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	<title>Arquivos delegado espinosa -</title>
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	<description>O melhor portal sobre suspense e mistério!</description>
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	<title>Arquivos delegado espinosa -</title>
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		<title>Novo livro de Garcia-Roza com o detetive Espinosa entra em pré-venda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Jun 2019 13:43:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Um lançamento esperado chega às livrarias em julho. A Última Mulher é o novo livro de Luiz Alfredo Garcia-Roza com o detetive Espinosa, e será publicado pela Companhia das Letras. A história é ambientada no Rio de Janeiro, e trará o detetive investigando o assassinato de mulheres com requintes de crueldade. Ainda sobre Espinosa,...</p>
<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2019/06/12/novo-livro-de-garcia-roza-com-o-detetive-espinosa-entra-em-pre-venda/">Novo livro de Garcia-Roza com o detetive Espinosa entra em pré-venda</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>Um lançamento esperado chega às livrarias em julho. A Última Mulher é o novo livro de Luiz Alfredo Garcia-Roza com o detetive Espinosa, e será publicado pela Companhia das Letras.</p>
<p>A história é ambientada no Rio de Janeiro, e trará o detetive investigando o assassinato de mulheres com requintes de crueldade.</p>
<p>Ainda sobre Espinosa, <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://literaturapolicial.com/2018/11/22/lazaro-ramos-vivera-o-detetive-espinosa-em-filme-de-daniel-filho/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">espera-se para o segundo semestre o lançamento de O Silêncio da Chuva</a></span>, adaptação do primeiro livro com o personagem, vivido por Lázaro Ramos no cinema. A direção é de Daniel Filho.</p><div id="liter-498868040" class="liter-adsense-artigos-placement liter-entity-placement" role="region" aria-label="Anúncios"><script async src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js?client=ca-pub-6441623549039847" crossorigin="anonymous"></script><insclass="adsbygoogle" style="display:block;" data-ad-client="ca-pub-6441623549039847" data-ad-slot="" data-ad-format="auto"></ins>
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</div>
<p>Confira a sinopse do livro abaixo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ss&amp;ref=as_ss_li_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=8535932372&amp;asins=8535932372&amp;linkId=1069878a4589b76d06c64adc2b3ed5b2&amp;show_border=true&amp;link_opens_in_new_window=true" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Leia a sinopse</h4>
<p><a href="https://www.amazon.com.br/gp/product/8535932372/ref=as_li_ss_il?pf_rd_m=A3RN7G7QC5MWSZ&amp;pf_rd_s=merchandised-search-14&amp;pf_rd_r=QNRPM9AXEN7XWXF7M6M9&amp;pf_rd_t=101&amp;pf_rd_p=1a045cd2-10db-4982-bb57-9dfa1707dd46&amp;pf_rd_i=7872829011&amp;linkCode=li3&amp;tag=literaturapol-20&amp;linkId=bad27eed7914a5184a20c36e0182153b" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img decoding="async" class="alignleft" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?_encoding=UTF8&amp;ASIN=8535932372&amp;Format=_SL250_&amp;ID=AsinImage&amp;MarketPlace=BR&amp;ServiceVersion=20070822&amp;WS=1&amp;tag=literaturapol-20" border="0" /></a><img decoding="async" style="border: none !important; margin: 0px !important;" src="https://ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;l=li3&amp;o=33&amp;a=8535932372" alt="" width="1" height="1" border="0" /><strong>Título</strong>: A última mulher<br />
<strong>Autor</strong>: Luiz Alfredo Garcia-Roza<br />
<strong>Páginas</strong>: 120<br />
<strong>Editora</strong>: Companhia das Letras<br />
<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/2WBWkuo" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Compre o livro</a></span></p>
<p><strong>SINOPSE</strong> &#8211; O novo caso do delegado Espinosa envolve um jogo de gato e rato que conta com um cafetão bem-sucedido, sua nova prostituta favorita e outras figuras da Lapa profunda. Ratto é um cafetão da Lapa, coração do Rio de Janeiro, que, acompanhado de seu sócio, Japa, consegue tirar uma pequena fortuna todo mês. Quando um violento policial resolve chantageá-lo, querendo abocanhar parte do quinhão, Ratto precisa desaparecer dali e arranjar um jeito de sobreviver. Refugiado em Copacabana, ele conhece Rita, uma prostituta jovem e muito inteligente que vira sua protegida, mas logo ambos se veem em meio a uma caçada pelas ruas e becos escuros da cidade. O delegado Espinosa, que conhece Ratto dos seus tempos de inspetor da 1ª DP, no Centro, é forçado a entrar no caso quando começam a surgir mulheres mortas com requintes de crueldade. Auxiliado pelos inspetores Welber e Ramiro, Espinosa precisa entender quem é a mente por trás de crimes tão brutais para impedir que Rita seja a próxima vítima.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100" alt="" itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2019/06/12/novo-livro-de-garcia-roza-com-o-detetive-espinosa-entra-em-pre-venda/">Novo livro de Garcia-Roza com o detetive Espinosa entra em pré-venda</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>Sesc TV dedica especial à literatura policial</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2016/08/02/sesc-tv-dedica-especial-a-literatura-policial/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Aug 2016 13:13:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O canal Sesc TV dedicou um especial à literatura policial nesta segunda, 1º, em&#160;mais um programa da série Libris. O&#160;episódio inédito “O culpado não é mais o mordomo&#8221;&#160;mostrou&#160;mini-biografias de precursores do gênero como Edgar Allan Poe e Arthur Conan Doyle, depoimentos de frequentadores da biblioteca temática Paulo Setúbal, indicações de livros policiais e ainda uma...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O canal Sesc TV dedicou um especial à literatura policial nesta segunda, 1º, em&nbsp;mais um programa da série Libris. O&nbsp;episódio inédito “O culpado não é mais o mordomo&#8221;&nbsp;mostrou&nbsp;mini-biografias de precursores do gênero como Edgar Allan Poe e Arthur Conan Doyle, depoimentos de frequentadores da biblioteca temática Paulo Setúbal, indicações de livros policiais e ainda uma entrevista com o escritor carioca Luiz Alfredo Garcia-Roza, criador do detetive Espinosa.</p>
<p>Com direção do&nbsp;escritor, cineasta e jornalista José Roberto Torero, &nbsp;o especial enfatizou a preferência cada vez maior dos leitores por romances policiais e como esse tipo de livro envolve do começo ao fim quem o&nbsp;lê. Luiz Alfredo Garcia-Roza falou sobre a estrutura da narrativa, a ficção policial no cinema, a série com Espinosa e os autores que mais o influenciaram no gênero.&nbsp;Confira trechos da entrevista com o Luiz Alfredo Garcia-Roza sobre os assuntos abordados no programa.</p>
<h3>&nbsp;<br />
A&nbsp;estrutura narrativa</h3>
<p>&#8220;O romance policial é o que menos varia. (Jorge Luis) Borges dizia que o romance policial foi o mais duradouro exatamente por sua estrutura clássica, com começo, meio e fim, com um problema e uma tentativa de solução. Acho que o modelo mais antigo de romance policial é Édipo Rei, de Sófocles, peça de teatro grega escrita por&nbsp;volta de 427 a.C. No final do século 19, o Edgar Allan Poe dá uma nova roupagem à estrutura da tragédia grega. E aí ele pode ser considerado o pai da literatura policial.&#8221;</p><div id="liter-498868040" class="liter-adsense-artigos-placement liter-entity-placement" role="region" aria-label="Anúncios"><script async src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js?client=ca-pub-6441623549039847" crossorigin="anonymous"></script><insclass="adsbygoogle" style="display:block;" data-ad-client="ca-pub-6441623549039847" data-ad-slot="" data-ad-format="auto"></ins>
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</div>
<p>&nbsp;</p>
<h3>O leitor de policiais</h3>
<p align="justify">&#8220;O leitor de literatura, em geral, se deixa tomar pelo fluxo da narrativa. O do romance policial não. Ele está buscando uma coisa e fica indignado quando o detetive não segue algo tão óbvio. Dentro do romance, o leitor é colocado como investigador também. O leitor do romance policial é mais ativo.&#8221;</p>
<p align="justify">&nbsp;</p>
<p><center><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ac&amp;ref=qf_sp_asin_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=8535930191&amp;asins=8535930191&amp;linkId=ffc9cc1fd787ef05c592c860100c1a84&amp;show_border=false&amp;link_opens_in_new_window=true&amp;price_color=333333&amp;title_color=0066c0&amp;bg_color=ffffff" width="300" height="150" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"><br />
</iframe></center></p>
<p align="justify">&nbsp;</p>
<h3>Influências</h3>
<p>&#8220;Cornell Woolrich é um dos iniciadores do gênero, pouco conhecido mas excepcional. Hoje, você tem autores com estilo próprio, mas que estão ainda dentro de uma estrutura que foram determinadas pelos precursores do gênero (como Arthur Conan Doyle e Agatha Christie)&#8230;&nbsp;Eu indicaria uma autora pouco conhecida, que é a Patricia Highsmith. Seu&nbsp;livro mais conhecido é O Talentoso Ripley. Foi uma escritora brilhante, não fez concessões em termos de cânones. O personagem que criou é um psicopata, um sujeito absolutamente sem culpa, amoral, mas que os leitores se apaixonam.&nbsp;Ele consegue se transformar num ente querido apesar de ser capaz de matar a velhinha na rua só porque ela está demorando para atravessar a rua.&#8221;</p>
<p align="justify"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-13716 size-full" style="border: 1px solid #c0c0c0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2016/08/sesc_roza6.jpg" alt="sesc_roza6" width="545" height="316"></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Delegado Espinosa</h3>
<p>&#8220;Se o personagem principal for cativante, ele passa a ser uma força paralela à força do autor. O Espinosa, por exemplo, muita gente me pergunta na rua quando vai sair &#8216;o próximo Espinosa&#8217;, e não o próximo livro. Um personagem que atravesse vários livros é como se estabelecesse um campo de luta, ele já cria uma predisposição positiva ou negativa, já que ele também corre o risco de cansar o leitor ou autor. Se meu personagem atravessa dez&nbsp;livros, tenho que dar nesses livros uma indicação mínima de quem ele é, como se veste, seus hábitos, o que faz.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Ficção policial e cinema</h3>
<p>&#8220;O romance policial, formalmente, é ao mesmo tempo simples porém rico em suas possibilidades. Como estrutura é simples, mas seus desdobramentos podem ser ricos. A história tem uma espessura temporal reduzida, se passa em alguns meses no máximo, geralmente se passa num bairro. Ele é formalmente bem estruturado e não precisa ter dez&nbsp;ou vinte&nbsp;personagens secundários; dois ou três já são&nbsp;suficientes, então ele é facilitador.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>A polícia nos livros</h3>
<p align="justify">&#8220;Uma coisa que foi impeditiva durante muito tempo, e não foi à&nbsp;toa que comecei a escrever com 60 anos, foi na época da ditadura em que a polícia estava a serviço de um estado repressor violento. Como fazer uma história de polícia assim? Com a ficção, você tem que fazer uma torção disso tudo e colocar um nível da ficção que seja crível.&#8221;</p>
<p align="justify">&nbsp;</p>
<h3>O romance policial é subliteratura?</h3>
<p>&#8220;Se você for perguntar na ABL (Academia Brasileira de Letras), eles vão dizer que é não é&nbsp;subliteratura. Num debate literário, as pessoas também vão dizer que não é subliteratura. Mas o simples fato de você me perguntar isso ainda me faz imaginar que deve ser. Uma história policial tem uma extensão temporal e uma espessura relativamente reduzidas. Ele é menor no sentido de que você tem menos personagens, portanto menos complexidade de trama, e uma certa linearidade (embora nem todo romance policial seja linear) que facilita para o leitor. Então, ele é mais simples. Daí a ser menor e subliteratura é um passo, entende?&#8221;</p>
<p align="justify"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-13719 size-full" style="border: 1px solid #c0c0c0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2016/08/sesc_roza7.jpg" alt="sesc_roza7" width="513" height="321"></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>A rotina de escrita</h3>
<p>&#8220;Eu escrevo aqui nessa sala, nessa mesa e no computador. Não escrevo à mão, escrevo direto no computador. Tenho um aqui e um em casa. Às vezes, quando vou pra casa e quero continuar no mesmo ponto eu levo num pendrive o que eu fiz e continuo lá. É como se fosse um lugar único de escrever. Ninguém entra aqui e pra mim é importante. Preciso de silêncio, sou facilmente distraível. Quando me concentro, estou concentrado, mas com facilidade eu quebro essa concentração e viajo. Posso estar trabalhando uma parte importante do livro, e de repente giro a cadeira para a janela e vejo um avião, e fico olhando para ver se eles vão descer direitinho&#8230; Eu orientava teses como professor de pós-graduação, tinha uma escrita universitária acadêmica razoavelmente intensa. Tenho dez&nbsp;livros teóricos escritos, então era de se esperar que uma vez aposentado da universidade, que eu fosse&#8230; não digo surfar mas pelo menos fazer uma coisa mais distante, mas sempre tive vontade de fazer ficção. Não dava pra fazer ficção e trabalho teórico ao mesmo tempo, são modos de pensar e escrever diferentes. Então quando parei com meu trabalho na universidade, eu comecei a escrever.&#8221;</p>
<p align="justify"><em>[Imagens: reprodução Sesc TV]</em></p>
<p align="justify"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-3871 size-full" style="margin-top: 50px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/02/ana2.png" alt="ana2" width="630" height="133"></p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100" alt="" itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2016/08/02/sesc-tv-dedica-especial-a-literatura-policial/">Sesc TV dedica especial à literatura policial</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>Primeiras impressões de Romance Policial: Espinosa</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2015/10/16/primeiras-impressoes-de-romance-policial-espinosa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Padrini]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Oct 2015 17:32:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[nacionais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Rodrigo Padrini &#8211; Como bem diz o título, são as primeiras impressões. Dizem que a primeira impressão é a que fica. Espero que não. No último dia 15 de outubro, estreou no canal GNT a série Romance Policial: Espinosa, uma adaptação televisiva inspirada no livro “Uma Janela em Copacabana” (Companhia das Letras, 2010),...</p>
<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2015/10/16/primeiras-impressoes-de-romance-policial-espinosa/">Primeiras impressões de Romance Policial: Espinosa</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><a href="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/10/espinosa.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9430" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/10/espinosa.jpg" alt="espinosa" width="678" height="285" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Por Rodrigo Padrini</strong> &#8211; Como bem diz o título, são as primeiras impressões. Dizem que a primeira impressão é a que fica. Espero que não. No último dia 15 de outubro, estreou no canal GNT a série Romance Policial: Espinosa, uma adaptação televisiva inspirada no livro “Uma Janela em Copacabana” (Companhia das Letras, 2010), de Luiz Alfredo Garcia-Roza (<a href="https://literaturapolicial.com/2015/10/12/uma-janela-em-copacabana-de-luiz-alfredo-garcia-roza/" target="_blank">já escrevi uma resenha sobre ele aqui no site</a>). A série tem como protagonista o famoso Delegado Espinosa, um possível quarentão introspectivo, apreciador de comidas congeladas, mulheres e livros.</p>
<p style="text-align:justify;">Me considero um fã de literatura policial, porém, tive apenas um breve contato com o Delegado Espinosa e a obra policial de Garcia-Roza, lendo propositalmente antes o livro que inspirou a série em questão. No entanto, creio ser suficiente para apresentar uma crítica construtiva sobre sua adaptação televisiva. Assisti ao primeiro episódio acompanhando freneticamente a hashtag #EspinosanoGNT no Twitter e lendo as opiniões por lá. Busco aqui uma síntese do que ouvi e, para amenizar, comecemos pela parte boa.</p>
<p style="text-align:justify;">Deixo claro que tenho ciência de que a série é apenas inspirada no livro e não é uma adaptação fiel do que está escrito. Mas, como somos pessoas chatas e críticas, somos também exigentes e temos grandes expectativas. Afinal, criticar faz parte, fortalece e faz crescer, que nem Danoninho e Biotônico Fontoura. E semana que vem posso mudar de ideia.</p><div id="liter-498868040" class="liter-adsense-artigos-placement liter-entity-placement" role="region" aria-label="Anúncios"><script async src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js?client=ca-pub-6441623549039847" crossorigin="anonymous"></script><insclass="adsbygoogle" style="display:block;" data-ad-client="ca-pub-6441623549039847" data-ad-slot="" data-ad-format="auto"></ins>
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</div>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="font-size:1.25em;">Pontos positivos</span></strong></p>
<ul>
<li>A trilha sonora me causou ótimas impressões, discreta e adequada às cenas. Rolou uma introdução de uma faixa da carreira solo do Rodrigo Amarante. =]</li>
<li>A abertura do seriado também é muito bacana, com boas tomadas de Copacabana e um clima meio “Narcos”, uma série excelente do Netflix que você devia conhecer.</li>
<li>A representação das principais mortes que ocorrem no início da trama também salvou o episódio. Foi muito legal ver os cenários na telinha, mesmo que com algumas inconsistências.</li>
<li>A edição é boa e o episódio ficou dinâmico, sem intervalos (isso então foi excelente) e com uma duração legal.</li>
<li>O ator Domingos Montagner, que interpreta Espinosa, me satisfez, mas não impressionou. Talvez uma narração do próprio, em cima das cenas de silêncio, proporcionaria um clima mais introspectivo, bem característico do personagem.</li>
<li>A beleza do cenário facilita as coisas. Aquela parte do Rio de Janeiro é muito bonita, um belo pano de fundo, e a série parece que saberá explorar isso.
<p style="text-align:justify;">
</li>
</ul>
<p style="text-align:justify;"><strong>Pontos negativos</strong></p>
<ul>
<li>O elenco não convenceu neste primeiro episódio. A maioria dos personagens não passa nenhuma originalidade e seguem estereótipos bem batidos. O Domingos Montagner e a Nanda Costa salvaram.</li>
<li>Ainda sobre os atores, muitos são sofríveis. Alguns já morreram no episódio, pelo menos.</li>
<li>Os interrogatórios mostram um clima tenso totalmente desnecessário e desconexo com a trama original. Até a dona da empresa de cuidadores de idosos foi ofensivamente interrogada, poxa.</li>
<li>O Espinosa me pareceu agressivo e estressado. Não captei esse espírito na obra escrita, mas sim de um personagem calejado, introspectivo e pensativo, coerente e ponderado.</li>
<li>A ideia de botar o Espinosa para nadar no mar à noite ficou bacana, poético, mas inverossímil.</li>
<li>Na trama original, a namorada de Espinosa se chama Irene, trabalha/mora em São Paulo e parece mais velha/madura. Na TV, esqueci o nome da namorada, mas é nova, praticamente mora na casa do Espinosa e rola uma tensão sexual o tempo inteiro. Isso não condiz muito com o que imaginei da dinâmica afetiva do Delegado. Posso estar sendo insuportável, mas sei lá, isso não ficou legal.</li>
<li>O clima da delegacia e os policiais são “mais clichê” impossível.</li>
</ul>
<p style="text-align:justify;">Bom, entre mortos e feridos, como diria meu avô, são apenas algumas observações de um espectador crítico. Vários desses comentários foram falados em outras palavras no Twitter e espero ter transmitido minimamente seus pontos de vista. Romance Policial: Espinosa é uma produção nacional e isso é sensacional. Precisamos reforçar o gênero no país e em vários momentos, prometeu impressionar. Porém, em outros, decepcionou. Uma mistura de alto profissionalismo e amadorismo (ou falta de bom senso) inacreditável. Como disse ontem no Twitter, é uma baita responsabilidade botar livros de tanta qualidade na TV.</p>
<p style="text-align:justify;">De qualquer forma, compensa acompanhar os próximos episódios e, quem sabe, queimar a minha língua.</p>
<p style="text-align:justify;"><em>(Imagem: divulgação GNT)</em></p>
<p style="text-align:justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-4856 size-full" style="margin-top:30px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/03/rodrigo_perfil3.png" alt="rodrigo_perfil3" width="630" height="133" /></p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img alt='Rodrigo Padrini' src='https://secure.gravatar.com/avatar/9447ef7c6ff933f7c5e0a13f7ffac4deab4ad21cf3e793347f68cf2be4431202?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/9447ef7c6ff933f7c5e0a13f7ffac4deab4ad21cf3e793347f68cf2be4431202?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/rodrigopadrini/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Rodrigo Padrini</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Psicólogo, mestre e doutorando em Psicologia. Atua no sistema prisional. É músico e leitor assíduo de romances policiais, com aquele lugar especial no coração para Georges Simenon e Raymond Chandler.</p>
</div></div><div class="saboxplugin-web "><a href="https://maisumaopiniao.com.br/" target="_self" >maisumaopiniao.com.br/</a></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2015/10/16/primeiras-impressoes-de-romance-policial-espinosa/">Primeiras impressões de Romance Policial: Espinosa</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<item>
		<title>Uma janela em Copacabana, de Luiz Alfredo Garcia-Roza</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2015/10/12/uma-janela-em-copacabana-de-luiz-alfredo-garcia-roza/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Padrini]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Oct 2015 14:13:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[resenha]]></category>
		<category><![CDATA[companhia das letras]]></category>
		<category><![CDATA[delegado espinosa]]></category>
		<category><![CDATA[rodrigo padrini]]></category>
		<category><![CDATA[romance policial: espinosa]]></category>
		<category><![CDATA[uma janela em copacabana]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Rodrigo Padrini &#8211; Temos o costume de exaltar cidades como Paris, Londres, Nova Iorque, Roma, Amsterdam, Viena ou Praga, por exemplo, como ícones de uma beleza única e cenários peculiares, dignas de um bom romance. A cidade do Rio de Janeiro deveria sempre também figurar entre estes palcos, que aguardam apenas a entrada...</p>
<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2015/10/12/uma-janela-em-copacabana-de-luiz-alfredo-garcia-roza/">Uma janela em Copacabana, de Luiz Alfredo Garcia-Roza</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Por Rodrigo Padrini </em>&#8211; Temos o costume de exaltar cidades como Paris, Londres, Nova Iorque, Roma, Amsterdam, Viena ou Praga, por exemplo, como ícones de uma beleza única e cenários peculiares, dignas de um bom romance. A cidade do Rio de Janeiro deveria sempre também figurar entre estes palcos, que aguardam apenas a entrada de protagonistas e coadjuvantes para atuar em seus contornos.</p>
<p style="text-align: justify;">“Uma Janela em Copacabana” (Companhia das Letras, 2010) é o romance policial de <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://literaturapolicial.com/2014/06/24/uma-entrevista-com-luiz-alfredo-garcia-roza/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Luiz Alfredo Garcia-Roza</a></span> que inspira uma nova série brasileira de televisão do canal GNT, dirigida por José Henrique Fonseca e que irá ao ar a partir do próximo dia 15 de outubro. Com o título de <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://literaturapolicial.com/2015/12/04/algumas-conclusoes-sobre-romance-policial-espinosa/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Romance Policial – Espinosa</a></span>, a atração promete mexer com os coraçõezinhos dos apaixonados pelo autor.</p>
<p style="text-align: justify;">Garcia-Roza nasceu no Rio de Janeiro em 1936 e se formou em psicologia e filosofia, atuando como professor na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e escrevendo vários livros sobre filosofia e psicanálise. Ao deixar a vida acadêmica, se dedicou aos romances policiais, criando uma série de investigações com o Delegado Espinosa. Para os psicólogos de plantão, esse Garcia-Roza é o mesmo do famoso livro “Freud e o inconsciente” (Editora Zahar, 1996) e confesso que minha ficha só caiu no meio do livro. Sim, sou meio desligado.</p><div id="liter-498868040" class="liter-adsense-artigos-placement liter-entity-placement" role="region" aria-label="Anúncios"><script async src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js?client=ca-pub-6441623549039847" crossorigin="anonymous"></script><insclass="adsbygoogle" style="display:block;" data-ad-client="ca-pub-6441623549039847" data-ad-slot="" data-ad-format="auto"></ins>
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</div>
<p style="text-align: justify;">Não conhecia os livros – policiais – do autor e tive o meu primeiro contato com o Delegado Espinosa neste romance sobre o qual escrevo. Adepto de refeições rápidas e morador do bairro do Peixoto, Espinosa nos passa a impressão de um homem calejado e objetivo, sozinho e de vida tranquila. Prefiro não me aprofundar nas características de um personagem que acabo de conhecer e guardar maiores considerações para resenhas mais gabaritadas, <a href="https://www.youtube.com/watch?v=CWWo9fP01WI" target="_blank" rel="noopener noreferrer">como essa do próprio site</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;">[su_quote]“Abriu as venezianas da sala deixando o ar circular, passou a massa congelada do congelador para o forno de micro-ondas, e sentou-se no sofá, de frente para a praça, esperando os três apitos que anunciariam que o jantar estava pronto”[/su_quote]</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Quanto ao enredo, você encontrará uma trama agradável e cativante, tipicamente real e absurda no limite das loucuras normais do dia-a-dia. Após o “assassinato em série” de alguns policiais na zona sul do Rio de Janeiro, um clima de medo e desconfiança recai sobre as delegacias de polícia e cabe ao Delegado Espinosa recrutar companheiros fiéis para conduzir uma investigação sigilosa e cercada de perigos.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ss&amp;ref=as_ss_li_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=8535901809&amp;asins=8535901809&amp;linkId=f9c026699c296beb9a7009e3cce193b2&amp;show_border=true&amp;link_opens_in_new_window=true" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;">Durante pouco mais de duzentas páginas, não temos uma narrativa alucinante ou em clima de suspense constante. Pelo contrário, encontramos uma escrita elegante, com toques de ironia, humor e objetividade tipicamente atribuída ao masculino. Convivemos com Espinosa em sua rotina, nos trajetos a pé de seu apartamento até a delegacia, nos momentos de isolamento em seu reduto e na intimidade com suas mulheres.</p>
<p style="text-align: justify;">Não me lembro de ter lido diálogos tão bem construídos como li neste romance, que ao mesmo tempo me envolviam por sua simplicidade e seriedade, e me faziam também rir sozinho. É possível captar a essência de cada personagem, por mais curtas que sejam suas aparições e imaginar todo o universo envolvido. Poderia ler mais quatrocentas páginas de conversas entre os detetives Ramiro, Welber, Artur e o Delegado Espinosa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><em>“- Quem são vocês? Não foram mandados pelo doutor?<br />
&#8211; Fomos mandados pelo doutor sim, aqui estão nossas identificações, o que não sabemos é se o nosso doutor é o mesmo seu&#8230;”</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Esse é um daqueles livros que ao chegarmos ao final, queremos voltar a diversos trechos e ler de uma forma diferente, agora que sabemos o que realmente se passou. Excelente leitura.</p>
<p style="text-align: justify;">Para concluirmos, comecei a ler este romance com grandes expectativas, afinal, Luiz Alfredo Garcia-Roza é referência da literatura policial brasileira e não podemos esperar menos destes grandes ícones. O que vi superou minhas expectativas e me lembrou em muitos momentos a maestria de <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://literaturapolicial.com/2016/09/15/maigret-entre-os-flamengos-de-georges-simenon/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Georges Simenon</a></span> ao nos trazer as aventuras do Comissário Maigret, e o humor sagaz de <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://literaturapolicial.com/2016/07/23/em-23-de-julho-de-1888-nascia-raymond-chandler/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Raymond Chandler</a></span>. A natureza humana está em evidência nessas linhas e toda a sua profundidade está acessível a todos.</p>
<p><em>* Livro enviado pela Companhia das Letras.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-10249 size-full" style="margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/11/star5.png" alt="star5" width="106" height="22" /></p>
<p><a href="https://www.amazon.com.br/janela-Copacabana-Luiz-Alfredo-Garcia-Roza/dp/8535901809/ref=as_li_ss_il?__mk_pt_BR=%C3%85M%C3%85%C5%BD%C3%95%C3%91&amp;keywords=uma+janela+em+copacabana&amp;qid=1558177799&amp;s=gateway&amp;sr=8-1-fkmrnull&amp;linkCode=li3&amp;tag=literaturapol-20&amp;linkId=630f2dc5d62f6b19472dd7f6193bc190" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img decoding="async" class="alignleft" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?_encoding=UTF8&amp;ASIN=8535901809&amp;Format=_SL250_&amp;ID=AsinImage&amp;MarketPlace=BR&amp;ServiceVersion=20070822&amp;WS=1&amp;tag=literaturapol-20" border="0" /></a><strong>Título</strong>: Uma janela em Copacabana<br />
<strong>Autor</strong>: Luiz Alfredo Garcia-Roza<br />
<strong>Editora</strong>: Companhia das Letras<br />
<strong>Páginas</strong>: 232<br />
<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/2M25k7w" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Compre o livro / e-book</a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SINOPSE</strong> &#8211; Copacabana, Rio de Janeiro. Dois policiais são executados em curto espaço de tempo. Suas mortes têm muito em comum. Ambas as vítimas eram tiras de segundo escalão, com carreiras medíocres. Foram eliminados pelo mesmo homem, um assassino que dispara à queima-roupa e não deixa rastro. O mundo policial entra imediatamente em rebuliço. Quem estaria disposto a correr o risco de sair matando tiras, ainda que inexpressivos? Percorrendo as ruas de sua geografia predileta, entre os bairros do Leme e de Copacabana, o delegado Espinosa terá de desvendar esse mistério.</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img alt='Rodrigo Padrini' src='https://secure.gravatar.com/avatar/9447ef7c6ff933f7c5e0a13f7ffac4deab4ad21cf3e793347f68cf2be4431202?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/9447ef7c6ff933f7c5e0a13f7ffac4deab4ad21cf3e793347f68cf2be4431202?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/rodrigopadrini/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Rodrigo Padrini</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Psicólogo, mestre e doutorando em Psicologia. Atua no sistema prisional. É músico e leitor assíduo de romances policiais, com aquele lugar especial no coração para Georges Simenon e Raymond Chandler.</p>
</div></div><div class="saboxplugin-web "><a href="https://maisumaopiniao.com.br/" target="_self" >maisumaopiniao.com.br/</a></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2015/10/12/uma-janela-em-copacabana-de-luiz-alfredo-garcia-roza/">Uma janela em Copacabana, de Luiz Alfredo Garcia-Roza</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>Mestres da ficção: Luiz Alfredo Garcia-Roza</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Oct 2015 00:57:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[ana paula laux]]></category>
		<category><![CDATA[biografia]]></category>
		<category><![CDATA[companhia das letras]]></category>
		<category><![CDATA[delegado espinosa]]></category>
		<category><![CDATA[literatura policial nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Alfredo Garcia-Roza]]></category>
		<category><![CDATA[rio de janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[uma janela em copacabana]]></category>
		<category><![CDATA[vídeo]]></category>
		<category><![CDATA[youtube]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Criador do delegado Espinosa, Luiz Alfredo Garcia-Roza é um dos principais nomes da literatura no Brasil. Seus romances policiais são uma referência para o gênero, apresentando o delegado Espinosa em misteriosas investigações pelas esquinas do Rio de Janeiro. Em mais um vídeo da série Mestres da Ficção, faça uma viagem pela série policial de Roza...</p>
<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2015/10/06/mestres-da-ficcao-luiz-alfredo-garcia-roza/">Mestres da ficção: Luiz Alfredo Garcia-Roza</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Criador do delegado Espinosa, Luiz Alfredo Garcia-Roza é um dos principais nomes da literatura no Brasil. Seus romances policiais são uma referência para o gênero, apresentando o delegado Espinosa em misteriosas investigações pelas esquinas do Rio de Janeiro.</p>
<p>Em mais um vídeo da série Mestres da Ficção, faça uma viagem pela série policial de Roza e descubra um dos detetives mais populares da ficção nacional.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Veja aqui</h2>
<p><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/CWWo9fP01WI" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100" alt="" itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2015/10/06/mestres-da-ficcao-luiz-alfredo-garcia-roza/">Mestres da ficção: Luiz Alfredo Garcia-Roza</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>10 detetives brasileiros da ficção</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2014/10/06/nossos-homens-contra-o-crime/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Oct 2014 14:16:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Listas literárias]]></category>
		<category><![CDATA[delegado espinosa]]></category>
		<category><![CDATA[ed mort]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura Policial Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Alfredo Garcia-Roza]]></category>
		<category><![CDATA[mandrake]]></category>
		<category><![CDATA[Rubem Fonseca]]></category>
		<category><![CDATA[tony bellotto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os detetives brasileiros da ficção têm uma história que atravessa mais de um século da nossa literatura policial. Antes mesmo do surgimento de personagens como Mandrake, Ed Mort e Espinosa, autores como Olavo Bilac, Lima Barreto, João do Rio e Machado de Assis já experimentavam narrativas com elementos de investigação e crime. Em Crime feito...</p>
<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2014/10/06/nossos-homens-contra-o-crime/">10 detetives brasileiros da ficção</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong data-start="1209" data-end="1247">Os detetives brasileiros da ficção</strong> têm uma história que atravessa mais de um século da nossa literatura policial. Antes mesmo do surgimento de personagens como Mandrake, Ed Mort e Espinosa, autores como Olavo Bilac, Lima Barreto, João do Rio e Machado de Assis já experimentavam narrativas com elementos de investigação e crime.</p>
<p>Em <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://link.amazon/B0aKNu1gt" target="_blank" rel="noopener"><em data-start="1545" data-end="1597">Crime feito em casa — contos policiais brasileiros</em></a></span> (2005), Flávio Moreira da Costa aponta esses escritores como alguns dos responsáveis por abrir as portas para o gênero no Brasil.</p>
<p>Historicamente, a ficção policial nasceu no Brasil na forma de folhetim, assim como aconteceu com os contos de Sherlock Holmes na Inglaterra. Intitulada &#8220;O Mistério&#8221;, a primeira aventura brasileira condensou 47 capítulos e foi escrita a oito mãos por quatro acadêmicos da ABL: Afranio Peixoto, Viriato Correia, Medeiros e Albuquerque, e Coelho Neto. Era 1920, ano da estreia do detetive Hercule Poirot na literatura.</p><div id="liter-498868040" class="liter-adsense-artigos-placement liter-entity-placement" role="region" aria-label="Anúncios"><script async src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js?client=ca-pub-6441623549039847" crossorigin="anonymous"></script><insclass="adsbygoogle" style="display:block;" data-ad-client="ca-pub-6441623549039847" data-ad-slot="" data-ad-format="auto"></ins>
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</div>
<p>De lá para cá, surgiram diversos personagens: tradicionais, mesclados à ficção científica, voltados ao mais jovens e até detetives para os populares programas radiofônicos da metade do século passado. De Dick Peter a Espinosa, confira uma seleção com dez personagens marcantes da literatura policial brasileira.</p>
<h2>LEIA MAIS</h2>
<ul>
<li><a href="https://literaturapolicial.com/2014/10/06/nossos-homens-contra-o-crime/">12 autores para ler se você já leu todos os livros de Agatha Christie</a></li>
<li><a href="https://literaturapolicial.com/2025/03/08/top-21-vinte-e-uma-autoras-de-crime-suspense-e-misterio-no-brasil">TOP 21 | Vinte e uma autoras de crime, suspense e mistério no Brasil</a></li>
<li><a href="https://literaturapolicial.com/2021/07/15/intriga-internacional-6-curiosidades-sobre-o-filme-de-alfred-hitchcock/">INTRIGA INTERNACIONAL | 6 curiosidades sobre o filme de Alfred Hitchcock</a></li>
<li><a href="https://literaturapolicial.com/2019/05/01/no-dia-da-literatura-brasileira-conheca-7-autores-que-escreveram-classicos-do-suspense-e-misterio/">Dia da Literatura Brasileira: 7 autores de clássicos de mistério</a></li>
<li><a href="https://literaturapolicial.com/2025/10/16/todos-os-livros-de-freida-mcfadden-em-ordem-cronologica/">Todos os livros de Freida McFadden em ordem cronológica</a></li>
</ul>
<h2>10 detetives brasileiros da ficção que marcaram o gênero</h2>
<h2>1. MELLO BANDEIRA</h2>
<p>Protagonista de &#8220;O Mistério&#8221;, romance pioneiro do gênero no país. A história começou a ser publicada em 20 de março de 1920 e tratava de um crime perfeito que acontecia em uma casa, na praia de Botafogo.</p>
<h2>2. DICK PETER</h2>
<p>Criado por Ronnie Wells, pseudônimo do jornalista Jerônimo Monteiro. Apresentado em uma série da Rádio Difusora, suas aventuras migraram para a literatura explorando narrativas de mistério e ficção científica, gênero que destacou o autor. &#8220;As Aventuras de Dick Peter&#8221; passou a ser publicado em 1938.</p>
<h2>3. ROBERTO RICARDO</h2>
<p>Detetive de Anibal Costa criado em 1940, e que apareceu com o (não tão original) &#8220;As Aventuras de Roberto Ricardo&#8221;. Outro que também foi apresentado em programas de rádio, interpretado pelo jornalista e radialista Alziro Zarur.</p>
<h2>4. DOUTOR LEITE</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full" src="https://www.museudatv.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Luiz-Lopes-Coelho.jpg" width="208" height="222" /></p>
<p>O detetive do paulistano Luiz Lopes Coelho (foto) era, na verdade um delegado, que estreou na literatura em 1957. &#8220;A Morte no Envelope&#8221; trazia contos com nomes tão sugestivos quanto <em>Correu sangue na estreia de Volpone</em> e <em>Um candelabro apaga uma vida</em>. Doutor. Leite é considerado um ícone do gênero no Brasil, por ser um dos primeiros autores genuinamente nacionais que escreveu histórias no estilo “quem fez” (whodunnit). <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://link.amazon/B0fJQXDwm" target="_blank" rel="noopener">Compre o livro</a></span></p>
<h2>5. TONICO ARZÃO</h2>
<p>Foi o primeiro detetive rural do Brasil, criado pela carioca Maria Alice Barroso. Apareceu em apenas uma aventura,  &#8220;Quem matou Pacífico?&#8221;, de 1969, que virou filme com Jece Valadão, Jofre Soares e Ruth de Souza.</p>
<h2>6. MANDRAKE</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full" src="https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcT4xu9vYFVYAU9N1Gp7ExgpAqLeQ8KDwvx-d-XGmmWjKLU9a43N1IIVGL9V&amp;s=10" width="640" height="480" /></p>
<p>Advogado-criminalista criado por Rubem Fonseca, em 1967. Apareceu pela primeira vez no livro &#8220;Lúcia McCartney&#8221;. Mulherengo, fã de charutos e de mulheres, é tão carismático que já virou até série de TV. <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://link.amazon/B09mDJASs" target="_blank" rel="noopener">Compre os livros</a></span></p>
<h2>7. ED MORT</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full" src="https://a.ltrbxd.com/resized/film-poster/5/9/9/3/7/59937-ed-mort-0-230-0-345-crop.jpg?v=72634354e0" width="230" height="345" /></p>
<p>Mais desastrado, impossível! Mistura de Philip Marlowe e do Inspetor Clouseau, é uma paródia de uma porção de detetives clássicos. Ed apareceu em 1979 pelas mãos de Luis Fernando Veríssimo, exibindo costeletas alongadas e <em>démodé</em>, dividindo seu escritório com 17 baratas e um rato albino. Inicialmente apareceu em tirinhas de jornal, mas fez tanto sucesso que também foi parar no cinema, televisão, teatro e quadrinhos.<img loading="lazy" decoding="async" style="border: none !important; margin: 0!important;" src="//ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;l=am2&amp;o=33&amp;a=8539003082" alt="" width="1" height="1" border="0" /><img loading="lazy" decoding="async" style="border: none !important; margin: 0!important;" src="//ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;l=am2&amp;o=33&amp;a=8539003082" alt="" width="1" height="1" border="0" /></p>
<h2>8. DELEGADO ESPINOSA</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone " src="https://ogimg.infoglobo.com.br/in/25207147-9bd-21e/FT1086A/Lazaro-Ramosphoto-by-Mariana-Vianna.jpg" width="698" height="419" /></p>
<p>Personagem marcante da literatura policial no país, o delegado Espinosa surgiu em 1996 no premiado &#8220;O Silêncio da Chuva&#8221;. O autor é Luiz Alfredo Garcia-Roza, professor universitário que se tornou romancista policial e já escreveu uma série com o personagem. Espinosa é um investigador em Copacabana, apaixonado pelo Rio de Janeiro e por livros. Suas histórias já foram adaptadas para a TV em forma de série.<img loading="lazy" decoding="async" style="border: none !important; margin: 0!important;" src="//ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;l=am2&amp;o=33&amp;a=8535929983" alt="" width="1" height="1" border="0" /> <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://link.amazon/B0ez1jw9g">Compre os livros</a></span></p>
<h2>9. REMO BELLINI</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full" src="https://img.cadaminuto.com.br/cadaminuto/imagens/1254235068filme-1.jpg/:/rs=w:697,h:465,i:true,cg:true,ft:cover?cache=true" width="697" height="465" /></p>
<p>Que tal um detetive que transita por inferninhos, becos, boates e arranha-céus paulistanos? Ex-advogado atormentado por um passado sombrio, Remo Bellini virou investigador particular enfrentando perigos das grandes cidades, casos intrincados e mulheres tentadoras. Seu criador é o roqueiro Tony Bellotto, da banda Titãs. <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://link.amazon/B0jhSgrJx" target="_blank" rel="noopener">Compre os livros</a></span></p>
<h2><img loading="lazy" decoding="async" style="border: none !important; margin: 0!important;" src="//ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;l=am2&amp;o=33&amp;a=8535928960" alt="" width="1" height="1" border="0" />10. UGO FIORAVANTI</h2>
<p><a href="https://link.amazon/B0dtlyzEw" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone" src="https://m.media-amazon.com/images/I/A1dMgr1DQpL._SY425_.jpg" alt="" width="295" height="425" /></a><br />
O detetive Fioravanti é um bem humorado ex-policial federal que mora em Florianópolis, em uma casa de frente para o mar. Investiga os casos mais bizarros na capital catarinense, sempre lançando tiradas espirituosas pelo caminho. Obra de Mario Prata, que escreveu dois romances policiais com o detetive até 2014. <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://link.amazon/B08HB7jP5" target="_blank" rel="noopener">Compre os livros</a></span></p>
<h2>Os detetives brasileiros e a evolução da literatura policial</h2>
<p>Dos investigadores clássicos aos anti-heróis urbanos, esses personagens mostram como a literatura policial brasileira desenvolveu uma identidade própria ao longo das décadas. Mandrake, Espinosa, Bellini, Ed Mort e tantos outros transportaram o crime e a investigação para cenários reconhecíveis do Brasil, incorporando humor, violência urbana, crítica social e características da nossa cultura.</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100" alt="" itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2014/10/06/nossos-homens-contra-o-crime/">10 detetives brasileiros da ficção</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>5 lugares frequentados pelo delegado Espinosa</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2014/09/29/lancamento-espinosa-volta-ao-circuito/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Sep 2014 12:31:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Listas literárias]]></category>
		<category><![CDATA[nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[ana paula laux]]></category>
		<category><![CDATA[delegado espinosa]]></category>
		<category><![CDATA[detetive espinosa]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Alfredo Garcia-Roza]]></category>
		<category><![CDATA[um lugar perigoso]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Luiz Alfredo Garcia-Roza tem um novo livro pela Companhia das Letras, o décimo protagonizado pelo nobre morador do Peixoto. Ambientado no Rio de Janeiro, Um Lugar Perigoso conta a história de um professor que, afastado da universidade por razões de saúde, ganha a vida trabalhando em casa como tradutor. O mistério toma forma quando ele...</p>
<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2014/09/29/lancamento-espinosa-volta-ao-circuito/">5 lugares frequentados pelo delegado Espinosa</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Luiz Alfredo Garcia-Roza tem um novo livro pela Companhia das Letras, o décimo protagonizado pelo nobre morador do Peixoto. Ambientado no Rio de Janeiro, <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://literaturapolicial.com/2014/11/07/resenha-um-lugar-perigoso-luiz-alfredo-garcia-roza/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Um Lugar Perigoso</a></span> conta a história de um professor que, afastado da universidade por razões de saúde, ganha a vida trabalhando em casa como tradutor.</p>
<p>O mistério toma forma quando ele descobre uma lista de nomes de mulheres entre seus pertences, mas não sabe quem elas são e porque seus nomes foram parar ali. Portador de uma síndrome em que as lembranças se apagam e a imaginação toma o lugar dos fatos, o professor coleciona mais perguntas do que respostas.</p>
<p>Para descobrir a identidade e paradeiro das mulheres, ele decide procurar o delegado Espinosa. Mas a investigação traz à tona os cantos obscuros de sua mente, e pode revelar a origem de crimes que nada têm de imaginários.</p><div id="liter-498868040" class="liter-adsense-artigos-placement liter-entity-placement" role="region" aria-label="Anúncios"><script async src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js?client=ca-pub-6441623549039847" crossorigin="anonymous"></script><insclass="adsbygoogle" style="display:block;" data-ad-client="ca-pub-6441623549039847" data-ad-slot="" data-ad-format="auto"></ins>
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</div>
<p>Relembre 5 lugares frequentados pelo detetive mais famoso do Rio de Janeiro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;">1. 12ª DELEGACIA DE POLÍCIA<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-1703 size-medium" style="border: 1px solid #000000; margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/12.jpg?w=300" alt="12" width="300" height="219" /></span></strong></h3>
<p>A delegacia onde Espinosa trabalha, junto aos inspetores Welber e Ramiro, fica na rua Hilário de Gouveia. O bairro é Copacabana, a poucas quadras do apartamento dele no Peixoto.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">x</span></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;">2. APARTAMENTO DE IRENE<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-1704 size-medium" style="border: 1px solid #000000; margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/ape_ipa.jpg?w=300" alt="ape_ipa" width="300" height="214" /></span></strong></h3>
<p>A namorada de Espinosa mora em Ipanema. Cada um tem seu próprio apartamento e assim têm convivido por dez anos, mantendo uma relação independente. Costumam se encontrar nos finais de semana.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">x</span></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;">3. GALERIA MENESCAL<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-1706 size-medium" style="border: 1px solid #000000; margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/arabe.jpg?w=300" alt="arabe" width="300" height="210" /></span></strong></h3>
<p>Onde compra quibes e esfirras na lanchonete do árabe. Fica na rua Barata Ribeiro.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">x</span></p>
<h3 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>4. LA TRATTORIA<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-1705 size-medium" style="border: 1px solid #000000; margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/trattoria.jpg?w=300" alt="trattoria" width="300" height="233" /></strong></span></h3>
<p>Restaurante de comida italiana onde almoça e janta com frequência, e também faz eventuais reuniões com os investigadores. Compra comida congelada de vez em quando. Fica na rua Fernando Mendes.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">x</span></p>
<h3 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>5. LANCHONETE PAVÃO AZUL<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-1700 size-medium" style="border: 1px solid #000000; margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/pavao.jpg?w=300" alt="pavao" width="300" height="186" /></strong></span></h3>
<p>Para lanches rápidos, sanduíches, um café ou uma cerveja. Fica em frente à delegacia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><em>(Imagens: Google Street View, <a href="https://plus.google.com/102998110013804494351/posts" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Guilherme Pautasso</a>, <a href="http://www.rioquepassou.com.br/2012/03/07/galeria-menescal-inicio-dos-anos-70/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Foi um Rio que passou</a>)<span style="color: #ffffff;">x</span></em></p>
<p style="text-align: justify;">
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100" alt="" itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2014/09/29/lancamento-espinosa-volta-ao-circuito/">5 lugares frequentados pelo delegado Espinosa</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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