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	<title>Arquivos Maj Sjöwall e Per Wahlöö -</title>
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	<description>O melhor portal sobre suspense e mistério!</description>
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	<title>Arquivos Maj Sjöwall e Per Wahlöö -</title>
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		<title>10 romances policiais nórdicos para conhecer</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2018/12/05/10-dicas-de-romances-policiais-nordicos-para-conhecer/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Dec 2018 01:54:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os romances policiais nórdicos, também conhecidos como Nordic Noir, conquistaram leitores do mundo inteiro com histórias de investigação marcadas por cenários frios, crimes violentos, personagens complexos e uma forte presença de questões sociais. Suécia, Noruega, Dinamarca, Finlândia e Islândia produziram alguns dos maiores nomes da literatura policial contemporânea. Entre eles estão Jo Nesbø, Stieg Larsson,...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-start="746" data-end="1001">Os <strong data-start="749" data-end="780">romances policiais nórdicos</strong>, também conhecidos como <strong data-start="805" data-end="820">Nordic Noir</strong>, conquistaram leitores do mundo inteiro com histórias de investigação marcadas por cenários frios, crimes violentos, personagens complexos e uma forte presença de questões sociais.</p>
<p data-start="1003" data-end="1241">Suécia, Noruega, Dinamarca, Finlândia e Islândia produziram alguns dos maiores nomes da literatura policial contemporânea. Entre eles estão <strong data-start="1143" data-end="1240">Jo Nesbø, Stieg Larsson, Henning Mankell, Camilla Läckberg, Lars Kepler e Arnaldur Indriðason</strong>.</p>
<p data-start="1243" data-end="1490">Uma das características mais interessantes desse tipo de literatura é que o crime raramente aparece isolado. As investigações costumam revelar problemas ligados à desigualdade, violência, corrupção, imigração, abuso de poder e relações familiares.</p><div id="liter-1995048607" class="liter-adsense-artigos-placement liter-entity-placement" role="region" aria-label="Anúncios"><script async src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js?client=ca-pub-6441623549039847" crossorigin="anonymous"></script><insclass="adsbygoogle" style="display:block;" data-ad-client="ca-pub-6441623549039847" data-ad-slot="" data-ad-format="auto"></ins>
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</div>
<p data-start="1492" data-end="1672">Se você gosta de <strong data-start="1509" data-end="1556">livros de suspense, mistério e investigação</strong>, esta seleção reúne dez romances policiais nórdicos que ajudam a conhecer diferentes estilos dentro do Nordic Noir.</p>
<h2><strong>LEIA MAIS</strong></h2>
<ul>
<li><a href="https://literaturapolicial.com/2026/08/04/qual-livro-ler-primeiro-de-cada-autor/">Qual livro ler primeiro de cada autor famoso de suspense? Um guia para começar</a></li>
<li><a href="https://literaturapolicial.com/2020/06/13/o-assassino-de-valhalla-5-curiosidades-sobre-a-serie-o-final-com-spoilers/">O ASSASSINO DE VALHALLA | 5 curiosidades sobre a série + o final (com spoilers)</a></li>
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</ul>
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<h2 class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-section-id="mxbspl" data-start="2515" data-end="2537">O que é Nordic Noir?</h2>
<p data-start="2539" data-end="2664"><strong data-start="2539" data-end="2554">Nordic Noir</strong> é o nome usado para identificar uma vertente da ficção policial produzida principalmente nos países nórdicos.</p>
<p data-start="2666" data-end="2920">Embora não exista uma fórmula única, muitos romances do gênero têm algumas características em comum: <strong data-start="2767" data-end="2919">cenários urbanos ou rurais frios e sombrios, investigações detalhadas, personagens com problemas pessoais, violência realista e críticas à sociedade</strong>.</p>
<p data-start="2922" data-end="3012">Outra característica importante é que os investigadores não costumam ser heróis perfeitos.</p>
<p data-start="3014" data-end="3163">Muitos carregam problemas familiares, vícios, traumas, dificuldades profissionais ou conflitos pessoais que acabam influenciando o trabalho policial.</p>
<p data-start="3165" data-end="3280">É justamente essa combinação entre <strong data-start="3200" data-end="3242">crime, investigação e questões sociais</strong> que tornou o Nordic Noir tão popular.</p>
<h2 data-start="3165" data-end="3280">&#x1f449; 10 romances policiais nórdicos para conhecer</h2>
<h2>1. Os Homens que Não Amavam as Mulheres — Stieg Larsson</h2>
<p><a href="https://amzn.to/4dDZW2Z" target="_blank" rel="noopener"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full" src="https://m.media-amazon.com/images/I/51NQXif6AnS._SY445_SX342_.jpg" width="312" height="445" /></a></p>
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<p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-start="3437" data-end="3453"><strong data-start="3437" data-end="3446">País:</strong> Suécia</p>
<p data-start="3455" data-end="3557">Em 1966, <strong data-start="3464" data-end="3482">Harriet Vanger</strong>, jovem herdeira de um império industrial, desaparece sem deixar vestígios.</p>
<p data-start="3559" data-end="3808">Décadas depois, seu tio Henrik Vanger continua convencido de que ela foi assassinada por alguém da própria família. Para descobrir o que aconteceu, ele contrata o jornalista <strong data-start="3733" data-end="3753">Mikael Blomkvist</strong>, que conta com a ajuda da hacker <strong data-start="3787" data-end="3807">Lisbeth Salander</strong>.</p>
<p data-start="3810" data-end="3918">A investigação leva os dois a uma família cheia de segredos e a crimes que permanecem escondidos há décadas.</p>
<p data-start="3920" data-end="4182"><em data-start="3920" data-end="3958">Os Homens que Não Amavam as Mulheres</em> é o <strong data-start="3963" data-end="4001">primeiro livro da série Millennium</strong> e apresenta a dupla formada por Blomkvist e Salander. (<a class="decorated-link" href="https://www.companhiadasletras.com.br/livro/9788535926163/os-homens-que-nao-amavam-as-mulheres?gad=1&amp;utm_source=chatgpt.com" target="_new" rel="noopener" data-start="4057" data-end="4181">Companhia das Letras</a>)</p>
<p data-start="4184" data-end="4339"><strong data-start="4184" data-end="4200">Por que ler:</strong> é uma excelente porta de entrada para o Nordic Noir e combina investigação, crimes familiares, jornalismo e uma protagonista inesquecível.</p>
<h2>2. Boneco de Neve</h2>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full" src="https://m.media-amazon.com/images/I/41GrbtByDmL._SY445_SX342_.jpg" width="299" height="445" /></p>
<p><a href="https://literaturapolicial.com/2017/11/22/boneco-de-neve-e-uma-excelente-ficcao-policial-criada-por-jo-nesbo/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color: #0000ff;">Leia a resenha</span></a><br />
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<p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-start="4589" data-end="4606"><strong data-start="4589" data-end="4598">País:</strong> Noruega</p>
<p data-start="4608" data-end="4784">A primeira neve do ano chega a Oslo e uma família percebe que há um detalhe estranho no jardim: um boneco de neve foi construído em frente à casa, mas ninguém da família o fez.</p>
<p data-start="4786" data-end="4921">Quando uma mulher desaparece, o inspetor <strong data-start="4827" data-end="4841">Harry Hole</strong> recebe uma carta assinada pelo homem que se identifica como <strong data-start="4902" data-end="4920">Boneco de Neve</strong>.</p>
<p data-start="4923" data-end="5080">A investigação mostra que outros desaparecimentos semelhantes aconteceram ao longo dos anos e leva Harry a acreditar que está diante de um <strong data-start="5062" data-end="5079">serial killer</strong>.</p>
<p data-start="5082" data-end="5340">A Editora Record destaca <em data-start="5107" data-end="5123">Boneco de Neve</em> como um dos principais livros da série Harry Hole. A obra também foi adaptada para o cinema em 2017, com Michael Fassbender no papel do detetive.</p>
<p data-start="5342" data-end="5509"><strong data-start="5342" data-end="5358">Por que ler:</strong> se você gosta de serial killers, investigações sombrias e protagonistas atormentados, este é um dos melhores pontos de entrada para conhecer Jo Nesbø.</p>
<h2>3. O Cortador de Pedras — Camilla Läckberg</h2>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full" src="https://m.media-amazon.com/images/I/61A42I5ZTmL._SY466_.jpg" width="325" height="466" /><img loading="lazy" decoding="async" style="border: none !important; margin: 0px !important;" src="https://ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;l=li3&amp;o=33&amp;a=8576656760" alt="" width="1" height="1" border="0" /></p>
<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://literaturapolicial.com/2018/11/13/o-cortador-de-pedras-um-suspense-nordico-de-camilla-lackberg/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Leia a resenha</a></span><br />
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<p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-start="5767" data-end="5783"><strong data-start="5767" data-end="5776">País:</strong> Suécia</p>
<p data-start="5785" data-end="5876">Uma criança é encontrada morta dentro de uma rede de pesca na pequena cidade de Fjällbacka.</p>
<p data-start="5878" data-end="5983">A princípio, tudo poderia parecer um acidente. Os exames, porém, revelam que a menina não morreu afogada.</p>
<p data-start="5985" data-end="6153">O policial <strong data-start="5996" data-end="6015">Patrik Hedström</strong> assume a investigação enquanto vive uma fase especialmente delicada de sua vida pessoal, já que sua filha recém-nascida acabou de chegar.</p>
<p data-start="6155" data-end="6295">O romance faz parte da série protagonizada por Patrik e pela escritora <strong data-start="6226" data-end="6241">Erica Falck</strong>, personagens recorrentes na obra de Camilla Läckberg.</p>
<p data-start="6297" data-end="6481"><strong data-start="6297" data-end="6313">Por que ler:</strong> combina investigação policial com vida familiar e mostra uma das características mais populares do Nordic Noir: o crime dentro de comunidades aparentemente tranquilas.</p>
<h2>4. O Homem de Areia — Lars Kepler</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full" src="https://m.media-amazon.com/images/I/41A-F3uqoyL._SY445_SX342_.jpg" width="286" height="445" /></p>
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<p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-start="6580" data-end="6596"><strong data-start="6580" data-end="6589">País:</strong> Suécia</p>
<p data-start="6598" data-end="6682">Em uma noite extremamente fria em Estocolmo, um homem aparece vagando por uma ponte.</p>
<p data-start="6684" data-end="6853">Ele está quase sofrendo uma hipotermia, mas a maior surpresa acontece quando chega ao hospital: descobre-se que ele foi oficialmente declarado morto <strong data-start="6833" data-end="6852">sete anos antes</strong>.</p>
<p data-start="6855" data-end="6964">O caso está relacionado ao serial killer <strong data-start="6896" data-end="6912">Jurek Walter</strong>, preso anteriormente pelo detetive <strong data-start="6948" data-end="6963">Joona Linna</strong>.</p>
<p data-start="6966" data-end="7183">A investigação precisa descobrir onde aquele homem esteve durante os sete anos em que foi considerado morto e, principalmente, o que sua reaparição tem a ver com o assassino que está internado em uma ala psiquiátrica.</p>
<p data-start="7185" data-end="7427">A Companhia das Letras descreve <em data-start="7217" data-end="7235">O Homem de Areia</em> como um thriller protagonizado por Joona Linna e centrado em um serial killer manipulador.</p>
<p data-start="7429" data-end="7551"><strong data-start="7429" data-end="7445">Por que ler:</strong> é indicado para quem gosta de serial killers, investigações psicológicas e histórias com ritmo acelerado.</p>
<h2>5. A Garota-Corvo — Erik Axl Sund</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full" src="https://m.media-amazon.com/images/I/4155xzUPGIL._SY445_SX342_.jpg" width="310" height="445" /><img loading="lazy" decoding="async" style="border: none !important; margin: 0px !important;" src="https://ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;language=pt_BR&amp;l=li3&amp;o=33&amp;a=B06XX49JNK" alt="" width="1" height="1" border="0" /></p>
<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://literaturapolicial.com/2017/06/05/video-a-garota-corvo-erik-axl-sund/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Veja a resenha em vídeo</a></span><br />
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<p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-start="7760" data-end="7776"><strong data-start="7760" data-end="7769">País:</strong> Suécia</p>
<p data-start="7778" data-end="7857">Tudo começa quando o corpo de um menino é encontrado em um parque de Estocolmo.</p>
<p data-start="7859" data-end="8060">A detetive <strong data-start="7870" data-end="7891">Jeanette Kihlberg</strong> assume a investigação e encontra dificuldades dentro da própria polícia, que não parece disposta a dedicar recursos suficientes ao assassinato de uma criança imigrante.</p>
<p data-start="8062" data-end="8153">Quando outros corpos aparecem, a investigação indica que pode existir um <strong data-start="8135" data-end="8152">serial killer</strong>.</p>
<p data-start="8155" data-end="8298">Jeanette procura a psicóloga <strong data-start="8184" data-end="8204">Sofia Zetterlund</strong>, especialista em crianças vítimas de violência, e as trajetórias das duas passam a se cruzar.</p>
<p data-start="8300" data-end="8545">A Companhia das Letras apresenta o livro como um thriller sombrio que investiga crimes contra crianças e problemas estruturais da sociedade sueca.</p>
<p data-start="8547" data-end="8682"><strong data-start="8547" data-end="8563">Por que ler:</strong> é uma escolha para quem prefere thrillers mais sombrios e psicológicos, com investigação policial e violência extrema.</p>
<h2>6. Um Passo Atrás</h2>
<p><a href="https://www.amazon.com.br/Um-passo-atr%C3%A1s-Henning-Mankell-ebook/dp/B01D53KFRG/ref=as_li_ss_il?s=books&amp;ie=UTF8&amp;qid=1544053257&amp;sr=1-1&amp;keywords=um+passo+atr%C3%A1s&amp;linkCode=li3&amp;tag=literaturapol-20&amp;linkId=1a9351a940e23dc7059bafc255100470&amp;language=pt_BR" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full" src="https://m.media-amazon.com/images/I/91RRgRl2L+L._SY466_.jpg" width="287" height="466" /></a></p>
<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://literaturapolicial.com/2016/10/13/um-passo-atras-de-henning-mankell-2/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Leia a resenha</a></span><br />
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<p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-start="8885" data-end="8901"><strong data-start="8885" data-end="8894">País:</strong> Suécia</p>
<p data-start="8903" data-end="9008">Durante o solstício de verão, três amigos se reúnem em uma reserva natural usando roupas do século XVIII.</p>
<p data-start="9010" data-end="9052">Eles não sabem que estão sendo observados.</p>
<p data-start="9054" data-end="9092">Cada um acaba morto com um único tiro.</p>
<p data-start="9094" data-end="9348">O inspetor <strong data-start="9105" data-end="9123">Kurt Wallander</strong> assume a investigação e logo percebe que os assassinatos estão relacionados. Quando outro policial próximo a ele também é morto, Wallander percebe que está diante de um caso que pode atingir diretamente a própria corporação.</p>
<p data-start="9350" data-end="9456">A investigação acontece enquanto o detetive ainda enfrenta a morte do pai e problemas com a própria saúde.</p>
<p data-start="9458" data-end="9667">A Companhia das Letras apresenta <em data-start="9491" data-end="9507">Um Passo Atrás</em> como um dos casos da série protagonizada por Kurt Wallander.</p>
<p data-start="9669" data-end="9817"><strong data-start="9669" data-end="9685">Por que ler:</strong> é um ótimo exemplo do lado mais realista e social do Nordic Noir, com atenção tanto ao crime quanto à vida pessoal do investigador.</p>
<h2>7. Mulher de Neve</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full" src="https://m.media-amazon.com/images/I/91miTC+WUvL._SY466_.jpg" width="306" height="466" /></p>
<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://literaturapolicial.com/2016/06/13/mulher-de-neve-de-leena-lehtolainen/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Leia a resenha</a></span><br />
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<p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-start="10022" data-end="10041"><strong data-start="10022" data-end="10031">País:</strong> Finlândia</p>
<p data-start="10043" data-end="10175">No sul da Finlândia, em uma região isolada por uma paisagem de inverno, <strong data-start="10115" data-end="10132">Elina Rosberg</strong> mantém um centro de terapia para mulheres.</p>
<p data-start="10177" data-end="10231">Depois do Natal, seu corpo é encontrado morto na neve.</p>
<p data-start="10233" data-end="10257">Acidente ou assassinato?</p>
<p data-start="10259" data-end="10413">A investigação fica nas mãos da inspetora <strong data-start="10301" data-end="10317">Maria Kallio</strong>, que precisa interrogar as mulheres que estavam no local e investigar pessoas ligadas à vítima.</p>
<p data-start="10415" data-end="10545">Entre os suspeitos estão uma mulher integrante de uma seita religiosa, uma stripper e um poeta envolvido romanticamente com Elina.</p>
<p data-start="10547" data-end="10763">A edição brasileira é da Vestígio, e o livro apresenta Maria Kallio investigando um assassinato em uma comunidade isolada.</p>
<p data-start="10765" data-end="10930"><strong data-start="10765" data-end="10781">Por que ler:</strong> é uma ótima oportunidade para conhecer a literatura policial finlandesa e uma investigadora diferente dos detetives masculinos que dominam o gênero.</p>
<h2>8. Roseanna — Maj Sjöwall e Per Wahlöö</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full" src="https://m.media-amazon.com/images/I/713YMMV0OcL._SY466_.jpg" width="300" height="466" /></p>
<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://literaturapolicial.com/2015/05/18/resenha-roseanna-de-maj-sjowall-e-per-wahloo/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Leia a resenha</a></span><br />
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<p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-start="11145" data-end="11161"><strong data-start="11145" data-end="11154">País:</strong> Suécia</p>
<p data-start="11163" data-end="11241">O corpo de uma mulher desconhecida é encontrado durante a dragagem de um lago.</p>
<p data-start="11243" data-end="11356">Sem identidade e sem um suspeito claro, a polícia começa uma investigação que rapidamente se torna internacional.</p>
<p data-start="11358" data-end="11478">A vítima é identificada como <strong data-start="11387" data-end="11399">Roseanna</strong>, uma mulher que estava entre os passageiros de um cruzeiro pelo canal de Göta.</p>
<p data-start="11480" data-end="11580">O inspetor <strong data-start="11491" data-end="11506">Martin Beck</strong> precisa descobrir quem a matou, mas a investigação se prolonga por meses.</p>
<p data-start="11582" data-end="11687"><em data-start="11582" data-end="11592">Roseanna</em> é o <strong data-start="11597" data-end="11636">primeiro livro da série Martin Beck</strong>, criada pelo casal sueco Maj Sjöwall e Per Wahlöö.</p>
<p data-start="11689" data-end="11891"><strong data-start="11689" data-end="11705">Por que ler:</strong> é um dos livros fundamentais para entender a formação do moderno romance policial escandinavo, especialmente pela atenção aos procedimentos policiais e aos problemas da sociedade sueca.</p>
<h2>9. O silêncio do túmulo — Arnaldur Indriðason</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full" src="https://m.media-amazon.com/images/I/81ZUq6WJhDL._SY466_.jpg" width="311" height="466" /><img loading="lazy" decoding="async" style="border: none !important; margin: 0px !important;" src="https://ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;language=pt_BR&amp;l=li3&amp;o=33&amp;a=8535919112" alt="" width="1" height="1" border="0" /></p>
<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://literaturapolicial.com/2015/10/01/o-silencio-do-tumulo-de-arnaldur-indridason/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Leia a resenha</a></span><br />
<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/2Ef2s2d" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Compre o livro</a></span></p>
<p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-start="12105" data-end="12123"><strong data-start="12105" data-end="12114">País:</strong> Islândia</p>
<p data-start="12125" data-end="12188">Um esqueleto é encontrado enterrado nos arredores de Reykjavík.</p>
<p data-start="12190" data-end="12325">A descoberta leva o inspetor <strong data-start="12219" data-end="12231">Erlendur</strong> a investigar um crime ocorrido décadas antes, provavelmente durante a Segunda Guerra Mundial.</p>
<p data-start="12327" data-end="12475">O problema é que as pessoas que poderiam ajudar a esclarecer o caso já estão mortas, e quem ainda está vivo nem sempre quer lembrar o que aconteceu.</p>
<p data-start="12477" data-end="12616">Enquanto tenta reconstruir o passado, Erlendur também precisa lidar com a situação da filha, que está em coma por causa do abuso de drogas.</p>
<p data-start="12618" data-end="12902">A Companhia das Letras destaca a memória como um dos principais elementos da investigação e apresenta o livro como uma história em que o passado retorna para assombrar o presente.</p>
<p data-start="12904" data-end="13043"><strong data-start="12904" data-end="12920">Por que ler:</strong> é uma excelente escolha para quem gosta de investigações lentas, atmosfera melancólica e crimes antigos que voltam à tona.</p>
<h2>10. Silenciadas — Kristina Ohlsson</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full" src="https://m.media-amazon.com/images/I/51UFFx0oNFL._SY445_SX342_.jpg" width="310" height="445" /></p>
<p><a href="https://literaturapolicial.com/2016/05/26/silenciadas-de-kristina-ohlsson/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color: #0000ff;">Leia a resenha</span></a><br />
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<p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-start="13241" data-end="13257"><strong data-start="13241" data-end="13250">País:</strong> Suécia</p>
<p data-start="13259" data-end="13470">Quinze anos depois de uma adolescente ser brutalmente violentada durante a celebração do solstício de verão, um homem é morto atropelado e um sacerdote e sua esposa aparecem mortos em um aparente duplo suicídio.</p>
<p data-start="13472" data-end="13505">Os casos parecem não ter relação.</p>
<p data-start="13507" data-end="13692">A criminalista <strong data-start="13522" data-end="13542">Fredrika Bergman</strong> e a equipe de investigação liderada por <strong data-start="13583" data-end="13597">Alex Recht</strong> começam a trabalhar nas diferentes ocorrências e descobrem uma rede de contrabando de pessoas.</p>
<p data-start="13694" data-end="13783">A investigação também revela conexões com um crime não denunciado ocorrido décadas antes.</p>
<p data-start="13785" data-end="13975"><em data-start="13785" data-end="13798">Silenciadas</em> é o primeiro volume da série protagonizada por <strong data-start="13846" data-end="13866">Fredrika Bergman</strong> no Brasil.</p>
<p data-start="13977" data-end="14091"><strong data-start="13977" data-end="13993">Por que ler:</strong> reúne investigação policial, crimes do passado, tráfico de pessoas e múltiplas linhas narrativas.</p>
<h2 class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-section-id="15gw582" data-start="14093" data-end="14144">Qual desses romances policiais nórdicos escolher?</h2>
<p data-start="14146" data-end="14194">Depende do tipo de suspense que você mais gosta.</p>
<h3 data-section-id="wmcyzl" data-start="14196" data-end="14233">Para quem gosta de serial killers</h3>
<p data-start="14235" data-end="14297"><strong data-start="14235" data-end="14253">Boneco de Neve</strong> e <strong data-start="14256" data-end="14276">O Homem de Areia</strong> são ótimas escolhas.</p>
<h3 data-section-id="dheiw" data-start="14299" data-end="14352">Para quem gosta de investigação policial clássica</h3>
<p data-start="14354" data-end="14401">Experimente <strong data-start="14366" data-end="14378">Roseanna</strong> ou <strong data-start="14382" data-end="14400">Um Passo Atrás</strong>.</p>
<h3 data-section-id="i1qm00" data-start="14403" data-end="14451">Para quem prefere crimes envolvendo famílias</h3>
<p data-start="14453" data-end="14516"><strong data-start="14453" data-end="14493">Os Homens que Não Amavam as Mulheres</strong> é uma excelente opção.</p>
<h3 data-section-id="1pwwq7g" data-start="14518" data-end="14563">Para quem gosta de thrillers psicológicos</h3>
<p data-start="14565" data-end="14614">Vá de <strong data-start="14571" data-end="14589">A Garota-Corvo</strong> ou <strong data-start="14593" data-end="14613">O Homem de Areia</strong>.</p>
<h3 data-section-id="i9avl8" data-start="14616" data-end="14664">Para conhecer autores menos óbvios do gênero</h3>
<p data-start="14666" data-end="14796"><strong data-start="14666" data-end="14684">Mulher de Neve</strong> leva você à literatura policial finlandesa, enquanto <strong data-start="14738" data-end="14762">O Silêncio do Túmulo</strong> apresenta o Nordic Noir islandês.</p>
<h2 class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-section-id="1gim23a" data-start="14798" data-end="14862">Quais países produzem os melhores romances policiais nórdicos?</h2>
<p data-start="14864" data-end="14915">Os principais países associados ao Nordic Noir são:</p>
<p data-start="14917" data-end="15012"><strong data-start="14917" data-end="14928">Suécia:</strong> Stieg Larsson, Henning Mankell, Camilla Läckberg, Erik Axl Sund e Kristina Ohlsson.</p>
<p data-start="15014" data-end="15036"><strong data-start="15014" data-end="15026">Noruega:</strong> Jo Nesbø.</p>
<p data-start="15038" data-end="15072"><strong data-start="15038" data-end="15051">Islândia:</strong> Arnaldur Indriðason.</p>
<p data-start="15074" data-end="15107"><strong data-start="15074" data-end="15088">Finlândia:</strong> Leena Lehtolainen.</p>
<p data-start="15109" data-end="15242">Esses países têm tradições diferentes, mas compartilham características que ajudaram a criar a identidade do chamado <strong data-start="15226" data-end="15241">Nordic Noir</strong>.</p>
<h2 class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-section-id="y4e86n" data-start="15244" data-end="15305">Por que os romances policiais nórdicos fazem tanto sucesso?</h2>
<p data-start="15307" data-end="15404">Uma das razões está justamente na combinação entre <strong data-start="15358" data-end="15403">investigação policial e problemas sociais</strong>.</p>
<p data-start="15406" data-end="15558">O crime serve como ponto de partida para discutir desigualdade, violência, relações familiares, corrupção, imigração, abuso de poder e outros conflitos.</p>
<p data-start="15560" data-end="15617">Também existe uma característica estética muito marcante.</p>
<p data-start="15619" data-end="15719">A neve, o inverno, a escuridão e as cidades isoladas funcionam quase como personagens das histórias.</p>
<p data-start="15721" data-end="15819">Em muitos desses romances, o ambiente ajuda a criar uma sensação constante de isolamento e tensão.</p>
<h2 data-section-id="1f8j63h" data-start="15821" data-end="15873">Qual é o melhor livro para começar no Nordic Noir?</h2>
<p data-start="15875" data-end="16004">Para quem nunca leu um romance policial nórdico, <strong data-start="15924" data-end="15964">Os Homens que Não Amavam as Mulheres</strong> é uma porta de entrada muito conhecida.</p>
<p data-start="16006" data-end="16099">A história combina investigação, crimes familiares e dois personagens extremamente marcantes.</p>
<p data-start="16101" data-end="16215">Outra opção é <strong data-start="16115" data-end="16133">Boneco de Neve</strong>, especialmente para quem gosta de serial killers e de um thriller mais acelerado.</p>
<p data-start="16217" data-end="16343">Já quem prefere uma investigação policial mais tradicional pode começar por <strong data-start="16293" data-end="16305">Roseanna</strong>, primeiro livro da série Martin Beck.</p>
<h2 class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-section-id="hejpd7" data-start="16345" data-end="16400">Livros policiais nórdicos para quem gosta de Jo Nesbo</h2>
<p data-start="16402" data-end="16500">Se você chegou aqui por causa de <strong data-start="16435" data-end="16447">Jo Nesbo</strong>, também vale conhecer outros autores do Nordic Noir.</p>
<p data-start="16502" data-end="16514">Experimente:</p>
<ul data-start="16516" data-end="16755">
<li data-section-id="o359u6" data-start="16516" data-end="16556"><strong data-start="16518" data-end="16537">Henning Mankell</strong> — <em data-start="16540" data-end="16556">Um Passo Atrás</em></li>
<li data-section-id="uxrsxz" data-start="16557" data-end="16595"><strong data-start="16559" data-end="16574">Lars Kepler</strong> — <em data-start="16577" data-end="16595">O Homem de Areia</em></li>
<li data-section-id="1v21n6j" data-start="16596" data-end="16656"><strong data-start="16598" data-end="16615">Stieg Larsson</strong> — <em data-start="16618" data-end="16656">Os Homens que Não Amavam as Mulheres</em></li>
<li data-section-id="f8zp6s" data-start="16657" data-end="16704"><strong data-start="16659" data-end="16679">Camilla Läckberg</strong> — <em data-start="16682" data-end="16704">O Cortador de Pedras</em></li>
<li data-section-id="1c5n8du" data-start="16705" data-end="16755"><strong data-start="16707" data-end="16730">Arnaldur Indriðason</strong> — <em data-start="16733" data-end="16755">O Silêncio do Túmulo</em></li>
</ul>
<p data-start="16757" data-end="16885"><a class="decorated-link cursor-pointer" href="https://literaturapolicial.com/2026/08/06/todos-os-livros-de-jo-nesbo-em-ordem-de-publicacao/" target="_new" rel="noopener" data-start="16757" data-end="16885"><strong data-start="16758" data-end="16803">Veja todos os livros de Jo Nesbo em ordem</strong></a></p>
<h2 class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-section-id="1wf6ae2" data-start="16887" data-end="16904">DICA DE LEITURA</h2>
<h2 data-section-id="1lj90g5" data-start="16906" data-end="16934">Boneco de Neve — Jo Nesbo</h2>
<p><a href="https://link.amazon/B0abwa1Jg" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full" src="https://m.media-amazon.com/images/I/71wF23I9zOL._SY425_.jpg" width="286" height="425" /></a></p>
<p data-start="16936" data-end="16991"><a class="decorated-link" href="https://link.amazon/B0abwa1Jg" target="_blank" rel="noopener" data-start="16936" data-end="16991"><strong data-start="16937" data-end="16965">Compre o livro na Amazon</strong></a></p>
<p data-start="16993" data-end="17046">A primeira neve chega a Oslo e uma mulher desaparece.</p>
<p data-start="17048" data-end="17237">Quando o inspetor <strong data-start="17066" data-end="17080">Harry Hole</strong> recebe uma carta assinada pelo Boneco de Neve, percebe que aquele desaparecimento pode estar ligado a outros casos semelhantes registrados ao longo de anos.</p>
<p data-start="17239" data-end="17513">O livro é um dos mais conhecidos da série Harry Hole e foi adaptado para o cinema em 2017. A Editora Record confirma a relação da obra com o universo do detetive e destaca a atmosfera sombria do romance.</p>
<h2 data-start="17239" data-end="17513">PRODUTOS RECOMENDADOS</h2>
<h3 data-start="17239" data-end="17513">Kindle 16 GB</h3>
<p data-start="17239" data-end="17513"><a href="https://link.amazon/B01dlxHkn" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone " src="https://m.media-amazon.com/images/I/810j-Zlo7ZL._AC_SX679_.jpg" width="514" height="514" /></a></p>
<p data-start="17239" data-end="17513"><a href="https://link.amazon/B01dlxHkn" target="_blank" rel="noopener">Compre aqui</a></p>
<h2 data-start="17239" data-end="17513">Top Luminária de Mesa Premium</h2>
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<h2 data-start="17239" data-end="17513">Marcador de livro</h2>
<p data-start="17239" data-end="17513"><a href="https://link.amazon/B0hwSI8yH" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone " src="https://m.media-amazon.com/images/I/81lUt2c70wL._AC_SX679_.jpg" width="509" height="521" /></a></p>
<p data-start="17239" data-end="17513"><a href="https://link.amazon/B0hwSI8yH" target="_blank" rel="noopener">Compre aqui</a></p>
<h2 class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-section-id="pozi93" data-start="18769" data-end="18791">PERGUNTAS FREQUENTES</h2>
<h2 data-section-id="acj0wq" data-start="18793" data-end="18816">O que é Nordic Noir?</h2>
<p data-start="18818" data-end="19083">Nordic Noir é um termo usado para descrever uma vertente da ficção policial produzida nos países nórdicos, especialmente Suécia, Noruega, Dinamarca, Finlândia e Islândia. Os romances costumam combinar investigação criminal com ambientes sombrios e questões sociais.</p>
<h2 data-section-id="14cgrlj" data-start="19085" data-end="19128">Quais países fazem parte do Nordic Noir?</h2>
<p data-start="19130" data-end="19223">O termo está associado principalmente a <strong data-start="19170" data-end="19222">Suécia, Noruega, Dinamarca, Finlândia e Islândia</strong>.</p>
<h2 data-section-id="1nrccuf" data-start="19225" data-end="19290">Quem são os principais autores de romances policiais nórdicos?</h2>
<p data-start="19292" data-end="19429">Entre os autores mais conhecidos estão <strong data-start="19331" data-end="19428">Jo Nesbø, Stieg Larsson, Henning Mankell, Camilla Läckberg, Lars Kepler e Arnaldur Indriðason</strong>.</p>
<h2 data-section-id="1upqjha" data-start="19431" data-end="19484">Qual é o melhor livro de Nordic Noir para começar?</h2>
<p data-start="19486" data-end="19671"><em data-start="19486" data-end="19524">Os Homens que Não Amavam as Mulheres</em>, de Stieg Larsson, é uma das opções mais populares. <em data-start="19577" data-end="19593">Boneco de Neve</em>, de Jo Nesbø, é outra boa porta de entrada para quem gosta de serial killers.</p>
<h2 data-section-id="16wzb74" data-start="19673" data-end="19722">Qual é o romance policial nórdico mais famoso?</h2>
<p data-start="19724" data-end="19907">Não existe um único título que represente todo o gênero, mas <em data-start="19785" data-end="19823">Os Homens que Não Amavam as Mulheres</em> alcançou enorme repercussão internacional e é o primeiro livro da série Millennium.</p>
<h2 data-section-id="ylxyim" data-start="19909" data-end="19946">Jo Nesbø faz parte do Nordic Noir?</h2>
<p data-start="19948" data-end="20161">Sim. O escritor norueguês é um dos nomes mais conhecidos da literatura policial nórdica e criou a série protagonizada pelo inspetor <strong data-start="20080" data-end="20094">Harry Hole</strong>. (<a class="decorated-link" href="https://www.record.com.br/collections/jo-nesb?utm_source=chatgpt.com" target="_new" rel="noopener" data-start="20097" data-end="20160">Editora Record</a>)</p>
<h2 data-section-id="1u1gsrk" data-start="20163" data-end="20226">O que diferencia o Nordic Noir de outros romances policiais?</h2>
<p data-start="20228" data-end="20411">Além da investigação, muitas histórias do Nordic Noir utilizam o crime para abordar problemas sociais e políticos. A ambientação fria e sombria também é uma característica recorrente.</p>
<h2 data-section-id="yqrhcx" data-start="20413" data-end="20424">CONCLUSÃO</h2>
<p data-start="20426" data-end="20547">Os <strong data-start="20429" data-end="20460">romances policiais nórdicos</strong> ajudaram a transformar a literatura policial escandinava em um fenômeno internacional.</p>
<p data-start="20549" data-end="20803">De <strong data-start="20552" data-end="20580">Stieg Larsson e Jo Nesbø</strong> a <strong data-start="20583" data-end="20655">Henning Mankell, Camilla Läckberg, Lars Kepler e Arnaldur Indriðason</strong>, os autores do Nordic Noir criaram investigadores marcados por conflitos pessoais e histórias em que o crime quase sempre revela problemas maiores.</p>
<p data-start="20805" data-end="20972">Se você gosta de <strong data-start="20822" data-end="20876">suspense, mistério, serial killers e investigações</strong>, esta seleção é um bom ponto de partida para entrar no universo da literatura policial nórdica.</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100" alt="" itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2018/12/05/10-dicas-de-romances-policiais-nordicos-para-conhecer/">10 romances policiais nórdicos para conhecer</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Nossos detetives, parte 3: O policial</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2015/08/24/nossos-detetives-parte-3-o-policial/</link>
					<comments>https://literaturapolicial.com/2015/08/24/nossos-detetives-parte-3-o-policial/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Josué de Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2015 15:44:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[sherlock holmes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Até agora em nosso trajeto, nos debruçamos sobre o poder de dedução fora do comum do detetive amador e sobre os empoeirados escritórios do detetive particular. O primeiro investiga por hobby, o segundo, pelo pão de cada dia. E durante décadas esses dois, que tanto se contrastam, foram as figuras mais representativas da literatura policial....</p>
<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2015/08/24/nossos-detetives-parte-3-o-policial/">Nossos detetives, parte 3: O policial</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-8497 size-large" style="border:1px solid #000000;margin-top:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/08/police.jpg?w=750" alt="police" width="750" height="500" /></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Até agora em nosso trajeto, nos debruçamos sobre o poder de dedução fora do comum do detetive amador e sobre os empoeirados escritórios do detetive particular. O primeiro investiga por hobby, o segundo, pelo pão de cada dia. E durante décadas esses dois, que tanto se contrastam, foram as figuras mais representativas da literatura policial.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Mas, se estamos falando de literatura policial, onde é que está o policial?</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">É um fato curioso, mas o policial (e a Polícia), cujo trabalho é lidar com crimes, foi relegado a um segundo plano em boa parte da Era de Ouro e nas histórias de detetive hardboiled. No primeiro caso, o papel do homem da lei, de modo geral, era destacar a inteligência dos detetives amadores. Pense no Inspetor Lestrade. O policial, presente em diversos contos de Arthur Conan Doyle, estava constantemente pedindo ajuda ao amigo Sherlock Holmes, o que, mesmo Holmes jamais o considerando pouco inteligente, demonstrava sua incapacidade. E o mesmo acontecia com diversos inspetores da Scotland Yard que Hercule Poirot deixava no chinelo usando suas pequenas células cinzentas. No segundo caso, a Polícia por vezes era uma ameaça ao detetive particular, que a via com desconfiança. Para entender, basta observar a cautela com que Philip Marlowe lidava com os tiras. Há muito de malandragem e corrupção na Polícia nessas histórias.</span></p><div id="liter-1995048607" class="liter-adsense-artigos-placement liter-entity-placement" role="region" aria-label="Anúncios"><script async src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js?client=ca-pub-6441623549039847" crossorigin="anonymous"></script><insclass="adsbygoogle" style="display:block;" data-ad-client="ca-pub-6441623549039847" data-ad-slot="" data-ad-format="auto"></ins>
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<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Hoje percebemos um cenário bem diferente. Uma busca mesmo que superficial em sites dedicados ao gênero retorna séries e mais séries em que o policial tem o protagonismo e os estereótipos mencionados acima não se manifestam (ao menos não de modo generalizado e redutivista). Vamos analisar algumas características do detetive policial.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Para começar, temos as motivações. Nesse quesito, o policial se aproxima do detetive particular, uma vez que a resolução de crimes é, para ambos, um trabalho. É a natureza desse trabalho que os separa. O policial é um empregado do Estado. Ele representa a Lei de modo oficial. Na vida real, é à polícia que se recorre quando um crime acontece, ao aparato de vigilância do Estado. O detetive policial da ficção, como parte dessa instituição, não tem (teoricamente) a mesma liberdade dos detetives particular e amador, uma vez que um conjunto de regras oficiais e inerentes a sua posição marcam aquilo que ele pode e não pode fazer. Seu trabalho segue um protocolo, cuja quebra é sempre muito clara. Ao mesmo tempo que impõe limites, esse fato também lhe confere certos privilégios, como acesso a recursos do Estado para realização de seu trabalho e uma rede de informações (bancos de dados, antecedentes criminais, arquivos de impressões digitais etc.) que os outros dois detetives não têm. Além disso, estar empregado a uma instituição pública sugere que não é apenas a indivíduos que este detetive responde: é, de certa forma, a toda a sociedade.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Podemos esperar que as particularidades da função figurem e tenham importância nas histórias protagonizadas por policiais: a perícia trabalhando na cena do crime, a autópsia examinando o cadáver, a burocracia que envolve pedir um mandado judicial, os constantes riscos da violência urbana, a corrupção que bate à porta. Também vemos, com certa frequência, as consequências das pressões do trabalho dificultando a vida privada do detetive policial. Consumo exagerado de álcool e cigarros, casamentos desfeitos, dificuldade no relacionamento com os filhos são apenas algumas delas.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Nem sempre vemos um único detetive policial como protagonista. Há autores que optam por um protagonismo compartilhado, em que uma equipe de investigadores, trabalhando em conjunto, desvenda crimes. Essa configuração busca uma aproximação maior com a realidade, uma vez que, numa divisão policial de verdade, o trabalho é distribuído e ninguém avança sozinho.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">O método do detetive policial pode variar. Normalmente, ele consegue resultados pelo esforço: coleta de pistas, tocaia a suspeitos, interrogatórios etc. Nada impede, no entanto, que um detetive policial tenha inteligência e o poder dedutivo fora do comum, característica mais própria do detetive amador, embora casos assim sejam mais raros.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="font-size:1.45em;">Exemplos</span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">A lista é longa. <strong>Jules Maigret</strong>, criação do belga Georges Simenon, talvez seja o primeiro nome a vir à mente. Não, ele não foi o primeiro personagem policial a protagonizar histórias de mistério, mas foi o primeiro cujo fato de ser policial fazia alguma diferença. Comissário da Polícia Judiciária, homem inteligente, pacato, íntegro e sempre com um cachimbo a mão, Maigret nasceu na ficção em 1929. Se há um traço marcante que podemos destacar no personagem é sua curiosidade pelo que leva uma pessoa ao crime. Em mais de 70 livros, suas investigações o levaram a todos os cantos de Paris e mais outros tantos da França, além dos EUA. (Se você quiser saber mais sobre Maigret, há uma série no site toda dedicada a ele. <a href="https://literaturapolicial.com/2015/08/03/meu-nome-e-maigret-jules-maigret-parte-1/" target="_blank">Confira aqui a primeira parte</a>.)</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align:justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-6115 aligncenter" style="border:1px solid #000000;margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/04/maigret2.jpeg" alt="maigret2" width="550" height="348" /></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Nos EUA, não podemos deixar de citar Ed McBain, criador da popular série do 87º Distrito Policial. Com mais de cinquenta romances, publicados entre 1956 e 2005 (ano da morte do autor), ela se destaca por retratar não apenas o trabalho policial com minúcias, mas por mergulhar nos dramas pessoais de seus &#8212; diversos &#8212; protagonistas, pessoas comuns com um trabalho a cumprir. Esse é um dos casos em que o todo importa mais que as partes: McBain faz desfilar um grande número de personagens nas páginas da série, embora mantenha um núcleo mais ou menos fechado de investigadores que desenvolve mais detidamente. Há policiais dedicados e íntegros, como o ítalo-americano Steve Carella, e outros desprezíveis e corruptos, como o Gordo Ollie Weeks. Um elenco multifacetado, como uma força policial de verdade certamente seria.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Harry Bosch, apresentado ao público no ano de 1992 em The Black Echo, é a criação mais popular do também americano Michael Connelly. O apelo do personagem é tanto que atualmente há uma série com seu nome, veiculada pela Amazon. Bosch já apareceu em 22 livros de Connelly, um dos grandes nomes da literatura policial contemporânea.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align:justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-8458 size-full" style="border:1px solid #000000;margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/10/wahloo1.jpg" alt="wahloo" width="683" height="430" /></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Pioneiros da literatura policial sueca, uma das mais populares do mundo, o casal <strong>Maj Sjöwall e Per Wahlöö</strong> escreveu 10 romances protagonizados pelo inspetor Martin Beck. Apresentado em <a href="https://literaturapolicial.com/2015/05/18/resenha-roseanna-de-maj-sjowall-e-per-wahloo/" target="_blank">Roseanna</a>, Beck é um homem introspectivo, devotado ao trabalho e um tanto infeliz na vida pessoal, muito pela própria personalidade. Entre os suecos há ainda o também inspetor Kurt Wallander, lançado pelo escritor e dramaturgo Henning Mankell e dono da própria série de TV pela BBC. Pulando para os noruegueses, impossível não citar Harry Hole, protagonista de uma série de sucesso escrita pelo norueguês Jo Nesbø; Hanne Wilhelmsen, detetive da polícia de Oslo criada por Anne Holt; e o alto e sério Konrad Sejer, da poeta e romancista Karim Fossum.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Na Europa, há ainda muitos outros representantes da classe. Pela Inglaterra, temos Adam Dalgliesh, personagem fixo P.D. James desde 1962, e o inspetor Alan Banks, presença quase certa nos livros de Peter Robinson; Na França, destaque para o distraído, cômico e inexplicavelmente brilhante Jean-Baptiste Adamsberg, genial criação da francesa Fred Vargas, e, mais recentemente, para o Comandante Camille Verhoeven, protagonista de uma elogiada trilogia de Pierre Lemaitre; na Itália, o comissário Guido Brunetti, criação de Donna Leon; na Escócia, o popularíssimo John Rebus, de Ian Ranin.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align:justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-256 aligncenter" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/06/roza_livrosp2.jpg" alt="roza_livrosp2" width="500" height="375" /></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">No Brasil, o representante mais famoso é certamente o delegado Espinosa, que figura em dez dos onze livros do carioca <strong>Luiz Alfredo Garcia-Roza</strong> e <a href="https://literaturapolicial.com/2015/06/17/serie-espinosa-tem-duas-novidades-no-elenco/" target="_blank">em breve chegará à TV</a>. Também não podemos esquecer do investigador Venício (não Vinícius, cuidado porque ele se irrita quando confundem!), protagonista dos romances Informações Sobre a Vítima e Vida Pregressa, do ex-delegado paulista Joaquim Nogueira. Presente também em dois livros – Réquiem Para um Assassino e Morte na Flip –, o delegado Dornelas, criação de Paulo Levy.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Como é possível perceber, há muitos exemplos dessa categoria de detetive, e certamente a lista apresentada deixou de fora nomes importantes. Não deixe de lembrá-los nos comentários!</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Chegamos ao fim de nossa série sobre detetives. Obrigado a todos por acompanharem. Aproveito para dar um spoiler da minha próxima série por aqui: será sobre os subgêneros da literatura policial. Até a próxima!</span></p>
<p style="text-align:justify;">(Imagens: divulgação, <a href="http://a.scpr.org/i/d9f6e4adfecd0e00df39fe58fe32063a/100162-full.jpg" target="_blank">scpr.org</a>)</p>
<p style="text-align:justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-1576" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/09/josue2.png" alt="josue2" width="600" height="133" /></p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img alt='Josué de Oliveira' src='https://secure.gravatar.com/avatar/52bc4af4ff7ca85bd9e0fb0d7776a484006bc8530907d212a167a270a4a12376?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/52bc4af4ff7ca85bd9e0fb0d7776a484006bc8530907d212a167a270a4a12376?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/olveirajosue/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Josué de Oliveira</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Formado em Estudos de Mídia pela UFF e vive em Niterói, RJ. Trabalha na área de desenvolvimento de livros digitais. Gosta de ler, escrever, ver filmes esquisitos e curte bandas que ninguém conhece. Atualmente, revisa seu primeiro romance policial.</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2015/08/24/nossos-detetives-parte-3-o-policial/">Nossos detetives, parte 3: O policial</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>Roseanna, de Maj Sjöwall e Per Wahlöö</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Josué de Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2015 12:24:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Escandinavos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Josué de Oliveira &#8211; De todos os subgêneros da literatura policial que conheço, apenas um relaciona-se com uma localização no planeta: trata-se do scandi crime, expressão utilizada para se referir à ficção criminal produzida nos países da Escandinávia, no norte da Europa. O termo aponta para a crescente popularização de autores nórdicos junto ao...</p>
<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2015/05/18/resenha-roseanna-de-maj-sjowall-e-per-wahloo/">Roseanna, de Maj Sjöwall e Per Wahlöö</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Josué de Oliveira</em> &#8211; De todos os subgêneros da literatura policial que conheço, apenas um relaciona-se com uma localização no planeta: trata-se do scandi crime, expressão utilizada para se referir à ficção criminal produzida nos países da Escandinávia, no norte da Europa. O termo aponta para a crescente popularização de autores nórdicos junto ao público aficionado por romances policiais em todo o mundo. Nomes como <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://literaturapolicial.com/2016/08/08/stieg-larsson-a-verdadeira-historia-do-criador-da-trilogia-millennium/">Stieg Larsson</a></span>, <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://literaturapolicial.com/2017/11/22/boneco-de-neve-e-uma-excelente-ficcao-policial-criada-por-jo-nesbo/">Jo Nesbo</a></span>, <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://literaturapolicial.com/2016/10/13/um-passo-atras-de-henning-mankell-2/">Henning Mankell</a></span>, Karin Fossum e Hakan Nesser são alguns exemplos desse fenômeno.</p>
<p>A tradição policial escandinava (e, em especial, a sueca) veio se estabelecendo ao longo de décadas, resultando na explosão mais recente. Em meio aos diversos representantes do scandi crime traduzidos para o português nos últimos anos, dois nomes que chegaram por aqui no final de 2014 merecem atenção. Trata-se do casal Maj Sjöwall e Per Wahlöö. Autores de dez livros, lançados entre os anos 60 e 70, os dois são considerados pioneiros da literatura policial sueca. Seus livros são protagonizados por Martin Beck, inspetor da polícia de Estocolmo, introduzido neste Roseanna.</p>
<p>Na trama, Beck e sua equipe são destacados para colaborar na investigação do assassinato de uma mulher anônima, encontrada durante a dragagem de um lago com sinais de violência sexual. O caso esbarra numa total falta de pistas. Seguem-se meses de trabalho minucioso e exaustivo de Martin Beck, homem de meia idade, melancólico e constantemente doente, mas obcecado pelo mistério da mulher que ninguém parece saber quem foi.</p><div id="liter-1995048607" class="liter-adsense-artigos-placement liter-entity-placement" role="region" aria-label="Anúncios"><script async src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js?client=ca-pub-6441623549039847" crossorigin="anonymous"></script><insclass="adsbygoogle" style="display:block;" data-ad-client="ca-pub-6441623549039847" data-ad-slot="" data-ad-format="auto"></ins>
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<p>Se precisasse descrever o romance Roseanna numa só palavra, eu o chamaria de “simples”. Não é espetacular nem particularmente original, mas se mostra muito bem-sucedido no que se propõe. De modo geral, o que mais salta aos olhos é uma escolha incomum dos autores: não escorar a narrativa no mistério em si, mas na jornada dos policiais que devem desvendá-lo, em todas as dificuldades e percalços enfrentados por Beck para fazer a investigação caminhar.</p>
<p>Por vezes, a impressão que se tem ao ler é de que capítulos e capítulos se passam sem que nada aconteça. Em outros romances, isso poderia ser considerado uma falha, mas em Roseanna essa lentidão – que incomoda os personagens tanto quanto os leitores – faz parte do universo do livro. O trabalho de investigação é em grande medida braçal, cansativo, enfadonho, e muito tempo pode se passar antes que algum avanço ocorra. Os autores procuram dar à história esse tom mais realista, ao qual são fieis até o fim.</p>
<p>O principal atrativo, portanto, é observar as estratégias às quais Beck e seu grupo precisam recorrer para sair do escuro e obter pequenos sucessos, reunindo pistas pouco a pouco, num trabalho de formiga. Sjöwall e Wahlöö mostram criatividade ao retratar os personagens seguindo planos de ação minuciosos e absolutamente verossímeis dentro do contexto em que estão. Assim, as descobertas, quando ocorrem, fazem sentido e não soam forçadas. Roseanna pode não ter reviravoltas espetaculares, mas se sai muitíssimo bem na exploração dos mecanismos da investigação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ss&amp;ref=as_ss_li_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=8501096911&amp;asins=8501096911&amp;linkId=dd9082e0bc061e34572515b0b1270e65&amp;show_border=true&amp;link_opens_in_new_window=true" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em se tratando de personagens, o livro é pouco mais que regular. Naturalmente, Beck é o mais bem-desenvolvido, sendo os demais pouco além de enfeites, ganhando mais vida em momentos pontuais de descontração e troca de piadas. O protagonista é um homem pacato, razoavelmente inteligente, esposo e pai displicente, mas policial dedicado (a falha como homem de família, aliás, se relaciona diretamente com a profissão). Beck não é particularmente caloroso ou interessante e em diversos momentos seu descaso em relação à família é irritante e infantil. A personalidade um tanto plácida do protagonista pode ser um obstáculo para quem gosta de se apegar aos personagens, mas espero apenas vir a gostar um pouco mais dele nos próximos volumes da série.</p>
<p>Escrito numa prosa leve e objetiva, Roseanna é a porta de entrada para o universo dos pioneiros Maj Sjöwall e Per Wahlöö, onde crimes são solucionados com suor e noites viradas. Julgando por esse primeiro contato, ele me parece interessante o suficiente para render outras visitas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9465" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/10/star4.png" alt="star4" width="98" height="22" /></span></p>
<p><a href="https://www.amazon.com.br/Roseanna-Wahloo/dp/8501096911/ref=as_li_ss_il?__mk_pt_BR=%C3%85M%C3%85%C5%BD%C3%95%C3%91&amp;keywords=roseanna&amp;qid=1558170400&amp;s=gateway&amp;sr=8-1&amp;linkCode=li3&amp;tag=literaturapol-20&amp;linkId=a71cdc994417eaf599ff84a921aafbc6" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img decoding="async" class="alignleft" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?_encoding=UTF8&amp;ASIN=8501096911&amp;Format=_SL250_&amp;ID=AsinImage&amp;MarketPlace=BR&amp;ServiceVersion=20070822&amp;WS=1&amp;tag=literaturapol-20" border="0" /></a><img loading="lazy" decoding="async" style="border: none !important; margin: 0px !important;" src="https://ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;l=li3&amp;o=33&amp;a=8501096911" alt="" width="1" height="1" border="0" /><strong>Título</strong>: Roseanna<br />
<strong>Autores</strong>: Maj Sjöwall e Per Wahlöö<br />
<strong>Editora</strong>: Record<br />
<strong>Páginas</strong>: 256<br />
<strong>Ano</strong>: 2014<br />
<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/2EgY8xZ" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Compre o livro / e-book</a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SINOPSE </strong>&#8211; O corpo de uma mulher de origem desconhecida é encontrado durante a dragagem de um lago na Suécia. Sem qualquer pista de quem poderia ter cometido o crime, o inspetor Martin Beck mobiliza sua equipe em uma busca internacional por um assassino sem nome e sem rosto.</p>
<p style="text-align: justify;">
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img alt='Josué de Oliveira' src='https://secure.gravatar.com/avatar/52bc4af4ff7ca85bd9e0fb0d7776a484006bc8530907d212a167a270a4a12376?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/52bc4af4ff7ca85bd9e0fb0d7776a484006bc8530907d212a167a270a4a12376?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/olveirajosue/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Josué de Oliveira</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Formado em Estudos de Mídia pela UFF e vive em Niterói, RJ. Trabalha na área de desenvolvimento de livros digitais. Gosta de ler, escrever, ver filmes esquisitos e curte bandas que ninguém conhece. Atualmente, revisa seu primeiro romance policial.</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2015/05/18/resenha-roseanna-de-maj-sjowall-e-per-wahloo/">Roseanna, de Maj Sjöwall e Per Wahlöö</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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