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	<title>Arquivos Rubem Fonseca -</title>
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	<description>O melhor portal sobre suspense e mistério!</description>
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	<title>Arquivos Rubem Fonseca -</title>
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		<title>Obra de Rubem Fonseca será reeditada pela Nova Fronteira</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2022/11/23/obra-de-rubem-fonseca-sera-reeditada-pela-nova-fronteira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Nov 2022 22:38:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[nova fronteira]]></category>
		<category><![CDATA[O Cobrador]]></category>
		<category><![CDATA[Rubem Fonseca]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; NOVA COLEÇÃO &#8211; A editora Nova Fronteira irá lançar uma nova coleção de livros de Rubem Fonseca com suas sete principais obras. O primeiro título, “O Cobrador”, já está disponível para compra. LEIA MAIS Rubem Fonseca: conheça os livros com o detetive Mandrake A Grande Arte, de Rubem Fonseca Mandrake entre esnobes e escroques...</p>
<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2022/11/23/obra-de-rubem-fonseca-sera-reeditada-pela-nova-fronteira/">Obra de Rubem Fonseca será reeditada pela Nova Fronteira</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>NOVA COLEÇÃO &#8211; A editora Nova Fronteira irá lançar uma nova coleção de livros de Rubem Fonseca com suas sete principais obras. O primeiro título, “<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/3BebVCP" target="_blank" rel="noopener">O Cobrador</a></span>”, já está disponível para compra.</p>
<p><strong>LEIA MAIS</strong><br />
<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://literaturapolicial.com/2020/06/04/rubem-fonseca-conheca-os-livros-com-o-detetive-mandrake/">Rubem Fonseca: conheça os livros com o detetive Mandrake</a></span><br />
<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://literaturapolicial.com/2015/05/13/a-grande-arte-de-rubem-fonseca/">A Grande Arte, de Rubem Fonseca</a></span><br />
<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://literaturapolicial.com/2020/07/24/rubem-fonseca-mandrake-entre-esnobes-e-escroques/">Mandrake entre esnobes e escroques</a></span></p>
<p>O livro traz um prefácio inédito do escritor Marçal Aquino e um posfácio já conhecido do jornalista Sergio Augusto. O artista Daniel Trench assina a nova identidade visual de toda a coleção, que teve como inspiração as ruas antigas do Rio de Janeiro.</p>
<p>[su_quote]“A escrita do Rubem Fonseca se dá na chave realista. Seus personagens mundanos são descritos de forma seca, direta, sem firulas ou volteios. Outra característica importante é o papel que as cidades têm na construção das narrativas — é no ambiente urbano que as histórias se desenrolam. Partindo desses princípios, imaginei que as capas da nova coleção poderiam fazer uma referência ao universo urbano, mas sem recorrer ao registro fotográfico — e assim se diferenciar dos projetos anteriores. Para isso, adotamos uma tipografia super condensada, dessas que vemos nos cartazes que são colados nos postes e muros que nos cercam, nas fachadas das lojas populares, nos panfletos que nos chegam à mão a cada esquina”, conta Trench.[/su_quote]</p>
<p>O Cobrador, publicado em 1979, é um dos mais conhecidos livros de contos de Rubem Fonseca. O autor mantém o tom incômodo e brutal de sua ficção, apresentando personagens inquietantes, como o protagonista do conto &#8211; uma espécie de vingador, poeta e revolucionário -, que dá título à obra. A nova coleção de Rubem Fonseca terá mais três a quatro títulos relançados em 2023.</p>
<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/3gxqkTm" target="_blank" rel="noopener">Encontre livros e e-books de Rubem Fonseca</a></span></p>
<p><em>* Release enviado ao site pela editora Nova Fronteira.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>Veja o vídeo sobre Agosto</h1>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/m0kjqbDpYMQ" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.youtube.com/@LiteraturaPolicial" target="_blank" rel="noopener">Inscreva-se no canal</a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>SOBRE O LIVRO</h1>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-44114" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2022/11/ScreenHunter-1619-192x300.png" alt="" width="192" height="300" srcset="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2022/11/ScreenHunter-1619-192x300.png 192w, https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2022/11/ScreenHunter-1619.png 286w" sizes="(max-width: 192px) 100vw, 192px" /></p>
<p><strong>Título</strong>: O cobrador<br />
<strong>Autor</strong>: Rubem Fonseca<br />
<strong>Páginas</strong>: 176<br />
<strong>Editora</strong>: Nova Fronteira<br />
<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.novafronteira.com.br/produto/o-cobrador.html" target="_blank" rel="noopener">Compre o livro</a></span></p>
<p>SINOPSE &#8211; &#8220;O Cobrador&#8221;, um dos mais conhecidos livros de contos de Rubem Fonseca, está de volta. Em seu quinto livro de histórias curtas, o autor mantém o tom incômodo e brutal de sua ficção, apresentando personagens inquietantes, como o protagonista do conto que dá título à obra. Amálgama de bandido, poeta e revolucionário, o Cobrador é uma espécie de vingador não apenas da divisão de classes, mas também da violência simbólica que é o controle da palavra. Esta nova edição, que inaugura a reedição de toda a produção literária fonsequiana, conta com um prefácio inédito do escritor Marçal Aquino e um posfácio do jornalista Sergio Augusto.</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100" alt="" itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2022/11/23/obra-de-rubem-fonseca-sera-reeditada-pela-nova-fronteira/">Obra de Rubem Fonseca será reeditada pela Nova Fronteira</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>RUBEM FONSECA &#124; Mandrake, entre esnobes e escroques</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2020/07/24/rubem-fonseca-mandrake-entre-esnobes-e-escroques/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rogerio Christofoletti]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2020 13:50:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[resenha]]></category>
		<category><![CDATA[a bíblia e a bengala]]></category>
		<category><![CDATA[mandrake]]></category>
		<category><![CDATA[nova fronteira]]></category>
		<category><![CDATA[rogério christofoletti]]></category>
		<category><![CDATA[Rubem Fonseca]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Rogério Christofoletti &#8211; Na opaca paisagem dos personagens policiais brasileiros, um certo advogado criminalista se destaca: Mandrake. Embora seu nome seja Paulo Mendes, quase ninguém o chama assim, nem mesmo o sério Wexler/Weksler, seu sócio no escritório. Embora não seja PM ou detetive particular, soluciona crimes e mistérios que batem à sua porta...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por Rogério Christofoletti</em> &#8211; Na opaca paisagem dos personagens policiais brasileiros, um certo advogado criminalista se destaca: Mandrake. Embora seu nome seja Paulo Mendes, quase ninguém o chama assim, nem mesmo o sério Wexler/Weksler, seu sócio no escritório. Embora não seja PM ou detetive particular, soluciona crimes e mistérios que batem à sua porta quase sempre na figura de mulheres insinuantes ou irresistíveis.</p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;">Criado por Rubem Fonseca há mais de 50 anos, esse improvável investigador tem cadeira cativa na mesa dos grandes detetives da literatura nacional, seja pelo seu charme canalha ou por sua extensa lista de bons serviços prestados. Neste sentido, “Mandrake: a bíblia e a bengala” é mais uma prova para constar nos autos.</p>
</blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>Lançado em 2003 pela Companhia das Letras, o livro traz dois casos com o carismático personagem. Em “Mandrake e a Bíblia da Mogúncia” &#8211; a história mais longa -, ele se depara com roubos no mercado de obras raras e, claro, se apaixona por uma vendedora de livros. Já em “Mandrake e a bengala Swaine”, o perigo chega muito mais perto do advogado e o coloca como suspeito de assassinar o marido de uma amante. Sim, tem rabo de saia na parada, como não poderia deixar de ser quando se trata de Mandrake.</p>
<p>Na <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/2D1ghBY" target="_blank" rel="noopener noreferrer">edição mais recente da editora Nova Fronteira</a></span>, dois textos de apoio foram adicionados: uma resenha de Cléber Eduardo, originalmente publicada na revista Época, e um delicioso texto de Sérgio Augusto, com o jeitão daqueles maravilhosos perfis que se via na revista Realidade ou ainda se lê na New Yorker.</p>
<p>Mais astuto que sua criatura, Rubem Fonseca recorre a um formato pouco utilizado nas nossas estantes, mas que é a cara do gênero que o notabilizou. “Mandrake: a Bíblia e a bengala” é um volume de novelas, como as consagradas pelos grandes nomes policiais. Se o autor roubou a cena com seus contos nos anos 60 e ofereceu bons romances nas décadas seguintes, a opção pela novela revisita com natural descompromisso as ruas do Rio de Janeiro e a galeria de personagens que já havia passado por “Lúcia McCartney”, “O cobrador” e “A grande arte”, por exemplo (<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://literaturapolicial.com/2020/06/04/rubem-fonseca-conheca-os-livros-com-o-detetive-mandrake/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">conheça os livros com o detetive Mandrake</a></span>). Novelas nos intrigam, nos envolvem, mas são como os romances de Mandrake: duram o quanto têm que durar, sem qualquer obrigação de anel no dedo ou papel passado. O personagem fica muito à vontade nelas, convenhamos&#8230;</p>
<p style="text-align: center;"><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ss&amp;ref=as_ss_li_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;language=en_US&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=B00I3O4W36&amp;asins=B00I3O4W36&amp;linkId=7f0f307df24d2e2074119902be3cd7cd&amp;show_border=true&amp;link_opens_in_new_window=true" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>A sedução cafajeste, as tiradas inteligentes e a violência estilizada estão todas ali, não propriamente renovadas, mas reeditadas. Mandrake se envolve perigosamente nas tramas que investiga, deixa limites éticos no retrovisor, mas conserva o sorriso cínico no canto da boca. Como já dissemos em <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/2E84gv2" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Os Maiores Detetives do Mundo</a></span>, não é que ele tenha um fraco por mulheres; esse é seu defeito de fabricação, característica que o atrai para as cenas de crime, abraçando o perigo e com ele se deitando, fogosamente.</p>
<p>Machista e cético, Mandrake não dispensa farta comida, boa bebida e belos charutos cubanos. Mas também ostenta familiaridade com livros clássicos e outras formas de erudição artística. É realmente intrigante essa aparente contradição – o refinamento espiritual e o primitivismo dos machos-conquistadores. Mandrake parece ficar à vontade entre esnobes e escroques.</p>
<p>O leitor pode tentar explicar essa dualidade, coisa que o criador nem tenta. Em vez disso, Rubem Fonseca coloca em cena elementos habituais de hard boiled, malícia brasileira, e uma fauna absolutamente maravilhosa.</p>
<p>“Mandrake: a Bíblia e a bengala” não é um compêndio de moral e bons costumes ou tratado de crítica social. É apenas mais uma aparição do detetive mais bem acabado do maior escritor policial que tivemos no século 20. Com um aviso: o leitor não deve esperar grandes engenharias cerebrais e intermináveis labirintos lógicos. Estamos no Rio de Janeiro, onde homicídios e extorsões acontecem bem debaixo das barbas do Cristo Redentor. Onde nem mesmo as Sagradas Escrituras estão livres de ser afanadas&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>SOBRE O LIVRO</h3>
<p><a href="https://www.amazon.com.br/Mandrake-Rubem-Fonseca-ebook/dp/B00I3O4W36/ref=as_li_ss_il?_encoding=UTF8&amp;qid=1595542950&amp;sr=8-1&amp;linkCode=li3&amp;tag=literaturapol-20&amp;linkId=7b076ffe7149d25d82c5a8cfe7ea0c3b&amp;language=en_US" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img decoding="async" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?_encoding=UTF8&amp;ASIN=B00I3O4W36&amp;Format=_SL250_&amp;ID=AsinImage&amp;MarketPlace=BR&amp;ServiceVersion=20070822&amp;WS=1&amp;tag=literaturapol-20&amp;language=en_US" border="0" /></a><img loading="lazy" decoding="async" style="border: none !important; margin: 0px !important;" src="https://ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;language=en_US&amp;l=li3&amp;o=33&amp;a=B00I3O4W36" alt="" width="1" height="1" border="0" /></p>
<p><strong>Título</strong>:  Mandrake, a bíblia e a bengala<br />
<strong>Autor</strong>: Rubem Fonseca<br />
<strong>Páginas</strong>: 145<br />
<strong>Editora</strong>: Nova Fronteira<br />
<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/2CHn9Vo" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Compre o e-book</a></span></p>
<p>SINOPSE &#8211; Velho conhecido dos leitores de Rubem Fonseca, o advogado criminalista com alma de detetive Mandrake ressurge em uma trama que congrega suas mais célebres obsessões: charutos, vinhos tintos portugueses, livros, mulheres e enigmas. Em dois casos conectados, da Bíblia à bengala, ele se vê às voltas com um incunábulo de Gutenberg, um anão apaixonado, uma condessa italiana, uma extensa lista de ex-amantes e cadáveres que insistem em cruzar o seu caminho.Ao aceitar o desafio de procurar o namorado desaparecido de uma linda bibliófila, Mandrake realiza uma incursão pelo estranho mundo dos colecionadores de livros raros e, ao mesmo tempo, descobre que uma Bíblia de Mogúncia, de valor inestimável, foi furtada dos cofres da Biblioteca Nacional. Depois, o marido de um antigo <i>affair</i> é encontrado morto — e o fato de a arma do crime ser a bengala preferida de Mandrake só colabora para colocá-lo no topo da lista de suspeitos.Em <i>Mandrake – A Bíblia e a bengala</i>, publicado pela primeira vez em 2005, o autor homenageia a literatura policial por meio da subversão, controlando minuciosamente a tensão e o ritmo da narrativa para criar uma obra envolvente e cercada de mistérios.</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img alt='Rogerio Christofoletti' src='https://secure.gravatar.com/avatar/87f28085d29f672a5c343e268eeb037a666688496455d0254804e2942865a66b?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/87f28085d29f672a5c343e268eeb037a666688496455d0254804e2942865a66b?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/monitorando/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Rogerio Christofoletti</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista, dramaturgo e professor universitário. Já publicou 12 livros na área acadêmica e escreveu oito peças de teatro. É um dos autores do e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx).</p>
</div></div><div class="saboxplugin-web "><a href="http://christofoletti.com/" target="_self" >christofoletti.com/</a></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2020/07/24/rubem-fonseca-mandrake-entre-esnobes-e-escroques/">RUBEM FONSECA | Mandrake, entre esnobes e escroques</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mandrake, de Rubem Fonseca: conheça os livros com o personagem</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2020/06/04/rubem-fonseca-conheca-os-livros-com-o-detetive-mandrake/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2020 15:05:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Listas literárias]]></category>
		<category><![CDATA[A Grande Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Calibre 22]]></category>
		<category><![CDATA[detetives]]></category>
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		<category><![CDATA[romance policial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você já ouviu falar de Mandrake, de Rubem Fonseca? O advogado criminalista criado pelo escritor é um dos personagens mais marcantes da literatura policial brasileira. Sedutor, cínico, inteligente e moralmente ambíguo, Mandrake se envolve com crimes, chantagens, assassinatos e os bastidores da elite do Rio de Janeiro. Compre livros e e-books de Rubem Fonseca Ao...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-start="1076" data-end="1130">Você já ouviu falar de <strong data-start="1099" data-end="1129">Mandrake, de Rubem Fonseca</strong>?</p>
<p data-start="1132" data-end="1399">O advogado criminalista criado pelo escritor é um dos personagens mais marcantes da literatura policial brasileira. Sedutor, cínico, inteligente e moralmente ambíguo, Mandrake se envolve com crimes, chantagens, assassinatos e os bastidores da elite do Rio de Janeiro.</p>
<p data-start="1132" data-end="1399"><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/4jZMDfg" target="_blank" rel="noopener">Compre livros e e-books de Rubem Fonseca</a></span></p>
<p data-start="1401" data-end="1617">Ao contrário de Sherlock Holmes ou Hercule Poirot, Mandrake não é um policial nem um detetive particular. Ele é <strong data-start="1513" data-end="1538">advogado criminalista</strong>, mas acaba atuando como investigador em diferentes histórias de Rubem Fonseca.</p>
<p data-start="1619" data-end="2039">O personagem surgiu em <strong data-start="1642" data-end="1650">1967</strong>, no conto <strong data-start="1661" data-end="1681">“O Caso de F.A.”</strong>, publicado no livro <em data-start="1702" data-end="1719">Lúcia McCartney</em>. Depois, apareceu em contos de <em data-start="1751" data-end="1767">Feliz Ano Novo</em> e <em data-start="1770" data-end="1782">O Cobrador</em> e ganhou papel central em <em data-start="1809" data-end="1824">A Grande Arte</em>. Mandrake voltou a aparecer em livros posteriores, incluindo <em data-start="1886" data-end="1950">E do meio do mundo prostituto só amores guardei ao meu charuto</em>, <em data-start="1952" data-end="1985">Mandrake – A Bíblia e a Bengala</em> e <em data-start="1988" data-end="2000">Calibre 22</em>.</p>
<p data-start="2041" data-end="2185">Neste artigo, você encontra <strong data-start="2069" data-end="2123">os livros de Rubem Fonseca que apresentam Mandrake</strong>, desde sua primeira aparição até seu retorno em <em data-start="2172" data-end="2184">Calibre 22</em>.</p>
<h2><b>LEIA MAIS</b></h2>
<ul>
<li><a href="https://literaturapolicial.com/2025/10/16/todos-os-livros-de-freida-mcfadden-em-ordem-cronologica/"> Todos os livros de Freida McFadden em ordem cronológica</a></li>
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<li><a href="https://literaturapolicial.com/2021/04/22/colecao-vagalume-uma-viagem-pelos-classicos-que-encantaram-geracoes/">Coleção Vaga-Lume: todos os livros em ordem cronológica</a></li>
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</ul>
<h2 class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-section-id="e1bwes" data-start="2840" data-end="2876">Quem é Mandrake, de Rubem Fonseca?</h2>
<p data-start="2878" data-end="2969">Mandrake é o apelido de <strong data-start="2902" data-end="2918">Paulo Mendes</strong>, advogado criminalista que atua no Rio de Janeiro.</p>
<p data-start="2971" data-end="3299">Ele surgiu em <strong data-start="2985" data-end="3005">“O Caso de F.A.”</strong>, conto de <a href="https://link.amazon/B08YbusTX" target="_blank" rel="noopener"><em data-start="3016" data-end="3033">Lúcia McCartney</em></a>, publicado em 1967. Desde o início, aparece associado a características que se tornariam marcas do personagem: inteligência, ironia, gosto por mulheres, vinhos, charutos e uma relação bastante particular com a ideia de justiça.</p>
<p data-start="3301" data-end="3384">Mandrake não trabalha seguindo exatamente as regras de um investigador tradicional.</p>
<p data-start="3386" data-end="3590">Como advogado criminalista, ele conhece os mecanismos da Justiça e sabe circular entre pessoas de diferentes classes sociais. Quando um caso chama sua atenção, porém, acaba investigando por conta própria.</p>
<p data-start="3592" data-end="3708">Essa posição permite que Rubem Fonseca use o personagem para explorar a fronteira entre <strong data-start="3680" data-end="3707">lei, crime e moralidade</strong>.</p>
<p data-start="3710" data-end="3991">Em <a href="https://link.amazon/B065GCtWY" target="_blank" rel="noopener"><em data-start="3713" data-end="3728">A Grande Arte</em></a>, por exemplo, Mandrake investiga o assassinato de duas prostitutas e mergulha em uma trama envolvendo violência, corrupção e crime organizado. O romance é considerado uma das obras centrais da literatura policial brasileira.</p>
<h2 class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-section-id="8sxzh9" data-start="3993" data-end="4045">Quais são os livros de Rubem Fonseca com Mandrake?</h2>
<p data-start="4047" data-end="4157">Mandrake aparece em <strong data-start="4067" data-end="4119">sete livros importantes da obra de Rubem Fonseca</strong>, entre contos, romances e coletâneas:</p>
<ol data-start="4159" data-end="4404">
<li data-section-id="ecmvfm" data-start="4159" data-end="4186"><a href="https://link.amazon/B0eW0QpZC" target="_blank" rel="noopener"><em data-start="4162" data-end="4179">Lúcia McCartney</em></a> — 1967</li>
<li data-section-id="om24ar" data-start="4187" data-end="4213"><a href="https://link.amazon/B0770f5aH" target="_blank" rel="noopener"><em data-start="4190" data-end="4206">Feliz Ano Novo</em></a> — 1975</li>
<li data-section-id="1wp4d1d" data-start="4214" data-end="4236"><a href="https://link.amazon/B0eg0aiRQ" target="_blank" rel="noopener"><em data-start="4217" data-end="4229">O Cobrador</em></a> — 1979</li>
<li data-section-id="6a2f00" data-start="4237" data-end="4262"><a href="https://link.amazon/B077kEJuc" target="_blank" rel="noopener"><em data-start="4240" data-end="4255">A Grande Arte</em></a> — 1983</li>
<li data-section-id="o7kgko" data-start="4263" data-end="4337"><a href="https://link.amazon/B01YK6A1N" target="_blank" rel="noopener"><em data-start="4266" data-end="4330">E do meio do mundo prostituto só amores guardei ao meu charuto</em></a> — 1997</li>
<li data-section-id="t6ys7c" data-start="4338" data-end="4381"><a href="https://link.amazon/B00RtFApJ" target="_blank" rel="noopener"><em data-start="4341" data-end="4374">Mandrake – A Bíblia e a Bengala</em></a> — 2005</li>
<li data-section-id="1seflum" data-start="4382" data-end="4404"><a href="https://link.amazon/B0eIgKM4F" target="_blank" rel="noopener"><em data-start="4385" data-end="4397">Calibre 22</em></a> — 2017</li>
</ol>
<p data-start="4406" data-end="4661">É importante observar que <strong data-start="4432" data-end="4484">Mandrake não é o protagonista de todos os livros</strong>. Em alguns deles, aparece em apenas um conto; em outros, como <em data-start="4547" data-end="4562">A Grande Arte</em> e <em data-start="4565" data-end="4598">Mandrake – A Bíblia e a Bengala</em>, ocupa um papel central.</p>
<h2>1. Lúcia McCartney</h2>
<p><a href="https://amzn.to/4ni03pV" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large" src="https://m.media-amazon.com/images/I/71tf4HZQLHL._SY466_.jpg" width="295" height="466" /></a></p>
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<p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-start="4739" data-end="4772"><strong data-start="4739" data-end="4767">Publicado originalmente:</strong> 1967</p>
<p data-start="4774" data-end="4843">Foi em <em data-start="4781" data-end="4798">Lúcia McCartney</em> que <strong data-start="4803" data-end="4842">Mandrake apareceu pela primeira vez</strong>.</p>
<p data-start="4845" data-end="5106">O personagem surge no conto <strong data-start="4873" data-end="4893">“O Caso de F.A.”</strong>, que apresenta o advogado criminalista e sua relação com o universo de crimes, mulheres, dinheiro e investigações que posteriormente se tornaria recorrente em sua trajetória.</p>
<p data-start="5108" data-end="5364">O livro reúne contos ambientados principalmente no universo urbano e apresenta algumas das características que marcariam a literatura de Fonseca: linguagem direta, violência, erotismo, personagens marginalizados e uma visão crítica da sociedade brasileira.</p>
<p data-start="5366" data-end="5445">Para quem quer conhecer Mandrake <strong data-start="5399" data-end="5417">desde o começo</strong>, esta é a primeira leitura.</p>
<h2>2. Feliz Ano Novo</h2>
<p><a href="https://amzn.to/3HSjq8B" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large" src="https://m.media-amazon.com/images/I/414SYrJPx5L._SY445_SX342_PQ95_.jpg" width="278" height="445" /></a></p>
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<p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-start="5522" data-end="5555"><strong data-start="5522" data-end="5550">Publicado originalmente:</strong> 1975</p>
<p data-start="5557" data-end="5658"><em data-start="5557" data-end="5573">Feliz Ano Novo</em> é uma das obras mais conhecidas de Rubem Fonseca e também uma das mais controversas.</p>
<p data-start="5660" data-end="6004">O livro foi <strong data-start="5672" data-end="5712">censurado durante a ditadura militar</strong>, em 1976, sob a alegação de atentar contra a moral e os bons costumes. A proibição só foi derrubada posteriormente, e a obra voltou a circular legalmente no Brasil. A Academia Brasileira de Letras também registra a censura e a liberação da obra em 1985.</p>
<p data-start="6006" data-end="6056">Mandrake aparece no conto <strong data-start="6032" data-end="6055">“Dia dos Namorados”</strong>.</p>
<p data-start="6058" data-end="6227">Na história, ele é contratado para ajudar um cliente envolvido em uma situação delicada e precisa usar sua habilidade para circular entre pessoas poderosas e criminosos.</p>
<p data-start="6229" data-end="6400">O conto é importante porque mostra o personagem ainda em suas primeiras aparições, antes de ganhar o protagonismo de <em data-start="6346" data-end="6361">A Grande Arte</em>.</p>
<h2>3. O Cobrador</h2>
<p><a href="https://amzn.to/3FOcV6h" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large" src="https://m.media-amazon.com/images/I/41wpjBTIxrL._SY445_SX342_PQ95_.jpg" width="287" height="445" /></a></p>
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<p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-start="6473" data-end="6506"><strong data-start="6473" data-end="6501">Publicado originalmente:</strong> 1979</p>
<p data-start="6508" data-end="6581">Mandrake também aparece em <strong data-start="6535" data-end="6549">“Mandrake”</strong>, um dos contos de <em data-start="6568" data-end="6580">O Cobrador</em>.</p>
<p data-start="6583" data-end="6723">É mais uma aparição curta, mas importante para acompanhar a evolução do personagem antes de sua transformação em protagonista de um romance.</p>
<p data-start="6725" data-end="6877">O conto coloca Mandrake novamente em contato com crimes e investigações e reforça algumas das características que já apareciam nas histórias anteriores.</p>
<p data-start="6879" data-end="7054">A presença do personagem em <em data-start="6907" data-end="6919">O Cobrador</em> é documentada por estudos sobre a obra de Fonseca e por textos críticos dedicados ao personagem.</p>
<p data-start="7056" data-end="7112">O livro como um todo, porém, vai muito além de Mandrake.</p>
<p data-start="7114" data-end="7286">O conto que dá título à coletânea acompanha um homem revoltado com a desigualdade social e decidido a se vingar de uma sociedade que considera responsável por sua situação.</p>
<h2>4. A Grande Arte</h2>
<p><a href="https://amzn.to/4n8MEQD" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large" src="https://m.media-amazon.com/images/I/61Fv+89S4GL._SY342_.jpg" width="342" height="342" /></a></p>
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<p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-start="7362" data-end="7395"><strong data-start="7362" data-end="7390">Publicado originalmente:</strong> 1983</p>
<p data-start="7397" data-end="7445">Aqui Mandrake finalmente assume o papel central.</p>
<p data-start="7447" data-end="7671">Em <strong data-start="7450" data-end="7467">A Grande Arte</strong>, o advogado criminalista investiga o assassinato de duas prostitutas e acaba mergulhando em uma trama muito maior, envolvendo corrupção, crime organizado e um matador profissional especializado em facas.</p>
<p data-start="7673" data-end="7783">A investigação leva Mandrake por diferentes regiões do Rio de Janeiro e até a outros países da América do Sul.</p>
<p data-start="7785" data-end="8049">O romance é considerado uma das obras fundamentais de Rubem Fonseca e é frequentemente apontado como um marco do romance policial brasileiro. O Itaú Cultural destaca justamente Mandrake como um dos grandes elementos da obra.</p>
<p data-start="8051" data-end="8281">A história também retoma personagens que aparecem em outros textos de Fonseca, incluindo <strong data-start="8140" data-end="8168">Wexler e o delegado Raul</strong>, criando uma espécie de universo interligado dentro da obra do escritor.</p>
<h3 class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-section-id="gag9tc" data-start="8283" data-end="8321">Por que começar por A Grande Arte?</h3>
<p data-start="8323" data-end="8424">Se você quer conhecer <strong data-start="8345" data-end="8375">Mandrake como protagonista</strong>, esta é provavelmente a leitura mais importante.</p>
<p data-start="8426" data-end="8544">Aqui ele deixa de ser apenas uma presença recorrente em contos e se transforma no centro de uma grande trama policial.</p>
<h2>5. E do Meio do Mundo Prostituto Só Amores Guardei ao Meu Charuto</h2>
<p><a href="https://amzn.to/44pI3lR" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large" src="https://m.media-amazon.com/images/I/719DkK7i32L._SY466_.jpg" width="306" height="466" /></a></p>
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<p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-start="8669" data-end="8702"><strong data-start="8669" data-end="8697">Publicado originalmente:</strong> 1997</p>
<p data-start="8704" data-end="8807">Mandrake retorna nesta novela que mistura <strong data-start="8746" data-end="8806">assassinatos, isolamento, literatura e relações amorosas</strong>.</p>
<p data-start="8809" data-end="8919">A história é narrada em parte por <strong data-start="8843" data-end="8861">Gustavo Flávio</strong>, escritor que já havia aparecido em <em data-start="8898" data-end="8918">Bufo &amp; Spallanzani</em>.</p>
<p data-start="8921" data-end="9054">Mandrake atua como advogado de Gustavo Flávio enquanto uma série de assassinatos começa a envolver mulheres relacionadas ao escritor.</p>
<p data-start="9056" data-end="9383">A obra também retoma personagens e relações de outros livros de Fonseca, criando conexões entre diferentes partes de sua produção literária. A <em data-start="9199" data-end="9217">Folha de S.Paulo</em> destacou, na época do lançamento, justamente a presença de Mandrake e sua ligação com <em data-start="9304" data-end="9319">A Grande Arte</em> e <em data-start="9322" data-end="9342">Bufo &amp; Spallanzani</em>.</p>
<p data-start="9385" data-end="9539">A própria Nova Fronteira descreve o livro como uma trama de assassinatos protagonizada pelo criminalista Mandrake.</p>
<h2>6. Mandrake &#8211; A Bíblia e a Bengala</h2>
<p><a href="https://link.amazon/B0eWMfdcG" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full" src="https://m.media-amazon.com/images/I/41XlTFr5+6L._SY445_SX342_ML2_.jpg" width="290" height="445" /></a></p>
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<p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-start="9627" data-end="9660"><strong data-start="9627" data-end="9655">Publicado originalmente:</strong> 2005</p>
<p data-start="9662" data-end="9803">O título já entrega o protagonista: desta vez, Mandrake está no centro de uma obra que reúne <strong data-start="9755" data-end="9802">duas histórias de investigação interligadas</strong>.</p>
<p data-start="9805" data-end="9888">Em uma delas, o advogado aceita procurar o namorado desaparecido de uma bibliófila.</p>
<p data-start="9890" data-end="10016">Ao mesmo tempo, descobre que uma raríssima <strong data-start="9933" data-end="9955">Bíblia de Mogúncia</strong>, impressa por Gutenberg, foi roubada da Biblioteca Nacional.</p>
<p data-start="10018" data-end="10165">Quando o marido de uma antiga amante de Mandrake aparece morto, a situação piora: a arma do crime é justamente a <strong data-start="10131" data-end="10164">bengala preferida do advogado</strong>.</p>
<p data-start="10167" data-end="10271">Agora, além de investigar um crime, Mandrake também precisa lidar com o fato de ter se tornado suspeito.</p>
<h2>7. Calibre 22</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large" src="https://m.media-amazon.com/images/I/31tpIwT-4WL._SY445_SX342_PQ95_.jpg" width="288" height="445" /></p>
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<p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-start="10572" data-end="10605"><strong data-start="10572" data-end="10600">Publicado originalmente:</strong> 2017</p>
<p data-start="10607" data-end="10706">Mandrake voltou mais de uma década depois em <strong data-start="10652" data-end="10666">Calibre 22</strong>, publicado pela Nova Fronteira em 2017.</p>
<p data-start="10708" data-end="10857">Desta vez, o advogado é contratado para descobrir quem está por trás de uma série de assassinatos envolvendo o editor de uma famosa revista feminina.</p>
<p data-start="10859" data-end="11086">O livro reúne <strong data-start="10873" data-end="10886">29 contos</strong>, e a história de Mandrake é apenas uma das narrativas da coletânea. A Nova Fronteira confirma o retorno do personagem e sua investigação sobre os assassinatos.</p>
<p data-start="11088" data-end="11271"><em data-start="11088" data-end="11100">Calibre 22</em> também retoma temas recorrentes na obra de Fonseca, como desigualdade social, racismo, misoginia, homofobia, religião e violência.</p>
<p data-start="11273" data-end="11412">É, portanto, uma leitura especialmente interessante para quem quer conhecer a <strong data-start="11351" data-end="11411">última aparição de Mandrake em um livro de Rubem Fonseca</strong>.</p>
<h2 class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-section-id="1b91wnq" data-start="11414" data-end="11454">Qual é a ordem dos livros de Mandrake?</h2>
<p data-start="11456" data-end="11532">Se você quer acompanhar o personagem desde sua primeira aparição, a ordem é:</p>
<ol data-start="11534" data-end="11793">
<li data-section-id="srw02" data-start="11534" data-end="11563"><strong data-start="11537" data-end="11556">Lúcia McCartney</strong> — 1967</li>
<li data-section-id="1vbzikj" data-start="11564" data-end="11592"><strong data-start="11567" data-end="11585">Feliz Ano Novo</strong> — 1975</li>
<li data-section-id="bcpee9" data-start="11593" data-end="11617"><strong data-start="11596" data-end="11610">O Cobrador</strong> — 1979</li>
<li data-section-id="11vbhgw" data-start="11618" data-end="11645"><strong data-start="11621" data-end="11638">A Grande Arte</strong> — 1983</li>
<li data-section-id="1b87ei0" data-start="11646" data-end="11722"><strong data-start="11649" data-end="11715">E do meio do mundo prostituto só amores guardei ao meu charuto</strong> — 1997</li>
<li data-section-id="1ra8qx4" data-start="11723" data-end="11768"><strong data-start="11726" data-end="11761">Mandrake – A Bíblia e a Bengala</strong> — 2005</li>
<li data-section-id="192v332" data-start="11769" data-end="11793"><strong data-start="11772" data-end="11786">Calibre 22</strong> — 2017</li>
</ol>
<p data-start="11795" data-end="11961">Essa ordem acompanha a <strong data-start="11818" data-end="11867">publicação dos livros em que Mandrake aparece</strong>, e não necessariamente a cronologia interna de todos os acontecimentos da vida do personagem.</p>
<h2 class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-section-id="1gxj8r9" data-start="11963" data-end="12001">Qual é o primeiro livro de Mandrake?</h2>
<p data-start="12003" data-end="12056"><strong data-start="12003" data-end="12022">Lúcia McCartney</strong>, publicado originalmente em 1967.</p>
<p data-start="12058" data-end="12163">Mandrake aparece pela primeira vez no conto <strong data-start="12102" data-end="12122">“O Caso de F.A.”</strong>.</p>
<p data-start="12165" data-end="12256">Por isso, quem quiser acompanhar toda a evolução do personagem deve começar por esse livro.</p>
<h2 data-section-id="121lkur" data-start="12258" data-end="12294">Qual é o melhor livro de Mandrake?</h2>
<p data-start="12296" data-end="12329">Isso depende do que você procura.</p>
<p data-start="12331" data-end="12413">Para conhecer <strong data-start="12345" data-end="12382">a primeira aparição do personagem</strong>, comece por <em data-start="12395" data-end="12412">Lúcia McCartney</em>.</p>
<p data-start="12415" data-end="12539">Para acompanhar Mandrake como protagonista de uma grande investigação policial, <strong data-start="12495" data-end="12512">A Grande Arte</strong> é a escolha mais indicada.</p>
<p data-start="12541" data-end="12646">E para conhecer uma das últimas histórias do personagem, vale chegar a <strong data-start="12612" data-end="12626">Calibre 22</strong>, publicado em 2017.</p>
<h2 class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-section-id="7o5v4d" data-start="12648" data-end="12673">Mandrake é um detetive?</h2>
<p data-start="12675" data-end="12694"><strong data-start="12675" data-end="12694">Não exatamente.</strong></p>
<p data-start="12696" data-end="12736">Mandrake é um <strong data-start="12710" data-end="12735">advogado criminalista</strong>.</p>
<p data-start="12738" data-end="12858">Ele investiga crimes e assume uma função semelhante à de um detetive em várias histórias, mas sua profissão é o Direito.</p>
<p data-start="12860" data-end="12987">Essa característica é justamente uma das coisas que diferenciam Mandrake de personagens como Sherlock Holmes ou Hercule Poirot.</p>
<p data-start="12989" data-end="13138">Enquanto Holmes usa a observação e a dedução como investigador profissional, Mandrake conhece o mundo do crime a partir de sua atuação como advogado.</p>
<h2 class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-section-id="10r9hum" data-start="13140" data-end="13180">Mandrake foi inspirado em alguém real?</h2>
<p data-start="13182" data-end="13277">Não há uma confirmação simples de que Mandrake seja um retrato direto de uma única pessoa real.</p>
<p data-start="13279" data-end="13383">O personagem, porém, tem algumas características que dialogam com a própria trajetória de Rubem Fonseca.</p>
<p data-start="13385" data-end="13738">O escritor era formado em Direito e trabalhou como <strong data-start="13436" data-end="13461">comissário de polícia</strong>, experiências que ajudaram a alimentar seu interesse por crimes, investigação e funcionamento das instituições. A Academia Brasileira de Letras registra essa passagem de Fonseca pela polícia antes de sua dedicação integral à literatura.</p>
<p data-start="13740" data-end="13996">Além disso, o personagem <strong data-start="13765" data-end="13775">Wexler</strong> tem uma relação curiosa com a vida de Fonseca. O advogado e antigo sócio do escritor, Wexler, confirmou que seu sobrenome serviu de inspiração para o personagem de <em data-start="13940" data-end="13955">A Grande Arte</em>.</p>
<h2 class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-section-id="13eti5u" data-start="13998" data-end="14027">Mandrake virou série de TV?</h2>
<p data-start="14029" data-end="14033">Sim.</p>
<p data-start="14035" data-end="14158">A história de Mandrake chegou à televisão em uma série produzida pela <strong data-start="14105" data-end="14112">HBO</strong>, inspirada principalmente em <em data-start="14142" data-end="14157">A Grande Arte</em>.</p>
<p data-start="14160" data-end="14328">A adaptação foi dirigida por <strong data-start="14189" data-end="14214">José Henrique Fonseca</strong>, filho de Rubem Fonseca, e teve <strong data-start="14247" data-end="14266">Marcos Palmeira</strong> no papel de Mandrake.</p>
<p data-start="14330" data-end="14426">A série ajudou a levar o personagem para um público que talvez ainda não conhecesse seus livros.</p>
<h2 class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-section-id="5kybv0" data-start="14428" data-end="14478">Rubem Fonseca e a literatura policial brasileira</h2>
<p data-start="14480" data-end="14554">Mandrake é apenas uma parte do universo policial criado por Rubem Fonseca.</p>
<p data-start="14556" data-end="14800">O escritor trabalhou frequentemente com <strong data-start="14596" data-end="14674">crime, violência, desigualdade, corrupção, sexualidade e conflitos urbanos</strong>, criando histórias nas quais as fronteiras entre criminosos, vítimas, policiais e pessoas respeitáveis nem sempre são claras.</p>
<p data-start="14802" data-end="14967">A Academia Brasileira de Letras destaca justamente a presença de ação, suspense, violência e desigualdade social em sua obra.</p>
<p data-start="14969" data-end="15115">Além de Mandrake, Fonseca criou personagens e narradores que aparecem em diferentes livros, retomando situações e relações de uma obra para outra.</p>
<p data-start="15117" data-end="15256">Essa característica faz com que alguns leitores encontrem conexões entre seus romances e contos mesmo quando Mandrake não é o protagonista.</p>
<h2 data-start="15117" data-end="15256">PRODUTOS RECOMENDADOS</h2>
<h2 data-start="15117" data-end="15256">Kindle Colorsoft</h2>
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<h2 data-start="15117" data-end="15256">Box Todos os Contos + 2 Inéditos: Centenário de Rubem Fonseca</h2>
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<h2 class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-section-id="9zck0p" data-start="16596" data-end="16609">LEIA TAMBÉM</h2>
<ul data-start="16611" data-end="17329">
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<li data-section-id="jwgmnd" data-start="16773" data-end="16904"><a href="https://literaturapolicial.com/2023/06/21/todos-os-livros-de-sherlock-holmes-em-ordem-de-publicacao/">Todos os livros de Sherlock Holmes em ordem de publicação</a></li>
<li data-section-id="mukn5m" data-start="16905" data-end="17014"><a href="https://literaturapolicial.com/2021/06/27/top-40-os-40-melhores-romances-policiais-da-historia/">TOP 40 | Quarenta dicas para quem ama livros de suspense e mistério</a></li>
<li data-section-id="kwkd9g" data-start="17015" data-end="17165"><a class="decorated-link" href="https://literaturapolicial.com/2015/02/20/top-oscar-10-romances-policiais-que-viraram-filmes/" target="_new" rel="noopener" data-start="17017" data-end="17165">Todos os livros policiais que deram origem a filmes</a></li>
<li data-section-id="1dmnekb" data-start="17166" data-end="17329"><a href="https://literaturapolicial.com/2023/06/21/todos-os-livros-de-sherlock-holmes-em-ordem-de-publicacao/">TOP 20 | Os melhores livros de suspense de todos os tempos</a></li>
</ul>
<h2 class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-section-id="pozi93" data-start="17331" data-end="17353">PERGUNTAS FREQUENTES</h2>
<h2 data-section-id="zpiffb" data-start="17355" data-end="17392">Quem é Mandrake, de Rubem Fonseca?</h2>
<p data-start="17394" data-end="17561">Mandrake é o apelido de <strong data-start="17418" data-end="17434">Paulo Mendes</strong>, advogado criminalista criado por Rubem Fonseca. O personagem surgiu no conto “O Caso de F.A.”, de <em data-start="17534" data-end="17551">Lúcia McCartney</em>, em 1967.</p>
<h2 data-section-id="1txmfld" data-start="17563" data-end="17607">Qual foi a primeira aparição de Mandrake?</h2>
<p data-start="17609" data-end="17755">Mandrake apareceu pela primeira vez em <strong data-start="17648" data-end="17667">Lúcia McCartney</strong>, especificamente no conto <strong data-start="17694" data-end="17714">“O Caso de F.A.”</strong>.</p>
<h2 data-section-id="1lucezp" data-start="17757" data-end="17795">Quantos livros de Mandrake existem?</h2>
<p data-start="17797" data-end="18050">Mandrake aparece em sete livros importantes da obra de Rubem Fonseca: <em data-start="17867" data-end="17884">Lúcia McCartney</em>, <em data-start="17886" data-end="17902">Feliz Ano Novo</em>, <em data-start="17904" data-end="17916">O Cobrador</em>, <em data-start="17918" data-end="17933">A Grande Arte</em>, <em data-start="17935" data-end="17999">E do meio do mundo prostituto só amores guardei ao meu charuto</em>, <em data-start="18001" data-end="18034">Mandrake – A Bíblia e a Bengala</em> e <em data-start="18037" data-end="18049">Calibre 22</em>.</p>
<p data-start="18052" data-end="18150">Ele, porém, <strong data-start="18064" data-end="18110">não é o protagonista de todos esses livros</strong>. Em alguns, aparece em apenas um conto.</p>
<h2 class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-section-id="16zs8ut" data-start="18152" data-end="18193">Qual é a ordem dos livros de Mandrake?</h2>
<p data-start="18195" data-end="18452">A ordem de publicação é: <em data-start="18220" data-end="18237">Lúcia McCartney</em> (1967), <em data-start="18246" data-end="18262">Feliz Ano Novo</em> (1975), <em data-start="18271" data-end="18283">O Cobrador</em> (1979), <em data-start="18292" data-end="18307">A Grande Arte</em> (1983), <em data-start="18316" data-end="18380">E do meio do mundo prostituto só amores guardei ao meu charuto</em> (1997), <em data-start="18389" data-end="18422">Mandrake – A Bíblia e a Bengala</em> (2005) e <em data-start="18432" data-end="18444">Calibre 22</em> (2017).</p>
<h2 data-section-id="18zjugl" data-start="18454" data-end="18477">Mandrake é policial?</h2>
<p data-start="18479" data-end="18580">Não. Mandrake é <strong data-start="18495" data-end="18520">advogado criminalista</strong>, embora assuma funções de investigação em várias histórias.</p>
<h2 data-section-id="1pvpea8" data-start="18582" data-end="18619">Qual é o melhor livro de Mandrake?</h2>
<p data-start="18621" data-end="18779"><em data-start="18621" data-end="18636">A Grande Arte</em> é uma das principais obras para conhecer o personagem porque ele ocupa o papel central da narrativa e conduz uma grande investigação criminal.</p>
<h2 data-section-id="hodxmv" data-start="18781" data-end="18821">A Grande Arte é um livro de Mandrake?</h2>
<p data-start="18823" data-end="18966">Sim. É o primeiro romance de Rubem Fonseca protagonizado por Mandrake, publicado originalmente em 1983.</p>
<h2 data-section-id="1idn22w" data-start="18968" data-end="19006">Qual é o último livro com Mandrake?</h2>
<p data-start="19008" data-end="19164"><strong data-start="19008" data-end="19022">Calibre 22</strong>, publicado em 2017, traz novamente Mandrake em uma investigação envolvendo uma série de assassinatos.</p>
<h2 class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-section-id="6thc5u" data-start="19166" data-end="19190">Mandrake virou série?</h2>
<p data-start="19192" data-end="19358">Sim. O personagem foi adaptado para uma série da HBO inspirada em <em data-start="19258" data-end="19273">A Grande Arte</em>, com <strong data-start="19279" data-end="19298">Marcos Palmeira</strong> no papel principal.</p>
<h2 data-section-id="yqrhcx" data-start="19360" data-end="19371">CONCLUSÃO</h2>
<p data-start="19373" data-end="19508">Mandrake é um dos personagens mais interessantes da literatura policial brasileira justamente porque <strong data-start="19474" data-end="19507">não é um detetive tradicional</strong>.</p>
<p data-start="19510" data-end="19666">Ele é advogado, conhece os criminosos e os mecanismos da Justiça e se movimenta entre mundos diferentes sem nunca se encaixar completamente em nenhum deles.</p>
<p data-start="19668" data-end="19877">Desde sua primeira aparição em <strong data-start="19699" data-end="19719">“O Caso de F.A.”</strong>, em <em data-start="19724" data-end="19741">Lúcia McCartney</em>, até seu retorno em <strong data-start="19762" data-end="19776">Calibre 22</strong>, Mandrake atravessou cinco décadas da obra de Rubem Fonseca.</p>
<p data-start="19879" data-end="20072">Para quem quer começar, <em data-start="19903" data-end="19918">A Grande Arte</em> é uma excelente porta de entrada para o personagem. Para quem prefere acompanhar toda a trajetória, vale seguir os sete livros apresentados neste artigo.</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100" alt="" itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2020/06/04/rubem-fonseca-conheca-os-livros-com-o-detetive-mandrake/">Mandrake, de Rubem Fonseca: conheça os livros com o personagem</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Livraria Travessa promove encontros sobre literatura policial</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2019/08/08/livraria-travessa-promove-encontros-sobre-literatura-policial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Aug 2019 14:00:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[destaques]]></category>
		<category><![CDATA[notícias]]></category>
		<category><![CDATA[agatha christie]]></category>
		<category><![CDATA[ana paula laux]]></category>
		<category><![CDATA[Edgar Allan Poe]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; A Livraria Travessa organiza este mês vários encontros sobre literatura policial no Rio de Janeiro. Os eventos têm a curadoria de Antonio Berto, e contam com a participação de vários autores, como Alberto Mussa, Raphael Montes e Edney Silvestre. Os encontros começam na quinta, 8, com bate-papo sobre “Edgar Allan Poe, Shakespeare, Agatha Christie...</p>
<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2019/08/08/livraria-travessa-promove-encontros-sobre-literatura-policial/">Livraria Travessa promove encontros sobre literatura policial</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>A Livraria Travessa organiza este mês vários encontros sobre literatura policial no Rio de Janeiro. Os eventos têm a curadoria de Antonio Berto, e contam com a participação de vários autores, como Alberto Mussa, Raphael Montes e Edney Silvestre.</p>
<p>Os encontros começam na quinta, 8, com bate-papo sobre “Edgar Allan Poe, Shakespeare, Agatha Christie &amp; Cia: Clássicos da Literatura Policial”, com a presença de Carlos Marcelo e Rodrigo Lacerda.</p>
<p>Dia 13 haverá uma homenagem a Luiz Alfredo Garcia-Roza, com mediação feita pela esposa do autor, Livia Garcia-Roza. O livro mais recente de Roza, A Última Mulher, foi lançado em julho pela Companhia das Letras, e traz mais uma investigação com o detetive Espinosa.</p>
<p>Outros encontros terão como tema a obra de Rubem Fonseca, Literatura Policial e História e O que há de Novo na Literatura Policial. Para mais informações, <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.travessa.com.br/travessanoir" target="_blank" rel="noopener noreferrer">acesse o site oficial da Livraria Travessa</a></span>.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ss&amp;ref=as_ss_li_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=8535932372&amp;asins=8535932372&amp;linkId=3d17b41ed95977675aac378ccfefb917&amp;show_border=true&amp;link_opens_in_new_window=true" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100" alt="" itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2019/08/08/livraria-travessa-promove-encontros-sobre-literatura-policial/">Livraria Travessa promove encontros sobre literatura policial</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<item>
		<title>10 livros de suspense, mistério e terror de autores nacionais em 2017</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2017/11/20/10-livros-de-suspense-misterio-e-terror-de-autores-nacionais-em-2017/</link>
					<comments>https://literaturapolicial.com/2017/11/20/10-livros-de-suspense-misterio-e-terror-de-autores-nacionais-em-2017/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Nov 2017 18:11:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Listas literárias]]></category>
		<category><![CDATA[nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[clara madrigano]]></category>
		<category><![CDATA[cláudia lemes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Em 2017, tivemos vários lançamentos de autores nacionais dedicados aos gêneros policial, terror, mistério e thrillers psicológicos. Abaixo, destacamos 10 livros que chamaram a atenção dos leitores durante o ano e alguns que pudemos resenhar no site. Quantos autores nacionais você leu em 2017? &#160; &#160; O Sorriso da Hiena, Gustavo Ávila Atormentado por achar...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>Em 2017, tivemos vários lançamentos de autores nacionais dedicados aos gêneros policial, terror, mistério e thrillers psicológicos.</p>
<p>Abaixo, destacamos 10 livros que chamaram a atenção dos leitores durante o ano e alguns que pudemos resenhar no site. Quantos autores nacionais você leu em 2017?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>O Sorriso da Hiena, Gustavo Ávila<br />
<img loading="lazy" decoding="async" style="border: none !important; margin: 0!important;" src="//ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;l=am2&amp;o=33&amp;a=8576865947" alt="" width="1" height="1" border="0" /><a href="https://www.amazon.com.br/gp/product/8576865947/ref=as_li_tl?ie=UTF8&amp;camp=1789&amp;creative=9325&amp;creativeASIN=8576865947&amp;linkCode=as2&amp;tag=literaturapol-20&amp;linkId=f6091df5a58ef5daf689f67f5acf72e6" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?_encoding=UTF8&amp;MarketPlace=BR&amp;ASIN=8576865947&amp;ServiceVersion=20070822&amp;ID=AsinImage&amp;WS=1&amp;Format=_SL250_&amp;tag=literaturapol-20" alt="" width="169" height="250" border="0" /></a><img loading="lazy" decoding="async" style="border: none !important; margin: 0!important;" src="//ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;l=am2&amp;o=33&amp;a=8576865947" alt="" width="1" height="1" border="0" /></h3>
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Atormentado por achar que não faz o suficiente para tornar o mundo um lugar melhor, William, um respeitado psicólogo infantil, tem a chance de realizar um estudo que pode ajudar a entender o desenvolvimento da maldade humana. Porém a proposta, feita pelo misterioso David, coloca o psicólogo diante de um complexo dilema moral. Para saber se é um homem cruel por ter testemunhado o brutal assassinato de seus pais quando tinha apenas oito anos, David planeja repetir com outras famílias o mesmo que aconteceu com a sua, dando a William a chance de acompanhar o crescimento das crianças órfãs e descobrir a influência desse trauma no desenvolvimento delas. Mas até onde William será capaz de ir para atingir seus objetivos? Em O sorriso da hiena, o leitor ficará fisgado até a última página enquanto acompanha o detetive Artur Veiga nas investigações para desvendar essa série de crimes que está aterrorizando a cidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>As boas damas: Uma novela de Sherlock Holmes, Clara Madrigano<br />
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<p><a href="https://www.amazon.com.br/gp/product/B0761WLJFS/ref=as_li_tl?ie=UTF8&amp;camp=1789&amp;creative=9325&amp;creativeASIN=B0761WLJFS&amp;linkCode=as2&amp;tag=literaturapol-20&amp;linkId=27fb89fb8514419222edafa4ca9c1729" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-1995 size-thumbnail" style="margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/10/compre4.png?w=150" alt="" width="150" height="43" /></a><br />
As boas damas é a aventura de Annabel Watson, filha do famoso doutor e parceiro de investigações de Sherlock Holmes. Anos depois da morte dos pais, Anna vive com Holmes, seu tutor legal, que está prestes a se aposentar, até uma última cliente aparecer: uma dama da sociedade, que confessa ter assassinado o próprio filho, desafiando o detetive a descobrir suas motivações. Holmes, com Annabel a tiracolo, vê-se diante de um mistério que parece encobrir um mundo sobrenatural.</p>
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<h3>Um Romance Perigoso, Flávio Carneiro<br />
<img loading="lazy" decoding="async" style="border: none !important; margin: 0!important;" src="//ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;l=am2&amp;o=33&amp;a=8532530656" alt="" width="1" height="1" border="0" /><a href="https://www.amazon.com.br/gp/product/8532530656/ref=as_li_tl?ie=UTF8&amp;camp=1789&amp;creative=9325&amp;creativeASIN=8532530656&amp;linkCode=as2&amp;tag=literaturapol-20&amp;linkId=cbe6cac724f9cd093be176df8a384f85" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?_encoding=UTF8&amp;MarketPlace=BR&amp;ASIN=8532530656&amp;ServiceVersion=20070822&amp;ID=AsinImage&amp;WS=1&amp;Format=_SL250_&amp;tag=literaturapol-20" alt="" width="166" height="250" border="0" /></a><img loading="lazy" decoding="async" style="border: none !important; margin: 0!important;" src="//ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;l=am2&amp;o=33&amp;a=8532530656" alt="" width="1" height="1" border="0" /></h3>
<p><a href="https://www.amazon.com.br/gp/product/8532530656/ref=as_li_tl?ie=UTF8&amp;camp=1789&amp;creative=9325&amp;creativeASIN=8532530656&amp;linkCode=as2&amp;tag=literaturapol-20&amp;linkId=cbe6cac724f9cd093be176df8a384f85" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-1995 size-thumbnail" style="margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/10/compre4.png?w=150" alt="" width="150" height="43" /></a><br />
Depois de <em>O campeonato</em> e<em> O livro roubado</em>, Flávio Carneiro põe a dupla André e Gordo no centro de uma nova trama policial com sotaque carioca. Em <em>Um romance perigoso</em>, o detetive particular e o amigo, dono de um sebo na rua do Lavradio e apaixonado por literatura policial, seguem o rastro de um serial killer que está matando autores de autoajuda e deixando o mercado editorial, e toda a cidade, em polvorosa. E não se trata de um assassino qualquer, mas de um leitor dedicado do escritor norte-americano Dashiell Hammett, pois a cada crime ele deixa uma pista que faz alusão aos livros do autor. Entram em cena, então, um alfaiate e exímio conhecedor da obra do autor de O falcão maltês e outros clássicos do romance policial, um taxista dono de um motel-fazenda no interior do estado onde um dos crimes acontece e outros personagens improváveis que circulam como peças num tabuleiro de xadrez por um Rio de Janeiro ao mesmo tempo solar e noir.</p>
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<h3>Calibre 22, Rubem Fonseca<br />
<img loading="lazy" decoding="async" style="border: none !important; margin: 0!important;" src="//ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;l=am2&amp;o=33&amp;a=8520938779" alt="" width="1" height="1" border="0" /><a href="https://www.amazon.com.br/gp/product/8520938779/ref=as_li_tl?ie=UTF8&amp;camp=1789&amp;creative=9325&amp;creativeASIN=8520938779&amp;linkCode=as2&amp;tag=literaturapol-20&amp;linkId=c25af6d405ec22964bf7e09cffb01574" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?_encoding=UTF8&amp;MarketPlace=BR&amp;ASIN=8520938779&amp;ServiceVersion=20070822&amp;ID=AsinImage&amp;WS=1&amp;Format=_SL250_&amp;tag=literaturapol-20" alt="" width="164" height="250" border="0" /></a><img loading="lazy" decoding="async" style="border: none !important; margin: 0!important;" src="//ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;l=am2&amp;o=33&amp;a=8520938779" alt="" width="1" height="1" border="0" /></h3>
<p><a href="https://www.amazon.com.br/gp/product/8520938779/ref=as_li_tl?ie=UTF8&amp;camp=1789&amp;creative=9325&amp;creativeASIN=8520938779&amp;linkCode=as2&amp;tag=literaturapol-20&amp;linkId=c25af6d405ec22964bf7e09cffb01574" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-1995 size-thumbnail" style="margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/10/compre4.png?w=150" alt="" width="150" height="43" /></a></p>
<p>Em <em>Calibre 22</em>, Rubem Fonseca traz de volta um personagem marcante de sua trajetória literária, o detetive Mandrake, contratado para desvendar quem está por trás de uma série de assassinatos envolvendo o editor de uma famosa revista feminina. Além dessa, a coletânea reúne outras narrativas mais curtas, em que temas caros ao autor voltam à cena, entre eles a desigualdade social e suas consequências muitas vezes trágicas; a violência motivada por racismo, misoginia, homofobia e outros preconceitos; a crítica velada ou escancarada a dogmas religiosos; as atitudes imprevisíveis de mentes psicopatas. Tiros certeiros de um autor do mais alto calibre.</p>
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<h3>Suicidas, Raphael Montes<br />
<img loading="lazy" decoding="async" style="border: none !important; margin: 0!important;" src="//ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;l=am2&amp;o=33&amp;a=8535929444" alt="" width="1" height="1" border="0" /><a href="https://www.amazon.com.br/gp/product/8535929444/ref=as_li_tl?ie=UTF8&amp;camp=1789&amp;creative=9325&amp;creativeASIN=8535929444&amp;linkCode=as2&amp;tag=literaturapol-20&amp;linkId=6700c2267f14b2aabbe730096fd21358" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?_encoding=UTF8&amp;MarketPlace=BR&amp;ASIN=8535929444&amp;ServiceVersion=20070822&amp;ID=AsinImage&amp;WS=1&amp;Format=_SL250_&amp;tag=literaturapol-20" alt="" width="167" height="250" border="0" /></a><img loading="lazy" decoding="async" style="border: none !important; margin: 0!important;" src="//ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;l=am2&amp;o=33&amp;a=8535929444" alt="" width="1" height="1" border="0" /></h3>
<p><a href="https://www.amazon.com.br/gp/product/8535929444/ref=as_li_tl?ie=UTF8&amp;camp=1789&amp;creative=9325&amp;creativeASIN=8535929444&amp;linkCode=as2&amp;tag=literaturapol-20&amp;linkId=6700c2267f14b2aabbe730096fd21358" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-1995 size-thumbnail" style="margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/10/compre4.png?w=150" alt="" width="150" height="43" /></a></p>
<p>Este é o primeiro livro de Raphael Montes, que foi relançado em 2017 pela Companhia das Letras com um capítulo adicional. Em <em>Suicidas</em>, conhecemos a história de Alê e seus colegas, jovens da elite carioca encontrados mortos no porão do sítio de um deles em condições misteriosas que indicam que os nove amigos participaram de um perigoso e fatídico jogo de roleta russa. Aos que ficaram, resta tentar descobrir o que teria levado aqueles adolescentes, aparentemente felizes e privilegiados, a tirar a própria vida.</p>
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<h3>O Casamento, Victor Bonini<br />
<img loading="lazy" decoding="async" style="border: none !important; margin: 0!important;" src="//ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;l=am2&amp;o=33&amp;a=8595810044" alt="" width="1" height="1" border="0" /><a href="https://www.amazon.com.br/gp/product/8595810044/ref=as_li_tl?ie=UTF8&amp;camp=1789&amp;creative=9325&amp;creativeASIN=8595810044&amp;linkCode=as2&amp;tag=literaturapol-20&amp;linkId=3ede6cfd3767f46b9459f3d211883fc7" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?_encoding=UTF8&amp;MarketPlace=BR&amp;ASIN=8595810044&amp;ServiceVersion=20070822&amp;ID=AsinImage&amp;WS=1&amp;Format=_SL250_&amp;tag=literaturapol-20" alt="" width="171" height="250" border="0" /></a><img loading="lazy" decoding="async" style="border: none !important; margin: 0!important;" src="//ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;l=am2&amp;o=33&amp;a=8595810044" alt="" width="1" height="1" border="0" /></h3>
<p><a href="https://www.amazon.com.br/gp/product/8595810044/ref=as_li_tl?ie=UTF8&amp;camp=1789&amp;creative=9325&amp;creativeASIN=8595810044&amp;linkCode=as2&amp;tag=literaturapol-20&amp;linkId=3ede6cfd3767f46b9459f3d211883fc7" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-1995 size-thumbnail" style="margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/10/compre4.png?w=150" alt="" width="150" height="43" /></a><br />
Meses atrás, os amigos diriam que o namoro de Plínio e Diana tinha prazo de validade. Eles se conheceram de um jeito bizarro, pensam completamente diferente e nenhuma das famílias aprova o relacionamento. Mas eles resistiram a tudo. E agora vão se casar. O mais íntegro dos convidados esconde um segredo devastador. Mas alguém sabe e está disposto a espremê-lo com chantagens. É então que o detetive Conrado Bardelli se hospeda no hotel-fazenda onde ocorrerá o casamento. Ele precisa descobrir o lobo entre as ovelhas. E rápido. Pois, a cada nova ameaça, o chantagista eleva o tom e falta pouco para a bomba explodir. Enquanto a plateia espera ansiosa em frente ao altar, algo brutal acontece na antessala. Só quando veem as paredes lavadas com sangue é que os convidados se rendem ao desespero. Começa uma confusão para interromper a marcha nupcial e chamar a polícia. Ninguém sabe o que fazer. E Bardelli, que lidava com um caso de extorsão, descobre que se meteu em algo muito pior. Agora, ele é o único capaz de encontrar respostas. O problema é que as mortes não param de acontecer.</p>
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<h3>Neve Negra, Santiago Nazarian<br />
<img loading="lazy" decoding="async" style="border: none !important; margin: 0!important;" src="//ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;l=am2&amp;o=33&amp;a=8535929460" alt="" width="1" height="1" border="0" /><a href="https://www.amazon.com.br/gp/product/8535929460/ref=as_li_tl?ie=UTF8&amp;camp=1789&amp;creative=9325&amp;creativeASIN=8535929460&amp;linkCode=as2&amp;tag=literaturapol-20&amp;linkId=1e63ac739df95aa5c96070a796fbb2bc" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?_encoding=UTF8&amp;MarketPlace=BR&amp;ASIN=8535929460&amp;ServiceVersion=20070822&amp;ID=AsinImage&amp;WS=1&amp;Format=_SL250_&amp;tag=literaturapol-20" alt="" width="176" height="250" border="0" /></a><img loading="lazy" decoding="async" style="border: none !important; margin: 0!important;" src="//ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;l=am2&amp;o=33&amp;a=8535929460" alt="" width="1" height="1" border="0" /></h3>
<p><a href="https://www.amazon.com.br/gp/product/8535929460/ref=as_li_tl?ie=UTF8&amp;camp=1789&amp;creative=9325&amp;creativeASIN=8535929460&amp;linkCode=as2&amp;tag=literaturapol-20&amp;linkId=1e63ac739df95aa5c96070a796fbb2bc" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-1995 size-thumbnail" style="margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/10/compre4.png?w=150" alt="" width="150" height="43" /></a></p>
<p>Na noite mais fria do ano, na cidade mais fria do Brasil, um pai de família volta para casa. Pintor de sucesso, passa boa parte de seu tempo em feiras e exposições no exterior. E na sua cidade natal, na Serra Catarinense, se depara com o inesperado. Enquanto a neve cai lá fora, sua família dorme. Mas quando seu filho de sete anos desperta é que começa um pesadelo que acabará com o aconchego do lar. Neste habilidoso misto de terror psicológico e drama familiar, o leitor se depara com paranoias e dúvidas ancestrais da paternidade.</p>
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<h3>Royal Destiny: Série Policial Detetive Alyrio Cobra, Vera Carvalho<br />
<img loading="lazy" decoding="async" style="border: none !important; margin: 0!important;" src="//ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;l=am2&amp;o=33&amp;a=B076HXD1DC" alt="" width="1" height="1" border="0" /><a href="https://www.amazon.com.br/gp/product/B076HXD1DC/ref=as_li_tl?ie=UTF8&amp;camp=1789&amp;creative=9325&amp;creativeASIN=B076HXD1DC&amp;linkCode=as2&amp;tag=literaturapol-20&amp;linkId=2943427a7a44050931b67854584c5c21" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?_encoding=UTF8&amp;MarketPlace=BR&amp;ASIN=B076HXD1DC&amp;ServiceVersion=20070822&amp;ID=AsinImage&amp;WS=1&amp;Format=_SL250_&amp;tag=literaturapol-20" alt="" width="167" height="250" border="0" /></a><img loading="lazy" decoding="async" style="border: none !important; margin: 0!important;" src="//ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;l=am2&amp;o=33&amp;a=B076HXD1DC" alt="" width="1" height="1" border="0" /></h3>
<p><a href="https://www.amazon.com.br/gp/product/B076HXD1DC/ref=as_li_tl?ie=UTF8&amp;camp=1789&amp;creative=9325&amp;creativeASIN=B076HXD1DC&amp;linkCode=as2&amp;tag=literaturapol-20&amp;linkId=2943427a7a44050931b67854584c5c21" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-1995 size-thumbnail" style="margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/10/compre4.png?w=150" alt="" width="150" height="43" /></a></p>
<p>Prestes a embarcar em uma viagem para Veneza, o detetive Alyrio Cobra recebe uma ligação: o pedido desesperado de um médico em busca de solução para um caso. Marcelo deseja saber de uma vez por todas o que aconteceu com sua esposa, Leilah, que entrou em depressão após tentativa de socorro a um paciente na periferia de São Paulo. Enquanto atendia o idoso, Leilah viu um bebê engatinhando em sua direção, segurando algo em suas mãos. Um osso humano! Imediatamente Leilah pede ajuda a um garoto e juntos tentam descobrir o local onde o osso fora encontrado. Fascinado por História, especialmente a época da ditadura e presos políticos, George, vizinho de escritório de Alyrio e auxiliar nas investigações, pede ao Detetive que o deixe continuar com o caso. O detetive Alyrio Cobra tem poucos dias para averiguar o que de fato ocorreu com a médica. Antes de cruzar o oceano, ele terá que obter o máximo de informação a respeito, e é quando descobrem que a tia de Leilah, Otacília, guarda um diário secreto. George assume a investigação. Alyrio Cobra parte para Veneza, mas sem antes notar algo suspeito no momento do embarque. O suntuoso navio Royal Destiny avança rumo ao novo destino, mas as águas passadas do oceano persistem em fazer parte do presente de cada uma das personagens.</p>
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<h3>Um Martini com o Diabo, Cláudia Lemes<br />
<img loading="lazy" decoding="async" style="border: none !important; margin: 0!important;" src="//ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;l=am2&amp;o=33&amp;a=8567191289" alt="" width="1" height="1" border="0" /><a href="https://www.amazon.com.br/gp/product/8567191289/ref=as_li_tl?ie=UTF8&amp;camp=1789&amp;creative=9325&amp;creativeASIN=8567191289&amp;linkCode=as2&amp;tag=literaturapol-20&amp;linkId=fa5c49f9f069c4eafa23b5c07adc0a2a" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?_encoding=UTF8&amp;MarketPlace=BR&amp;ASIN=8567191289&amp;ServiceVersion=20070822&amp;ID=AsinImage&amp;WS=1&amp;Format=_SL250_&amp;tag=literaturapol-20" alt="" width="171" height="250" border="0" /></a><img loading="lazy" decoding="async" style="border: none !important; margin: 0!important;" src="//ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;l=am2&amp;o=33&amp;a=8567191289" alt="" width="1" height="1" border="0" /></h3>
<p><a href="https://www.amazon.com.br/gp/product/8567191289/ref=as_li_tl?ie=UTF8&amp;camp=1789&amp;creative=9325&amp;creativeASIN=8567191289&amp;linkCode=as2&amp;tag=literaturapol-20&amp;linkId=fa5c49f9f069c4eafa23b5c07adc0a2a" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-1995 size-thumbnail" style="margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/10/compre4.png?w=150" alt="" width="150" height="43" /></a><br />
O jovem Charlie Walsh está em Las Vegas, não para tentar a sorte, e sim para matar seu pai, o chefe da máfia italiana, Tony Conicci.O plano era infiltrar-se no restrito grupo de confiança da família Conicci e se aproximar do chefão. Mas Las Vegas corrompe. E o desejo de vingança de Charlie é posto em prova quando ele se vê seduzido por amizades, poder, drogas e dinheiro que a máfia oferece.Com o FBI em sua cola, e secretamente apaixonado pela enigmática esposa do pai, ele precisará decidir onde apostar sua lealdade.Depois do sucesso Eu vejo Kate – O despertar de um serial killer, Cláudia Lemes convida seus leitores a mergulharem em um romance policial noir, recheado com uma boa e tradicional história sobre a máfia italiana.Inspirada pelo clássico O Poderoso Chefão (Mario Puzo) e pelos mestres do gênero noir, Dashiell Hammett, Elmore Leonard e James Ellroy, a autora constrói um drama movido pela vingança e pelo ódio de um filho pelo pai.Um martíni com o diabo é uma história inquietante, com diálogos densos e personagens complexos que estão prontos para conquistar o mais exigente dos leitores.</p>
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<h3>Arquivos Serial Killers: Made in Brazil e Louco ou Cruel, Ilana Casoy<br />
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<p><a href="https://www.amazon.com.br/gp/product/8594540388/ref=as_li_tl?ie=UTF8&amp;camp=1789&amp;creative=9325&amp;creativeASIN=8594540388&amp;linkCode=as2&amp;tag=literaturapol-20&amp;linkId=cd97a37c9aa22897fae86b0ce7e7d34c" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-1995 size-thumbnail" style="margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/10/compre4.png?w=150" alt="" width="150" height="43" /></a><br />
Em comemoração aos 5 anos da DarkSide Books, a editora relançou este ano os <em>Arquivos Serial Killers</em> de Ilana Casoy, agora em Limited Edition. Os dois livros, <em>Serial Killers: Louco ou Cruel?</em> e <em>Serial Killers: Made In Brazil</em>, reunidos num único volume de luxo, em mais de 700 páginas de investigação. Ilana Casoy é autoridade no que diz respeito a mentes criminosas e resolução de crimes no Brasil. Para escrever Louco ou Cruel?, a escritora mergulhou em arquivos da polícia e da Justiça, do FBI e da Scotland Yard, além de ter feito uma pesquisa rigorosa em diversas outras fontes para compor um inquietante roteiro de como, por que razão e com que métodos os serial killers agem. Em Made in Brazil, Casoy dedicou-se a investigar os serial killers brasileiros, no que viria a ser o primeiro livro do gênero dedicado aos assassinos em série do Brasil. Foram cinco anos de pesquisas, visitas a arquivos públicos, manicômios e penitenciárias, além de entrevistas cara a cara com personificações do mal em terras tupiniquins, para produzir um dossiê sobre o lado mais sombrio do ser humano. Perturbador e por muitas vezes comovente, o relato de Casoy nos apresenta histórias que nem a ficção e o cinema conseguiram imaginar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100" alt="" itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2017/11/20/10-livros-de-suspense-misterio-e-terror-de-autores-nacionais-em-2017/">10 livros de suspense, mistério e terror de autores nacionais em 2017</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>LANÇAMENTOS &#124; Os destaques de abril</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Apr 2017 16:44:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Confira os livros em destaque deste mês. Para ver todos os lançamentos, clique aqui. x 1. Calibre 22, Rubem Fonseca (Nova Fronteira) Neste novo livro de contos, Rubem Fonseca traz de volta um personagem marcante de sua trajetória literária, o detetive Mandrake, contratado para desvendar quem está por trás de uma série de assassinatos envolvendo o editor...</p>
<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2017/04/03/lancamentos-os-destaques-de-abril/">LANÇAMENTOS | Os destaques de abril</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-17864 size-full" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/04/collage_abril.jpg" alt="" width="639" height="294" /></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;">Confira os livros em destaque deste mês. Para ver todos os lançamentos, <a href="https://literaturapolicial.com/lancamento/">clique aqui</a>.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.75em;"><span style="color:black;"><strong>1. Calibre 22, Rubem Fonseca</strong></span></span><br />
(Nova Fronteira)<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-17834 size-medium" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/04/rubem_calibre.jpg?w=190" alt="" width="190" height="300" /><span style="font-size:1.15em;">Neste novo livro de contos, Rubem Fonseca traz de volta um personagem marcante de sua trajetória literária, o detetive Mandrake, contratado para desvendar quem está por trás de uma série de assassinatos envolvendo o editor de uma famosa revista feminina. </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;">Além dessa, a coletânea reúne outras narrativas mais curtas, em que temas caros ao autor voltam à cena, entre eles a desigualdade social e suas consequências muitas vezes trágicas; a violência motivada por racismo, misoginia, homofobia e outros preconceitos; a crítica velada ou escancarada a dogmas religiosos; as atitudes imprevisíveis de mentes psicopatas. Tiros certeiros de um autor do mais alto calibre.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x<br />
</span><span style="color:#ffffff;">x<br />
</span><span style="font-size:1.75em;"><span style="color:black;"><strong>2. Sempre vivemos no castelo, Shirley Jackson</strong></span></span><br />
(Suma de Letras)<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-17838 size-medium" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/04/castelo.jpg?w=208" alt="" width="208" height="300" /></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;">Merricat Blackwood vive com a irmã Constance e o tio Julian. Há algum tempo existiam sete membros na família Blackwood, até que uma dose fatal de arsênico colocada no pote de açúcar matou quase todos. Acusada e posteriormente inocentada pelas mortes, Constance volta para a casa da família, onde Merricat a protege da hostilidade dos habitantes da cidade. Os três vivem isolados e felizes, até que o primo Charles resolve fazer uma visita que quebra o frágil equilíbrio encontrado pelas irmãs Blakcwood. Merricat é a única que pressente o iminente perigo desse distúrbio, e fará o que for necessário para proteger Constance. </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;">&#8216;Sempre vivemos no castelo&#8217; leva o leitor a um labirinto sombrio de medo e suspense, um livro perturbador e perverso, onde o isolamento e a neurose são trabalhados com maestria por Shirley Jackson.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.75em;"><span style="color:black;"><strong>3. Abominação, Gary Whitta</strong></span></span><br />
(Darkside Books)<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-17843 size-medium" style="margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/04/abominacao.jpg?w=245" alt="" width="245" height="300" /></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;">A era medieval é muito mais conhecida por seus mistérios do que por seus registros históricos. Talvez seja melhor assim. Há quem acredite que estaremos mais seguros enquanto não soubermos de toda a verdade. Mas quem disse que as lendas não podem ser mais reais do que você imagina? </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;">Abominação reconta um dos capítulos mais sangrentos da história da Inglaterra: as invasões vikings do século IX. Apresentando personagens e batalhas reais, sua narrativa vai muito além do que poderíamos encontrar nos livros de história. Com influências de Lovecraft a Game of Thrones, vem sendo recebido mundo afora como um novo clássico para fãs do gênero.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.75em;"><span style="color:black;"><strong>4. Uma sombra na escuridão, Robert Bryndza</strong></span></span><br />
(Editora Gutenberg)<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-17872 size-medium" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/04/46479631.jpg?w=208" alt="" width="208" height="300" /></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;">A Detetive Erika Foster tem agora um desafio aterrorizante. &#8220;A sombra saiu da escuridão e subiu as escadas silenciosamente. Para observar. Para aguardar. Para colocar em prática o que há tanto tempo planejava.&#8221; Em uma noite de verão, a Detetive Erika Foster é convocada para trabalhar em uma cena de homicídio. A vítima: um médico encontrado sufocado na cama. Seus pulsos estão presos e através de um saco plástico transparente amarrado firmemente sobre sua cabeça é possível ver seus olhos arregalados. Poucos dias depois, outro cadáver é encontrado, assassinado exatamente nas mesmas circunstâncias.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;">As vítimas são sempre homens solteiros, bem-sucedidos e, pelo que tudo indica, há algo misterioso em suas vidas. Mas, afinal, qual é o segredo desses homens? Qual é a ligação entre as vítimas e o assassino? Erika e sua equipe se aprofundam na investigação e descobrem um serial killer calculista que persegue seus alvos até achar o momento certo para atacá-los. Agora, Erika Foster fará de tudo para deter aquela sombra e evitar mais vítimas, mesmo que isso signifique arriscar sua carreira e também sua própria vida.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.75em;"><span style="color:black;"><strong>5. A garota corvo, Erik Axl Sund</strong></span></span><br />
(Companhia das Letras)<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-17854 size-medium" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/04/corvo.jpg?w=209" alt="" width="209" height="300" /></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;">Tudo começa em um parque da cidade de Estocolmo, onde o corpo de um menino é encontrado. A detetive superintendente Jeanette Kihlberg lidera a investigação, lutando contra um promotor apático e uma força policial burocrática que não quer dedicar recursos para resolver o assassinato de uma criança imigrante. Todavia, com a descoberta dos cadáveres mutilados de mais duas crianças, fica claro que um serial killer está à solta.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;">Kihlberg procura a psicóloga Sofia Zetterlund, uma especialista em recuperar crianças que sofreram violência, e as vidas das duas mulheres se entrelaçam de forma quase instantânea — profissional e pessoalmente. À medida que se aproximam da verdade sobre os assassinatos, as duas vão aos poucos perceber que os crimes escondem um mal subterrâneo que parece abraçar toda sociedade sueca. Na veia da série Millennium, A garota-corvo é um thriller sombrio e de tirar o fôlego, e uma investigação dos recantos mais sombrios da mente humana.</span></p>
<p><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.75em;"><span style="color:black;"><strong>6. Boneco de pano, Daniel Cole</strong></span></span><br />
(Editora Arqueiro)<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-medium wp-image-17846" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/04/pano.jpg?w=209" alt="" width="209" height="300" /></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;">O polêmico detetive William Fawkes, conhecido como Wolf, acaba de voltar à ativa depois de meses em tratamento psicológico por conta de uma tentativa de agressão. Ansioso por um caso importante, ele acredita que está diante da grande chance de sua carreira quando Emily Baxter, sua amiga e ex-parceira de trabalho, pede a sua ajuda na investigação de um assassinato. O cadáver é composto por partes do corpo de seis pessoas, costuradas de forma a imitar um boneco de pano.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;">Enquanto Wolf tenta identificar as vítimas, sua ex-mulher, a repórter Andrea Hall, recebe de uma fonte anônima fotografias da cena do crime, além de uma lista com o nome de seis pessoas – e as datas em que o assassino pretende matar cada uma delas para montar o próximo boneco. O último nome na lista é o de Wolf.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">xx</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:black;"><strong><span style="font-size:1.75em;">7. Melodia mortal: Sherlock Holmes investiga as mortes de gênios da música, Pedro Bandeira e Guido Carlos Levi</span></strong><br />
</span>(Fábrica 231)<br />
<span style="font-size:1.75em;border-image:initial;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-17856 size-medium" style="margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/04/melodia.jpg?w=200" alt="" width="200" height="300" /></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;">Numa conversa descompromissada, o médico Guido Levi, amante da música e da literatura policial, contou-me de seus planos de escrever artigos examinando, à luz dos conhecimentos da medicina contemporânea, os indícios possíveis de serem levantados sobre as mortes polêmicas de alguns grandes compositores da música clássica. De que realmente teria morrido Mozart? Assassinado por Salieri? E Tchaikovsky? Cólera ou envenenamento? Por que Schumann tentou suicidar-se? E Vincenzo Bellini? Foi realmente assassinado por seus hospedeiros? Chopin morreu mesmo tuberculoso? E Beethoven? Uma vítima do alcoolismo? Por ocasião do falecimento destes e de tantos outros grandes músicos, a medicina de suas épocas era incapaz de diagnósticos precisos na hora de redigir seus atestados de óbito.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;">Propus-lhe reunir tudo isso num livro, mas, além da ciência da dúzia de médicos contemporâneos que o Guido convocou para ajudá-lo, imaginei lançar mão da argúcia de alguém realmente capaz de uma investigação profunda e eficaz. E quem senão Sherlock Holmes, ainda mais que seu melhor amigo era um médico que poderia auxiliá-lo na parte científica?</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;">.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;"> </span></p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100" alt="" itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2017/04/03/lancamentos-os-destaques-de-abril/">LANÇAMENTOS | Os destaques de abril</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>Lançamentos de julho: crime, suspense e mistério</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Jul 2016 18:15:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Leia a sinopse dos principais lançamentos de crime, suspense e mistério para julho. Confira todos os títulos do mês na seção Lançamentos. 1. Achados e Perdidos, por Stephen King (Suma de Letras Brasil) “— Acorda, gênio.” Assim King começa a história de Morris Bellamy. O gênio é John Rothstein, um autor consagrado que há muito abandonou o mundo...</p>
<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2016/07/15/lancamentos-de-julho-crime-suspense-e-misterio/">Lançamentos de julho: crime, suspense e mistério</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-13393 size-full" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:0;margin-bottom:30px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2016/07/collage_julho.jpg" alt="collage_julho" width="639" height="307" /></p>
<p style="text-align:justify;">Leia a sinopse dos principais lançamentos de crime, suspense e mistério para julho. Confira todos os títulos do mês na seção <strong><a href="https://literaturapolicial.com/lancamento/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Lançamentos</a></strong>.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;"><strong><br />
1. Achados e Perdidos, por Stephen King</strong></span><br />
(Suma de Letras Brasil)</p>
<p style="text-align:justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-12830" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:0;margin-bottom:20px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/10/achados.jpg?w=209" alt="achados" width="170" height="244" />“— Acorda, gênio.” Assim King começa a história de Morris Bellamy. O gênio é John Rothstein, um autor consagrado que há muito abandonou o mundo literário. Bellamy é seu maior fã — e seu maior crítico. Inconformado com o fim que o autor deu a seu personagem favorito, ele invade a casa de Rothstein e rouba os cadernos com produções inéditas do escritor, antes de matá-lo. Morris esconde os cadernos pouco antes de ser preso por outro crime. Décadas depois, é Peter Saubers, um garoto de treze anos, quem encontra o tesouro enterrado. Quando Morris é solto da prisão, depois de trinta e cinco anos, toda a família Saubers fica em perigo. Cabe ao ex-detetive Bill Hodges e a seus ajudantes, Holly e Jerome, protegê-los de um assassino agora ainda mais perigoso e vingativo.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;"><strong>2. Maigret entre os Flamengos, por Georges Simenon</strong></span><br />
(Companhia das Letras)<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-13385" style="margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2016/07/flamengos.png?w=200" alt="flamengos" width="170" height="255" />Neste 14º livro da série Maigret, que a Companhia das Letras vem publicando em ordem cronológica desde 2013, o comissário Maigret recebe um chamado de uma mulher desesperada para esclarecer um caso de assassinato envolvendo sua família. Levado à chuvosa cidade de Givet, na fronteira com a Bélgica, ele precisará solucionar um fascinante mistério.</p>
<p style="text-align:justify;">Contudo, tanto a respeitável loja da família quanto a sonolenta comunidade e até o ruidoso rio que atravessa o vilarejo escondem segredos que ele não tardará a descobrir.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x<br />
x<br />
</span><span style="font-size:1.25em;"><strong>3. Heróis Urbanos, por Rubem Fonseca, Raphael Montes, Luisa Geisler e outros </strong></span><br />
(Editora Rocco)<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-13391" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2016/07/urbanos.jpg?w=207" alt="urbanos" width="170" height="246" />Reunindo jovens e veteranos da ficção brasileira – Raphael Montes, Luisa Geisler, Rubem Fonseca, Natércia Pontes, Leticia Wierzchowski, Cecilia Giannetti e Emiliano Urbim –, a coletânea de contos para jovens Heróis urbanos desconstrói o arquétipo do herói presente na cultura pop, com uma galeria de personagens cheios de complexidade e contradições saídos do cotidiano urbano. Desprovidos de poderes especiais, os protagonistas dessas histórias narradas em linguagem crua vagam anônimos pelas metrópoles contemporâneas, colocando em xeque o bom e o mau, o certo e o errado, o heroísmo e a vilania, como uma cabeleireira que lida com o surgimento de um serial killer numa favela, ou uma garota precoce que gerencia um negócio inusitado na escola.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;"><strong>4. O Espião Inglês, por Daniel Silva</strong></span><br />
(Harper Collins Brasil)<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-13394" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2016/07/espiao.jpg?w=209" alt="espiao" width="170" height="244" />O alvo é um membro da família real. O jogo é vingança. Ela é um ícone da família real britânica, amada por sua beleza e seus trabalhos de caridade, ressentida por seu ex-marido e sua ex-sogra, a Rainha da Inglaterra.</p>
<p style="text-align:justify;">Quando uma bomba explode em seu iate, a inteligência britânica pede ajuda do único homem que pode encontrar seu assassino: o legendário espião e assassino Gabriel Allon.</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100" alt="" itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2016/07/15/lancamentos-de-julho-crime-suspense-e-misterio/">Lançamentos de julho: crime, suspense e mistério</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>O Brasil no precipício literário</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mateus Baldi]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2015 20:22:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os livros ao redor do mundo ou qual o problema com as editoras brasileiras? &#160; I. Frangalhos literários Desembarquei em Roma no final de junho para rever meu pai e irmãos após um hiato de oito anos. Além desse detalhe familiar no retorno ao Velho Continente, algo sacolejava dentro de mim: uma vontade enorme de...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-7627 size-large" style="border:1px solid #000000;margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/07/mateus_italia1.jpg?w=750" alt="mateus_italia1" width="750" height="422" /><br />
<em><span style="font-size:1.25em;">Os livros ao redor do mundo ou qual o problema com as editoras brasileiras?</span></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.55em;"><strong>I. Frangalhos literários</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Desembarquei em Roma no final de junho para rever meu pai e irmãos após um hiato de oito anos. Além desse detalhe familiar no retorno ao Velho Continente, algo sacolejava dentro de mim: <strong>uma vontade enorme de conhecer as livrarias europeias e a oferta literária no berço da civilização</strong>; conhecer in loco o que os europeus leem e emplacam nas listas dos mais vendidas.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">A primeira parada foi em Portugal, onde uma espera de duas horas pela conexão no aeroporto de Lisboa me permitiu fazer um pit-stop estratégico na Fnac. Comprei &#8216;O amor é fodido&#8217;, de Miguel Esteves Cardoso, basicamente pelo título irresistível. O livro estava em destaque logo na entrada do estabelecimento, o que me garantiu boas risadas ao imaginar como o Brasil reagiria se alguém como o Gregório Duvivier fizesse um livro com esse título.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;"><strong>Escondidos num fiapo de prateleira nos fundos da lojinha-aperitivo, os romances policiais espantavam pela diversidade: basicamente todos os autores americanos contemporâneos tinham seu espaço.</strong> Os clássicos, porém, pareciam sequer um dia ter existido. Pensei que fosse algo pontual.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Ledo engano.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Já em Roma, tirei dois dias para visitar livrarias que me foram recomendadas por uma colega ítalo-húngara. Nas duas livrarias que visitei em Trastevere, espécie de reduto boêmio às margens do rio Tibre, os <em>gialli</em> (amarelos em italiano, como são conhecidos os romances policiais na terra do espaguete – a partir de 1929 a literatura pulp passou a ser publicada por lá com capa nessa cor) tinham uma prateleira só para si. <strong>Autores como Stephen King, Patricia Cornwell, John Grisham e os europeus Lars Kepler, Camilla Lackberg e Arnaldur Indradsson tinham suas obras completas traduzidas para o idioma de Alighieri</strong>. Dois livros recentes de King – Revival e Mr. Mercedes – e o último volume da série Scarpetta de Cornwell – Flesh and Blood – estavam estrategicamente posicionados com edições capa dura no meio dos últimos lançamentos.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Aquilo mexeu comigo.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">O idioma italiano, menos ainda que o português, só serve para um público específico. <strong>Como era possível que eles já tivessem à disposição todo esse material?</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Decidi consultar meu pai.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">&#8211; Aqui ninguém lê – ele disse. – Se você diz que lê as pessoas te olham torto, não entendem como é possível ficar com a cara grudada num livro durante horas e horas. Eu, por exemplo, leio um livro por mês e já estou muito acima da média do país.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Uma das hipóteses, pensei num arroubo de philipmarlowismo, já está descartada: os italianos não justificam a oferta. Não valeria a pena, portanto, colocar imediatamente nas prateleiras material que sai primeiro lá fora. O mesmo não pode ser dito, por exemplo, da Argentina. Henning Mankell tem toda sua obra disponível numa livraria furreca no centro de Bariloche. A justificativa é simples: o idioma espanhol é enorme, o que se traduz para a Espanha pode ser comercializado na Argentina e por aí vai.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">A dúvida, portanto, persistia em mim.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Resolvi tentar sair dos <em>gialli</em> e partir para outros autores.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Literatura brasileira? Em todas as livrarias a resposta foi parecidíssima: ou Jorge Amado ou Paulo Coelho, se bem que esse último não é propriamente uma literatura brasileira. Encontrei volumes de Luiz Ruffato e Vanessa Barbara, e só. Nem Daniel Galera, o mais incensado da nova geração, aparecia nas prateleiras. Os livreiros também pareciam desconhecer seu nome.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">A crise se agravava dentro de mim. <strong>Como um país que tem Machado de Assis, Graciliano Ramos, Sérgio Porto, Rubem Fonseca, Millôr Fernandes e Jorge Amado é tão vazio no comércio literário europeu?</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Arrisquei dois dos meus autores preferidos: Roberto Bolaño e Philip Roth. O primeiro, morto em 2003 e maior autor latino das últimas décadas, não foi fácil de encontrar, mas quando a busca se revelou frutífera, escondido num estabelecimento em Trastevere, tive uma surpresa daquelas que gelou a espinha: 2666, Amuleto, Putas Assassinas e Estrela Distante já haviam sido traduzidos para o italiano. &#8216;Una novellita lumpen&#8217;, último romance publicado em vida, inédito no Brasil, também estava lá.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Com Philip Roth não foi diferente. Toda a obra do maior autor americano vivo, repito, toda a obra, estava disponível em italiano.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Tal qual Bartleby, eu preferia não (acreditar).</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">O tiro de misericórdia foi lembrar, segurando o pesado volume de 2666, melhor livro que já li em toda a minha vida, que em Portugal Roberto Bolaño também foi traduzido. Li &#8216;La Literatura Nazi en Americas&#8217; em inglês, mas dois meses depois, perambulando pela Livraria da Travessa de Botafogo, encontrei um exemplar em português. Levei para casa e dei para minha avó ler.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Naquela época eu não sabia, mas meus questionamentos já faziam parte de um cenário muito maior.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.55em;"><strong>II. Bartleby à deriva</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-7628" style="border:1px solid #000000;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/07/mateus_italia2.jpg" alt="mateus_italia2" width="342" height="543" /><strong>Nas últimas semanas o Facebook foi tomado por uma enxurrada de posts indignados sobre diversos assuntos</strong> – cantor sertanejo morto e a cobertura sensacionalista da mídia; Zeca Camargo comparando a sociedade aos livros de colorir; divulgação de dados mostrando que o brasileiro lê 1,7 livro por ano.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Em meio ao que alguns definiram (sabiamente) como pororoca de chorume, o cenário me pareceu bastante claro: é óbvio que não se pode esperar muita leitura de uma sociedade fragmentada cultural e politicamente, uma sociedade em que livros de colorir são o principal faturamento do mercado editorial no primeiro semestre. Alguns defensores da nova “terapia” dizem que os livretos ajudam pacientes com Alzheimer e que não se pode cobrar erudição o tempo todo, mas o que se tem observado sequer passa de requerimento de erudição. Trata-se de um sintoma que invariavelmente chega ao dilema Tostines: o mercado editorial nacional é ruim porque a oferta é ruim ou porque o público é ruim e não tem o menor interesse?</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Obviamente, é uma discussão ampla demais para um único artigo, mas potencialmente forte para que se apresente uma subdivisão do dilema Tostines: <strong>as editoras abandonam os autores por falta de interesse do público ou o público que abandonou os autores?</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">A Companhia das Letras, detentora dos direitos de Philip Roth e Bolaño, por exemplo, nunca deu mostras de publicar os volumes restantes desses autores – no caso de Roth, edições dos anos 70 chegam a valer mais de trezentos (!) reais no site Estante Virtual. Patricia Cornwell e Henning Mankell, publicados pela mesma casa, estão à deriva há um bom tempo – o último livro do sueco lançado por aqui foi A Quinta Mulher, em 2014, publicado lá fora em 2000(!). A defasagem, contudo, não é exclusividade da casa paulista, apontada por muitos como a melhor editora do país. A carioca Record não soltou todos os livros do rei do scandi-crime, Jo Nesbo, e, caso não fosse anunciada a sequência 50 anos depois, continuaria a deixar seu braço José Olympio sem abastecer as livrarias com O Sol é Para Todos, que vende 1 milhão de exemplares anualmente em língua inglesa. <strong>Um milhão de exemplares anuais é bastante coisa. Os brasileiros não tem o mesmo direito dos anglófonos?</strong> Tem. Tanto tem que a reedição veio com destaque e vendas expressivas segundo me contaram livreiros.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Há quem argumente que faltem tradutores. Ou que o Brasil só publica material com tratamento artístico impecável, diferentemente dos <em>paperbacks</em> estrangeiros, o que inviabiliza uma produção em larga escala (verdade, nunca vi publicarem livros tão bonitos como os brasileiros, mas será que precisamos de livros bonitos? Será que uma simples obra do Stephen King, ou até mesmo dos prolíficos best-sellers James Patterson e Harlan Coben, não pode ser comercializada num formato mais barato, tipo <em>paperback</em>? Não faz sentido tanto atraso, tanta sonolência. Quer dizer, só se publica algo com eficiência e rapidez quando se trata de 50 Tons de Cinza ou As Crônicas de Gelo e Fogo? Complexo de vira-latas na literatura? Jura?)</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Quando levantei no Facebook a polêmica dos livros de colorir, fui tido como conservador, elitista, academicista, etc., me disseram que o mercado seria fomentado – e muito – com a venda desse tipo de “obra”. Pois bem, agora que os balanços foram divulgados e o mercado faturou horrores, cadê o investimento?</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Pior que a falta de publicações é o silêncio. Tentei contato diversas vezes com as editoras. Não há uma resposta padrão. Não há calendário de lançamentos. O Brasil parece estar atrasado até na diversão mais simples, botar-os-olhos-no-papel-e-vivenciar-uma-história, como se não fosse digno de acompanhar o ritmo de países que só tem status histórico mas são igualmente pobres em consumo literário.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.55em;"><strong>III. A imutabilidade da pátria</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">O cenário é de caos. <strong>Vivemos num circo sem pão, enclausurados numa névoa que teima em se dissipar. Nossa maior conversa literária da atualidade é saber se Mário de Andrade gostava de homens ou não. A que ponto chegamos.</strong> Resta alternativa senão seguirmos sendo Bartleby e abraçando nós mesmos?</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Somos os únicos capazes de permanecer agarrados a um fiapo de esperança e idealismo, seja ele qual for, mas se depender de editoras como a 34 e a Cosac Naify, o público brasileiro terá acesso à mais alta literatura. A primeira vem publicando obras da literatura russa com posfácios e traduções atualizadas, o que é uma bênção. A outra, tradicionalmente tida como editora de conteúdo majoritariamente artístico, aposta no público que não tem problema em consumir coisas densas, caprichando nas edições e arriscando reedições da obra de Faulkner.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Os maiores destaques, porém, são as pequenas/médias Iluminuras, Rádio Londres e DarkSide. Enquanto a primeira traz pérolas de James Joyce – correspondências, poemas e dezenas de páginas com ensaios acadêmicos sobre o autor de Ulysses –, as duas últimas são novatas no mercado editorial, mas isso não significa que a qualidade seja pouca, au contraire. Surpreendendo ao publicar Stoner, romance de John Williams publicado em 1965 e idolatrado por gente como Ian McEwan e Tom Hanks, a Rádio Londres trouxe aos brasileiros a oportunidade de conhecer Andrés Caicedo e Abasse Ndione. Ambiciosa, a editora carioca publicará ainda em 2015 o vencedor do PEN/Faulkner, Preparation For The Next Life, de Atticus Lish.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Na outra ponta, a DarkSide apostou nos jovens e editou Psicose, Os Goonies, Tubarão, O Demonologista e a dramatização da trilogia Star Wars, garantindo uma fatia do mercado que não hesita em ler páginas obscuras, porém frescas e acessíveis, na contrapartida dos açucarados romances de Nicholas Sparks publicados pela Novo Conceito e Arqueiro.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">A já consagrada Intrínseca se mantém como uma das lideranças sendo versátil: se por um lado publica os best-sellers de Gillian Flynn e Joel Dicker, por outro imprime vencedores do Pulitzer – como é o caso de Anthony Doerr e Jennifer Egan – e o boom recente Nic Pizzolato, criador da série True Detective.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;"><strong>Fica a questão, portanto: se o mercado editorial nacional é tão rico e ao mesmo tempo tão escasso, publicando coisas pinçadas ao invés de toda a bibliografia de um autor consagrado, por que lemos 1,7 livro por ano?</strong> Por que nomes como Paul Auster, Thomas Pynchon e William Faulkner não têm toda sua obra publicada no Brasil? Por que Cormac McCarthy e James Ellroy ainda não mancharam nossas bibliotecas com o sangue que escorre das páginas? Cadê nossos autores latinos sendo publicados por aqui também? Só a Rocco e a série Otra Lingua são capazes de nos ajudar a compreender o panorama sul-americano?</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Estaria James Joyce certo, portanto? <em>We can’t change the country, so let’s change de subject</em>. É isso? Ok.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Changemos o subject, pois.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align:justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-1093" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/08/mateus11.png" alt="mateus1" width="600" height="133" /></p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img alt='Mateus Baldi' src='https://secure.gravatar.com/avatar/5ab2f02d356b4390b0aace4586fed5c51ac3aba7447988e5f9cc90c130766040?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/5ab2f02d356b4390b0aace4586fed5c51ac3aba7447988e5f9cc90c130766040?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/mateus-baldi/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Mateus Baldi</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Nasceu em 1994. É escritor e roteirista. Fundou a plataforma literária Resenha de Bolso, foi editor de cultura da revista Poleiro e colaborador de literatura no site da Piauí.</p>
</div></div><div class="saboxplugin-web "><a href="https://www.resenhadebolso.com.br/" target="_self" >www.resenhadebolso.com.br/</a></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2015/07/09/o-brasil-no-precipicio-literario/">O Brasil no precipício literário</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>A grande arte, de Rubem Fonseca</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Literatura Policial]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2015 20:50:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[A Grande Arte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Murilo Reis &#8211; Há consenso entre críticos e leitores de que a obra de Rubem Fonseca ocupa lugar de destaque na literatura brasileira (embora ele não tenha demonstrado a mesma força de outrora em seus livros mais recentes). Seu imaginário criou personagens marcantes, sobreviventes num submundo violento habitado por policiais, criminosos, artistas, miseráveis, advogados,...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Murilo Reis</em> &#8211; Há consenso entre críticos e leitores de que a obra de Rubem Fonseca ocupa lugar de destaque na literatura brasileira (embora ele não tenha demonstrado a mesma força de outrora em seus livros mais recentes). Seu imaginário criou personagens marcantes, sobreviventes num submundo violento habitado por policiais, criminosos, artistas, miseráveis, advogados, escritores. Sua narrativa ágil tem como base a concisão da literatura policial norte-americana. Na bibliografia básica do autor, não poderia faltar A grande arte, romance publicado originalmente em 1983.</p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>Uma mulher é brutalmente assassinada. Como única pista, a letra P é riscada à faca no rosto da vítima</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>A partir daí, outros assassinatos ocorrem, despertando a atenção do advogado Paulo Mandrake. Personagem clássico na obra de Fonseca e famoso por seu cinismo e erudição, começa a investigar o caso, sendo conduzido para o centro de uma misteriosa organização criminosa.</p>
<p>Porém, Mandrake não possui a capacidade dedutiva de detetives como C. Auguste Dupin ou Sherlock Holmes. Falível, descuidado e movido pelo ódio, atrapalha investigações da polícia federal, sendo levado a uma série de caminhos sem saída que não apontam para a solução do caso. Seu fraco por mulheres não ajuda sua empreitada. Ada, Bebel, Mercedes e Lilibeth, namoradas que povoam a vida de um homem solitário, tentam trazer para si alguém insatisfeito por natureza.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ss&amp;ref=as_ss_li_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;language=pt_BR&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=B00BJNEEE0&amp;asins=B00BJNEEE0&amp;linkId=caf90902a40e1756b7878c22f13a09c4&amp;show_border=true&amp;link_opens_in_new_window=true" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe><br />
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<p>Lima Prado, Nariz de Ferro, Mateus, Rafael e Professor são criminosos anônimos, gangsteres sem glória que exercem sua violência nas sombras onde vivem os miseráveis oprimidos pelo capitalismo. Estão longe dos holofotes da imprensa e autoridades, ao contrário do que fariam Al Capone ou Charlie Luciano. Mestres que sofrem mortes violentas, porém honrosas, são enterrados como indigentes. Enfrentam aliados que viram inimigos, como Camilo Fuentes. Boliviano implacável, movido por um ódio frio, vive num país que hostiliza pessoas com aparência indígena como a sua. Travam uma silenciosa e sangrenta guerra de facas. O manejo de armas brancas é elucidado de maneira quase acadêmica.</p>
<p>Nos romances policiais de Raymond Chandler, há um único foco narrativo. Narrada por Mandrake, A grande arte sofistica o gênero com alternâncias na focalização, adicionando protagonistas, antagonistas e anti-heróis à história.</p>
<p>No aniversário de 90 anos de Rubem Fonseca, é um livro que deve ser lembrado não apenas por ser dos principais na obra do autor, mas como parte dos maiores na literatura brasileira contemporânea.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><em><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-6667 size-full" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/05/arte.jpg" alt="arte" width="182" height="276"></em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Título</strong>: A grande arte<br />
<strong>Autor</strong>: Rubem Fonseca<br />
<strong>Páginas</strong>: 304<br />
<strong>Editora</strong>: Companhia das Letras<br />
<a href="http://www.skoob.com.br/livro/2401ED3176" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Este livro no Skoob</a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SINOPSE</strong>: Apenas a letra P, traçada a ponta de faca no rosto de uma prostituta assassinada. &#8220;Não haveria impressões digitais, testemunhas, quaisquer indícios que o identificassem. Apenas sua caligrafia. &#8221; Para decifrar essa escrita perversa, o advogado Mandrake &#8211; um dos grandes personagens da literatura brasileira contemporânea &#8211; lança-se em uma frenética aventura pelo lado sombrio da metrópole, enquanto de mão em mão as facas cumprem sua faina silenciosa e mortal. Por meio de uma narrativa em que se entrelaçam a trama policial, os círculos da alta sociedade, o submundo do crime e o desejo sexual, Rubem Fonseca compõe um grande romance, tão preciso e contundente em sua arte quanto uma aguçada lâmina de aço.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><em><span style="color: #000000;"><strong>MURILO REIS</strong> &#8211; Graduado em Letras, é viciado em jornalismo, literatura, histórias em quadrinhos, cinema e música. <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://twitter.com/murilunk">Twitter</a></span></span></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100" alt="" itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/admin_literatura/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Literatura Policial</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Ana Paula Laux é jornalista e trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book “Os Maiores Detetives do Mundo” (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="saboxplugin-web "><a href="https://literaturapolicial.com/" target="_self" >literaturapolicial.com/</a></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2015/05/13/a-grande-arte-de-rubem-fonseca/">A grande arte, de Rubem Fonseca</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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		<title>Ao mestre, com carinho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mateus Baldi]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2015 18:52:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[90 anos]]></category>
		<category><![CDATA[aniversário]]></category>
		<category><![CDATA[mateus baldi]]></category>
		<category><![CDATA[Rubem Fonseca]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A primeira coisa que se deve saber sobre Rubem Fonseca é que seu nome não tem S. Não tem plural, pois ele é único, singular. Apesar disso, também é José, como muitos milhões de Zés. Esta invisibilidade na multidão permite que percamos o escritor de vista, o que muito lhe convém: ele não gosta de...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-1899 size-full" style="border:1px solid #000000;margin-top:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/10/rubem31.jpg" alt="rubem3" width="720" height="352" /></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">A primeira coisa que se deve saber sobre Rubem Fonseca é que seu nome não tem S. Não tem plural, pois ele é único, singular. Apesar disso, também é José, como muitos milhões de Zés. Esta invisibilidade na multidão permite que percamos o escritor de vista, o que muito lhe convém: ele não gosta de holofotes, jornalistas e estardalhaço. O homem tenta tocar a vida à margem, como também é conveniente para quem lida com personagens e histórias tão fronteiriços&#8230;</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">O fato é que Rubem Fonseca, Rubem ou Zé Rubem completa noventa anos hoje.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;"><br />
Em situações normais de temperatura e pressão, teríamos um feriado nacional, a esquadrilha da fumaça riscaria os céus e as crianças recitariam seus escritos nas escolas. Como se trata do Brasil e de Rubem Fonseca, não é bom alimentar essas expectativas. Gosto de imaginar que saraivadas de metralhadoras celebrarão a data nos alegres-e-agitados morros cariocas; que festivais de arremesso de anões e revoadas ilegais de balões lembrarão o seu nome; que pacatos motoristas estenderão seus passeios noturnos, retornando a seus lares com sorrisos nos rostos e para-choques lambuzados&#8230;</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Na manhã desta segunda, o aniversariante vai deixar o peso de nove décadas no apartamento e sairá pelo bairro. Caminhando anônimo, passará pela banca de jornais e fará uma careta diante da notícia de que seu Vasco empatou com o Goiás na abertura do Brasileirão. O time de São Januário tenta e não desiste, e seus torcedores insistem em chamá-lo pelo aumentativo. Rubem não é Rubão, mas também não dá mole. Poderia estar descansando e curtindo a vida, mas não. Está matando e roubando nas páginas de seus livros. Outro dia lançou mais um, e alguns críticos já torceram o nariz. Aliás, faz tempinho que parte dos resenhistas se queixa da mesmice de seus títulos, da repetição de si mesmo e por aí vai. Falta a eles também criatividade para abordar a obra recente do velho.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Não que precisem ser complacentes com o escritor, acho que ele detestaria isso. É verdade que ainda há muita reverência ao seu trabalho, mas isso deve ser igualmente enfadonho. Respeito é bom e eu gosto, poderia resmungar. Mas o condicional da frase anterior esfarela todas as minhas certezas sobre o que sente e pensa o homem que – com seus braços magrelos – ergueu catedrais de narrativa urbana e violenta. Rubem está careca de saber o que acham dele. A cabeça proeminente, habitada por populações de degredados, está escassa de fios há décadas. As taturanas que sobrevoam os olhos escapam dos óculos escuros, como se quisessem denunciar incontidas intenções ao interlocutor. A boca é um parêntese deitado, uma tabuleta “keep out” para os desavisados.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Claro que as ilações que desfilam por essas linhas esculpem um personagem que a mídia e o imaginário popular adoram cultivar. O velho escritor que foge do assédio, que observa secretamente o mundo à medida que colhe casos para seus próximos livros. O ficcionista mal humorado, que esconde uma mente perigosa e que destila no teclado sua fúria pela humanidade. Afff&#8230;</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Por comodidade ou preguiça, esse figurino veste bem o velho Rubem, mastigado pelo tempo e pela vida. É muito provável que ele cague para isso. Fui escatológico? Não o suficiente e nem com o mesmo estilo. É bem possível também que sua indiferença com a efeméride alimente a lenda, fortaleça a aura de quem só está tentando viver.<br />
Eu adoraria tê-lo como meu vizinho. Fingiria não conhecer a sua carreira brilhante quando nos cruzássemos no corredor. Trocaria alguns resmungos no boteco da esquina. Seguraria a porta do elevador para o velho. Sacanearia&#8230; Tudo para não espantar o sujeito arisco, o ilustre do bairro.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.25em;">Faz quase meio século que Rubem Fonseca é parte preciosa da literatura nacional. Não é uma nota de rodapé ou verbete; é capítulo, e que não foi concluído. O velho podia ficar na dele, mas não. Rubem Fonseca – o maior nome da literatura policial brasileira e um dos grandes expoentes do conto contemporâneo mundial &#8211; não dobra os joelhos. Pode até ser a artrite, mas é também uma vontade filha-da-puta de continuar a escrever.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-1285" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/08/roger11.png" alt="roger1" width="600" height="133" /></p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img alt='Mateus Baldi' src='https://secure.gravatar.com/avatar/5ab2f02d356b4390b0aace4586fed5c51ac3aba7447988e5f9cc90c130766040?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/5ab2f02d356b4390b0aace4586fed5c51ac3aba7447988e5f9cc90c130766040?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/mateus-baldi/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Mateus Baldi</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Nasceu em 1994. É escritor e roteirista. Fundou a plataforma literária Resenha de Bolso, foi editor de cultura da revista Poleiro e colaborador de literatura no site da Piauí.</p>
</div></div><div class="saboxplugin-web "><a href="https://www.resenhadebolso.com.br/" target="_self" >www.resenhadebolso.com.br/</a></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2015/05/11/ao-mestre-com-carinho/">Ao mestre, com carinho</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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