HH HOLMES | O primeiro serial killer dos Estados Unidos

HH HOLMES | O primeiro serial killer dos Estados Unidos

 

Ele entrou para a história como o primeiro serial killer dos Estados Unidos, HH Holmes, o monstro do Castelo dos Horrores.

Em HH Holmes: Maligno – O Psicopata da Cidade Branca, Harold Schechter conta a história do homem que muitos acreditam ter assassinado mais de 200 pessoas no final do século 19, nos Estados Unidos.

 

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SOBRE O LIVRO

Título: HH Holmes Maligno
Autor: Harold Schechter
Tradução: Eduardo Alves
Páginas: 420
Editora: Darkside Books
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SINOPSE – Os assassinos em série não são uma invenção do século XX. Na segunda metade do século XIX, um homem aterrorizou os Estados Unidos e pode ter sido responsável por centenas de mortes. Se trata de Herman Webster Mudgett, mais conhecido pelo nome de dr. Henry Howard Holmes. Em H. H. Holmes: Maligno – O assassino da cidade branca, Harold Schechter, escritor norte-americano de True Crime e especializado no estudo de assassinos em série, constrói um cuidadoso perfil do homem que, à época, foi considerado o mais pérfido dos Estados Unidos. Para angariar dinheiro e poder, e dar vazão a seus diversos golpes e truques, o ambicioso Holmes pavimentou uma trilha de horror com inúmeras vítimas, de crianças a idosos. Holmes confessou 27 assassinatos, mas muitos mais podem estar em sua conta. Ele construiu um hotel para a Feira Mundial de Chicago, evento criado para celebrar os quatrocentos anos da chegada de Colombo à América. A edificação era um labirinto de portas e alçapões, com armadilhas em diversos cômodos. Neste local, presume-se que Holmes pode ter matado um número muito grande de pessoas que iam à cidade para o evento. A crueldade calculada de construir um hotel infernal com mais de cem quartos para matar já seria suficiente para garantir o lugar de Holmes na história do crime, mas ainda há uma série de golpes, esquemas, múltiplos casamentos e mais assassinatos a sangue frio. Schechter também aborda como a história de Holmes repercutiu na imprensa do mundo todo; quando seus crimes vieram à tona, não se falava de outra coisa, sobretudo nos EUA. Com o crescimento da fama e da exposição do assassino, muito se conjecturou sobre sua figura, e crimes que não cometeu foram atribuídos a ele. Em H. H. Holmes: Maligno – O assassino da cidade branca, Schechter junta as evidências para reconstruir a história desse infame criminoso, sem deixar de explorar as demais narrativas sobre ele.