05/25/benjamin-black-mostra-o-que-e-escrever-bem-em-morte-do-verao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rogerio Christofoletti]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2020 18:43:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[colaboração]]></category>
		<category><![CDATA[notícias]]></category>
		<category><![CDATA[resenha]]></category>
		<category><![CDATA[benjamin black]]></category>
		<category><![CDATA[editora rocco]]></category>
		<category><![CDATA[morte no verão]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://literaturapolicial.com/?p=39429</guid>

					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Rogério Christofoletti &#8211; Livros policiais e de suspense compõem um dos gêneros mais democráticos e amplos da literatura. Nessa prateleira tem livros que entretém, que exercitam o raciocínio lógico, que fazem crítica social e que nos arrepiam com a maldade alheia. Tem livros ligeiros e escapistas, mas também oferece belos tratados da psicologia...</p>
<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2020/05/25/benjamin-black-mostra-o-que-e-escrever-bem-em-morte-do-verao/">Benjamin Black mostra o que é escrever bem em “Morte no Verão”</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por Rogério Christofoletti</em> &#8211; Livros policiais e de suspense compõem um dos gêneros mais democráticos e amplos da literatura. Nessa prateleira tem livros que entretém, que exercitam o raciocínio lógico, que fazem crítica social e que nos arrepiam com a maldade alheia. Tem livros ligeiros e escapistas, mas também oferece belos tratados da psicologia humana e de como as sociedades lidam com crimes. Tem obras escritas para serem devoradas pelas massas, impressas em papel barato, vendidas nas bancas de jornal, mas também tem títulos em capa dura, que se tornam clássicos e são adotados por acadêmicos.</p>
<p>Popular, o gênero atrai todo tipo de leitor, mas também de autor, e nem sempre nos deparamos com bons escritores. Benjamin Black, definitivamente, não se encaixa nesse rótulo e esbanja um dos melhores textos da praça.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;">[su_quote]Morte no Verão, recém-lançado pela Rocco, é um exemplo de como a literatura policial pode envolver e gerar um prazer estético único.[/su_quote]</p><div id="liter-4016302352" class="liter-adsense-artigos-placement liter-entity-placement" role="region" aria-label="Anúncios"><script async src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js?client=ca-pub-6441623549039847" crossorigin="anonymous"></script><insclass="adsbygoogle" style="display:block;" data-ad-client="ca-pub-6441623549039847" data-ad-slot="" data-ad-format="auto"></ins>
<script> 
(adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({}); 
</script>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>No enredo, um poderoso dono de jornais é encontrado morto em sua casa de campo. Um tiro arrancou parte da cabeça de Richard Jewell, e o que restou de seu corpo ficou sentado no escritório, com uma espingarda nas mãos. A terrível cena parece dar conta de um suicídio, mas isso não seria motivo para um romance de detetives, não é mesmo?</p>
<p>Entram em cena o inspetor Hackett e o patologista Garret Quirke, o cérebro a nos conduzir por essa história incômoda para parte da high society de Dublin. Estamos na década de 50, os homens usam chapéus mesmo sob um calor abrasador e algumas viúvas ricas oferecem champanhe nos funerais. A fauna local lembra histórias de intriga do século passado, mas não se distraia: há segredos perturbadores na capital irlandesa que fazem-na parecer uma minúscula e incivilizada vila.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ss&amp;ref=as_ss_li_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;language=pt_BR&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=8532531652&amp;asins=8532531652&amp;linkId=a7fb0693e70ee363eb713a5f27c52ee1&amp;show_border=true&amp;link_opens_in_new_window=true" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>Quirke não é só um protagonista improvável, já que o caso estaria nas mãos do detetive de plantão, mas sequer deveria estar na cena do crime. O acaso tirou da jogada o legista titular, e coube ao hesitante patologista trabalhar naquela tarde. Seria mais um domingo modorrento, não fosse a fama do cadáver e a beleza incomum da viúva…</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;">[su_quote]Em pouco mais de 250 páginas, Benjamin Black nos apresenta a atormentados corações e nos leva aos corredores podres de uma comunidade que parecia impoluta.[/su_quote]</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sua trama segue um ritmo calibrado, constante, sem grandes sacolejos e soluções simples. Os principais personagens evoluem com precisão, e as camadas reveladas da história merecem leitura atenta. Em Benjamin Black, o diabo também mora nos detalhes. Sem exageros estilísticos, o autor é um artesão da palavra, desses onde não há sobras nas frases. Black escreve com elegância sem pedantismo, e expressa um domínio de texto raro em qualquer tipo de gênero.</p>
<p>É bem verdade que ele não é um iniciante. Benjamin Black é o pseudônimo literário de John Banville, respeitado escritor irlandês que já ganhou o Man Booker Prize, entre outros. Outra verdade é que “Morte no Verão” não é sua estreia no gênero policial, nem a primeira aparição de Garret Quirke. O personagem debutou em “O Pecado de Cristine”, escrito em 2006 e publicado no Brasil cinco anos mais tarde. Uma terceira verdade é que a qualidade do texto &#8211; a prosa poderosa com melancolia indisfarçável &#8211; é o que temos de melhor em “Morte no Verão”.</p>
<p>O livro não é surpreendente como muitas histórias policiais, mas a experiência de leitura que proporciona reserva momentos de uma escrita tão refinada, que só pode ser o atestado da inteligência e da sensibilidade. Veja este trecho: <em>“O padre o examinava atentamente de novo, passando os dedos fantasmagóricos no braile da alma de Quirke”</em>. É em passagens como esta que Benjamin Black não só descreve uma cena, mas relembra um dos feitos mais importante da literatura: revelar o quão complexos são esses os humanos. Até mesmo os mais desprezíveis.</p>
<p><em>* Livro enviado ao site pela Editora Rocco.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>SOBRE O LIVRO</h3>
<p><a href="https://www.amazon.com.br/Morte-no-Ver%C3%A3o-Benjamin-Black/dp/8532531652/ref=as_li_ss_il?__mk_pt_BR=%C3%85M%C3%85%C5%BD%C3%95%C3%91&amp;keywords=morte+no+ver%C3%A3o&amp;qid=1590431074&amp;sr=8-1&amp;linkCode=li3&amp;tag=literaturapol-20&amp;linkId=a71a397648e6b70ed2a3e6aca2ed3625&amp;language=pt_BR" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img decoding="async" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?_encoding=UTF8&amp;ASIN=8532531652&amp;Format=_SL250_&amp;ID=AsinImage&amp;MarketPlace=BR&amp;ServiceVersion=20070822&amp;WS=1&amp;tag=literaturapol-20&amp;language=pt_BR" border="0" /></a><img decoding="async" style="border: none !important; margin: 0px !important;" src="https://ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;language=pt_BR&amp;l=li3&amp;o=33&amp;a=8532531652" alt="" width="1" height="1" border="0" /></p>
<p><strong>Título</strong>: Morte no verão<br />
<strong>Autor</strong>: Benjamin Black<br />
<strong>Tradução</strong>: Ryta Vinagre<br />
<strong>Páginas</strong>: 256<br />
<strong>Editora</strong>: Rocco<br />
<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/3d36EQv" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Compre o livro / e-book</a></span></p>
<p><em>SINOPSE</em> &#8211; Um magnata da imprensa encontra um fim violento. Teria sido suicídio ou assassinato? Numa onda de calor tórrida, segredos, mentiras e revelações na Dublin da década de 1950.Em uma sufocante tarde de verão em Dublin, o magnata Richard Jewell – conhecido por seus inúmeros inimigos como Diamond Dick – é encontrado com a cabeça estourada por um tiro de espingarda. Jewell era o proprietário de grande parte dos veículos de imprensa do país e diretor do sensacionalista Daily Clarion, o jornal de maior vendagem da capital. Embora tudo leve a crer que tenha sido suicídio, os jornais, por convenção, não mencionam essa possibilidade. Caberá então ao detetive inspetor Hackett tocar as investigações, nas quais irá contar com a ajuda de seu velho amigo, o patologista Garret Quirke.Quirke, que circula entre a alta sociedade e o submundo de Dublin com igual destreza, tem fortes suspeitas de que Jewell tenha sido assassinado. Na tentativa de solucionar a questão, Quirke confronta a elegante e enigmática viúva, Françoise, com quem tem motivações conflitantes e interesses amorosos; Dannie, a frágil irmã de Jewell que, em seu luto, procura apoio em David Sinclair, o ambicioso assistente de Quirke no laboratório de patologia; Carlton Sumner, um dos maiores rivais comerciais do magnata; além de todos que trabalham para a família, como o capataz Maguire e a esposa, Sarah, a governanta. Todos parecem saber um pouco demais a respeito de Jewell, e, quando uma onda de calor envolve a cidade e os negócios escusos que sustentam o império de Jewell começam a ser revelados, Quirke e Hackett se veem presos em uma sinistra rede de intrigas e violência que esconde atrocidades ainda maiores.Lançado em um redemoinho de surpreendentes eventos desconcertantes, Quirke irá descobrir que, em uma cidade em que o dinheiro e famílias intocáveis exercem total controle, ninguém está a salvo de perigos mortais.</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img alt='Rogerio Christofoletti' src='https://secure.gravatar.com/avatar/87f28085d29f672a5c343e268eeb037a666688496455d0254804e2942865a66b?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/87f28085d29f672a5c343e268eeb037a666688496455d0254804e2942865a66b?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/monitorando/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Rogerio Christofoletti</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista, dramaturgo e professor universitário. Já publicou 12 livros na área acadêmica e escreveu oito peças de teatro. É um dos autores do e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx).</p>
</div></div><div class="saboxplugin-web "><a href="http://christofoletti.com/" target="_self" >christofoletti.com/</a></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2020/05/25/benjamin-black-mostra-o-que-e-escrever-bem-em-morte-do-verao/">Benjamin Black mostra o que é escrever bem em “Morte no Verão”</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O Pecado de Christine revela o lado espúrio da nebulosa Dublin</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2015/10/27/o-pecado-de-christine-de-benjamin-black/</link>
					<comments>https://literaturapolicial.com/2015/10/27/o-pecado-de-christine-de-benjamin-black/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Leila de Carvalho e Goncalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Oct 2015 16:33:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[colaboração]]></category>
		<category><![CDATA[resenha]]></category>
		<category><![CDATA[benjamin black]]></category>
		<category><![CDATA[editora rocco]]></category>
		<category><![CDATA[john banville]]></category>
		<category><![CDATA[Leila de Carvalho e Gonçalves]]></category>
		<category><![CDATA[o pecado de christine]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://literaturapolicial.com/?p=9490</guid>

					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Leila Gonçalves &#8211; Lançado em 2007, &#8220;O Pecado de Christine&#8221; é o romance de estreia de Benjamin Black, pseudônimo do prestigiado escritor John Banville, que no melhor estilo noir, revela o lado espúrio da fria e nebulosa Dublin na década de cinquenta. Com seu estilo elegante, ele escolheu a dedo o protagonista. Garrett...</p>
<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2015/10/27/o-pecado-de-christine-de-benjamin-black/">O Pecado de Christine revela o lado espúrio da nebulosa Dublin</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por Leila Gonçalves</em> &#8211; Lançado em 2007, &#8220;O Pecado de Christine&#8221; é o romance de estreia de Benjamin Black, pseudônimo do prestigiado escritor John Banville, que no melhor estilo noir, revela o lado espúrio da fria e nebulosa Dublin na década de cinquenta.</p>
<p>Com seu estilo elegante, ele escolheu a dedo o protagonista. Garrett Quirke é um médico patologista e detetive por acaso, com um passado tumultuado que ele tenta esquecer, afogando-se no trabalho ou numa garrafa de whisky. Melancólico e solitário, ele terá sua vida autopsiada em trezentas e tantas páginas, trazendo à luz fatos e segredos perturbadores como sua adoção por um conceituado juiz ou seu casamento precocemente interrompido pela morte da esposa.</p>
<p>A história começa de madrugada num necrotério, quando ele flagra seu irmão adotivo, o ginecologista Mallach Green, adulterando a causa da morte de uma bela jovem. Intrigado, ele não demora a descobrir que ao invés de embolia pulmonar como consta no laudo, Christine Falls morreu de complicações no parto. Afinal, onde está a criança? Mallach pretendia encobrir um erro médico ou a identidade do pai?</p><div id="liter-4016302352" class="liter-adsense-artigos-placement liter-entity-placement" role="region" aria-label="Anúncios"><script async src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js?client=ca-pub-6441623549039847" crossorigin="anonymous"></script><insclass="adsbygoogle" style="display:block;" data-ad-client="ca-pub-6441623549039847" data-ad-slot="" data-ad-format="auto"></ins>
<script> 
(adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({}); 
</script>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>[su_quote]&#8221;O tempo é o oposto do espaço. No espaço, tudo fica mais difuso quanto mais a gente se afasta. Com o tempo é diferente, tudo se torna mais nítido.&#8221;[/su_quote]</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Abordando o preconceito entre católicos e protestantes, o livro apresenta uma conspiração internacional envolvendo o tráfico de bebês, aliás, a gravidez indesejada num país extremamente religioso como a Irlanda foi um grave problema na época. Inspirado em fatos reais, esse assunto também serviu de tema para o conhecido livro &#8220;Philomena&#8221;, de Max Sixmith, que foi adaptado para o cinema com Judi Dench no papel principal.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ss&amp;ref=as_ss_li_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;language=pt_BR&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=8532526160&amp;asins=8532526160&amp;linkId=afd0ecc2f46b76491f7f168d2a593844&amp;show_border=true&amp;link_opens_in_new_window=true" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>Admirador dos &#8220;romances durs&#8221; de Simenon, Black é mais espontâneo e possui estilo, conteúdo e aspirações diferentes de Banville que confessa escrever com maior prazer e agilidade o gênero policial. Contudo, em nenhum momento ele abandona a preciosidade de suas metáforas ou a exímia construção de ambientes e personagens. Finalmente, não espere por uma história fácil ou um final feliz. Se é mero entretenimento que você procura, esqueça &#8220;O Pecado de Christine&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>SOBRE O LIVRO</h4>
<p><a href="https://www.amazon.com.br/Pecado-Christine-Benjamin-Black/dp/8532526160/ref=as_li_ss_il?__mk_pt_BR=%C3%85M%C3%85%C5%BD%C3%95%C3%91&amp;keywords=o+pecado+de+christine&amp;qid=1559641569&amp;s=gateway&amp;sr=8-1&amp;linkCode=li3&amp;tag=literaturapol-20&amp;linkId=351d07fd426018461bf29644026d02ff&amp;language=pt_BR" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img decoding="async" class="alignleft" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?_encoding=UTF8&amp;ASIN=8532526160&amp;Format=_SL250_&amp;ID=AsinImage&amp;MarketPlace=BR&amp;ServiceVersion=20070822&amp;WS=1&amp;tag=literaturapol-20&amp;language=pt_BR" border="0" /></a><img decoding="async" style="border: none !important; margin: 0px !important;" src="https://ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;language=pt_BR&amp;l=li3&amp;o=33&amp;a=8532526160" alt="" width="1" height="1" border="0" /><strong>Título</strong>: O Pecado de Christine<br />
<strong>Autor</strong>: Benjamin Black<br />
<strong>Páginas</strong>: 364<br />
<strong>Editora</strong>: Rocco<br />
<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/2XoMbha" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Compre o livro</a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SINOPSE &#8211;</strong> Não eram os mortos que pareciam sinistros para o médico patologista Quirke, mas sim os vivos. Quando ele entrou no necrotério muito depois da meia noite e viu seu irmão adotivo Malachy Griffin ali, sentiu um arrepio na coluna vertebral que se provaria profético, um tremor de problemas futuros. Este é o ponto de partida de O Pecado de Christine, primeiro de uma série de romances policiais escrito por Benjamin Black, pseudônimo do premiado escritor irlandês John Banville.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img alt='Leila de Carvalho e Goncalves' src='https://secure.gravatar.com/avatar/2a9f21f0ceaa7ea0b4560b2ae8ed73d3a52c579b6928b59c78294e0a2a1e68db?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/2a9f21f0ceaa7ea0b4560b2ae8ed73d3a52c579b6928b59c78294e0a2a1e68db?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/leila-de-carvalho-e-goncalves/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Leila de Carvalho e Goncalves</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Doente por livros, vem sendo tratada sem resultado há mais de cinquenta anos pelo alienista Simão Bacamarte. Aposentada e com tempo de sobra, parece haver pouca esperança em sua recuperação. Sem formação acadêmica na área e nenhuma foto de identificação, pode ser facilmente encontrada entre os detetives e vilões da ficção policial, em geral, com um e-book na mão.</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2015/10/27/o-pecado-de-christine-de-benjamin-black/">O Pecado de Christine revela o lado espúrio da nebulosa Dublin</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://literaturapolicial.com/2015/10/27/o-pecado-de-christine-de-benjamin-black/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Rastros na Neblina, de Benjamin Black</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2015/04/29/resenha-rastros-na-neblina-de-benjamin-black/</link>
					<comments>https://literaturapolicial.com/2015/04/29/resenha-rastros-na-neblina-de-benjamin-black/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Leila de Carvalho e Goncalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2015 15:31:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[resenha]]></category>
		<category><![CDATA[benjamin black]]></category>
		<category><![CDATA[colaborador]]></category>
		<category><![CDATA[john banville]]></category>
		<category><![CDATA[rastros na neblina]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://literaturapolicial.com/?p=6446</guid>

					<description><![CDATA[<p>Por Leila Gonçalves &#8211; Rastros na Neblina é o terceiro livro de uma série de histórias policiais escritas por John Banville sob o pseudônimo de Benjamin Black. Tal como nos volumes anteriores, &#8220;O Pecado de Christine&#8221; e &#8220;O Cisne de Prata&#8221;, a ação transcorre em Dublin na década de cinquenta e seu protagonista é um...</p>
<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2015/04/29/resenha-rastros-na-neblina-de-benjamin-black/">Rastros na Neblina, de Benjamin Black</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Leila Gonçalves</em> &#8211; Rastros na Neblina é o terceiro livro de uma série de histórias policiais escritas por John Banville sob o pseudônimo de Benjamin Black. Tal como nos volumes anteriores, &#8220;O Pecado de Christine&#8221; e &#8220;O Cisne de Prata&#8221;, a ação transcorre em Dublin na década de cinquenta e seu protagonista é um patologista de meia idade, Garrett Quirke, assombrado por um passado complicado.</p>
<p>Quirke, como gosta de ser chamado, é um dipsomaníaco como tantos outros detetives da ficção e logo nas primeiras páginas, aparece internado numa clínica de desintoxicação. No entanto, logo ele estará de volta às ruas, dividido entre o anseio pela bebida e a luta para permanecer sóbrio.</p>
<p>Esse embate permeia toda a narrativa e enquanto ele investiga o desaparecimento de April Latimer, uma amiga de sua filha, fica claro que é só uma questão de tempo para que ele volte a recender álcool. Por sinal, April é uma jovem médica com uma tumultuada vida afetiva, a ovelha negra de uma tradicional família irlandesa que está mais interessada em manter o caso afastado da polícia e da imprensa do que descobrir seu paradeiro.</p><div id="liter-4016302352" class="liter-adsense-artigos-placement liter-entity-placement" role="region" aria-label="Anúncios"><script async src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js?client=ca-pub-6441623549039847" crossorigin="anonymous"></script><insclass="adsbygoogle" style="display:block;" data-ad-client="ca-pub-6441623549039847" data-ad-slot="" data-ad-format="auto"></ins>
<script> 
(adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({}); 
</script>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ac&amp;ref=qf_sp_asin_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=B00UB5WGBU&amp;asins=B00UB5WGBU&amp;linkId=3d21775fb7577d5fa3f54394ca33e00f&amp;show_border=false&amp;link_opens_in_new_window=true&amp;price_color=333333&amp;title_color=0066c0&amp;bg_color=ffffff" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"><br />
</iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Novamente, Quirke poderá contar com a ajuda do Inspetor Hackett. Para quem não o conhece de outros livros, contrariando o lugar-comum, ele é capaz de enrubescer Watson e Hastings graças a sua competência e astúcia, fundamentais para o andamento do caso. Aliás, com um enredo aparentemente simples, a narrativa traz à tona segredos chocantes que faz lembrar um bom livro de Simenon.</p>
<p>Black prima pela descrição dos cenários e faz uma belíssima descrição de Dublin durante um rigoroso inverno. O autor também exibe um amor amargo pela cidade, apresentando sua rígida divisão de classes além de uma atmosfera de nítida repressão sexual. Através de sua escrita elegante, ele tem sido considerado o &#8220;herdeiro de Proust, via Nabokov&#8221;, um mestre capaz de reunir alta literatura com o melhor do romance &#8220;noir&#8221;.</p>
<p>Com um final cinematográfico a bordo de um Alvis Coupe, considerado uma raridade para os admiradores de carros antigos, alguns pontos da trama não ficam esclarecidos, dando a sensação de que o que realmente aconteceu, deixou somente rastros na neblina. Genial!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><em><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-6448 size-thumbnail" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/04/black.jpg?w=100" alt="black" width="100" height="150"></em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Título</strong>: Rastros na neblina<br />
<strong>Autor</strong>: Benjamin Black<br />
<strong>Páginas</strong>: 304<br />
<strong>Editora</strong>: Rocco<br />
<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://www.skoob.com.br/livro/438737#_=_" target="_blank" rel="noopener">Este livro no Skoob</a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SINOPSE</strong>: O rastro de April Latimer parece ter sumido na névoa de Dublin. Quando Phoebe Griffin, filha de Quirke, não consegue saber notícias da amiga, pede ajuda ao patologista para descobrir o que aconteceu. A influente e tradicional família de April não dá a mínina para o desaparecimento dela, talvez motivada pelo temor de um escândalo: a jovem médica sempre teve fama de rebelde e morava sozinha num apartamento frequentado por muitos homens. Com o auxílio profissional do inspetor Hacket, presença habitual na série, a dupla de detetives amadores começa uma investigação quase sem evidências, mas cujo desenrolar terá uma conclusão trágica e chocante.<span style="color: #ffffff;">x</span></p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img alt='Leila de Carvalho e Goncalves' src='https://secure.gravatar.com/avatar/2a9f21f0ceaa7ea0b4560b2ae8ed73d3a52c579b6928b59c78294e0a2a1e68db?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/2a9f21f0ceaa7ea0b4560b2ae8ed73d3a52c579b6928b59c78294e0a2a1e68db?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/leila-de-carvalho-e-goncalves/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Leila de Carvalho e Goncalves</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Doente por livros, vem sendo tratada sem resultado há mais de cinquenta anos pelo alienista Simão Bacamarte. Aposentada e com tempo de sobra, parece haver pouca esperança em sua recuperação. Sem formação acadêmica na área e nenhuma foto de identificação, pode ser facilmente encontrada entre os detetives e vilões da ficção policial, em geral, com um e-book na mão.</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2015/04/29/resenha-rastros-na-neblina-de-benjamin-black/">Rastros na Neblina, de Benjamin Black</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://literaturapolicial.com/2015/04/29/resenha-rastros-na-neblina-de-benjamin-black/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
