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	<title>Arquivos galveston -</title>
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	<description>O melhor portal sobre suspense e mistério!</description>
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	<title>Arquivos galveston -</title>
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		<title>TOP 10 – Dez romances policiais de 2015</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Dec 2015 13:46:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[a garota na teia de aranha]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>RETROSPECTIVA &#8211; A safra de 2015 não foi tão farta, mas teve frutos memoráveis. Houve boas estreias, grandes retornos e a certeza de que histórias de crime e suspense resistem a dificuldades econômicas, terremotos políticos e baixo astral. Foi um ano difícil para o mercado editorial e para a literatura de uma forma geral. Mas...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>RETROSPECTIVA</em> &#8211; A safra de 2015 não foi tão farta, mas teve frutos memoráveis. Houve boas estreias, grandes retornos e a certeza de que histórias de crime e suspense resistem a dificuldades econômicas, terremotos políticos e baixo astral. <a href="http://www.vortexcultural.com.br/literatura/2015-foi-um-ano-dificil-para-a-literatura/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Foi um ano difícil</a> para o mercado editorial e para a literatura de uma forma geral. Mas como dizia o tenaz Nietzsche, aquilo que não nos mata, nos torna mais fortes. Sigamos firmes para 2016!</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>NACIONAIS</strong></h2>
<h4>Pssica, por Edyr Augusto<br />
<iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ac&amp;ref=qf_sp_asin_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=B017EWED4A&amp;asins=B017EWED4A&amp;linkId=b4f7f96f2a4d4bb95947f4633d373e46&amp;show_border=false&amp;link_opens_in_new_window=true&amp;price_color=333333&amp;title_color=0066c0&amp;bg_color=ffffff" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"><br />
</iframe></h4>
<p style="text-align: justify;">É um erro&nbsp;pensar que a literatura policial brasileira está toda concentrada no centro-sul do país. Livros e autores surgem em todas as regiões, e &#8220;Pssica&#8221; é o exemplo mais bem acabado do ano. &nbsp;Vem do Pará, de um autor mais celebrado na França que em terras nacionais e sequer tem 100 páginas! Deixe tudo isso de lado e mergulhe no universo insalubre, perverso e vertiginoso que Edyr Augusto nos apresenta. Tráfico de mulheres brancas, pedofilia, pirataria em rios, tiros, mutilações, drogas e a realidade gritante que insistimos em ignorar. Destaque para o estilo telegráfico e contundente desse escritor maduro e consolidado.&nbsp;<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://literaturapolicial.com/2015/09/21/pssica-de-edyr-augusto-quando-bye-bye-brasil-encontra-com-cidade-de-deus/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Leia a resenha</a></span></p>
<h4>&nbsp;</h4>
<h4>Que fim levou Juliana Klein, por Marcos Peres<br />
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</iframe></h4>
<p>Marcos Peres chamou a atenção dos leitores e da crítica logo com o primeiro livro. &#8220;O evangelho segundo Hitler&#8221; ganhou o Prêmio SESC de Literatura de 2012/2013 e o Prêmio São Paulo de Literatura em 2014, e logo veio o segundo livro, um romance policial nada convencional ambientado em Curitiba. Em &#8220;Que fim levou Juliana Klein&#8221;, Peres&nbsp;mescla diálogos bem elaborados, trama requintada e um mistério nebuloso conectando duas famílias acadêmicas rivais. O detetive da vez é o delegado Irineu de Freitas.&nbsp;<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://literaturapolicial.com/2015/08/19/que-fim-levou-juliana-klein-romance-policial-de-marcos-peres/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Leia a resenha</a></span></p>
<h4>&nbsp;</h4>
<h4>Colega de quarto, por Victor Bonini</h4>
<p><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ac&amp;ref=qf_sp_asin_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=8562409502&amp;asins=8562409502&amp;linkId=b0ae9fbd9e53a51778db209c9a165627&amp;show_border=false&amp;link_opens_in_new_window=true&amp;price_color=333333&amp;title_color=0066c0&amp;bg_color=ffffff" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"><br />
</iframe></p>
<p>Romance policial de estreia do jornalista Victor Bonini, &#8220;Colega de Quarto&#8221; nos apresenta o advogado-detetive&nbsp;Conrado Bardelli, um homem&nbsp;farto das causas de divórcio e que encara a inusitada investigação de um colega de quarto invisível. Na teia de possibilidades apresentadas, Bonini trabalha com uma cadeia de personagens levemente ambíguos e dá especial atenção aos detalhes, uma dica que fará diferença para os leitores mais atentos. <a href="https://literaturapolicial.com/2015/09/18/colega-de-quarto-e-a-estreia-de-victor-bonini-no-genero-policial/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color: #0000ff;">Leia a resenha</span></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>A pedido do embaixador, por Fernando Perdigão</h4>
<p><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ac&amp;ref=qf_sp_asin_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=B012BLZUNW&amp;asins=B012BLZUNW&amp;linkId=de73e0e2e7d7eec09a1689dd25cfee92&amp;show_border=false&amp;link_opens_in_new_window=true&amp;price_color=333333&amp;title_color=0066c0&amp;bg_color=ffffff" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"><br />
</iframe></p>
<p>Existem personagens que amamos odiar. É o caso do detetive Andrade, apresentado nesse romance de estreia de Fernando Perdigão. Sujeito truculento, racista, homofóbico e preconceituoso, ele desfila olimpicamente pelas ruas do Rio de Janeiro com a comissária Lurdes a tiracolo. Quer limpar a cidade da escória, e o assassinato de um empresário do turismo gay que se envolveu com um embaixador também gay é uma ótima oportunidade. Destaque para os diálogos muitíssimo bem escritos e pelo humor que nos faz rir envergonhadamente.&nbsp;<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://literaturapolicial.com/2015/12/14/10547/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Leia&nbsp;a resenha</a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Missão Pré-Sal 2025, por Vivianne Geber</h4>
<p><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ac&amp;ref=qf_sp_asin_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=B011J7YY8Q&amp;asins=B011J7YY8Q&amp;linkId=91c32b46e9246f9bf873e418aff876fe&amp;show_border=false&amp;link_opens_in_new_window=true&amp;price_color=333333&amp;title_color=0066c0&amp;bg_color=ffffff" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"><br />
</iframe></p>
<p style="text-align: justify;">Um thriller&nbsp;de espionagem bem construído e com diálogos dinâmicos&nbsp;é o livro de estreia de&nbsp;Vivianne Geber.&nbsp;Em &#8220;Missão Pré-Sal 2025&#8221;, o&nbsp;protagonista é o oficial Rodrigo Ruppel, um comandante da Marinha escolhido para viajar até Londres e recuperar um importante projeto roubado das forças armadas. Vivianne&nbsp;tem autoridade para escrever sobre o tema que escolheu, já que é militar há 17 anos e presta assessoria jurídica para a Marinha do Brasil.&nbsp;<a style="color: #0000ff;" href="https://literaturapolicial.com/2015/10/08/um-romance-de-espionagem-brasileiro/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Leia&nbsp;a resenha</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>&nbsp;</h2>
<h2><strong>ESTRANGEIROS</strong></h2>
<h4>A garota no trem, por Paula Hawkins</h4>
<p><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ac&amp;ref=qf_sp_asin_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=8501104655&amp;asins=8501104655&amp;linkId=b214afe86bf15fdd0293eb6bcb487c38&amp;show_border=false&amp;link_opens_in_new_window=true&amp;price_color=333333&amp;title_color=0066c0&amp;bg_color=ffffff" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"><br />
</iframe></p>
<p>Viciante é um bom adjetivo para “A Garota no Trem”, o thriller de suspense mega comentado de Paula Hawkins e lançado no Brasil pela Editora Record.&nbsp;A trama tem um verniz hitchcockiano e é narrada por três mulheres em tempos distintos.&nbsp;O modo como Paula Hawkins conecta os capítulos e literalmente sequestra o leitor é o ponto forte do livro. Com uma premissa aparentemente simples e nem tão original, ela criou um véu de suspense e imprimiu um ritmo progressivo e alucinante à leitura, deixando qualquer um ansioso pra chegar no final.&nbsp;<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://literaturapolicial.com/2015/10/19/a-janela-indiscreta-de-paula-hawkins/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Leia a resenha</a></span></p>
<h4>&nbsp;</h4>
<h4>Zulu, por Caryl Férey</h4>
<p><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ac&amp;ref=qf_sp_asin_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=B0161X2BMO&amp;asins=B0161X2BMO&amp;linkId=debc0ad4b6373eda5580d550cf8ad01c&amp;show_border=false&amp;link_opens_in_new_window=true&amp;price_color=333333&amp;title_color=0066c0&amp;bg_color=ffffff" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"><br />
</iframe></p>
<p>Quantos romances policiais você já leu sobre a África ou tendo aquele continente como cenário? Não precisa responder. Você precisa é conhecer a África do Sul&nbsp;ao lado dos detetives Ali Neuman e Brian Epkeen, que investigam uma série de assassinatos de mulheres brancas em meio à chegada ao mercado de uma nova droga sintética. Junte a isso disputas tribais inacabadas, feridas não cicatrizadas da segregação racial e um país que quer provar ao mundo que pode sediar o maior evento esportivo do planeta, a Copa do Mundo de Futebol.&nbsp;<a href="https://literaturapolicial.com/2015/08/31/resenha-zulu-de-caryl-ferey/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color: #0000ff;">Leia a resenha</span></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Galveston, por Nic Pizzolatto</h4>
<p><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ac&amp;ref=qf_sp_asin_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=8580576504&amp;asins=8580576504&amp;linkId=67be7098c72b15bd371f768d4b4c727b&amp;show_border=false&amp;link_opens_in_new_window=true&amp;price_color=333333&amp;title_color=0066c0&amp;bg_color=ffffff" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"><br />
</iframe></p>
<p>Quando anunciaram que o criador da série televisiva True Detective publicaria seu romance de estreia, houve grande expectativa. E ela não foi frustrada. Nic Pizzolatto nos dá uma carona ao lado de um personagem talhado a se ferrar. Diagnosticado com câncer terminal, marcado para morrer por gângsteres e tendo &#8220;roubado&#8221; uma testemunha-chave de outros crimes, ele não se dá por vencido. É um típico noir, com brutalidade e rispidez. Seguimos com Roy Cady&nbsp;até o litoral do Texas e ninguém perde a viagem&#8230;&nbsp;<a href="https://literaturapolicial.com/2015/08/10/galveston-de-nic-pizzolatto/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color: #0000ff;">Leia a resenha</span></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Hereges, por Leonardo Padura</h4>
<p><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ac&amp;ref=qf_sp_asin_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=8575594478&amp;asins=8575594478&amp;linkId=0ff5e36ebfb8bf8e09278819b2015ace&amp;show_border=false&amp;link_opens_in_new_window=true&amp;price_color=333333&amp;title_color=0066c0&amp;bg_color=ffffff" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"><br />
</iframe></p>
<p>Mario Conde está de volta, mas como já nos confidenciou seu criador, não se trata de mais uma aventura de Mario Conde, mas COM Mario Conde. Neste monumental trabalho, Leonardo Padura oferece ao leitor novela&nbsp;policial, romance histórico e crítica social. Faz com que sigamos as pistas de um quadro de Rembrandt de 350 anos e desaparecido em Cuba para encontrarmos sentidos para a palavra liberdade. Não é qualquer coisa&#8230; Para mentes curiosas e corações abertos.&nbsp;<a href="https://literaturapolicial.com/2015/11/11/leonardo-padura-e-o-elogio-a-heresia-nossa-de-cada-dia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color: #0000ff;">Leia a resenha</span></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>A garota na teia de aranha, por David Lagercrantz</h4>
<p><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ac&amp;ref=qf_sp_asin_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=8535926100&amp;asins=8535926100&amp;linkId=2d6bb898c3c8d3bc4791c335eae39e4d&amp;show_border=false&amp;link_opens_in_new_window=true&amp;price_color=333333&amp;title_color=0066c0&amp;bg_color=ffffff" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"><br />
</iframe></p>
<p>Certamente o lançamento mais comentado do ano, &#8220;A garota na teia de aranha&#8221; é a sequência da popularíssima série Millennium. Criada pelo sueco Stieg Larsson, morto&nbsp;em 2004 antes de ver o primeiro livro lançado, o volume 4 foi igualmente escrito por um jornalista sueco, dessa vez David Lagercrantz. Com a retomada da série, antigos admiradores puderam reencontrar o &#8220;universo Millennium&#8221; e novos leitores foram apresentados ao mundo de&nbsp;Lisbeth Salander, uma das heroínas mais amadas&nbsp;da literatura.&nbsp;Leia as resenhas que publicamos para este livro: <a href="https://literaturapolicial.com/2015/11/20/a-garota-na-teia-de-aranha-de-david-lagercrantz/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">1</a> e <a href="https://literaturapolicial.com/2015/09/02/resenha-a-garota-na-teia-de-aranha-de-david-lagercrantz/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">2</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-3382" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/12/chrislauxx.png" alt="chrislauxx" width="600" height="133"></p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100" alt="" itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2015/12/28/top-10-dez-romances-policiais-de-2015/">TOP 10 – Dez romances policiais de 2015</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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			</item>
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		<title>Pizzolatto não poupa o público em Galveston</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2015/08/10/galveston-de-nic-pizzolatto/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Rogerio Christofoletti]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Aug 2015 14:29:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[resenha]]></category>
		<category><![CDATA[séries de tv]]></category>
		<category><![CDATA[colunista]]></category>
		<category><![CDATA[editora intrínseca]]></category>
		<category><![CDATA[galveston]]></category>
		<category><![CDATA[Nic Pizzolatto]]></category>
		<category><![CDATA[rogério christofoletti]]></category>
		<category><![CDATA[True Detective]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Rogério Christofoletti &#8211; Romances policiais não são os melhores lugares para se buscar esperança. Por lá, as pessoas são mortas, traídas, barbarizadas, e o crime parece ser o grande motor que faz o mundo girar. Bem, talvez na vida aconteça o mesmo, mas ancoramos nossas esperanças na certeza de que o mal que enxergamos...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Rogério Christofoletti</em> &#8211; Romances policiais não são os melhores lugares para se buscar esperança. Por lá, as pessoas são mortas, traídas, barbarizadas, e o crime parece ser o grande motor que faz o mundo girar. Bem, talvez na vida aconteça o mesmo, mas ancoramos nossas esperanças na certeza de que o mal que enxergamos nos romances policiais fique exilado naquele terreno baldio da literatura. Isso nos dá algum alento e seguimos vivendo.</p>
<p>Mas por que essa ladainha pseudo-filosófica no início desta resenha? Afinal, Galveston não é nenhum tratado sobre a moralidade humana e talvez até se possa duvidar de sua condição como romance policial. Bem, a natureza da minha preocupação está no fato de que, com Galveston, Nic Pizzolatto (Editora Intrínseca) nos oferece uma chance preciosa para pensarmos o bem e o mal numa perspectiva bastante crua. Não se trata de realismo, mas talvez de um certo derrotismo. O que pode nos levar a um cinismo perigoso, quase niilismo, aquela tentação de não acreditar em nada, e com isso, permitir que tudo se faça.&nbsp;Mas vamos com calma.</p>
<p>Pra começo de conversa, estamos tratando de um elogiado e premiado livro de estreia deste que vem sendo aclamado por público e pela crítica como um nome promissor da narrativa policial. Se você não ligou o nome à pessoa, <a href="https://literaturapolicial.com/2017/12/27/o-que-sabemos-sobre-a-terceira-temporada-de-true-detective/" target="_blank" rel="noopener">Nic Pizzolatto é o criador e roteirista da série True Detective, da HBO</a>. Em suas primeiras duas temporadas, a atração chamou a atenção ao apresentar duplas de investigadores desajustados, perversidade nas cenas dos crimes, crueza nos diálogos e nenhuma falsa esperança. Pizzolatto não poupa o público e não doura pílulas. Se for para levar um soco na boca do estômago, que assim seja.</p>
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<p style="text-align: center;"><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ac&amp;ref=qf_sp_asin_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=8580576504&amp;asins=8580576504&amp;linkId=88936cd17a767c964abe1baea3200678&amp;show_border=false&amp;link_opens_in_new_window=true&amp;price_color=333333&amp;title_color=0066c0&amp;bg_color=ffffff" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"><br />
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Em Galveston, reconhecemos essa mesma disposição, o que me parece uma tremenda demonstração de respeito com o leitor. A ideia é simples. Roy Cady é um capanga que escapa de uma emboscada armada pelo próprio chefe. Daquele banho de sangue, arrasta consigo uma jovem prostituta, e juntos, fogem de New Orleans para Galveston, no litoral do Texas. Passam por bares imundos, hotéis decadentes, estradas cheias de sujeira e perigo. Encontram escroques de todo tipo e se metem em encrencas, enquanto tentam fugir de uma certeza: virão atrás de Roy para terminar o serviço.</p>
<p>As páginas avançam e o leitor percebe que ali ninguém presta mesmo. Ninguém. As vidas são cheias de fracassos, abandonos, perdas e danos. Todos carregam seus cadáveres, e todos querem sobreviver, mesmo que seja à base de cotoveladas. Isso cria um clima permanente de tensão, que o autor alimenta na medida certa. Para isso, a narrativa oscila entre o presente e vinte anos atrás, com maestria, sem tropeços. Como isso se dá de forma alternada nas seções do livro, o leitor vai se preparando para retornar ou avançar no tempo, o que lhe garante uma falsa sensação de controle da situação. Nada. Em qualquer um deles emergem das páginas as facetas carcomidas de uma realidade que não deveria se sustentar, não se tivesse um pinguinho de dignidade. Nada ali dura muito. Os personagens parecem não ter medo de perder o que têm, talvez porque sequer percebam o que trazem consigo e que poderiam considerar conquistas.</p>
<p>Roy é um tipo estranho, pouco confiável. É alto, cabelos compridos, chapelão e botas de caubói. Os caras do bando até o apelidaram de Big Country por causa desse jeitão caipira. É durão, castigado pela vida e que não espera ir muito longe. Seus pulmões estão sendo devorados por um câncer e o mundo não é nem um pouco gentil com ele. Apesar disso, tem lá no fundo, no fundo mesmo, seus valores. O leitor fica ao seu lado o tempo todo, mesmo quando ele pratica os atos mais desprezíveis e injustificados. Mesmo quando marcha decidido para o abismo. Mas que raio de herói é este?</p>
<p>Os puristas poderão contra-argumentar: se em Galveston todos ou quase todos são bandidos, se não temos um detetive clássico tentando fazer justiça, e se Roy foge da verdade sobre os motivos da sua armadilha quase mortal, não temos aqui um romance policial. Cadê a investigação?</p>
<p>Mas Nic Pizzolatto alcança seus resultados tomando caminhos insondáveis. Coloca uma fauna abjeta num habitat insalubre, cercada de condições de disputa pela sobrevivência. O oposição ancestral está lá. Mas o bem e o mal se apresentam igualmente lambuzados de graxa. Aos poucos, as atitudes dos personagens é que vão desmanchando essa opacidade. É assim que entrevemos um fiapo de esperança, que não chega a ser uma capacidade de redenção, mas já é alguma coisa.</p>
<p>Reviravoltas na trama, violência, um homem enfrentando seus demônios internos, um final eletrizante. Sim, temos uma trama policial em mãos, do tipo brutal, crua, hardboiled. Há muita testosterona no ar. A poeira cobre os móveis. O uísque desce rascante na garganta. O cigarro amarela os dentes e os nós dos dedos. O cinismo dá as cartas, e o niilismo tenta espiar quem está com as mãos mais cheias. Descansar em paz é apenas para quem abotoa o paletó? Olha, você sabe desde as primeiras páginas que “Galveston” não vai terminar bem. Mas talvez o furacão que se aproxima da cidade sopre frescor em nosso rosto, afastando para longe essas eternas certezas.</p>
<p style="text-align: justify;"><img decoding="async" class="alignnone wp-image-9406 size-full" style="margin-top: 30px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/10/star3.png" alt="star3" width="75" height="22"></p>
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<strong>Autor</strong>: Nic Pizzolatto<br />
<strong>Editora</strong>: Intrínseca<br />
<strong>Páginas</strong>: 240<br />
<strong>Ano</strong>: 2015<br />
<a href="http://www.skoob.com.br/galveston-451665ed511657.html" target="_blank" rel="noopener"> Este livro no Skoob</a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SINOPSE</strong> &#8211;&nbsp;No mesmo dia em que é diagnosticado com uma doença terminal, Roy Cady pressente que o chefe, um agiota e dono de bar que é o mandachuva em Nova Orleans, quer vê-lo morto. Conhecido entre os membros da gangue pelo nada afetuoso apelido de Big Country, por causa do cabelo comprido e das botas de caubói, Roy desconfia de que o serviço de rotina para o qual foi enviado possa ser uma emboscada. E de fato é. Mas consegue inverter os papéis e, após um banho de sangue, escapa ileso.&nbsp;Além de Roy, só há mais uma pessoa viva no local, uma mulher, e num ato impensado ele aponta uma arma para a cabeça dela e a leva consigo na fuga em direção à cidade de Galveston – uma decisão imprudente e sem volta. A mulher, uma prostituta de 18 anos chamada Rocky, é jovem demais, durona demais, sexy demais – e certamente trará para Roy problemas demais.&nbsp;Alternando passado e presente com fluidez e inteligência,&nbsp;<i>Galveston&nbsp;</i>é um romance brutal e envolvente. Uma narrativa ágil, permeada de diálogos marcantes e construída com o máximo de tensão, prova do inegável talento literário de Nic Pizzolatto.</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img alt='Rogerio Christofoletti' src='https://secure.gravatar.com/avatar/87f28085d29f672a5c343e268eeb037a666688496455d0254804e2942865a66b?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/87f28085d29f672a5c343e268eeb037a666688496455d0254804e2942865a66b?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/monitorando/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Rogerio Christofoletti</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista, dramaturgo e professor universitário. Já publicou 12 livros na área acadêmica e escreveu oito peças de teatro. É um dos autores do e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx).</p>
</div></div><div class="saboxplugin-web "><a href="http://christofoletti.com/" target="_self" >christofoletti.com/</a></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2015/08/10/galveston-de-nic-pizzolatto/">Pizzolatto não poupa o público em Galveston</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
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