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	<title>Arquivos leonardo padura -</title>
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	<description>O melhor portal sobre suspense e mistério!</description>
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	<title>Arquivos leonardo padura -</title>
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		<title>Detetive Mario Conde volta em novo livro de Leonardo Padura</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2018/12/12/detetive-mario-conde-volta-em-novo-livro-de-leonardo-padura/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Dec 2018 12:44:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O passado remoto e o presente imediato se entrelaçam neste novo romance do escritor cubano Leonardo Padura. O livro chega no Brasil pela Boitempo Editorial. Compre o livro Compre o e-book Leia a sinopse Em A transparência do tempo acompanhamos o já conhecido detetive Mario Conde em seu oitavo caso, o desaparecimento de uma estátua de uma...</p>
<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2018/12/12/detetive-mario-conde-volta-em-novo-livro-de-leonardo-padura/">Detetive Mario Conde volta em novo livro de Leonardo Padura</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O passado remoto e o presente imediato se entrelaçam neste novo romance do escritor cubano Leonardo Padura. O livro chega no Brasil pela Boitempo Editorial.</p>
<p><center><br />
<a href="https://www.amazon.com.br/transpar%C3%AAncia-do-tempo-Leonardo-Padura-ebook/dp/B07L9FGB9T/ref=as_li_ss_il?s=books&amp;ie=UTF8&amp;qid=1544610848&amp;sr=1-7&amp;linkCode=li3&amp;tag=literaturapol-20&amp;linkId=9ec81fdd305b5a2c910bee6deeac722f&amp;language=pt_BR" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img decoding="async" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?_encoding=UTF8&amp;ASIN=B07L9FGB9T&amp;Format=_SL250_&amp;ID=AsinImage&amp;MarketPlace=BR&amp;ServiceVersion=20070822&amp;WS=1&amp;tag=literaturapol-20&amp;language=pt_BR" border="0" /></a><img decoding="async" style="border: none !important; margin: 0px !important;" src="https://ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;language=pt_BR&amp;l=li3&amp;o=33&amp;a=B07L9FGB9T" alt="" width="1" height="1" border="0" /></center></p>
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<h3>Leia a sinopse</h3>
<p>Em <i>A transparência do tempo</i> acompanhamos o já conhecido detetive Mario Conde em seu oitavo caso, o desaparecimento de uma estátua de uma virgem negra.</p>
<p>Às vésperas de completar sessenta anos, cético em relação a seu país, Mario Conde assiste ao encolhimento da oferta de livros usados, cuja revenda vinha sendo seu ganha-pão dos últimos tempos. É então que um ex-colega de escola o procura e lhe oferece trabalho: recuperar a estátua de uma virgem negra que lhe fora roubada.</p>
<p>Com o desenrolar das buscas, Conde vai percebendo que a peça é muito mais valiosa do que imaginava, tendo suas origens nos Pireneus catalães, de onde fora trazida por um jovem em fuga da guerra civil. Paralelamente, em capítulos intercalados, o autor retraça a história desse jovem e as lendas que envolvem a escultura, tendo como pano de fundo a zona rural da Catalunha, desde a Idade Média até os dias de hoje. Ao buscar a imagem da santa negra pelas ruas de Havana, Conde vaga entre dois polos de um mesmo país: o submundo dos cortiços, do tráfico de drogas e da vida precarizada e o rico ambiente dos colecionadores e galeristas envolvidos em contrabando e venda ilegal de obras de arte. Permeando esses dois mundos, o catolicismo e a santería, sincretizados, e o passar infindável do tempo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100" alt="" itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2018/12/12/detetive-mario-conde-volta-em-novo-livro-de-leonardo-padura/">Detetive Mario Conde volta em novo livro de Leonardo Padura</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>Paisagem de Outono, de Leonardo Padura</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2017/01/10/paisagem-de-outono-de-leonardo-padura/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rogerio Christofoletti]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Jan 2017 15:41:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[resenha]]></category>
		<category><![CDATA[boitempo editorial]]></category>
		<category><![CDATA[cuba]]></category>
		<category><![CDATA[detetive]]></category>
		<category><![CDATA[leonardo padura]]></category>
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		<category><![CDATA[rogério christofoletti]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Rogério Christofoletti – Você pode até não concordar, mas o outono é a estação mais triste do ano. As folhas caem, as árvores ficam esqueléticas e o vento insiste em arrastar nossos pensamentos para longe. O cenário é melancólico e a vida parece simplesmente ser sugada pela terra. Claro, é passageiro, afinal se...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por Rogério Christofoletti</em> – Você pode até não concordar, mas o outono é a estação mais triste do ano. As folhas caem, as árvores ficam esqueléticas e o vento insiste em arrastar nossos pensamentos para longe. O cenário é melancólico e a vida parece simplesmente ser sugada pela terra. Claro, é passageiro, afinal se trata de um período do ano, transitório e relativo. Leonardo Padura sabe disso e não foi à toa que planejou concluir sua tetralogia em “Paisagem de Outono” nessa época do ano. Era necessário conduzir seu personagem mais famoso a um ponto em que não fosse mais possível voltar, uma espécie de ápice, de ponto de mutação definitivo. O tenente investigador Mario Conde chega onde sempre quis, mas isso não é necessariamente uma boa notícia.</p>
<p>Lançado pela Boitempo, o livro era inédito até então no Brasil, e lá se vão vinte anos desde que surgiu nas livrarias cubanas. Antes dele, vieram “Passado Perfeito”, <a href="https://literaturapolicial.com/2015/07/22/ventos-de-quaresma-de-leonardo-padura/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Ventos de Quaresma</a> e “Máscaras”. Juntos, os quatro volumes compõem a série “Estações Havana” e pela primeira vez desembarcam em nossas prateleiras apresentando o ciclo completo do melancólico detetive que desfila pelas desgastadas ruas da capital cubana.</p>
<p style="text-align: justify;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16614 size-full" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 30px; margin-bottom: 30px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/01/paisagem31.jpg" alt="paisagem3" width="639" height="408" /></p>
<p>Se você é daqueles que lê livros sequenciais respeitando a ordem, sabe que Conde estreia na literatura em plena ressaca, com a cabeça latejando de rum e o coração arrebatado de amor. Três livros depois, amadurecido e desesperançoso, nosso herói surge em “Paisagem de Outono” em cima de uma laje, sem camisa, transtornado, gritando para os céus. Sim, está novamente encharcado de rum, e sua ira tem nome e endereço: Félix, o furacão que está nas vizinhanças prestes a destruir seu bairro. Mas não só: na iminência de completar 36 anos, Mario Conde acaba de pedir baixa da polícia num daqueles gestos constantemente sonhados mas sempre adiados. Quer morar na praia e escrever livros, quem sabe uma história sórdida e comovente sobre o amor que os homens têm entre si?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>[su_quote]O leitor tem nas mãos um romance policial, e uma artimanha vai colocar o policial demissionário de novo nas ruas, pronto para solucionar um último caso.[/su_quote]</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Um importante burocrata cubano dos anos 70 e que havia deserdado aparece morto de forma muitíssimo suspeita. Responsável por obras de arte que o governo confiscava dos endinheirados, Miguel Forcade boia numa das praias de Havana, aparentemente morto por golpes na cabeça e sem os genitais! Por que mataram aquele homem? Por que voltou ao país? Como enganou as autoridades locais? Terá sido vingança?</p>
<p>Mario Conde irá nos contar, não sem antes provar os deliciosos manjares de Josefina, protagonizar porres homéricos com seus amigos de sempre, pensar sobre a vida, seus amores e mistérios, e nos oferecer mais uma absoluta homenagem à ilha mais corajosa do mundo. Há uma outra homenagem que merece registro: ao longo da trama, Leonardo Padura espalha elementos narrativos que remetem inevitavelmente a “O Falcão Maltês”, de Dashiel Hammett. Aliás, Padura também dedica o livro a ele, entre outras pessoas. Que o leitor fique avisado: vai tropeçar em ambição desmedida, traição, sexo, objetos de arte valiosos e homens de coração de pedra (sim, temos isso também em <a href="https://literaturapolicial.com/2015/11/11/leonardo-padura-e-o-elogio-a-heresia-nossa-de-cada-dia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Hereges</a>).</p>
<p>A central de polícia já não é mais a mesma, seu superior – major Rangel, o Velho – não está no comando, e é tempo de fazer escolhas de vida que foram relegadas até então. Mas os amigos de Conde são os mesmos e esse estranho amor que nos faz guardar certas pessoas – e que chamamos de amizade – é uma ideia poderosa nesta história. Para quem segue a vida do tenente, é divertido reencontrar Manolo, Magro Carlos, Andrés, Candito e Tamara, sem contar o peixe-de-briga Rufino e o cachorro Lixeira. Na companhia deles, somos convidados a refletir sobre o próprio sentido de felicidade e sobre o que resta em existências comuns como as nossas.</p>
<p>Muito para uma novela policial? Nem um pouco. Tudo é na medida. Até mesmo os charutos indizíveis e o contrabandeado uísque de primeira. Um dos mais importantes nomes da literatura cubana, Leonardo Padura nos oferece generosas oportunidades para revisar o caráter humano e as condições que o moldam. Félix, o furacão insinuante, é uma excelente metáfora do que teremos adiante no que chamamos de vida real. No começo de novembro de 1989, poucas semanas após os acontecimentos de “Paisagem de Outono”, teremos a queda do Muro de Berlim e nada será como antes. Nem para Conde, os cubanos, os brasileiros ou qualquer terráqueo. Fortes ventos arrastam ideias, mas também trazem notícias e arrancam nossas certezas dos cercados. Furacões deixam rastros que não se pode ignorar, e as memórias que tatuam em nossas mentes são igualmente indeléveis.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ss&amp;ref=as_ss_li_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=B01NGUFHFD&amp;asins=B01NGUFHFD&amp;linkId=4b65ece31269d6fad7094721841b3d32&amp;show_border=true&amp;link_opens_in_new_window=true" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>Esta edição da Boitempo tem ainda dois trunfos memoráveis: a caprichosa tradução de Ivone Benedetti (autora do ótimo <a href="https://literaturapolicial.com/2016/09/07/cabo-de-guerra-de-ivone-benedetti/">Cabo de Guerra</a>) e um texto do próprio Padura contando a gênese de seu personagem mais amado. É confessional e quase mediúnico. Uma fresta da intimidade de Conde e seu criador, nascidos no mesmo dia (!) e testemunhas/cúmplices de tantas ilusões, incertezas e temores.</p>
<p>Para quem ainda não foi devidamente apresentado ao tenente investigador Mario Conde, uma recomendação: leia os volumes da série “Estações Havana” na sequência para que a cena final de “Paisagem de Outono” alcance o patamar merecido. E não se surpreenda em sorrir ao mesmo tempo em que uma lágrima descer sem qualquer cerimônia.</p>
<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-11297" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/11/parceria_boitempo.jpg" alt="parceria_boitempo" width="226" height="70" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<h4 style="text-align: justify;">SOBRE O LIVRO</h4>
<p><a href="https://www.amazon.com.br/Paisagem-outono-Outono-Esta%C3%A7%C3%B5es-Havana-ebook/dp/B01NGUFHFD/ref=as_li_ss_il?_encoding=UTF8&amp;qid=1560425096&amp;sr=8-1&amp;linkCode=li3&amp;tag=literaturapol-20&amp;linkId=2a1ccf3172ee8c25e73de3f4a20fe550" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img decoding="async" class="alignleft" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?_encoding=UTF8&amp;ASIN=B01NGUFHFD&amp;Format=_SL250_&amp;ID=AsinImage&amp;MarketPlace=BR&amp;ServiceVersion=20070822&amp;WS=1&amp;tag=literaturapol-20" border="0" /></a><img loading="lazy" decoding="async" style="border: none !important; margin: 0px !important;" src="https://ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;l=li3&amp;o=33&amp;a=B01NGUFHFD" alt="" width="1" height="1" border="0" /><strong>Título</strong>: Paisagem de Outono<br />
<strong>Autor</strong>: Leonardo Padura<br />
<strong>Tradução</strong>: Ivone Benedetti<br />
<strong>Páginas</strong>: 248<br />
<strong>Editora</strong>: Boitempo Editorial<br />
<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/2WDpo4O" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Compre o livro</a><br />
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<p style="text-align: justify;"><strong>SINOPSE</strong> – Na iminência de um furacão que ameaça assolar Havana – e na ressaca de um outro furacão que acaba de virar de pernas para o ar a Central de Polícia em que trabalha –, o investigador Mario Conde está prestas a completar trinta e seis anos e se vê diante de uma oportunidade de reconstruir sua vida e seus sonhos. Porém, primeiro ele precisa realizar uma última e hercúlea tarefa: descobrir o assassino de Miguel Forcade, ex-funcionário do governo cubano que havia desertado para Miami nos anos setenta e subitamente reaparecera em Cuba, sem maiores explicações. Em seus tempos áureos, Forcade havia sido responsável por decidir o destino de inúmeras obras de arte confiscadas das famílias burguesas que deixaram a ilha após a Revolução. O que teria ele vindo buscar? E por que fora tão brutalmente morto, com toques sádicos de vingança? Como todas as obras de Padura, este quarto volume da série Estações Havana é uma ode de amor a Cuba e ao povo cubano, assim como à força da amizade.</p>
<p style="text-align: justify;">
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img alt='Rogerio Christofoletti' src='https://secure.gravatar.com/avatar/87f28085d29f672a5c343e268eeb037a666688496455d0254804e2942865a66b?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/87f28085d29f672a5c343e268eeb037a666688496455d0254804e2942865a66b?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/monitorando/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Rogerio Christofoletti</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista, dramaturgo e professor universitário. Já publicou 12 livros na área acadêmica e escreveu oito peças de teatro. É um dos autores do e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx).</p>
</div></div><div class="saboxplugin-web "><a href="http://christofoletti.com/" target="_self" >christofoletti.com/</a></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2017/01/10/paisagem-de-outono-de-leonardo-padura/">Paisagem de Outono, de Leonardo Padura</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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			</item>
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		<title>Dez romances policiais de 2016</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2016/12/23/dez-romances-policiais-de-2016/</link>
					<comments>https://literaturapolicial.com/2016/12/23/dez-romances-policiais-de-2016/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Dec 2016 13:02:26 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-16387 size-full" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:0;margin-bottom:30px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2016/12/os-melhores.png" alt="os-melhores" width="940" height="710" /></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;color:#000000;"><strong>RETROSPECTIVA</strong> &#8211; 2016 foi mais um ano difícil para a cultura e a literatura. Como no ano anterior, a safra teve altos e baixos. Alguns mestres até deixaram suas marcas, houve revelações e boas surpresas, e o mercado editorial conseguiu manter uma rotina de lançamentos. Queremos acreditar que não tenha sido um refluxo. Tomara que 2016 seja lembrado como “o ano em que tomamos fôlego”.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p><span style="font-size:5.15em;color:#000000;"><span style="font-family:Impact;">NACIONAIS</span></span></p>
<p style="text-align:left;"><span style="color:#000000;"><strong><span style="font-size:2.6em;"><a href="https://www.amazon.com.br/gp/product/8575594850/ref=as_li_tl?ie=UTF8&amp;camp=1789&amp;creative=9325&amp;creativeASIN=8575594850&amp;linkCode=as2&amp;tag=literaturapol-20&amp;linkId=929cf0aa0bcff19062ba506270edac3b" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Cabo De Guerra</a><img loading="lazy" decoding="async" style="border:none !important;margin:0!important;" src="//ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;l=am2&amp;o=33&amp;a=8575594850" alt="" width="1" height="1" border="0" />, Ivone Benedetti<br />
</span></strong></span>(Boitempo Editorial)</p>
<p><a href="https://www.amazon.com.br/gp/product/8575594850/ref=as_li_tl?ie=UTF8&amp;camp=1789&amp;creative=9325&amp;creativeASIN=8575594850&amp;linkCode=as2&amp;tag=literaturapol-20&amp;linkId=09e6d653af498d31faa5e3b4d25b286f" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft" style="border:1px solid #c0c0c0;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?_encoding=UTF8&amp;MarketPlace=BR&amp;ASIN=8575594850&amp;ServiceVersion=20070822&amp;ID=AsinImage&amp;WS=1&amp;Format=_SL250_&amp;tag=literaturapol-20" alt="" width="167" height="250" border="0" /></a><img loading="lazy" decoding="async" style="border:none !important;margin:0!important;" src="//ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;l=am2&amp;o=33&amp;a=8575594850" alt="" width="1" height="1" border="0" /><br />
<span style="color:#0000ff;"><a style="color:#0000ff;" href="https://www.amazon.com.br/gp/product/8575594850/ref=as_li_tl?ie=UTF8&amp;camp=1789&amp;creative=9325&amp;creativeASIN=8575594850&amp;linkCode=as2&amp;tag=literaturapol-20&amp;linkId=929cf0aa0bcff19062ba506270edac3b" target="_blank" rel="noopener noreferrer">COMPRE AQUI &#8211; Cabo De Guerra</a><img loading="lazy" decoding="async" style="border:none !important;margin:0!important;" src="//ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;l=am2&amp;o=33&amp;a=8575594850" alt="" width="1" height="1" border="0" /></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;"><a href="https://literaturapolicial.com/2016/09/07/cabo-de-guerra-de-ivone-benedetti/"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-22300 size-thumbnail" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/11/leiaresenha1.png?w=144" alt="" width="144" height="150" /></a><span style="color:#000000;">Descobrir jovens talentos literários é muito bom, mas ser conduzido pela história por mãos maduras e seguras provoca uma experiência de leitura única. Os personagens se mostram multidimensionais, os cenários têm mais profundidade de campo e as circunstâncias nunca são simples. “Cabo de Guerra”, de Ivone Benedetti é um exemplo vibrante disso. Muito por conta da trajetória da autora, experiente tradutora e escritora reconhecida. </span></span><span style="font-size:1.15em;"><span style="color:#000000;">Em 2010, seu “Immaculada” foi finalista do Prêmio São Paulo de Literatura, o que despertou interesse de parte da crítica. “Cabo de Guerra” não é só mais um atestado da qualidade literária de Ivone, mas um mergulho profundo na maior ferida política brasileira: a ditadura militar de 1964-1985. Somos apresentados a ela por um militante de esquerda que muda de lado.</span><br />
<span style="font-size:1.25em;"><span style="color:#ffffff;">x</span></span></span></p>
<p style="text-align:left;"><span style="color:#000000;"><strong><span style="font-size:2.6em;">Investigação Olímpica, Fernando Perdigão<br />
</span></strong></span>(Editora Oito e Meio)</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-14590" style="border:1px solid #c0c0c0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2016/09/olimpica.jpg?w=199" alt="olimpica" width="166" height="250" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;"><span style="color:#000000;"><a href="https://literaturapolicial.com/2016/09/27/investigacao-olimpica-de-fernando-perdigao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright size-thumbnail wp-image-22300" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/11/leiaresenha1.png?w=144" alt="" width="144" height="150" /></a>Em “Investigação Olímpica”, o investigador mais bruto, preconceituoso e mal ajambrado das páginas brasileiras está com uma missão mais do que especial. Nomeado pelo secretário de segurança pública do Rio de Janeiro, Andrade agora é o Comissário Olímpico, encarregado de operações durante a maior competição esportiva do planeta! </span></span><span style="font-size:1.15em;"><span style="color:#000000;">Ao lado da diminuta Lurdes – a policial que o segue como um cão e que o venera como um ídolo -, o detetive segue uma cruzada quixotesca para garantir a segurança dos jogos e a obediência à lei. Custe o que custar.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;"><span style="color:#ffffff;">x</span><br />
<span style="font-size:1.25em;"><span style="color:#ffffff;">x</span></span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><strong><span style="font-size:2.6em;"><a href="https://www.amazon.com.br/gp/product/B01E0ICLEA/ref=as_li_tl?ie=UTF8&amp;camp=1789&amp;creative=9325&amp;creativeASIN=B01E0ICLEA&amp;linkCode=as2&amp;tag=literaturapol-20&amp;linkId=3e008292b9c397fef8ad5ea36340ca52" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Mistério no Centro Histórico</a><img loading="lazy" decoding="async" style="border:none !important;margin:0!important;" src="//ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;l=am2&amp;o=33&amp;a=B01E0ICLEA" alt="" width="1" height="1" border="0" />, Tailor Diniz<br />
</span></strong></span>(Editora Dublinense)<br />
<a href="https://www.amazon.com.br/gp/product/B01E0ICLEA/ref=as_li_tl?ie=UTF8&amp;camp=1789&amp;creative=9325&amp;creativeASIN=B01E0ICLEA&amp;linkCode=as2&amp;tag=literaturapol-20&amp;linkId=cffea22dfcbeee0b7fe2e6d3df465afd" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img decoding="async" class="alignleft" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?_encoding=UTF8&amp;MarketPlace=BR&amp;ASIN=B01E0ICLEA&amp;ServiceVersion=20070822&amp;ID=AsinImage&amp;WS=1&amp;Format=_SL250_&amp;tag=literaturapol-20" border="0" /></a><img loading="lazy" decoding="async" style="border:none !important;margin:0!important;" src="//ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;l=am2&amp;o=33&amp;a=B01E0ICLEA" alt="" width="1" height="1" border="0" /><span style="color:#0000ff;"><a style="color:#0000ff;" href="https://www.amazon.com.br/gp/product/B01E0ICLEA/ref=as_li_tl?ie=UTF8&amp;camp=1789&amp;creative=9325&amp;creativeASIN=B01E0ICLEA&amp;linkCode=as2&amp;tag=literaturapol-20&amp;linkId=3e008292b9c397fef8ad5ea36340ca52" target="_blank" rel="noopener noreferrer">COMPRE AQUI &#8211; Mistério no Centro Histórico</a><img loading="lazy" decoding="async" style="border:none !important;margin:0!important;" src="//ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;l=am2&amp;o=33&amp;a=B01E0ICLEA" alt="" width="1" height="1" border="0" /></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;"><a href="https://literaturapolicial.com/2016/07/13/misterio-no-centro-historico-de-tailor-diniz/"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright size-thumbnail wp-image-22300" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/11/leiaresenha1.png?w=144" alt="" width="144" height="150" /></a><span style="color:#000000;">“Mistério no Centro Histórico” é um romance policial deliciosamente regionalista. Narra a história de um atentado no centro da capital gaúcha, quando a explosão de uma bomba causa a queda de uma marquise e posteriormente sensação de pânico na população porto-alegrense. </span></span><span style="font-size:1.15em;color:#000000;">É nesse contexto que entra em cena o detetive Walter Jacquet, personagem de outro livro de Diniz (Crime na Feira do Livro), para se apossar do mistério que nada tem de misterioso num primeiro momento.</span></p>
<p><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;"><span style="color:#ffffff;">x</span><br />
<span style="color:#ffffff;">x</span></span></p>
<p style="text-align:left;"><strong><span style="font-size:2.6em;"><span style="color:#000000;"><a href="https://www.amazon.com.br/gp/product/8535926895/ref=as_li_tl?ie=UTF8&amp;camp=1789&amp;creative=9325&amp;creativeASIN=8535926895&amp;linkCode=as2&amp;tag=literaturapol-20&amp;linkId=23f8df98c92469bef0566f48353b30b2" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Esta Terra Selvagem</a><img loading="lazy" decoding="async" style="border:none !important;margin:0!important;" src="//ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;l=am2&amp;o=33&amp;a=8535926895" alt="" width="1" height="1" border="0" />, Isabel Moustakas</span><br />
</span></strong>(Companhia das Letras)</p>
<p><a href="https://www.amazon.com.br/gp/product/8535926895/ref=as_li_tl?ie=UTF8&amp;camp=1789&amp;creative=9325&amp;creativeASIN=8535926895&amp;linkCode=as2&amp;tag=literaturapol-20&amp;linkId=b2b3e0de3bc84524cc632b1d9df272d8" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft" style="border:1px solid #c0c0c0;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?_encoding=UTF8&amp;MarketPlace=BR&amp;ASIN=8535926895&amp;ServiceVersion=20070822&amp;ID=AsinImage&amp;WS=1&amp;Format=_SL250_&amp;tag=literaturapol-20" alt="" width="167" height="250" border="0" /></a><img loading="lazy" decoding="async" style="border:none !important;margin:0!important;" src="//ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;l=am2&amp;o=33&amp;a=8535926895" alt="" width="1" height="1" border="0" /><br />
<span style="color:#0000ff;"><a style="color:#0000ff;" href="https://www.amazon.com.br/gp/product/8535926895/ref=as_li_tl?ie=UTF8&amp;camp=1789&amp;creative=9325&amp;creativeASIN=8535926895&amp;linkCode=as2&amp;tag=literaturapol-20&amp;linkId=23f8df98c92469bef0566f48353b30b2" target="_blank" rel="noopener noreferrer">COMPRE AQUI &#8211; Esta Terra Selvagem</a><img loading="lazy" decoding="async" style="border:none !important;margin:0!important;" src="//ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;l=am2&amp;o=33&amp;a=8535926895" alt="" width="1" height="1" border="0" /></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;"><a href="https://literaturapolicial.com/2016/05/30/isabel-moustakas-nao-esconde-apenas-sua-identidade/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright size-thumbnail wp-image-22300" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/11/leiaresenha1.png?w=144" alt="" width="144" height="150" /></a><span style="color:#000000;">A identidade de Isabel Moustakas continua sendo um mistério para os </span></span><span style="font-size:1.15em;color:#000000;">leitores, o que não impediu que seu livro fosse um dos melhores publicados em 2016. &#8220;Esta terra selvagem” é rápido de ler, o livro mantém a tensão de forma contínua, e tem um bom ritmo. E diverte, apesar do tema pesado. </span><span style="font-size:1.15em;"><span style="color:#000000;">Falta humor, é verdade, mas a história fornece doses homeopáticas de ironia, o que não é a mesma coisa, mas sinaliza rotas de fuga para os que se impressionam demais com mutilações e espancamentos.</span><br />
<span style="font-size:1.25em;"><span style="color:#ffffff;">x</span></span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="font-size:2.6em;color:#000000;"><a href="https://www.amazon.com.br/gp/product/8544104843/ref=as_li_tl?ie=UTF8&amp;camp=1789&amp;creative=9325&amp;creativeASIN=8544104843&amp;linkCode=as2&amp;tag=literaturapol-20&amp;linkId=7bccbeb651fd05a16f8c8dc6f0ce1765" target="_blank" rel="noopener noreferrer">São Paulo Noir</a><img loading="lazy" decoding="async" style="border:none !important;margin:0!important;" src="//ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;l=am2&amp;o=33&amp;a=8544104843" alt="" width="1" height="1" border="0" />, Tony Bellotto (org)<br />
</span></strong>(Editora Leya)</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="https://www.amazon.com.br/gp/product/8544104843/ref=as_li_tl?ie=UTF8&amp;camp=1789&amp;creative=9325&amp;creativeASIN=8544104843&amp;linkCode=as2&amp;tag=literaturapol-20&amp;linkId=b643de1543d4fa2ef725df96ad8d1628" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img decoding="async" class="alignleft" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?_encoding=UTF8&amp;MarketPlace=BR&amp;ASIN=8544104843&amp;ServiceVersion=20070822&amp;ID=AsinImage&amp;WS=1&amp;Format=_SL250_&amp;tag=literaturapol-20" border="0" /></a><img loading="lazy" decoding="async" style="border:none !important;margin:0!important;" src="//ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;l=am2&amp;o=33&amp;a=8544104843" alt="" width="1" height="1" border="0" /><span style="color:#0000ff;"><a style="color:#0000ff;" href="https://www.amazon.com.br/gp/product/8544104843/ref=as_li_tl?ie=UTF8&amp;camp=1789&amp;creative=9325&amp;creativeASIN=8544104843&amp;linkCode=as2&amp;tag=literaturapol-20&amp;linkId=7bccbeb651fd05a16f8c8dc6f0ce1765" target="_blank" rel="noopener noreferrer">COMPRE AQUI &#8211; São Paulo Noir</a><img loading="lazy" decoding="async" style="border:none !important;margin:0!important;" src="//ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;l=am2&amp;o=33&amp;a=8544104843" alt="" width="1" height="1" border="0" /></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:1.15em;">Depois do Rio de Janeiro, chegou a vez de São Paulo. Tony Bellotto é o organizador desta seleção de contos policiais sobre a cidade mais cosmopolita do Brasil. </span><span style="font-size:1.15em;">A coletânea tem um elenco estelar, mesclando veteranos, promessas e algumas surpresas: Marcelo Rubens Paiva, Mario Prata, Jô Soares, Drauzio Varella, Ferréz, Vanessa Barbara. Vai interessar a qualquer leitor que curte histórias no melhor estilo <em>noir</em>.</span></span></p>
<p><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p><span style="font-size:5.15em;color:#000000;"><span style="font-family:Impact;">ESTRANGEIROS</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="font-size:2.6em;"><span style="color:#000000;"><a href="https://www.amazon.com.br/gp/product/8532530257/ref=as_li_tl?ie=UTF8&amp;camp=1789&amp;creative=9325&amp;creativeASIN=8532530257&amp;linkCode=as2&amp;tag=literaturapol-20&amp;linkId=c0f831aa066f12f1ba67ad4b02bf3d98" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Vocação Para o Mal</a><img loading="lazy" decoding="async" style="border:none !important;margin:0!important;" src="//ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;l=am2&amp;o=33&amp;a=8532530257" alt="" width="1" height="1" border="0" />, Robert Galbraith</span><br />
</span></strong>(Editora Rocco)</p>
<p><a href="https://www.amazon.com.br/gp/product/8532530257/ref=as_li_tl?ie=UTF8&amp;camp=1789&amp;creative=9325&amp;creativeASIN=8532530257&amp;linkCode=as2&amp;tag=literaturapol-20&amp;linkId=3604f9a4524699e2771a553b890c024c" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft" style="border:1px solid #c0c0c0;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?_encoding=UTF8&amp;MarketPlace=BR&amp;ASIN=8532530257&amp;ServiceVersion=20070822&amp;ID=AsinImage&amp;WS=1&amp;Format=_SL250_&amp;tag=literaturapol-20" alt="" width="174" height="250" border="0" /></a><img loading="lazy" decoding="async" style="border:none !important;margin:0!important;" src="//ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;l=am2&amp;o=33&amp;a=8532530257" alt="" width="1" height="1" border="0" /><br />
<span style="color:#0000ff;"><a style="color:#0000ff;" href="https://www.amazon.com.br/gp/product/8532530257/ref=as_li_tl?ie=UTF8&amp;camp=1789&amp;creative=9325&amp;creativeASIN=8532530257&amp;linkCode=as2&amp;tag=literaturapol-20&amp;linkId=c0f831aa066f12f1ba67ad4b02bf3d98" target="_blank" rel="noopener noreferrer">COMPRE AQUI &#8211; Vocação Para o Mal</a><img loading="lazy" decoding="async" style="border:none !important;margin:0!important;" src="//ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;l=am2&amp;o=33&amp;a=8532530257" alt="" width="1" height="1" border="0" /></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;color:#000000;">Terceiro livro da série policial de JK Rowling &#8211; que usa o pseudônimo de Robert Galbraith -, &#8220;Vocação para o Mal&#8221; é mais uma história com o detetive Cormoran Strike e sua assistente, Robin Ellacott. Foi publicada em abril, sempre com uma boa expectativa pela popularidade de Rowling. Este ano, a autora confirmou que as histórias de Cormoran irão para o cinema em 2017, com Tom Burke vivendo o protagonista. </span><span style="font-size:1.15em;"><span style="color:#000000;">Neste livro, um misterioso pacote entregue a Robin Ellacott a deixa horrorizada. Ao abri-lo, ela descobre que contém a perna decepada de uma mulher. O detetive Strike aponta quatro pessoas de seu passado que acredita suspeitos por tal crime, e irá investigar o caso. </span><br />
<span style="color:#ffffff;">x</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="font-size:2.6em;"><span style="color:#000000;"><a href="https://www.amazon.com.br/gp/product/8575595210/ref=as_li_tl?ie=UTF8&amp;camp=1789&amp;creative=9325&amp;creativeASIN=8575595210&amp;linkCode=as2&amp;tag=literaturapol-20&amp;linkId=bcf1ffbca2619db0a5fc02280f528497" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Paisagem de Outono</a><img loading="lazy" decoding="async" style="border:none !important;margin:0!important;" src="//ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;l=am2&amp;o=33&amp;a=8575595210" alt="" width="1" height="1" border="0" />, Leonardo Padura</span></span></strong><br />
(Boitempo Editorial)</p>
<p><a href="https://www.amazon.com.br/gp/product/8575595210/ref=as_li_tl?ie=UTF8&amp;camp=1789&amp;creative=9325&amp;creativeASIN=8575595210&amp;linkCode=as2&amp;tag=literaturapol-20&amp;linkId=8ad99896b53e933136084fcf3481c3ac" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft" style="border:1px solid #c0c0c0;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?_encoding=UTF8&amp;MarketPlace=BR&amp;ASIN=8575595210&amp;ServiceVersion=20070822&amp;ID=AsinImage&amp;WS=1&amp;Format=_SL250_&amp;tag=literaturapol-20" alt="" width="165" height="250" border="0" /></a><img loading="lazy" decoding="async" style="border:none !important;margin:0!important;" src="//ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;l=am2&amp;o=33&amp;a=8575595210" alt="" width="1" height="1" border="0" /><br />
<span style="color:#0000ff;"><a style="color:#0000ff;" href="https://www.amazon.com.br/gp/product/8575595210/ref=as_li_tl?ie=UTF8&amp;camp=1789&amp;creative=9325&amp;creativeASIN=8575595210&amp;linkCode=as2&amp;tag=literaturapol-20&amp;linkId=bcf1ffbca2619db0a5fc02280f528497" target="_blank" rel="noopener noreferrer">COMPRE AQUI &#8211; Paisagem de Outono</a><img loading="lazy" decoding="async" style="border:none !important;margin:0!important;" src="//ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;l=am2&amp;o=33&amp;a=8575595210" alt="" width="1" height="1" border="0" /></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:1.15em;">Na iminência de um furacão que ameaça castigar Havana – e na ressaca de um outro furacão que acaba de virar de pernas para o ar a Central de Polícia em que trabalha –, o investigador Mario Conde está prestes a completar trinta e seis anos e se vê diante de uma oportunidade de reconstruir sua vida e seus sonhos. Porém, primeiro precisa realizar uma última e hercúlea tarefa: descobrir o assassino de Miguel Forcade, ex-funcionário do governo cubano que havia desertado para Miami nos anos setenta e subitamente reaparecera em Cuba, sem maiores explicações. </span><span style="font-size:1.15em;">Em seus tempos áureos, Forcade havia sido responsável por decidir o destino de inúmeras obras de arte confiscadas das famílias burguesas que deixaram a ilha após a Revolução. O que teria ele vindo buscar? E por que fora tão brutalmente morto, com toques sádicos de vingança? Como todas as obras de Padura, este quarto volume da série Estações Havana é uma ode de amor a Cuba e ao povo cubano, assim como à força da amizade. Traz também um texto inédito em que Padura conta os bastidores de criação de seu mais popular personagem.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="font-size:2.6em;"><br />
<span style="color:#000000;"><a href="https://www.amazon.com.br/gp/product/8556510027/ref=as_li_tl?ie=UTF8&amp;camp=1789&amp;creative=9325&amp;creativeASIN=8556510027&amp;linkCode=as2&amp;tag=literaturapol-20&amp;linkId=0e81923f12c17136adfbe1e122a106c1" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Mr. Mercedes</a><img loading="lazy" decoding="async" style="border:none !important;margin:0!important;" src="//ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;l=am2&amp;o=33&amp;a=8556510027" alt="" width="1" height="1" border="0" />, Stephen King</span></span></strong><br />
(Editora Suma)</p>
<p><a href="https://www.amazon.com.br/gp/product/8556510027/ref=as_li_tl?ie=UTF8&amp;camp=1789&amp;creative=9325&amp;creativeASIN=8556510027&amp;linkCode=as2&amp;tag=literaturapol-20&amp;linkId=6c293471f46078f0681a4de8e130607f" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft" style="border:1px solid #c0c0c0;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?_encoding=UTF8&amp;MarketPlace=BR&amp;ASIN=8556510027&amp;ServiceVersion=20070822&amp;ID=AsinImage&amp;WS=1&amp;Format=_SL250_&amp;tag=literaturapol-20" alt="" width="174" height="250" border="0" /></a><img loading="lazy" decoding="async" style="border:none !important;margin:0!important;" src="//ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;l=am2&amp;o=33&amp;a=8556510027" alt="" width="1" height="1" border="0" /><br />
<span style="color:#0000ff;"><a style="color:#0000ff;" href="https://www.amazon.com.br/gp/product/8556510027/ref=as_li_tl?ie=UTF8&amp;camp=1789&amp;creative=9325&amp;creativeASIN=8556510027&amp;linkCode=as2&amp;tag=literaturapol-20&amp;linkId=0e81923f12c17136adfbe1e122a106c1" target="_blank" rel="noopener noreferrer">COMPRE AQUI &#8211; Mr. Mercedes</a><img loading="lazy" decoding="async" style="border:none !important;margin:0!important;" src="//ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;l=am2&amp;o=33&amp;a=8556510027" alt="" width="1" height="1" border="0" /></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:1.15em;">Mr. Mercedes é o primeiro romance policial de Stephen King. Faz parte da trilogia que o autor criou para estrelar o detetive Bill Hodges, abordando o medo sob outra perspectiva. Muita gente sentiu falta dos elementos clássicos de Stephen King na história, como o sobrenatural e o horror, mas quem deu uma chance à Mr. Mercedes não se arrependeu. </span><span style="font-size:1.15em;">A familiaridade de King com as palavras transpassa os gêneros e conquista a atenção de quem gosta de uma boa história. </span></span><span style="font-size:1.15em;"><span style="color:#000000;">Neste livro, &#8211; que virou série de TV nos Estados Unidos, o detetive Hodges persegue aquele que ficou conhecido como &#8220;Assassino do Mercedes&#8221;, um criminoso doentio que atropelou um grupo de pessoas numa fila de emprego nos Estados Unidos e que tem uma obsessão pelo policial aposentado.</span> <a href="https://www.youtube.com/watch?v=zr3C1_BvIUQ" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color:#0000ff;">Assista a resenha em vídeo no Youtube</span></a><br />
<span style="color:#ffffff;">x</span></span></p>
<p style="text-align:left;"><strong><span style="font-size:2.6em;color:#000000;"><a href="https://www.amazon.com.br/gp/product/8535928146/ref=as_li_tl?ie=UTF8&amp;camp=1789&amp;creative=9325&amp;creativeASIN=8535928146&amp;linkCode=as2&amp;tag=literaturapol-20&amp;linkId=6bcae809e507b295b14aec43b42e2f9f" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Quem Matou Roland Barthes?</a><img loading="lazy" decoding="async" style="border:none !important;margin:0!important;" src="//ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;l=am2&amp;o=33&amp;a=8535928146" alt="" width="1" height="1" border="0" />, Laurent Binet</span><br />
</strong>(Companhia das Letras)</p>
<p><a href="https://www.amazon.com.br/gp/product/8535928146/ref=as_li_tl?ie=UTF8&amp;camp=1789&amp;creative=9325&amp;creativeASIN=8535928146&amp;linkCode=as2&amp;tag=literaturapol-20&amp;linkId=3cc2fd717a8a65b0c976639b68bdcc4d" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft" style="border:1px solid #c0c0c0;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?_encoding=UTF8&amp;MarketPlace=BR&amp;ASIN=8535928146&amp;ServiceVersion=20070822&amp;ID=AsinImage&amp;WS=1&amp;Format=_SL250_&amp;tag=literaturapol-20" alt="" width="167" height="250" border="0" /></a><img loading="lazy" decoding="async" style="border:none !important;margin:0!important;" src="//ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;l=am2&amp;o=33&amp;a=8535928146" alt="" width="1" height="1" border="0" /><br />
<span style="color:#0000ff;"><a style="color:#0000ff;" href="https://www.amazon.com.br/gp/product/8535928146/ref=as_li_tl?ie=UTF8&amp;camp=1789&amp;creative=9325&amp;creativeASIN=8535928146&amp;linkCode=as2&amp;tag=literaturapol-20&amp;linkId=6bcae809e507b295b14aec43b42e2f9f" target="_blank" rel="noopener noreferrer">COMPRE AQUI &#8211; Quem Matou Roland Barthes?</a><img loading="lazy" decoding="async" style="border:none !important;margin:0!important;" src="//ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;l=am2&amp;o=33&amp;a=8535928146" alt="" width="1" height="1" border="0" /></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;color:#000000;">Um livro que chamou inicialmente a atenção pela curiosa premissa: seria possível que Roland Barthes, o famoso escritor e sociólogo francês, tivesse sido assassinado? Lançado no final de 2016, &#8220;Quem matou Roland Barthes?&#8221; é uma obra de Laurent Binet, autor pouco conhecido no Brasil mas que já foi reconhecido com o prêmio Goncourt na França. </span><span style="font-size:1.15em;"><span style="color:#000000;">Neste livro, ele resgata nomes como Foucault, Althusser, Deleuze, Todorov para inseri-los num suspense que transpassa o simples mistério. <em>Quem matou Roland Barthes?</em> é, em sua essência, um olhar irreverente lançado a uma geração de pensadores cuja sombra se estende até os dias de hoje, goste-se deles ou não, que utiliza os recursos da literatura policial sem se render a eles, produzindo um híbrido anárquico entre o pop e o erudito.</span><br />
<span style="color:#ffffff;">x</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="font-size:2.6em;color:#000000;"><a href="https://www.amazon.com.br/gp/product/B01D53KFRG/ref=as_li_tl?ie=UTF8&amp;camp=1789&amp;creative=9325&amp;creativeASIN=B01D53KFRG&amp;linkCode=as2&amp;tag=literaturapol-20&amp;linkId=497bc4bfe6411783d23aeb6c6b3ee3a9" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Um passo atrás</a><img loading="lazy" decoding="async" style="border:none !important;margin:0!important;" src="//ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;l=am2&amp;o=33&amp;a=B01D53KFRG" alt="" width="1" height="1" border="0" />, Henning Mankell</span><br />
</strong>(Companhia das Letras)</p>
<p><a href="https://www.amazon.com.br/gp/product/B01D53KFRG/ref=as_li_tl?ie=UTF8&amp;camp=1789&amp;creative=9325&amp;creativeASIN=B01D53KFRG&amp;linkCode=as2&amp;tag=literaturapol-20&amp;linkId=58c3918aa6d3d5630b20300051c06b93" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft" style="border:1px solid #c0c0c0;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?_encoding=UTF8&amp;MarketPlace=BR&amp;ASIN=B01D53KFRG&amp;ServiceVersion=20070822&amp;ID=AsinImage&amp;WS=1&amp;Format=_SL250_&amp;tag=literaturapol-20" alt="" width="155" height="250" border="0" /></a><img loading="lazy" decoding="async" style="border:none !important;margin:0!important;" src="//ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;l=am2&amp;o=33&amp;a=B01D53KFRG" alt="" width="1" height="1" border="0" /><br />
<span style="color:#0000ff;"><a style="color:#0000ff;" href="https://www.amazon.com.br/gp/product/B01D53KFRG/ref=as_li_tl?ie=UTF8&amp;camp=1789&amp;creative=9325&amp;creativeASIN=B01D53KFRG&amp;linkCode=as2&amp;tag=literaturapol-20&amp;linkId=497bc4bfe6411783d23aeb6c6b3ee3a9" target="_blank" rel="noopener noreferrer">COMPRE AQUI &#8211; Um passo atrás</a><img loading="lazy" decoding="async" style="border:none !important;margin:0!important;" src="//ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;l=am2&amp;o=33&amp;a=B01D53KFRG" alt="" width="1" height="1" border="0" /></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:1.15em;">Henning Mankell é uma das maiores referências do que chamamos de <em>nordic noir</em>, estilo de romance policial originário da Escandinávia. Com tramas densas e assassinatos cruéis, é difícil acreditar que tenham saído da mente de autores daquela região do mundo, considerada pacífica por muitos. Mankell morreu em 2015, mas alguns de seus livros ainda não foram publicados no Brasil. Era o caso de &#8220;Um passo atrás&#8221;, mais uma história com o famoso detetive Wallander e que saiu em fevereiro de 2016. </span><span style="font-size:1.15em;">Nele, vamos encontrar uma crítica à sociedade sueca, tom presente em parte generosa de sua obra. Três amigos se encontram numa reserva natural fantasiados com trajes do século XVIII para celebrar a noite mais longa do ano, porém eles estão sendo observados. Cada um deles acaba assassinado com um único tiro, e Kurt Wallander terá que descobrir quem é o responsável por essa carnificina.</span></span></p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100" alt="" itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2016/12/23/dez-romances-policiais-de-2016/">Dez romances policiais de 2016</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>Minissérie baseada na obra policial de Leonardo Padura estreia no Netflix</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2016/12/14/minisserie-baseada-na-obra-policial-de-leonardo-padura-estreia-no-netflix/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Dec 2016 15:35:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[séries de tv]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>NOIR CUBANO &#8211; Estreou este mês no Netflix a minissérie &#8220;Quatro Estações em Havana&#8221;, uma adaptação da tetralogia do escritor cubano Leonardo Padura com o detetive Mario Conde. A série de quatro episódios narra o dia a dia do policial cubano, mítico personagem de Padura, pelas ruas de Havana durante a década de 1990. Filmada...</p>
<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2016/12/14/minisserie-baseada-na-obra-policial-de-leonardo-padura-estreia-no-netflix/">Minissérie baseada na obra policial de Leonardo Padura estreia no Netflix</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-16264 size-full" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:0;margin-bottom:30px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2016/12/havana.jpg" alt="havana" width="639" height="359" /></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;"><strong>NOIR CUBANO</strong> &#8211; Estreou este mês no Netflix a minissérie &#8220;Quatro Estações em Havana&#8221;, uma adaptação da tetralogia do escritor cubano Leonardo Padura com o detetive Mario Conde. </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;">A série de quatro episódios narra o dia a dia do policial cubano, mítico personagem de Padura, pelas ruas de Havana durante a década de 1990. Filmada em Cuba pelo canal espanhol TVE, traz Jorge Perrugorría no papel de Mario Conde, direção de Felix Viscarret e roteiro de Leonardo Padura em parceria com sua esposa, Lucia López Coll.</span></p>
<p style="text-align:center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16266 size-large" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:30px;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2016/12/havana2.jpg?w=639" alt="havana2" width="639" height="359" />Jorge Perrugorría é o detetive Mario Conde em &#8220;Quatro estações em Havana&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;">A coleção Estações Havana com quatro volumes foi lançada em novembro no Brasil, pela Boitempo Editorial. Três dos quatro livros já tinham saído anteriormente pela Companhia das Letras – “Passado Perfeito”, <a href="https://literaturapolicial.com/2015/07/22/ventos-de-quaresma-de-leonardo-padura/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Ventos de Quaresma</a> e “Máscaras”. Faltava “Paisagem de Outono”, que chegou às estantes nacionais e tem na escritora Ivone Benedetti a sua tradutora.</span></p>
<p style="text-align:justify;">(Imagens: Divulgação, <a href="http://blog.lancamentosnetflix.com.br/2016/12/estreia-nesta-sexta-serie-espanhola.html">blog Netflix</a>)</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<h2 style="text-align:justify;">Assista ao trailer</h2>
<p style="text-align:left;">[youtube=https://www.youtube.com/watch?v=5wKryjeI9VM&amp;w=726&amp;h=590]</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100" alt="" itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2016/12/14/minisserie-baseada-na-obra-policial-de-leonardo-padura-estreia-no-netflix/">Minissérie baseada na obra policial de Leonardo Padura estreia no Netflix</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>Lançamentos de novembro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Nov 2016 15:12:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>DESTAQUES DE NOVEMBRO &#8211; Confira os destaques literários deste mês no país. Para ver todos os lançamentos, clique aqui. x 1. Estações Havana, Leonardo Padura (Boitempo Editorial) Depois do sucesso de “O Homem Que Amava os Cachorros” (2013) e Hereges (2015), a Editora Boitempo movimentou-se para adquirir os direitos para publicar a série inicial com o detetive-tenente...</p>
<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2016/11/08/lancamentos-de-novembro/">Lançamentos de novembro</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-15338 size-full" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:0;margin-bottom:30px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2016/11/collage_novembro2.jpg" alt="collage_novembro2" width="639" height="308" /></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;"><strong>DESTAQUES DE NOVEMBRO</strong> &#8211; Confira os destaques literários deste mês no país. Para ver todos os lançamentos, clique <a href="https://literaturapolicial.com/lancamento/">aqui</a>.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.75em;"><span style="color:black;"><strong>1. Estações Havana, Leonardo Padura</strong></span></span><br />
(Boitempo Editorial)<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-15135 size-full" style="margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2016/10/screenhunter_1284-oct-30-18-52.jpg" alt="screenhunter_1284-oct-30-18-52" width="639" height="269" /><br />
<span style="font-size:1.15em;">Depois do sucesso de “O Homem Que Amava os Cachorros” (2013) e <a href="https://literaturapolicial.com/2015/11/11/leonardo-padura-e-o-elogio-a-heresia-nossa-de-cada-dia/">Hereges</a> (2015), a Editora Boitempo movimentou-se para adquirir os direitos para publicar a série inicial com o detetive-tenente Mario Conde, o mítico personagem de Leonardo Padura. Três dos quatro livros já tinham saído no Brasil pela Companhia das Letras – “Passado Perfeito”, “Ventos de Quaresma” e “Máscaras”. Faltava “Paisagem de Outono”, que finalmente chega às estantes nacionais e tem na escritora Ivone Benedetti a sua tradutora. Os livros receberam novos tratamentos de edição e tradução, além de projeto gráfico que dá unidade ao conjunto, o que ainda não havia sido feito antes também. <a href="https://literaturapolicial.com/2016/10/31/leia-com-exclusividade-um-trecho-de-mascaras-de-leonardo-padura/">Leia um trecho de &#8220;Máscaras&#8221; no blog</a>.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x<br />
</span><span style="font-size:1.75em;"><span style="color:black;"><strong>2. Cujo, Stephen King</strong></span></span><br />
(Suma de Letras)<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-15309 size-medium" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2016/11/46351055.jpg?w=200" alt="46351055" width="200" height="300" /><span style="font-size:1.15em;">Frank Dodd está morto e a cidade de Castle Rock pode ficar em paz novamente. O serial-killer que aterrorizou o local por anos agora é apenas uma lenda urbana, usada para assustar criancinhas. Exceto para Tad Trenton, para quem Dodd é tudo, menos uma lenda. O espírito do assassino o observa da porta entreaberta do closet, todas as noites. Você pode me sentir mais perto… cada vez mais perto.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;">Nos limites da cidade, Cujo – um são bernardo de noventa quilos, que pertence à família Camber – se distrai perseguindo um coelho para dentro de um buraco, onde é mordido por um morcego raivoso. A transformação de Cujo, como ele incorpora o pior pesado de Tad Trenton e de sua mãe e como destrói a vida de todos a sua volta é o que faz deste um dos livros mais assustadores e emocionantes de Stephen King.</span><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;"><br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.75em;"><span style="color:black;"><strong>3. O Escaravelho de Ouro, de Edgar Allan Poe</strong></span></span><br />
(Editora Arte &amp; Letra)<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-14749 size-medium" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2016/10/capaescaravelho31.jpg?w=205" alt="capaescaravelho3" width="205" height="300" /><span style="font-size:1.15em;">O Escaravelho de Ouro é uma história incrível criada por Edgar Allan Poe e a melhor representante de uma das características mais marcantes do escritor. Poe sempre foi um admirador de desafios lógicos, chegou a publicar um anúncio no jornal pedindo que enviassem criptogramas para seu endereço e não por acaso criou o gênero policial.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;">É difícil resistir a um criptograma, desvendar a mensagem que se esconde no que aparenta ser um caos de símbolos e letras, por isso é fácil compreender porque Poe escreveu um conto que tem como grande protagonista a criptografia. Com sua narrativa envolvente, Poe nos leva a uma caça ao tesouro, repleta de mistérios que exigem raciocínio afiado para sua resolução. Ao final desta edição, o leitor encontrará um criptograma que usa a mesma lógica que Poe criou para O Escaravelho de Ouro. Tradução: César Alcazar.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.75em;"><span style="color:black;"><strong>4. Jantar Secreto, Raphael Montes</strong></span></span><br />
(Companhia das Letras)<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-15326 size-medium" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2016/11/71q45chs4sl.jpg?w=200" alt="71q45chs4sl" width="200" height="300" /><span style="font-size:1.15em;">Um grupo de jovens deixa uma pequena cidade no Paraná para viver no Rio de Janeiro. Eles alugam um apartamento em Copacabana e fazem o possível para pagar a faculdade e manter vivos seus sonhos de sucesso na capital fluminense. Mas o dinheiro está curto e o aluguel está vencido. Para sair do buraco e manter o apartamento, os amigos adotam uma estratégia heterodoxa: arrecadar fundos por meio de jantares secretos, divulgados pela internet para uma clientela exclusiva da elite carioca. No cardápio: carne humana. </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;">A partir daí, eles se envolvem numa espiral de crimes, descobrem uma rede de contrabando de corpos, matadouros clandestinos, grã-finos excêntricos e levam ao limite uma índole perversa que jamais imaginaram existir em cada um deles.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x<br />
x<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.75em;"><span style="color:black;"><strong>5. Quem matou Roland Barthes?, Laurent Binet</strong></span></span><br />
(Companhia das Letras)</p>
<p style="text-align:justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-15329 size-medium" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2016/11/barthes.jpg?w=201" alt="barthes" width="201" height="300" /><span style="font-size:1.15em;">Após vencer o Prêmio Goncourt com seu primeiro romance, HHhH, Laurent Binet volta a transitar pela fronteira entre ficção e realidade numa engenhosa e bem-humorada mescla de thriller histórico e farsa filosófica. A premissa é simples: e se o atropelamento que matou o crítico e semiólogo francês Roland Barthes não tivesse sido um acidente, mas sim um crime? E se o autor de Fragmentos de um discurso amoroso tivesse sido vítima de uma conspiração por estar de posse de um manuscrito contendo a sétima função da linguagem, última parte da teoria do linguista Roman Jakobson nunca revelada, capaz de convencer qualquer um de qualquer coisa?</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;">Nos meios intelectuais e políticos da Paris de então, em que transitam personagens como Foucault, Derrida, Deleuze, Althusser e Guattari, qualquer um pode ser o culpado.<br />
<span style="color:#ffffff;">x</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.75em;"><span style="color:black;"><strong>6. A invenção de Morel, Adolfo Bioy Casares</strong></span></span><br />
(Globo Livros)<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-15331 size-medium" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2016/11/adolfo.jpg?w=198" alt="adolfo" width="198" height="300" /><span style="font-size:1.15em;">Romance publicado originalmente em 1940, foi considerado por Jorge Luis Borge “uma trama perfeita”. Um cidadão venezuelano torna-se recluso em uma ilha deserta para fugir de uma condenação judicial. Enquanto se alimenta de raízes psicotrópicas, o expatriado vê se apagar cada vez mais o limite entre a imaginação e a realidade.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x<br />
x<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
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<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.75em;"><span style="color:black;"><strong>7. São Paulo Noir, Tony Bellotto (org)</strong></span></span><br />
(Editora Leya)<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-15336 size-medium" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2016/11/81ljjseiknl.jpg?w=209" alt="81ljjseiknl" width="209" height="300" /><span style="font-size:1.15em;">Paulicéia é tema do novo livro da série “Noir” Uma seleção de histórias surpreendentes onde a cinzenta São Paulo, mais do que um simples cenário, torna-se personagem. </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;">Contos policiais que retomam a atmosfera noir imortalizada por Hollywood em filmes como “O falcão maltês”, escritos por nomes como Marcelo Rubens Paiva, Mario Prata, Jô Soares, Drauzio Varella, Ferréz, Vanessa Barbara, entre outros.</span></p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100" alt="" itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2016/11/08/lancamentos-de-novembro/">Lançamentos de novembro</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>Leia com exclusividade um trecho de “Máscaras”, de Leonardo Padura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Oct 2016 12:39:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[ana paula laux]]></category>
		<category><![CDATA[boitempo editorial]]></category>
		<category><![CDATA[cuba]]></category>
		<category><![CDATA[exclusivo]]></category>
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		<category><![CDATA[lançamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Rogério Christofoletti &#8211; Depois do sucesso de “O Homem Que Amava os Cachorros” (2013) e Hereges (2015), a Editora Boitempo movimentou-se para adquirir os direitos para publicar a série inicial com o detetive-tenente Mario Conde, o mítico personagem de Leonardo Padura. Três dos quatro livros já tinham saído no Brasil pela Companhia das Letras...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-15126 " style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:0;margin-bottom:30px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2016/10/image0071.jpg?w=639" alt="image007" width="580" height="599" /></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;"><strong>Por Rogério Christofoletti</strong> &#8211; Depois do sucesso de “O Homem Que Amava os Cachorros” (2013) e <a href="https://literaturapolicial.com/2015/11/11/leonardo-padura-e-o-elogio-a-heresia-nossa-de-cada-dia/">Hereges</a> (2015), a Editora Boitempo movimentou-se para adquirir os direitos para publicar a série inicial com o detetive-tenente Mario Conde, o mítico personagem de Leonardo Padura.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;">Três dos quatro livros já tinham saído no Brasil pela Companhia das Letras &#8211; “Passado Perfeito”, “Ventos de Quaresma” e “Máscaras”. Faltava “Paisagem de Outono”, que finalmente chega às estantes nacionais e tem na escritora Ivone Benedetti (<a href="https://literaturapolicial.com/2016/09/07/cabo-de-guerra-de-ivone-benedetti/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Cabo de Guerra</a>, Boitempo, 2016) a sua tradutora.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align:center;">A tetralogia, batizada como Estações Havana,<br />
desembarca de uma só vez neste mês de novembro</h3>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;">Os livros receberam novos tratamentos de edição e tradução, além de projeto gráfico que dá unidade ao conjunto, o que ainda não havia sido feito antes também.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-15135 size-full" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2016/10/screenhunter_1284-oct-30-18-52.jpg" alt="screenhunter_1284-oct-30-18-52" width="639" height="269" /></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;">São as quatro estações do mais celebrado escritor cubano da atualidade, e mostram o amadurecimento do detetive que anseia se tornar escritor, revelando uma Havana charmosa e ainda presa aos grilhões do passado. Amores, crimes, livros, bebedeiras homéricas e um senso de justiça implacável. Uma curiosidade: nos Estados Unidos, os livros da coleção não foram associados às estações do ano, mas a cores: Havana Blue, Red, Black e Gold…</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align:justify;"><strong>O literaturapolicial.com antecipa agora um trecho de “Máscaras”, o terceiro volume da coleção</strong></h3>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-15132" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2016/10/image011.jpg" alt="image011" width="150" height="200" /></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;">&#8220;O calor é uma praga maligna que tudo invade. O calor cai como um manto de seda vermelha, maleável e compacto, envolvendo os corpos, as árvores, as coisas, para injetar-lhes o veneno escuro do desespero e a morte mais lenta e segura. É um castigo sem apelações nem atenuantes, que parece disposto a devastar o universo visível, embora seu vórtice fatal deva ter caído sobre a cidade herege, sobre o bairro condenado. É o martírio dos cachorros vira-latas, doentes de sarna e desespero, que procuram um lago no deserto; desses velhos que arrastam bengalas mais cansadas que suas próprias pernas, enquanto avançam contra a canícula na luta diária pela subsistência; das árvores antes majestosas, agora vergadas pela fúria dos graus em ascensão; da poeira morta nas calçadas, saudosa de uma chuva que não chega ou de um vento indulgente, capazes de reverter com sua presença esse destino imóvel e transformá-la em lodo ou em nuvens abrasivas ou em tormentas ou em cataclismos. O calor tudo esmaga, tiraniza o mundo, corrói o que ainda é possível salvar e desperta apenas as iras, os rancores, as invejas, os ódios mais infernais, como se seu objetivo fosse provocar o fim dos tempos, da história, da humanidade e da memória&#8230; Mas como é possível fazer tanto calor, porra?, sussurrou enquanto tirava os óculos escuros para enxugar o suor que sujava seu rosto, cuspindo para a rua uma saliva grossa e escassa que rolou sobre a poeira sedenta demais.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;">O suor queimava seus olhos, e o tenente Mario Conde olhou para o céu, clamando pela piedade de alguma nuvem oportuna. E foi então que os gritos de júbilo ecoaram em seu cérebro. Voavam trazendo uma algaravia densa, de coro ensaiado, que se expandiu como se tivesse brotado da terra e deslizasse contra o calor da tarde, se levantasse por um instante sobre o ronco dos carros e caminhões que corriam pela Calzada e se abraçasse sorrateiramente à memória de Conde. Mas só ao chegar à esquina é que os viu: enquanto um grupo festejava, saudando-se com tapas e mais gritos, outros discutiam, também em voz alta e com cara de poucos amigos, culpando-se mutuamente pela mesma razão que os outros eram tão felizes: estes perderam e aqueles ganharam, concluiu facilmente quando parou para olhá-los. Havia rapazes de várias idades, entre doze e dezesseis anos, de todas as cores e todos os tipos, e Conde pensou que se alguém como ele, vinte anos antes, tivesse parado naquela mesma esquina do bairro ao escutar uma algaravia parecida teria visto exatamente o que ele estava vendo: rapazes de todas as cores e todos os tipos, só que aquele ali, o que mais discutia ou festejava, certamente teria sido Condesito, neto de Rufino Conde. De repente respirava a ilusão de que ali não existia o tempo, pois aquele mesmo cruzamento servira desde então para jogar beisebol, embora em certas temporadas aparecesse, infiel e traiçoeira, uma bola de futebol ou uma cesta de basquete cravada no poste de luz. Mas em pouco tempo a bola de beisebol – no bate, na mão, no quatro-esquinas, nos três rolling-un-fly ou na parede voltava a se impor, sem maiores controvérsias, sobre essas modas passageiras: o beisebol os contagiara, como uma paixão crônica, que Conde e seus amigos sofreram em virulentas proporções.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;">Apesar do calor, as tardes de agosto sempre tinham sido as melhores para jogar beisebol na esquina. A época de férias propiciava que todos estivessem no bairro em todas as horas, sem nada melhor a fazer, e o sol exacerbado do verão permitia jogar até depois das oito da noite, quando alguma partida realmente o merecia. Mas ultimamente Conde vira poucos jogos de beisebol na esquina. Os rapazes pareciam preferir outras diversões menos enérgicas e fedorentas do que essa de correr, bater na bola e gritar, durante horas, sob o sol carbonizante do verão, e ele ficava pensando o que fariam os rapazes de agora nas longas tardes de agosto. Eles, não: sempre jogavam beisebol, lembrou-se, e lembrou-se de que já não restavam muitos deles no bairro: enquanto uns entravam e saíam da prisão por crimes maiores e menores, outros tinham se mudado para lugares tão distintos entre si como Alamar, Hialeah, Santiago de las Vegas, Union City, Cojímar ou Estocolmo, e até havia um com um bilhete só de ida para o cemitério de Colón: pobre Marquitos. Por isso, embora quisessem e tivessem forças nas pernas e resistência nos braços para tanto, os daquela época nunca mais poderiam organizar outro time de beisebol ali na esquina: a vida devastara essa possibilidade, como tantas outras.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;">Quando a discussão e as comemorações terminaram, os rapazes resolveram organizar outra partida, e os dois líderes evidentes do grupo se prepararam para escolher os jogadores de cada equipe a fim de redistribuir as forças e prosseguir a guerra em condições mais equânimes. Então Conde teve uma ideia: pediria a eles para jogar. Sentia-se moído pelas oito horas de trabalho no Departamento de Informação da Central de Polícia, mas eram apenas seis da tarde e preferia não voltar já para o calor solitário de sua casa. O melhor que podia fazer era jogar beisebol. Se deixassem.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;">Aproximou-se do grupo, que estava em volta da tábua escolhida como home-plate, e chamou o filho do negro Felicio. Felicio era um dos que sempre jogaram com ele e, como fazia muito tempo que não o via, Conde imaginou que estaria preso de novo. O rapaz era tão negro quanto o pai e também herdara aquele cheiro de suor, abrasivo e amargo, que Conde conhecia de cor por ter a faculdade de adquiri-lo toda vez que andava com Felicio.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;">– Rubén – disse então ao pretinho, que o olhava desconfiado –, você acha que eu posso jogar um pouco com vocês?</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;">O rapaz continuou a observá-lo como se não tivesse escutado e, depois, olhou para os amigos. Conde achou que se impunha uma explicação.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;">– Faz tempo que não jogo e me deu vontade de pegar umas bolas&#8230;</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;">Rubén se aproximou dos outros jogadores para não ser o único a assumir o peso da decisão. Neste país é melhor consultar todo mundo, pensou Conde, enquanto esperava o veredicto. As opiniões pareciam divididas, e o consentimento demorou mais que o previsto.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;">– Tudo bem – disse Rubén enfim, em sua função de intermediário, mas nem ele nem os outros pareciam satisfeitos com essa concessão.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;">Enquanto discutiam a formação das equipes, Conde tirou a camisa e dobrou duas vezes a barra da calça. Por sorte, naquele dia não tinha levado a pistola para o trabalho. Pôs a camisa sobre o muro da casa onde vivera o galego Enrique – morto também, fazia dez, vinte, mil anos? –, e finalmente lhe disseram que ia ficar na equipe de Rubén e servir no campo. Mas, ao se ver cercado pelos rapazes, sem camisa como eles, Conde sentiu a evidência de que tudo era absurdo e forçado demais: </span><span style="font-size:1.15em;">percebia na pele o olhar dissimulado dos jovens e pensou que talvez deviam vê-lo como o primeiro missionário chegado a uma tribo remota: era um estranho, com outras palavras e outros costumes, e não seria fácil integrar-se naquela confraria que não o solicitara, nem o queria, nem podia entendê-lo. Além disso, todos os rapazes deviam saber que era um policial e, respondendo à ética ancestral do bairro, não lhes seria especialmente agradável que outros os vissem nessas intimidades com Conde, por mais amigos que tivessem sido seus pais ou irmãos mais velhos. Sim, havia certas coisas naquela esquina que não mudavam.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;">Enquanto os de sua equipe avançavam para cobrir suas posições, Conde apanhou a camisa e se aproximou de Rubén. Quis passar o braço em seus ombros, mas se conteve ao pressentir o contato de sua pele com a camada de suor que cobria o rapaz.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;">– Desculpe, Rubén, mas me lembrei de que estou esperando um telefonema. Jogamos outro dia – disse.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;">E se afastou para a Calzada, sentindo que o sol, vermelho, ímpio, já batendo na altura de seus olhos, queimava-lhe o corpo e a alma.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;">Sobre sua cabeça pôde ver a espada em chamas que lhe indicava a saída irreversível do paraíso irremediavelmente perdido que fora seu, e já não era nem voltaria a ser. Se aquela esquina não lhe pertencia, restaria algo de seu título de propriedade?</span></p>
<p style="text-align:justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-15146 size-full" style="margin-top:30px;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2016/10/bloggif_58167a8f13d7b.gif" alt="bloggif_58167a8f13d7b" width="400" height="400" /></p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100" alt="" itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2016/10/31/leia-com-exclusividade-um-trecho-de-mascaras-de-leonardo-padura/">Leia com exclusividade um trecho de “Máscaras”, de Leonardo Padura</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>10 escritores que são (ou foram) jornalistas</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2016/04/07/10-escritores-que-sao-ou-foram-jornalistas/</link>
					<comments>https://literaturapolicial.com/2016/04/07/10-escritores-que-sao-ou-foram-jornalistas/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Apr 2016 15:54:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Listas literárias]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Edgar Allan Poe]]></category>
		<category><![CDATA[gaston leroux]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Na  literatura, encontramos vários autores que começaram a vida profissional como jornalistas ou críticos para jornais e revistas. Alguns acabaram dedicando seu tempo às duas profissões em algum momento da carreira, e outros se dedicaram exclusivamente aos livros. Descubra 10 escritores que são (ou foram) jornalistas. LEIA TAMBÉM ISAAC ASIMOV &#124; Dez livros para...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>Na  literatura, encontramos vários autores que começaram a vida profissional como jornalistas ou críticos para jornais e revistas. Alguns acabaram dedicando seu tempo às duas profissões em algum momento da carreira, e outros se dedicaram exclusivamente aos livros.</p>
<p>Descubra 10 escritores que são (ou foram) jornalistas.</p>
<p><strong>LEIA TAMBÉM</strong><br />
<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://literaturapolicial.com/2022/03/24/isaac-asimov-10-livros-para-conhecer-a-obra/" target="_blank" rel="noopener">ISAAC ASIMOV | Dez livros para conhecer a obra</a></span><br />
<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://literaturapolicial.com/2017/05/19/assista-ao-video-de-arthur-conan-doyle-falando-sobre-sherlock-holmes/" target="_blank" rel="noopener">Vídeo raro regista Arthur Conan Doyle falando sobre Sherlock Holmes</a></span><br />
<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://literaturapolicial.com/2019/01/04/veja-como-estao-as-estrelas-de-series-policiais-e-de-suspense-dos-anos-80/" target="_blank" rel="noopener">Veja como estão as estrelas das séries policiais dos anos 80</a></span></p>
<p><span style="color: #ffffff;">x</span></p>
<h1>1. Leonardo Padura</h1>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="" src="http://abcblogs.abc.es/alvaro-alonso/wp-content/uploads/sites/134/2015/06/Leonardo_Padura-bn.jpg" width="604" height="404" /><br />
Escritor cubano nascido em Havana, em 1955. Começou a carreira como jornalista investigativo e também escreveu para revistas literárias. Criou a série com o detetive Mario Conde. <a href="https://amzn.to/2IAUIac" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Livros e e-books de Leonardo Padura</a></p>
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<h1>2. Patricia Cornwell</h1>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium" src="https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcSA05RMgdqRLubfzsJOoVQGs8e6L01WswOgH0Xgg9IqWzrAjmPmORFWl3t43X46rEOa9r8&amp;usqp=CAU" width="284" height="178" /></p>
<p>Após formar-se em 1979, começou a trabalhar como repórter do jornal Charlotte Observer, onde escrevia artigos policiais. Em 1990, publicou o primeiro livro com a médica-legista Kay Scarpetta. <a href="https://amzn.to/2xUo3rU" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Livros e e-books de Patricia Cornwell</a></p>
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<h1>3. GK Chesterton</h1>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium" src="https://www.acidigital.com/imagespp/GKChesterton_DominioPblico_140616.jpg" width="680" height="378" /></p>
<p>Escritor, poeta, narrador, ensaísta, jornalista, historiador, biógrafo, teólogo, filósofo, desenhista e conferencista britânico (ufa!). Criou o católico-detetive Padre Brown, ao todo 52 contos escritos desde 1910. Jorge Luis Borges era um grande admirador da sua obra. <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/3uiQBcl" target="_blank" rel="noopener">Livros e e-books de GK Chesterton</a></span></p>
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<h1>4. Stieg Larsson</h1>
<p><img decoding="async" src="http://famosos.culturamix.com/blog/wp-content/gallery/escritor-sueco-stieg-larsson-2/Escritor-Sueco-Stieg-Larsson-4.jpg" /></p>
<p>Jornalista e escritor sueco, criou a série Millennium, com a hacker Lisbeth Salander e o também jornalista Mikael Blomkvist. Foi um notório ativista político e pelos direitos humanos, tendo trabalhado em uma agência de notícias e na revista Expo. Morreu em 2004, antes de ver sua obra publicada e que se tornaria mundialmente famosa. <a href="https://amzn.to/2QtnHQ0" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Livros e e-books de Stieg Larsson</a></p>
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<h1>5. Manuel Vázquez Montalbán</h1>
<p><img decoding="async" src="http://www.pliegosuelto.com/wp-content/uploads/2013/02/montalban.jpg" /></p>
<p>Escritor, jornalista, poeta e novelista espanhol, sofreu censura da ditadura por ser contestador, chegando a ser impedido de trabalhar, torturado e preso pelo regime franquista. Criou em 1972 o detetive Pepe Carvalho, um investigador particular bem humorado, sarcástico e fã de pratos deliciosos que aparece em uma série de romances policiais. <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/3v5a5A6" target="_blank" rel="noopener">Livros e e-books de Manuel Vasquez Montalban</a></span></p>
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<h1>6. Jorge Luis Borges</h1>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-thumbnail" src="https://i0.wp.com/www.brainpickings.org/wp-content/uploads/2017/04/borges_young.jpg?fit=600%2C315&amp;ssl=1" width="600" height="315" /></p>
<p>Crítico literário e ensaísta argentino, foi um dos maiores nomes da literatura fantástica. Junto com o também escritor Adolfo Bioy Casares, escreveu contos policiais sob o pseudônimo Honorio Bustos Domecq. <a href="https://amzn.to/2O5Gkgg" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Livros e e-books de Jorge Luis Borges</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>7. Gaston Leroux</h1>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone " src="https://historia-biografia.com/wp-content/uploads/2018/12/1024px-Gaston_Leroux.png" width="539" height="273" /></p>
<p>Jornalista e escritor francês mais conhecido pelo livro &#8220;O fantasma da ópera&#8221;. Um dos primeiros jornalistas da literatura policial foi criado por ele. Joseph Rouletabille, repórter do jornal L&#8217;Époque e com jeito para charadas matemáticas, apareceu em “O Mistério do Quarto Amarelo”, livro de 1907. <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/3uhjxRN" target="_blank" rel="noopener">Livros e e-books de Gaston Leroux</a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>8. Alexandra Coelho Ahndoril</h1>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="" src="https://images.gr-assets.com/authors/1316869508p8/1107180.jpg" width="441" height="557" /></p>
<p>Alexandra é uma escritora sueca que escreve romances policiais com o marido, o autor Alexander Ahndoril. O casal assina sob o pseudônimo Lars Kepler, e vêm publicando romances policiais desde 2009. Alexandra também faz críticas literárias para os jornais suecos Göteborgs-Posten e Dagens Nyheter. <a href="https://amzn.to/2QqeJmp" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Livros e e-books de Lars Kepler</a></p>
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<h1>9. Luis Fernando Veríssimo</h1>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone " src="https://zh.rbsdirect.com.br/imagesrc/21122137.jpg?w=700" width="610" height="406" /></p>
<p>Contista, tradutor, escritor e cartunista, Luis Fernando Veríssimo iniciou a carreira no jornal Zero Hora, no final de 1966. Trabalhou também na Folha da Manhã e passou a escrever colunas. Fã da literatura policial, sempre abordou o gênero com muito humor, como nas histórias do detetive atrapalhado Ed Mort e no romance policial &#8220;Os Espiões&#8221;. <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/38zWN7n" target="_blank" rel="noopener">Livros e e-books de Veríssimo</a></span></p>
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<h1>10. Edgar Allan Poe</h1>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="" src="https://conteudo.imguol.com.br/2012/04/26/retrato-de-edgar-allan-poe-3122009-1335449681517_615x470.jpg" width="618" height="472" /></p>
<p>Nascido em Boston, nos Estados Unidos, em 1809. Edgar Allan Poe foi também editor e crítico literário, mas foi pela literatura que ficou mais conhecido. Trabalhou em jornais e revistas de Baltimore, Filadélfia e Nova Iorque. É considerado o pai da literatura policial moderna, com os contos do detetive Auguste Dupin. <a href="https://amzn.to/2RnvPTb" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Livros e e-books de Edgar Allan Poe</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100" alt="" itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2016/04/07/10-escritores-que-sao-ou-foram-jornalistas/">10 escritores que são (ou foram) jornalistas</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Leonardo Padura e o elogio à heresia nossa de cada dia</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2015/11/11/leonardo-padura-e-o-elogio-a-heresia-nossa-de-cada-dia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Rogerio Christofoletti]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Nov 2015 15:38:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[resenha]]></category>
		<category><![CDATA[boitempo editorial]]></category>
		<category><![CDATA[hereges]]></category>
		<category><![CDATA[leonardo padura]]></category>
		<category><![CDATA[mario conde]]></category>
		<category><![CDATA[parceria]]></category>
		<category><![CDATA[rogério christofoletti]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Rogério Christofoletti &#8211; Existem artistas em que é possível perceber quando chegaram ao seu auge. Eles cintilam, despregam-se dos seus contemporâneos e recebem os mais diversos rótulos, sendo o mais comum o de “gênios”. Mas existem outros que vão além. Quando percebemos que foram longe, ainda mantêm uma trajetória ascendente, sinalizando novos marcos,...</p>
<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2015/11/11/leonardo-padura-e-o-elogio-a-heresia-nossa-de-cada-dia/">Leonardo Padura e o elogio à heresia nossa de cada dia</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por Rogério Christofoletti</em> &#8211; Existem artistas em que é possível perceber quando chegaram ao seu auge. Eles cintilam, despregam-se dos seus contemporâneos e recebem os mais diversos rótulos, sendo o mais comum o de “gênios”. Mas existem outros que vão além. Quando percebemos que foram longe, ainda mantêm uma trajetória ascendente, sinalizando novos marcos, demonstrando vigor e força. Foi assim com José Saramago.</p>
<p>Quando lançou “O evangelho segundo Jesus Cristo”, parecia ter chegado ao topo. Que nada! Depois, viriam obras maravilhosas como “Ensaio sobre a cegueira”, por exemplo. Com Leonardo Padura, acontece o mesmo. Não bastasse ter espalhado quase uma dezena de títulos com o detetive Mario Conde, exercitando uma literatura policial com estilo e suíngue, o escritor cubano nos ofereceu “O homem que amava os cachorros”, apoiado numa pesquisa monumental e com explícito domínio narrativo. Quando pensava que Padura havia tocado o céu, caí do cavalo. “Hereges”, lançado há pouco no Brasil, é outro romance maiúsculo, daqueles que se fala por anos e anos e anos.</p>
<p>Como o próprio autor gosta de explicar, não se trata de um livro de Mario Conde, mas COM Mario Conde. Mesmo afastado da polícia há quase vinte anos, ele não perde o jeito de farejar crimes e um intrigante pintor o procura para desvendar mais um mistério: como um quadro pintado por Rembrandt há 350 anos, que pertenceu a uma família de judeus poloneses que habitavam Cuba, reapareceu em Londres para ser leiloado? A partir daí, o leitor é levado à Europa do século 17, à Havana das vésperas da Segunda Guerra Mundial, à Cuba de 2007-2008&#8230; Somos apresentados a personagens marcantes, apaixonantes e inesquecíveis: o judeu que renega a religião, o pintor que desafia seus pares para seguir um mestre, a garota emo que persegue um amor e uma causa&#8230;</p>
<p style="text-align: center;"><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ss&amp;ref=as_ss_li_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=8575594478&amp;asins=8575594478&amp;linkId=55c20011f9ca5c459c3ac571e303a90b&amp;show_border=true&amp;link_opens_in_new_window=true" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>“Hereges” surpreende por muitas razões. Mescla romance histórico com crítica social, não renuncia à narrativa policial e se revela um extraordinário empreendimento humanístico. Impossível não se emocionar com os acontecimentos no Porto de Havana em 1939, quando o navio Saint Louis – lotado de imigrantes judeus, que tentavam escapar das perseguições nazistas – tem que retornar à origem sem desembarcar seus passageiros.</p>
<p>O impasse alfandegário daquele episódio real é uma ferida cubana, e no final das contas, uma boa metáfora do embargo comercial e seus muitos desdobramentos até hoje. Impossível não se emocionar também com a saga judaica, narrada a partir dos Kaminskys, e da forma respeitosa e sensível com que Padura trata a relação do homem com o sagrado. O velho Joseph tenta sobreviver e se adaptar à Ilha no final dos anos 30, seu filho Daniel nega a aceitação como estratégia de sobrevivência dos judeus, vendo nela uma submissão insuportável. Por isso, afasta o cálice que vai de Abrahão ao holocausto, assumindo sua condição herege. É a eles que Padura dedica seu livro, aos não ortodoxos, àqueles que amam a liberdade, que desafiam as normas estabelecidas, que enfrentam as consequências, que não se conformam.</p>
<p>Descobrimos, então, que temos nas mãos não só o destino, mas um livro que se insinua esperançoso e devotado no que o humano pode oferecer. De bom e de ruim. Com destreza, Padura conduz seus leitores por labirintos emocionais e por um cipoal de explicações sobre a trajetória do misterioso quadro de Rembrandt, que pode tanto retratar uma das suas famosas cabeças de Cristo quanto registrar um autêntico judeu do século 17.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-9842 " style="border: 1px solid #c0c0c0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/11/padura.jpg" alt="padura" width="547" height="308" /></p>
<p>É bem verdade que Mario Conde está mais cansado desta vez, mas não deixa de oferecer seu caráter e inteligência ao mastodonte com rabo de cavalo que o contrata a cem dólares por dia. Percorre Havana atrás de um passado alheio, de uma causa que resiste aceitar. O leitor vai encontrar menos ação que em outras aventuras, mas está tudo lá! Os cozidos maravilhosos de Josefina, o magro Carlos e os amigos de sempre, os porres de rum, as noites (mais brandas) de amor com Tamara&#8230;</p>
<p>Quem já se habituou, vai reconhecer as referências a outros livros de Conde, como “Passado Perfeito” e “Ventos de Quaresma”. Mas se este é o seu primeiro encontro com o investigador, mantenha a calma. Padura costura bem os capítulos, esculpe com esmero os desfechos dos parágrafos e, como sempre faz, em meio ao lirismo de muitas descrições, dispara palavrões e petardos que nos fazem gargalhar.</p>
<p>O que se percebe também é que não temos um único romance nas mãos, mas quatro em um! Padura organiza a narrativa num quadrado: os livros de Daniel, Elias, Judith e Gênesis. Ironicamente, este último – que é pra ser o primeiro dos livros! &#8211; funciona como epílogo e faz convergir as pontas soltas deixadas propositadamente pelo autor ao longo das mais de 500 páginas do volume. A trama é bem urdida, e a catedral erigida pelo escritor cubano tem suas paredes cobertas por detalhes. São paralelismos diversos, a repetição intencional de nomes (à moda de García Márquez), e um mergulho profundo nos sentimentos, com especial apreço à liberdade, essa condição tão venerada e renegada pelos humanos.</p>
<p>Sim, Padura, a arte é poder, e é com ela que se pode chegar a um sentido para a vida, para as páginas de um livro, para as escolhas que fazemos (ou deixamos de fazer) todos os dias.</p>
<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/2ySbxNw" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Livros e e-books de Leonardo Padura</a></span></p>
<p><em>* Livro enviado ao site pela Boitempo Editorial</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>SOBRE O LIVRO</h4>
<p><a href="https://www.amazon.com.br/Hereges-Leonardo-Padura/dp/8575594478/ref=as_li_ss_il?__mk_pt_BR=%C3%85M%C3%85%C5%BD%C3%95%C3%91&amp;keywords=hereges&amp;qid=1589552729&amp;sr=8-2&amp;linkCode=li3&amp;tag=literaturapol-20&amp;linkId=8811dd9a65e016d75d8a73a86fa96919" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img decoding="async" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?_encoding=UTF8&amp;ASIN=8575594478&amp;Format=_SL250_&amp;ID=AsinImage&amp;MarketPlace=BR&amp;ServiceVersion=20070822&amp;WS=1&amp;tag=literaturapol-20" border="0" /></a><img loading="lazy" decoding="async" style="border: none !important; margin: 0px !important;" src="https://ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;l=li3&amp;o=33&amp;a=8575594478" alt="" width="1" height="1" border="0" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Título</strong>: Hereges<br />
<strong>Autor</strong>: Leonardo Padura<br />
<strong>Editora</strong>: Boitempo Editorial<br />
<strong>Páginas</strong>: 272<br />
<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/2Z33BUh" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Compre o livro/e-book</a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><em>SINOPSE</em> &#8211; Em seu novo livro, o escritor cubano Leonardo Padura repete a façanha do best-seller premiado O homem que amava os cachorros ao criar uma mistura de romance histórico e noir, resultado de anos de investigação sobre a perseguição aos judeus. O ponto de partida é um episódio real: a chegada ao porto de Havana do navio S.S. Saint Louis, em 1939, onde se escondiam 900 refugiados vindos da Alemanha. A embarcação passou vários dias à espera de uma autorização para o desembarque. No romance, o garoto Daniel Kaminsky e seu tio, aguardavam nas docas, trazendo um pequeno quadro de Rembrandt que pertencia à família desde o século XVII e que esperavam utilizar como moeda de troca para garantir o desembarque da família que estava no navio. No entanto, o plano fracassa, a autorização não é concedida, e o navio retorna à Alemanha, levando também a esperança do reencontro. Quase setenta anos depois, em 2007, o filho de Daniel, Elías, viaja dos Estados Unidos a Havana para esclarecer o que aconteceu com o quadro e sua família. Hereges ganhou o X Prêmio Internacional de Romance Histórico &#8220;Ciudad de Zaragoza&#8221; e foi finalista dos prêmios Médicis e Fémina.</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img alt='Rogerio Christofoletti' src='https://secure.gravatar.com/avatar/87f28085d29f672a5c343e268eeb037a666688496455d0254804e2942865a66b?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/87f28085d29f672a5c343e268eeb037a666688496455d0254804e2942865a66b?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/monitorando/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Rogerio Christofoletti</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista, dramaturgo e professor universitário. Já publicou 12 livros na área acadêmica e escreveu oito peças de teatro. É um dos autores do e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx).</p>
</div></div><div class="saboxplugin-web "><a href="http://christofoletti.com/" target="_self" >christofoletti.com/</a></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2015/11/11/leonardo-padura-e-o-elogio-a-heresia-nossa-de-cada-dia/">Leonardo Padura e o elogio à heresia nossa de cada dia</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>Literatura policial: lançamentos de setembro</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2015/08/28/literatura-policial-lancamentos-de-setembro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2015 18:45:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[ana paula laux]]></category>
		<category><![CDATA[arthur conan doyle]]></category>
		<category><![CDATA[Caryl Férey]]></category>
		<category><![CDATA[edyr augusto]]></category>
		<category><![CDATA[L&PM pocket]]></category>
		<category><![CDATA[leonardo padura]]></category>
		<category><![CDATA[mario conde]]></category>
		<category><![CDATA[missmarple]]></category>
		<category><![CDATA[Sherlock Holmes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Confira os principais lançamentos policiais, de suspense e mistério para setembro. x ESTRANGEIROS ZULU, de Caryl Férey Editora Vestígio Quando criança, Ali Neuman fugiu de sua terra natal para escapar das milícias do Inkatha, em guerra com o partido rival, o Congresso Nacional Africano. Ele e sua mãe foram os únicos membros da família a...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Confira os principais lançamentos policiais, de suspense e mistério para setembro.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="font-size:1.45em;">ESTRANGEIROS</span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-8672 size-thumbnail" style="border:1px solid #000000;margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/08/zulu.jpg?w=104" alt="zulu" width="104" height="150" /><span style="font-size:1.25em;">ZULU, de Caryl Férey</span><br />
</strong>Editora Vestígio<strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Quando criança, Ali Neuman fugiu de sua terra natal para escapar das milícias do Inkatha, em guerra com o partido rival, o Congresso Nacional Africano. Ele e sua mãe foram os únicos membros da família a sobreviver àqueles anos de terror, e Ali carrega traumas, emocionais e físicos, que não compartilha com ninguém. Hoje chefe da polícia criminal de Cape Town, vitrine da África do Sul, Neuman tem que lidar com dois terríveis flagelos que assolam a primeira democracia da África: a violência e a AIDS. Seu trabalho se complica quando a filha de um ex-campeão mundial de rugby da elite branca é encontrada brutalmente assassinada, com vestígios de uma droga desconhecida no sangue. Ali Neuman, Dan Fletcher – o jovem braço direito do capitão zulu –, e o turbulento tenente Brian Epkeen parecem andar em círculos na investigação, seguindo uma pista falsa após a outra, enquanto a carnificina se intensifica. Ainda que o apartheid tenha sido extirpado da cena política, velhos inimigos continuam agindo à sombra da reconciliação nacional. Carregado de violência e desvelado por um texto primoroso e premiado, Zulu é um raio-x estarrecedor da realidade criminal de uma nação marcada por desigualdades e contradições. <a href="http://grupoautentica.com.br/vestigio/livros/zulu/1250" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Conheça o livro</a></p>
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<strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-thumbnail wp-image-8683" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/08/hereges.jpg?w=122" alt="hereges" width="122" height="150" /><span style="font-size:1.25em;">Hereges, Leonardo Padura</span></strong><br />
Boitempo Editorial</p>
<p style="text-align:justify;">Em seu novo livro, Leonardo Padura cria uma mistura de romance histórico e noir com a volta do detetive Mario Conde. O ponto de partida é um episódio real: a chegada ao porto de Havana do navio S.S. Saint Louis, em 1939, onde se escondiam mais de novecentos refugiados vindos da Alemanha. A embarcação passou vários dias à espera de uma autorização para o desembarque. No romance, o garoto Daniel Kaminsky e seu tio aguardavam nas docas, trazendo um pequeno quadro de Rembrandt que pertencia à família desde o século XVII e que esperavam utilizar como moeda de troca para garantir o desembarque da família que estava no navio. No entanto, o plano fracassa, a autorização não é concedida e o navio retorna à Alemanha, levando também a esperança do reencontro. Quase setenta anos depois, em 2007, o filho de Daniel, Elías, viaja dos Estados Unidos a Havana para esclarecer o que aconteceu com o quadro e sua família. Só um homem como o investigador Mario Conde o poderá ajudar.</p>
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<strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-8695 size-thumbnail" style="border:1px solid #000000;margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/08/nemesis.jpg?w=90" alt="nemesis" width="90" height="150" /><span style="font-size:1.25em;">Nêmesis, Agatha Christie</span></strong><br />
L&amp;PM Pocket</p>
<p style="text-align:justify;">Após receber uma estranha carta dos advogados de seu falecido amigo Jason Rafiel, Miss Jane Marple acaba sendo convocada para uma enigmática missão, sobre a qual aparentemente não tem qualquer informação. Poderia um morto conduzir uma investigação? Jane Marple terá de seguir as pistas mais obscuras para desvendar este intrigante mistério.</p>
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<p style="text-align:justify;"><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-8701 size-thumbnail" style="border:1px solid #000000;margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/08/zahar_1.png?w=105" alt="zahar_1" width="105" height="150" /><span style="font-size:1.25em;">O signo dos quatro, Arthur Conan Doyle</span></strong><br />
Zahar</p>
<p style="text-align:justify;">O signo dos quatro traz Sherlock Holmes confiante como nunca, e irresistivelmente atraído pelas agruras de sua cliente Mary Morsan, uma bela mulher atormentada por um passado nebuloso. Com seu caro Watson, Holmes vê-se às voltas com uma aventura repleta de elementos dramáticos: as figuras misteriosas de um pigmeu e um homem com perna de pau, uma caçada desesperada, um cão digno de confiança e uma furiosa perseguição pelo Tâmisa. Essa edição traz texto integral e 22 ilustrações originais.</p>
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<p style="text-align:justify;"><strong><span style="font-size:1.45em;">NACIONAIS</span></strong><span style="color:#ffffff;">x</span><br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-thumbnail wp-image-8698" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/08/pssica.jpg?w=103" alt="pssica" width="103" height="150" /><strong><span style="font-size:1.25em;">Pssica, Edyr Augusto</span></strong><br />
Boitempo Editorial</p>
<p style="text-align:justify;">Classificado como romance noir,  a narrativa se desdobra em torno do tráfico de mulheres. Uma adolescente é raptada no centro de Belém do Pará e vendida como escrava branca para casas de show e prostituição em Caiena. Um imigrante angolano vai parar em Curralinho, no Marajó, onde monta uma pequena mercearia, que é atacada por ratos d&#8217;água (ladrões que roubam mercadorias das embarcações, os piratas da Amazônia) e, em seguida, entra em uma busca frenética para vingar a esposa assassinada. Entre os assaltantes está um garoto que logo assumirá a chefia do grupo. Esses três personagens se encontram em Breves, outra cidade do Marajó, e depois voltam a estar próximos em Caiena, capital da Guiana Francesa, em uma vertiginosa jornada de sexo, roubo, garimpo, drogas e assassinatos.<span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="https://literaturapolicial.com/lancamento/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="font-size:1.25em;">Confira mais lançamentos aqui</span></a></p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100" alt="" itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2015/08/28/literatura-policial-lancamentos-de-setembro/">Literatura policial: lançamentos de setembro</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>Ventos de Quaresma, o segundo policial da série de Leonardo Padura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2015 20:30:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[resenha]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O detetive cubano Mario Conde é um personagem criado por Leonardo Padura, jornalista e escritor nascido em Havana, em 1955. Padura é o autor de uma série com esse policial, que inicialmente foi publicada no Brasil pela Companhia das Letras e que deve ser reeditada pela Boitempo Editorial, seu selo atual. Ele ainda é autor...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O detetive cubano Mario Conde é um personagem criado por Leonardo Padura, jornalista e escritor nascido em Havana, em 1955. Padura é o autor de uma série com esse policial, que inicialmente foi publicada no Brasil pela Companhia das Letras e que deve ser reeditada pela Boitempo Editorial, seu selo atual. Ele ainda é autor de “O Homem Que Amava os Cachorros”, romance (que não é policial) sobre Leon Trotski e seu assassino, o catalão Ramón Mercader, e esse talvez seja o livro de maior sucesso do autor no Brasil.</p>
<p>“Ventos de Quaresma” é o segundo romance policial da série, e foi originalmente publicado em 1994, pertencente a uma realidade cada vez mais distante dos ventos cubanos atuais. Aqui Conde deve descobrir quem matou uma jovem professora de química que leciona em uma escola de Havana, encontrada asfixiada no próprio apartamento ao lado de cigarros de maconha e álcool. Restam poucas pistas para os policiais, não há internet nem profundos recursos tecnológicos e ocorre que ninguém revela inconfidências sobre a vítima assim tão fácil. Isso dificulta o trabalho de Conde e do detetive Manolo, uma investigação tão complicada quanto a própria vida afetiva do detetive revela ser.</p>
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<p style="text-align: center;"><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ss&amp;ref=as_ss_li_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;language=pt_BR&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=B01N9FSDIX&amp;asins=B01N9FSDIX&amp;linkId=cac33670503cb813e33a12f10106b12c&amp;show_border=true&amp;link_opens_in_new_window=true" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
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<p>Mas quem é o detetive Mario Conde? Definindo em poucas palavras, é um homem galanteador, amante das mulheres e da vida noturna, beberrão e incrivelmente saudosista. Queria ter sido escritor, mas acabou virando policial. Tem um peixe chamado Rufino e uma vontade louca de achar uma alma gêmea. Os ventos de quaresma são também uma referência às mudanças que a vida operou na sua trajetória e dos amigos, uma lembrança das paixões que perdeu, dos caminhos que preferiu não seguir, das mulheres que deixou de amar. Quem sabe o que esses novos ventos trarão, senão tempos de renascimento?</p>
<p>É por isso que o livro é muito mais detetive e muito menos enigma, muito mais uma história que usa como desculpa o crime da professora para contar o que acontece na vida deste cubano que enxerga o mundo mudar diante de seus olhos, e que não vê os tempos e a juventude melhores que os do seu passado. Viver a solidão com Rufino, a nostalgia dos momentos, a fidelidade às amizades, a carência afetiva que praticamente toma conta do seu norte nos picos de fragilidade e as memórias da infância e suas simplicidades são a alma da história. E tem ainda as belas metáforas que Padura presenteia o leitor, nos transportando para a Havana dos anos 1990.</p>
<p>Leonardo Padura esteve no segundo semestre de 2015 no Brasil para promover seus livros (<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.youtube.com/watch?v=GfPpExuuiq4" target="_blank" rel="noopener noreferrer">o literaturapolicial.com fez uma entrevista com ele</a></span> na Feira do Livro de Canoas), e falou sobre <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://literaturapolicial.com/2015/06/05/romance-de-leonardo-padura-sera-adaptado-para-o-cinema/">a adaptação deste livro para o cinema</a></span>. Se for bem adaptada, certamente será uma excelente versão para as telas e espero que chegue ao Brasil. Por enquanto, recomendo o livro!<em><span style="color: #ffffff;">x</span></em></p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-7779 size-thumbnail" style="border: 1px solid #000000; margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/07/ventos2.jpg?w=93" alt="ventos2" width="93" height="150" /><strong>Título</strong>: Ventos de Quaresma<br />
<strong>Autor</strong>: Leonardo Padura<br />
<strong>Editora</strong>: Companhia das Letras<br />
<strong>Páginas</strong>: 232<br />
<a href="http://www.skoob.com.br/ventos-de-quaresma-45154ed49485.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> Este livro no Skoob</a></p>
<p><strong>SINOPSE</strong> – Uma professora de química é assassinada em casa. Em meio à paixão por uma desconhecida, o tenente Mario Conde retorna ao cenário de sua adolescência para descobrir os vínculos da explosiva Lissette.<em><br />
</em></p>
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<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100" alt="" itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2015/07/22/ventos-de-quaresma-de-leonardo-padura/">Ventos de Quaresma, o segundo policial da série de Leonardo Padura</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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