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	<title>Arquivos kay scarpetta -</title>
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	<description>O melhor portal sobre suspense e mistério!</description>
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	<title>Arquivos kay scarpetta -</title>
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	<item>
		<title>TOP 10 &#124; Dez livros de Patricia Cornwell com Scarpetta</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2023/02/15/top-10-dez-livros-de-patricia-cornwell-com-scarpetta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Literatura Policial]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Feb 2023 19:51:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Listas literárias]]></category>
		<category><![CDATA[editora paralela]]></category>
		<category><![CDATA[kay scarpetta]]></category>
		<category><![CDATA[patricia cornwell]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Criada pela escritora americana Patricia Cornwell, Kay Scarpetta surgiu em 1990 no romance Postmortem e rapidamente se tornou um dos</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Criada pela escritora americana <strong data-start="32" data-end="73"><span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Patricia Cornwell</span></span></strong>, Kay Scarpetta surgiu em 1990 no romance <strong data-start="115" data-end="156"><span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Postmortem</span></span></strong> e rapidamente se tornou um dos nomes mais marcantes da literatura policial contemporânea.</p>
<p><strong>LEIA MAIS</strong><br />
<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://literaturapolicial.com/2021/01/22/como-um-jantar-com-conan-doyle-e-oscar-wilde-mudou-a-historia-da-literatura/">Como um jantar com Conan Doyle e Oscar Wilde mudou a história da literatura</a></span><br />
<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://literaturapolicial.com/2022/02/21/top-12-doze-livros-sobre-serial-killers-e-casos-famosos/">TOP 13 | Treze livros sobre serial killers e casos famosos</a></span><br />
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<p>Médica-legista chefe em Richmond, Virgínia, Scarpetta alia rigor científico, inteligência afiada e sensibilidade para enfrentar crimes brutais, ajudando a popularizar a figura do perito forense na ficção moderna.</p>
<p>Ao longo de mais de duas décadas, a personagem protagonizou 26 livros, embora nem todos tenham sido publicados no Brasil, consolidando uma série que mistura investigação técnica, suspense psicológico e conflitos pessoais.</p>
<p>A seguir, selecionamos 10 livros essenciais para conhecer (ou revisitar) o universo de Kay Scarpetta.</p>
<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/3jYnmZV" target="_blank" rel="noopener">Livros e e-books de Patricia Cornwell</a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>1. Post Mortem</h1>
<p><a href="https://amzn.to/40JCig9" target="_blank" rel="noopener"><img  title=""  alt="81EICoMzroL._SY522_ TOP 10 | Dez livros de Patricia Cornwell com Scarpetta" fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full" src="https://m.media-amazon.com/images/I/81EICoMzroL._SY522_.jpg" width="322" height="522" /></a></p>
<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/40JCig9" target="_blank" rel="noopener">Compre aqui</a></span></p>
<p>Um assassino metódico e cruel está à solta, escolhendo mulheres como vítimas e não deixando rastros aparentes. A médica-legista Kay Scarpetta passa a analisar os corpos em busca de respostas e encontra um detalhe intrigante: um brilho causado por uma substância química desconhecida. Enquanto corre contra o tempo para impedir o próximo crime, ela enfrenta também pressões internas e a suspeita de que alguém próximo esteja sabotando seu trabalho e ameaçando sua carreira.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>2. Desumano e degradante</h1>
<p><a href="https://amzn.to/4rXSZAM" target="_blank" rel="noopener"><img  title=""  alt="91O7vNRVZUL._SY522_ TOP 10 | Dez livros de Patricia Cornwell com Scarpetta" decoding="async" class="alignnone size-full" src="https://m.media-amazon.com/images/I/91O7vNRVZUL._SY522_.jpg" width="321" height="522" /></a></p>
<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/4rXSZAM" target="_blank" rel="noopener">Compre aqui</a></span></p>
<p>Às vésperas do Natal, Richmond vive dias frios e sombrios. No mesmo dia em que um homem é executado por assassinar uma apresentadora de TV, um garoto de treze anos aparece mutilado. Pouco depois, outro crime aumenta o pânico e surgem rumores de bruxaria. Investigando o caso, a legista Kay Scarpetta encontra indícios que apontam para algo impossível, como se um morto pudesse estar por trás dos assassinatos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>3. Restos mortais</h1>
<p><a href="https://amzn.to/3OMoLBX" target="_blank" rel="noopener"><img  title=""  alt="41mpk79+CCL._SY445_SX342_ML2_ TOP 10 | Dez livros de Patricia Cornwell com Scarpetta" decoding="async" class="alignnone size-full" src="https://m.media-amazon.com/images/I/41mpk79+CCL._SY445_SX342_ML2_.jpg" width="300" height="445" /></a></p>
<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/3OMoLBX" target="_blank" rel="noopener">Compre aqui</a></span></p>
<p>Quando dois jovens desaparecem em Richmond, o medo se espalha pela cidade. A suspeita é de que tenham tido o mesmo destino de outros casais encontrados meses depois em avançado estado de decomposição. A médica-legista Kay Scarpetta assume o caso desde o início, usando sua experiência e determinação para buscar respostas. Entre tensão e compaixão, ela mergulha em mais uma investigação perturbadora.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>4. Contágio criminoso</h1>
<p><a href="https://amzn.to/4aRis8Q" target="_blank" rel="noopener"><img  title=""  alt="81XBbRDtZ5L._SY466_ TOP 10 | Dez livros de Patricia Cornwell com Scarpetta" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full" src="https://m.media-amazon.com/images/I/81XBbRDtZ5L._SY466_.jpg" width="293" height="466" /></a></p>
<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/4aRis8Q" target="_blank" rel="noopener">Compre aqui</a></span></p>
<p>Um corpo esquartejado é encontrado em um aterro na Virgínia, e os cortes precisos indicam que o assassino sabe exatamente o que está fazendo. A médica-legista Kay Scarpetta entra em um jogo perigoso quando o criminoso passa a provocá-la pela internet, assinando como Deadoc. Para piorar, há risco de contaminação por um vírus letal. Enfrentando um psicopata com possíveis armas biológicas, Scarpetta precisa agir rápido antes que a situação fique ainda mais pessoal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>5. Foco inicial</h1>
<p><a href="https://amzn.to/4rSkj3l" target="_blank" rel="noopener"><img  title=""  alt="411zypVCsqL._SY445_SX342_ML2_ TOP 10 | Dez livros de Patricia Cornwell com Scarpetta" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full" src="https://m.media-amazon.com/images/I/411zypVCsqL._SY445_SX342_ML2_.jpg" width="276" height="445" /></a></p>
<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/4rSkj3l" target="_blank" rel="noopener">Compre aqui</a></span></p>
<p>Kay Scarpetta planeja um fim de semana tranquilo com Benton Wesley, mas tudo muda quando recebe uma carta provocadora de Carrie Grethen, a assassina que ela ajudou a internar. Logo, Carrie anuncia à imprensa que está solta. Ao mesmo tempo, surgem crimes em que as vítimas são mortas e queimadas para dificultar a identificação. Um incêndio em uma fazenda milionária pode estar ligado ao caso, e Scarpetta precisa montar esse quebra-cabeça antes que o terror avance.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>6. A última delegacia</h1>
<p><a href="https://amzn.to/3NiytLR" target="_blank" rel="noopener"><img  title=""  alt="71x7oEYo0jL._SY466_ TOP 10 | Dez livros de Patricia Cornwell com Scarpetta" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full" src="https://m.media-amazon.com/images/I/71x7oEYo0jL._SY466_.jpg" width="311" height="466" /></a></p>
<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/3NiytLR" target="_blank" rel="noopener">Compre aqui</a></span></p>
<p>A história começa logo após Kay Scarpetta ser atacada em casa por Jean-Baptiste Chandonne, um criminoso ligado a um cartel internacional que se autodenomina Lobisomem. Abalada, ela precisa deixar sua casa, mas a situação piora quando passa a ser acusada de um dos assassinatos cometidos por ele. Isolada e sob suspeita, Scarpetta enfrenta um dos momentos mais difíceis de sua carreira e de sua vida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>7. Predador</h1>
<p><a href="https://amzn.to/4sKB0Of" target="_blank" rel="noopener"><img  title=""  alt="41+7IqoFshL._SY445_SX342_ML2_ TOP 10 | Dez livros de Patricia Cornwell com Scarpetta" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full" src="https://m.media-amazon.com/images/I/41+7IqoFshL._SY445_SX342_ML2_.jpg" width="274" height="445" /></a></p>
<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/4sKB0Of" target="_blank" rel="noopener">Compre aqui</a></span></p>
<p>Kay Scarpetta e sua equipe trabalham na Academia Forense da Flórida, envolvida em um projeto secreto que estuda a mente de psicopatas condenados. O que começa com casos aparentemente desconexos leva a uma investigação perturbadora ligada a um assassino misterioso. Entre tecnologia avançada e análises psicológicas, o grupo também precisa lidar com conflitos pessoais, segredos e traições que tornam tudo ainda mais intenso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>8. Livro dos mortos</h1>
<p><a href="https://amzn.to/4b3bWKT" target="_blank" rel="noopener"><img  title=""  alt="91FyyY92viL._SY522_ TOP 10 | Dez livros de Patricia Cornwell com Scarpetta" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full" src="https://m.media-amazon.com/images/I/91FyyY92viL._SY522_.jpg" width="322" height="522" /></a></p>
<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/4b3bWKT" target="_blank" rel="noopener">Compre aqui</a></span></p>
<p>Quando uma jovem estrela do tênis é encontrada morta em Roma, com sinais brutais de violência, Kay Scarpetta é chamada para ajudar na investigação. A análise revela ligações com outros crimes perturbadores e com um suspeito conhecido como Homem de Areia. À medida que as pistas avançam, antigas inimigas ressurgem e as tensões na equipe aumentam, colocando Scarpetta diante de um dos casos mais complexos de sua carreira.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>9. Em risco</h1>
<p><a href="https://amzn.to/4r7pk6V" target="_blank" rel="noopener"><img  title=""  alt="41L1HnRyH8S._SY445_SX342_ML2_ TOP 10 | Dez livros de Patricia Cornwell com Scarpetta" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full" src="https://m.media-amazon.com/images/I/41L1HnRyH8S._SY445_SX342_ML2_.jpg" width="275" height="445" /></a></p>
<p><a href="https://amzn.to/4r7pk6V" target="_blank" rel="noopener">Compre aqui</a></p>
<p>O projeto Em Risco quer reabrir casos antigos com ajuda de novas tecnologias. Para o primeiro desafio, o detetive Win Garano precisa descobrir quem matou uma senhora vinte anos atrás. O que parecia simples se complica com pistas falsas, possíveis envolvimentos de policiais e segredos escondidos pela própria promotora que lidera a iniciativa. Entre pressões profissionais e questões pessoais, Garano mergulha em uma investigação cheia de tensão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>10. Scarpetta</h1>
<p><a href="https://amzn.to/4s9YOLz" target="_blank" rel="noopener"><img  title=""  alt="91v9v36RovL._SY466_ TOP 10 | Dez livros de Patricia Cornwell com Scarpetta" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full" src="https://m.media-amazon.com/images/I/91v9v36RovL._SY466_.jpg" width="311" height="466" /></a></p>
<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/4s9YOLz" target="_blank" rel="noopener">Compre aqui</a></span></p>
<p>Kay Scarpetta deixa Boston para avaliar, em Nova York, um paciente psiquiátrico suspeito de assassinato que só aceita falar com ela. Quando ele decide contar sua versão, afirma estar sendo perseguido por uma conspiração com espionagem e tecnologia. Ao mesmo tempo, Scarpetta tem sua vida exposta por um site de fofocas. Em meio a um clima de paranoia, ela precisa descobrir a verdade e impedir um possível assassino.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100"  alt="WOsSxJON_400x400 TOP 10 | Dez livros de Patricia Cornwell com Scarpetta"  itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/admin_literatura/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Literatura Policial</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Ana Paula Laux é jornalista e trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book “Os Maiores Detetives do Mundo” (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="saboxplugin-web "><a href="https://literaturapolicial.com/" target="_self" >literaturapolicial.com/</a></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2023/02/15/top-10-dez-livros-de-patricia-cornwell-com-scarpetta/">TOP 10 | Dez livros de Patricia Cornwell com Scarpetta</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Roteirista de Carol vai adaptar série de Patricia Cornwell para o cinema</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2016/11/29/roteirista-de-carol-vai-adaptar-serie-de-patricia-cornwell-para-o-cinema/</link>
					<comments>https://literaturapolicial.com/2016/11/29/roteirista-de-carol-vai-adaptar-serie-de-patricia-cornwell-para-o-cinema/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Nov 2016 16:14:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[ana paula laux]]></category>
		<category><![CDATA[kay scarpetta]]></category>
		<category><![CDATA[patricia cornwell]]></category>
		<category><![CDATA[Phyllis Nagy]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>SCARPETTA NO CINEMA &#8211; Indicada ao Oscar, a roteirista Phyllis Nagy será a responsável por adaptar o filme da médica-legista</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>SCARPETTA NO CINEMA &#8211; Indicada ao Oscar, a roteirista Phyllis Nagy será a responsável por adaptar o filme da médica-legista Kay Scarpetta para o cinema. Nagy, que foi indicada ao prêmio da Academia de Cinema no início deste ano pelo roteiro adaptado de &#8220;Carol&#8221; (The Price of Salt, Patricia Highsmith), abre novas perspectivas para a adaptação há muito aguardada pelos fãs da série criada por Patricia Cornwell.</p>
<p>A legista Kay Scarpetta estreou na literatura em “Postmortem”, publicado em 1990, e desde então tornou-se uma das personagens favoritas dos fãs de romances policiais com uma abordagem na tecnologia forense. Uma adaptação para o cinema já havia sido cogitada antes, com nomes como o de Angelina Jolie no papel principal, porém nada havia sido oficialmente confirmado até agora.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ac&amp;ref=qf_sp_asin_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=853591790X&amp;asins=853591790X&amp;linkId=1f517fffa85c483b6ac20f9818a04778&amp;show_border=false&amp;link_opens_in_new_window=true&amp;price_color=333333&amp;title_color=0066c0&amp;bg_color=ffffff" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"><br />
</iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Patricia Cornwell vendeu cerca de 100 milhões de cópias em 120 países, com tradução para 36 idiomas no mundo. No Brasil, a série policial&nbsp;é publicada pela Companhia das Letras. As informações são do site <a href="http://www.hollywoodreporter.com/news/carol-screenwriter-phyllis-nagy-write-untitled-patricia-cornwell-kay-scarpetta-film-950693" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Hollywood Reporter</a>.</p>
<p><em>(Fotos: divulgação &#8211; Kevork Djansezian/NBC/NBCU Photo Bank via Getty Images)</em></p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100"  alt="WOsSxJON_400x400 Roteirista de Carol vai adaptar série de Patricia Cornwell para o cinema"  itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2016/11/29/roteirista-de-carol-vai-adaptar-serie-de-patricia-cornwell-para-o-cinema/">Roteirista de Carol vai adaptar série de Patricia Cornwell para o cinema</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Conheça os detetives glutões da literatura policial</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2016/08/01/os-detetives-glutoes-da-literatura/</link>
					<comments>https://literaturapolicial.com/2016/08/01/os-detetives-glutoes-da-literatura/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Aug 2016 18:45:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[clássicos]]></category>
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		<category><![CDATA[os maiores detetives do mundo]]></category>
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		<category><![CDATA[the president]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; HORA DA BÓIA &#8211; Solucionar mistérios dá uma fome danada, né? Há detetives na literatura policial que desvendam crimes</p>
<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2016/08/01/os-detetives-glutoes-da-literatura/">Conheça os detetives glutões da literatura policial</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><em>HORA DA BÓIA</em> &#8211; Solucionar mistérios dá uma fome danada, né? Há detetives na literatura policial que desvendam crimes e devoram banquetes com o mesmo apetite. São conhecidos como detetives gourmets, e aparecem em histórias onde a comida é um elemento importante para impulsionar as caçadas investigativas.</p>
<p style="text-align: justify;">Personagens como Nero Wolfe (de Rex Stout), Salvo Montalbano (de Andrea Camilleri) e Pepe Carvalho (de Manuel Vázquez Montalbán) são fãs de comida em tempo integral e conhecem uma variedade de pratos sofisticados e populares, alguns sabem cozinhar receitas mais elaboradas, outros tem até um chef pessoal a sua disposição.</p>
<p style="text-align: justify;">Kay Scarpetta por exemplo, a médica-legista criada por Patricia Cornwell para sua famosa série policial, tem ascendência italiana e é chegada em molhos, massas, pães e muito azeite de oliva.</p>
<p style="text-align: justify;">Frequentemente, é a comida que dá aquele tempero terapêutico nos seus dias mais agitados de perseguição a serial killers.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-13692 size-full aligncenter" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2016/08/screenhunter_1090-aug-01-15-181.jpg"  alt="screenhunter_1090-aug-01-15-181 Conheça os detetives glutões da literatura policial"  width="202" height="350" /></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Quer conhecer mais sobre o universo dos detetives bom de garfo? Então <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://issuu.com/revistathepresident/docs/tp25" target="_blank" rel="noopener noreferrer">confira a matéria da The President</a></span> assinada pelos dos colunistas do literaturapolicial.com, Ana Paula Laux e Rogério Christofoletti, para a edição de 6 anos da revista. <em>E bon appétit!</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<h4 style="text-align: justify;">DICA DE LEITURA</h4>
<p><a href="https://www.amazon.com.br/Os-Maiores-Detetives-do-Mundo-ebook/dp/B00OQPAB04/ref=as_li_ss_il?__mk_pt_BR=%C3%85M%C3%85%C5%BD%C3%95%C3%91&amp;keywords=os+maiores+detetives&amp;qid=1558370088&amp;s=gateway&amp;sr=8-2&amp;linkCode=li3&amp;tag=literaturapol-20&amp;linkId=6c8312c1cc49d3087179b02f34eb1bd3" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img  title=""  alt="q?_encoding=UTF8&amp;ASIN=B00OQPAB04&amp;Format=_SL250_&amp;ID=AsinImage&amp;MarketPlace=BR&amp;ServiceVersion=20070822&amp;WS=1&amp;tag=literaturapol-20 Conheça os detetives glutões da literatura policial" decoding="async" class="alignleft" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?_encoding=UTF8&amp;ASIN=B00OQPAB04&amp;Format=_SL250_&amp;ID=AsinImage&amp;MarketPlace=BR&amp;ServiceVersion=20070822&amp;WS=1&amp;tag=literaturapol-20" border="0" /></a><img  title="" loading="lazy" decoding="async" style="border: none !important; margin: 0px !important;" src="https://ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;l=li3&amp;o=33&amp;a=B00OQPAB04"  alt="ir?t=literaturapol-20&amp;l=li3&amp;o=33&amp;a=B00OQPAB04 Conheça os detetives glutões da literatura policial"  width="1" height="1" border="0" /><strong>Título</strong>: Os maiores detetives do mundo<br />
<strong>Autores</strong>: Chris Lauxx<br />
<strong>Páginas</strong>: 316<br />
<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/2YFk39Q" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Compre o e-book</a></span></p>
<p><strong>SINOPSE</strong> &#8211; O que Sherlock Holmes, Batman e Ed Mort têm em comum? Poirot, 007 e House podem pertencer ao mesmo clube? A resposta é sim, já que todos eles investigam e solucionam mistérios! <em>Os Maiores Detetives do Mundo</em> é uma enciclopédia pop dedicada a 60 grandes investigadores da literatura, cinema, quadrinhos, TV e games. Este guia único e completo apresenta perfis, biografias, curiosidades e inúmeras informações divertidas sobre o mundo dos detetives. Do surgimento da ficção policial à atualidade, viaje pela linha do tempo e encare os protagonistas mais durões, esquisitos e fascinantes do planeta. Desvende enigmas com Auguste Dupin e treine as células-cinzentas com Hercule Poirot. Brinde em Paris com o comissário Maigret e renda-se à majestade inglesa de Sherlock Holmes. Desvie das balas de Philip Marlowe e resista ao charme de James Bond, enquanto os serial killers de Kay Scarpetta confundem a polícia americana. As sombras da cidade não são sombras, são Batman e The Spirit lutando para manter a ordem e paz reinante. E na terra dos vikings, Wallander, Joona Lina e Lisbeth Salander revelam inimigos ocultos. Escrito com linguagem acessível e organizado em capítulos cronológicos e temáticos, <b>Os Maiores Detetives do Mundo</b> é o guia definitivo para quem não resiste a um bom mistério.<br />
<span style="color: #ffffff;">x</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><em>(Ilustração do post: Rafael Alves)</em></p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100"  alt="WOsSxJON_400x400 Conheça os detetives glutões da literatura policial"  itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2016/08/01/os-detetives-glutoes-da-literatura/">Conheça os detetives glutões da literatura policial</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>O Brasil no precipício literário</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mateus Baldi]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2015 20:22:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os livros ao redor do mundo ou qual o problema com as editoras brasileiras? &#160; I. Frangalhos literários Desembarquei em</p>
<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2015/07/09/o-brasil-no-precipicio-literario/">O Brasil no precipício literário</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-7627 size-large" style="border:1px solid #000000;margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/07/mateus_italia1.jpg?w=750"  alt="mateus_italia1 O Brasil no precipício literário"  width="750" height="422" /><br />
<em><span style="font-size:1.25em;">Os livros ao redor do mundo ou qual o problema com as editoras brasileiras?</span></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.55em;"><strong>I. Frangalhos literários</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Desembarquei em Roma no final de junho para rever meu pai e irmãos após um hiato de oito anos. Além desse detalhe familiar no retorno ao Velho Continente, algo sacolejava dentro de mim: <strong>uma vontade enorme de conhecer as livrarias europeias e a oferta literária no berço da civilização</strong>; conhecer in loco o que os europeus leem e emplacam nas listas dos mais vendidas.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">A primeira parada foi em Portugal, onde uma espera de duas horas pela conexão no aeroporto de Lisboa me permitiu fazer um pit-stop estratégico na Fnac. Comprei &#8216;O amor é fodido&#8217;, de Miguel Esteves Cardoso, basicamente pelo título irresistível. O livro estava em destaque logo na entrada do estabelecimento, o que me garantiu boas risadas ao imaginar como o Brasil reagiria se alguém como o Gregório Duvivier fizesse um livro com esse título.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;"><strong>Escondidos num fiapo de prateleira nos fundos da lojinha-aperitivo, os romances policiais espantavam pela diversidade: basicamente todos os autores americanos contemporâneos tinham seu espaço.</strong> Os clássicos, porém, pareciam sequer um dia ter existido. Pensei que fosse algo pontual.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Ledo engano.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Já em Roma, tirei dois dias para visitar livrarias que me foram recomendadas por uma colega ítalo-húngara. Nas duas livrarias que visitei em Trastevere, espécie de reduto boêmio às margens do rio Tibre, os <em>gialli</em> (amarelos em italiano, como são conhecidos os romances policiais na terra do espaguete – a partir de 1929 a literatura pulp passou a ser publicada por lá com capa nessa cor) tinham uma prateleira só para si. <strong>Autores como Stephen King, Patricia Cornwell, John Grisham e os europeus Lars Kepler, Camilla Lackberg e Arnaldur Indradsson tinham suas obras completas traduzidas para o idioma de Alighieri</strong>. Dois livros recentes de King – Revival e Mr. Mercedes – e o último volume da série Scarpetta de Cornwell – Flesh and Blood – estavam estrategicamente posicionados com edições capa dura no meio dos últimos lançamentos.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Aquilo mexeu comigo.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">O idioma italiano, menos ainda que o português, só serve para um público específico. <strong>Como era possível que eles já tivessem à disposição todo esse material?</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Decidi consultar meu pai.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">&#8211; Aqui ninguém lê – ele disse. – Se você diz que lê as pessoas te olham torto, não entendem como é possível ficar com a cara grudada num livro durante horas e horas. Eu, por exemplo, leio um livro por mês e já estou muito acima da média do país.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Uma das hipóteses, pensei num arroubo de philipmarlowismo, já está descartada: os italianos não justificam a oferta. Não valeria a pena, portanto, colocar imediatamente nas prateleiras material que sai primeiro lá fora. O mesmo não pode ser dito, por exemplo, da Argentina. Henning Mankell tem toda sua obra disponível numa livraria furreca no centro de Bariloche. A justificativa é simples: o idioma espanhol é enorme, o que se traduz para a Espanha pode ser comercializado na Argentina e por aí vai.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">A dúvida, portanto, persistia em mim.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Resolvi tentar sair dos <em>gialli</em> e partir para outros autores.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Literatura brasileira? Em todas as livrarias a resposta foi parecidíssima: ou Jorge Amado ou Paulo Coelho, se bem que esse último não é propriamente uma literatura brasileira. Encontrei volumes de Luiz Ruffato e Vanessa Barbara, e só. Nem Daniel Galera, o mais incensado da nova geração, aparecia nas prateleiras. Os livreiros também pareciam desconhecer seu nome.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">A crise se agravava dentro de mim. <strong>Como um país que tem Machado de Assis, Graciliano Ramos, Sérgio Porto, Rubem Fonseca, Millôr Fernandes e Jorge Amado é tão vazio no comércio literário europeu?</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Arrisquei dois dos meus autores preferidos: Roberto Bolaño e Philip Roth. O primeiro, morto em 2003 e maior autor latino das últimas décadas, não foi fácil de encontrar, mas quando a busca se revelou frutífera, escondido num estabelecimento em Trastevere, tive uma surpresa daquelas que gelou a espinha: 2666, Amuleto, Putas Assassinas e Estrela Distante já haviam sido traduzidos para o italiano. &#8216;Una novellita lumpen&#8217;, último romance publicado em vida, inédito no Brasil, também estava lá.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Com Philip Roth não foi diferente. Toda a obra do maior autor americano vivo, repito, toda a obra, estava disponível em italiano.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Tal qual Bartleby, eu preferia não (acreditar).</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">O tiro de misericórdia foi lembrar, segurando o pesado volume de 2666, melhor livro que já li em toda a minha vida, que em Portugal Roberto Bolaño também foi traduzido. Li &#8216;La Literatura Nazi en Americas&#8217; em inglês, mas dois meses depois, perambulando pela Livraria da Travessa de Botafogo, encontrei um exemplar em português. Levei para casa e dei para minha avó ler.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Naquela época eu não sabia, mas meus questionamentos já faziam parte de um cenário muito maior.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.55em;"><strong>II. Bartleby à deriva</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-7628" style="border:1px solid #000000;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/07/mateus_italia2.jpg"  alt="mateus_italia2 O Brasil no precipício literário"  width="342" height="543" /><strong>Nas últimas semanas o Facebook foi tomado por uma enxurrada de posts indignados sobre diversos assuntos</strong> – cantor sertanejo morto e a cobertura sensacionalista da mídia; Zeca Camargo comparando a sociedade aos livros de colorir; divulgação de dados mostrando que o brasileiro lê 1,7 livro por ano.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Em meio ao que alguns definiram (sabiamente) como pororoca de chorume, o cenário me pareceu bastante claro: é óbvio que não se pode esperar muita leitura de uma sociedade fragmentada cultural e politicamente, uma sociedade em que livros de colorir são o principal faturamento do mercado editorial no primeiro semestre. Alguns defensores da nova “terapia” dizem que os livretos ajudam pacientes com Alzheimer e que não se pode cobrar erudição o tempo todo, mas o que se tem observado sequer passa de requerimento de erudição. Trata-se de um sintoma que invariavelmente chega ao dilema Tostines: o mercado editorial nacional é ruim porque a oferta é ruim ou porque o público é ruim e não tem o menor interesse?</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Obviamente, é uma discussão ampla demais para um único artigo, mas potencialmente forte para que se apresente uma subdivisão do dilema Tostines: <strong>as editoras abandonam os autores por falta de interesse do público ou o público que abandonou os autores?</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">A Companhia das Letras, detentora dos direitos de Philip Roth e Bolaño, por exemplo, nunca deu mostras de publicar os volumes restantes desses autores – no caso de Roth, edições dos anos 70 chegam a valer mais de trezentos (!) reais no site Estante Virtual. Patricia Cornwell e Henning Mankell, publicados pela mesma casa, estão à deriva há um bom tempo – o último livro do sueco lançado por aqui foi A Quinta Mulher, em 2014, publicado lá fora em 2000(!). A defasagem, contudo, não é exclusividade da casa paulista, apontada por muitos como a melhor editora do país. A carioca Record não soltou todos os livros do rei do scandi-crime, Jo Nesbo, e, caso não fosse anunciada a sequência 50 anos depois, continuaria a deixar seu braço José Olympio sem abastecer as livrarias com O Sol é Para Todos, que vende 1 milhão de exemplares anualmente em língua inglesa. <strong>Um milhão de exemplares anuais é bastante coisa. Os brasileiros não tem o mesmo direito dos anglófonos?</strong> Tem. Tanto tem que a reedição veio com destaque e vendas expressivas segundo me contaram livreiros.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Há quem argumente que faltem tradutores. Ou que o Brasil só publica material com tratamento artístico impecável, diferentemente dos <em>paperbacks</em> estrangeiros, o que inviabiliza uma produção em larga escala (verdade, nunca vi publicarem livros tão bonitos como os brasileiros, mas será que precisamos de livros bonitos? Será que uma simples obra do Stephen King, ou até mesmo dos prolíficos best-sellers James Patterson e Harlan Coben, não pode ser comercializada num formato mais barato, tipo <em>paperback</em>? Não faz sentido tanto atraso, tanta sonolência. Quer dizer, só se publica algo com eficiência e rapidez quando se trata de 50 Tons de Cinza ou As Crônicas de Gelo e Fogo? Complexo de vira-latas na literatura? Jura?)</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Quando levantei no Facebook a polêmica dos livros de colorir, fui tido como conservador, elitista, academicista, etc., me disseram que o mercado seria fomentado – e muito – com a venda desse tipo de “obra”. Pois bem, agora que os balanços foram divulgados e o mercado faturou horrores, cadê o investimento?</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Pior que a falta de publicações é o silêncio. Tentei contato diversas vezes com as editoras. Não há uma resposta padrão. Não há calendário de lançamentos. O Brasil parece estar atrasado até na diversão mais simples, botar-os-olhos-no-papel-e-vivenciar-uma-história, como se não fosse digno de acompanhar o ritmo de países que só tem status histórico mas são igualmente pobres em consumo literário.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.55em;"><strong>III. A imutabilidade da pátria</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">O cenário é de caos. <strong>Vivemos num circo sem pão, enclausurados numa névoa que teima em se dissipar. Nossa maior conversa literária da atualidade é saber se Mário de Andrade gostava de homens ou não. A que ponto chegamos.</strong> Resta alternativa senão seguirmos sendo Bartleby e abraçando nós mesmos?</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Somos os únicos capazes de permanecer agarrados a um fiapo de esperança e idealismo, seja ele qual for, mas se depender de editoras como a 34 e a Cosac Naify, o público brasileiro terá acesso à mais alta literatura. A primeira vem publicando obras da literatura russa com posfácios e traduções atualizadas, o que é uma bênção. A outra, tradicionalmente tida como editora de conteúdo majoritariamente artístico, aposta no público que não tem problema em consumir coisas densas, caprichando nas edições e arriscando reedições da obra de Faulkner.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Os maiores destaques, porém, são as pequenas/médias Iluminuras, Rádio Londres e DarkSide. Enquanto a primeira traz pérolas de James Joyce – correspondências, poemas e dezenas de páginas com ensaios acadêmicos sobre o autor de Ulysses –, as duas últimas são novatas no mercado editorial, mas isso não significa que a qualidade seja pouca, au contraire. Surpreendendo ao publicar Stoner, romance de John Williams publicado em 1965 e idolatrado por gente como Ian McEwan e Tom Hanks, a Rádio Londres trouxe aos brasileiros a oportunidade de conhecer Andrés Caicedo e Abasse Ndione. Ambiciosa, a editora carioca publicará ainda em 2015 o vencedor do PEN/Faulkner, Preparation For The Next Life, de Atticus Lish.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Na outra ponta, a DarkSide apostou nos jovens e editou Psicose, Os Goonies, Tubarão, O Demonologista e a dramatização da trilogia Star Wars, garantindo uma fatia do mercado que não hesita em ler páginas obscuras, porém frescas e acessíveis, na contrapartida dos açucarados romances de Nicholas Sparks publicados pela Novo Conceito e Arqueiro.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">A já consagrada Intrínseca se mantém como uma das lideranças sendo versátil: se por um lado publica os best-sellers de Gillian Flynn e Joel Dicker, por outro imprime vencedores do Pulitzer – como é o caso de Anthony Doerr e Jennifer Egan – e o boom recente Nic Pizzolato, criador da série True Detective.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;"><strong>Fica a questão, portanto: se o mercado editorial nacional é tão rico e ao mesmo tempo tão escasso, publicando coisas pinçadas ao invés de toda a bibliografia de um autor consagrado, por que lemos 1,7 livro por ano?</strong> Por que nomes como Paul Auster, Thomas Pynchon e William Faulkner não têm toda sua obra publicada no Brasil? Por que Cormac McCarthy e James Ellroy ainda não mancharam nossas bibliotecas com o sangue que escorre das páginas? Cadê nossos autores latinos sendo publicados por aqui também? Só a Rocco e a série Otra Lingua são capazes de nos ajudar a compreender o panorama sul-americano?</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Estaria James Joyce certo, portanto? <em>We can’t change the country, so let’s change de subject</em>. É isso? Ok.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Changemos o subject, pois.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align:justify;"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-1093" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/08/mateus11.png"  alt="mateus11 O Brasil no precipício literário"  width="600" height="133" /></p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title=""  alt="5ab2f02d356b4390b0aace4586fed5c51ac3aba7447988e5f9cc90c130766040?s=100&#038;d=mm&#038;r=g O Brasil no precipício literário" alt='Mateus Baldi' src='https://secure.gravatar.com/avatar/5ab2f02d356b4390b0aace4586fed5c51ac3aba7447988e5f9cc90c130766040?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/5ab2f02d356b4390b0aace4586fed5c51ac3aba7447988e5f9cc90c130766040?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/mateus-baldi/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Mateus Baldi</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Nasceu em 1994. É escritor e roteirista. Fundou a plataforma literária Resenha de Bolso, foi editor de cultura da revista Poleiro e colaborador de literatura no site da Piauí.</p>
</div></div><div class="saboxplugin-web "><a href="https://www.resenhadebolso.com.br/" target="_self" >www.resenhadebolso.com.br/</a></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2015/07/09/o-brasil-no-precipicio-literario/">O Brasil no precipício literário</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>Necrotério, de Patricia Cornwell</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2014/10/21/resenha-de-necroterio-de-patricia-cornwell/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Oct 2014 12:46:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[resenha]]></category>
		<category><![CDATA[ana paula laux]]></category>
		<category><![CDATA[clube do crime]]></category>
		<category><![CDATA[colunista]]></category>
		<category><![CDATA[companhia das letras]]></category>
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		<category><![CDATA[necrotério]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Ana Paula Laux &#8211; Em Necrotério (Companhia das Letras, 2010), a médica-legista Kay Scarpetta precisa descobrir o que levou</p>
<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2014/10/21/resenha-de-necroterio-de-patricia-cornwell/">Necrotério, de Patricia Cornwell</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Ana Paula Laux</em> &#8211; Em Necrotério (Companhia das Letras, 2010), a médica-legista Kay Scarpetta precisa descobrir o que levou o corpo de um homem morto a sangrar dentro da geladeira de um necrotério horas após ser transportado para lá. Ele estaria vivo quando foi colocado na geladeira? Ou será que houve um erro médico?</p>
<p>Depois de algum tempo servindo na Base Aérea de Dover, Scarpetta volta ao Centro Forense de Cambridge para resolver o mistério do &#8220;corpo sem identificação&#8221;, da pessoa que pode ter morrido por negligência ou intencionalmente. Após meses afastada do Centro, ela encontra um lugar bem diferente daquele que deixou e não sabe em quem confiar. No decorrer da investigação, ela é deliberadamente mal informada sobre detalhes importantes que vão sendo levantados, tanto pela polícia quanto pelo FBI e Forças Armadas. Ou seja, a coisa começa a ficar estranha.</p>
<p>Desconfiada, Scarpetta percebe que a sua própria equipe tem escondido informações e, para piorar, detalhes íntimos de seu passado profissional ameaçam comprometer sua reputação e emprego. É esse universo cheio de nós e intrigas que Patricia Cornwell cria para sua protagonista maior.</p>
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<p style="text-align: center;"><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ac&amp;ref=qf_sp_asin_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=856553068X&amp;asins=856553068X&amp;linkId=bf0b3afee8f4fc004a2b960177f16556&amp;show_border=false&amp;link_opens_in_new_window=true&amp;price_color=333333&amp;title_color=0066c0&amp;bg_color=ffffff" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"><br />
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<p>Os primeiros capítulos poderiam ser mais enxutos, pois em alguns momentos o exagero descritivo acaba interferindo no ritmo da leitura.&nbsp;O enredo evolui no decorrer dos capítulos e, aos poucos, o mistério vai sendo explicado. O final não chega a ser uma surpresa daquelas, mas é bem bolado.</p>
<p>O texto de Patricia Cornwell é sempre bem descritivo. Exposições médicas, científicas e tecnológicas recheiam o livro, como as descrições sobre nanotecnologia, a arquitetura interna do helicóptero de Lucy e as já frequentes enumerações médicas da legista. Estão presentes na trama figuras habituais, como o investigador Pete Marino, a sobrinha hacker Lucy Farinelli e o psicólogo/marido Benton Wesley.</p>
<p>Para quem gosta de um coquetel literário de suspense+ciência forense+thriller.</p>
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<p style="text-align: justify;"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-9406 alignnone" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/10/star3.png"  alt="star3 Necrotério, de Patricia Cornwell"  width="75" height="22"></p>
<p><strong><img  title="" loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-773 size-thumbnail" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/08/necroterio.jpg?w=104"  alt="necroterio Necrotério, de Patricia Cornwell"  width="104" height="150">Título</strong>: Necrotério<br />
<strong>Autora</strong>: Patricia Cornwell<br />
<strong>Páginas</strong>: 376<br />
<strong>Editora</strong>: Paralela<br />
<strong>Ano</strong>: 2010 (no Brasil, 2014)<br />
<a href="http://www.skoob.com.br/livro/397356ED449952" target="_blank" rel="noopener">Este livro no Skoob</a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SINOPSE</strong>: Conhecemos o início de sua carreira, quando Kay Scarpetta aceitou uma bolsa da Força Aérea para pagar pelos estudos na universidade. Agora, mais de vinte anos mais tarde, suas conexões militares secretas a trazem de volta para a base aérea Dover, onde esteve em um programa de treinamento. Como chefe do novo Centro Forense de Cambridge, em Massachusetts, Scarpetta enfrenta um caso que pode destruir sua reputação e tudo aquilo que lutou para conquistar pessoal e profissionalmente.</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img  title="" loading="lazy" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100"  alt="WOsSxJON_400x400 Necrotério, de Patricia Cornwell"  itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2014/10/21/resenha-de-necroterio-de-patricia-cornwell/">Necrotério, de Patricia Cornwell</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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