<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos parceria -</title>
	<atom:link href="https://literaturapolicial.com/tag/parceria/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link></link>
	<description>O melhor portal sobre suspense e mistério!</description>
	<lastBuildDate>Mon, 01 Jun 2020 17:07:32 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.1.3</generator>

<image>
	<url>https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2020/12/cropped-33333782_2030838226987324_246982996299612160_n-2-32x32.jpg</url>
	<title>Arquivos parceria -</title>
	<link></link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Senta que lá vem história mágica e sombria, por Neil Gaiman e Al Sarrantonio</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2020/01/17/senta-que-la-vem-historia-magica-e-sombria-por-neil-gaiman-e-al-sarrantonio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jan 2020 16:48:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[destaques]]></category>
		<category><![CDATA[literatura fantástica]]></category>
		<category><![CDATA[resenha]]></category>
		<category><![CDATA[youtube]]></category>
		<category><![CDATA[Al Sarrantonio]]></category>
		<category><![CDATA[darkside books]]></category>
		<category><![CDATA[joe hill]]></category>
		<category><![CDATA[neil gaiman]]></category>
		<category><![CDATA[parceria]]></category>
		<category><![CDATA[seres mágicos e histórias sombrias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://literaturapolicial.com/?p=39025</guid>

					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Ana Paula Laux &#8211; Seres Mágicos &#38; Histórias Sombrias é uma coletânea de contos organizada por Neil Gaiman e Al Sarrantonio, com tradução de Regiane Winarski e publicação da Darkside Books. Esse foi um livro que queria muito ler. Me interesso bastante pelo trabalho do Neil Gaiman, foi com ele que aprendi, pode-se...</p>
<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2020/01/17/senta-que-la-vem-historia-magica-e-sombria-por-neil-gaiman-e-al-sarrantonio/">Senta que lá vem história mágica e sombria, por Neil Gaiman e Al Sarrantonio</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por Ana Paula Laux</em> &#8211; Seres Mágicos &amp; Histórias Sombrias é uma coletânea de contos organizada por Neil Gaiman e Al Sarrantonio, com tradução de Regiane Winarski e publicação da Darkside Books. Esse foi um livro que queria muito ler. Me interesso bastante pelo trabalho do Neil Gaiman, foi com ele que aprendi, pode-se assim dizer, a gostar de literatura fantástica, depois de ler o ótimo <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://literaturapolicial.com/2017/01/05/lugar-nenhum-de-neil-gaiman/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Lugar Nenhum</a></span>.</p>
<p>Um ponto positivo de Seres Mágicos é a variedade de autores da seleção, alguns muito conhecidos dos leitores e outros nem tanto. Há alguns contos ótimos, outros medianos e outros meio arrastados, mas no balanço geral algumas histórias ganham vida própria na imaginação do leitor.</p>
<p>O livro tem vinte e sete contos dos seguintes autores: Neil Gaiman, Roddy Doyle, Joyce Carol Oates, Joanne Harris, Michael Marshall Smith, Joe R. Lansdale, Walter Mosley, Richard Adams, Jody Picoult, Michael Swanwick, Peter Straub, Lawrence Block, Jeffrey Ford, Chuck Palahniuk, Diana Wynne Jones, Stewart O’Nan, Gene Wolfe, Carolyn Parkhurst, Kat Howard, Jonathan Carroll, Jeffery Deaver, Tim Powers, Al Sarrantonio, Kurt Andersen, Michael Moorcock, Elizabeth Hand e Joe Hill.</p><div id="liter-1982115354" class="liter-adsense-artigos-placement liter-entity-placement" role="region" aria-label="Anúncios"><script async src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js?client=ca-pub-6441623549039847" crossorigin="anonymous"></script><insclass="adsbygoogle" style="display:block;" data-ad-client="ca-pub-6441623549039847" data-ad-slot="" data-ad-format="auto"></ins>
<script> 
(adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({}); 
</script>
</div>
<p>Meu conto favorito foi “As estrelas estão caindo”, de um autor que não conhecia ainda, Joe R. Lansdale, um texano que é conhecido pela série de mistério Hap &amp; Leonard. O conto é sobre um homem dado como morto na guerra, mas que volta para casa e encontra outra realidade para lidar, uma família (e uma existência) que não mais reconhece, além de carregar consigo as lembranças traumáticas da guerra. É poético, bem escrito e tem um ótimo final.</p>
<p>O conto de Neil Gaiman é também muito bom, tem um tom místico e muda de rumo na metade, ao passo que autor vai liberando informações novas. “A verdade é uma caverna nas Montanhas Negras” mostra um homem em busca de uma caverna dita mágica, e a viagem emocional que ele faz até chegar ao lugar ao lado de um guia. Uma frase que eu gostei muito dessa história foi:</p>
<p style="padding-left: 80px;">[su_quote]“Às vezes eu acho que a verdade é um lugar. Na minha mente, é como uma cidade: pode haver cem estradas, mil caminhos, todos que acabam levando ao mesmo lugar. Não importa de onde você vem. Se você anda na direção da verdade, vai chegar a ela pelo caminho que escolher.”[/su_quote]</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-39037" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2020/01/IMG_4538.jpg" alt="" width="700" height="510" srcset="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2020/01/IMG_4538.jpg 700w, https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2020/01/IMG_4538-300x219.jpg 300w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-39038" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2020/01/IMG_4544.jpg" alt="" width="937" height="700" srcset="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2020/01/IMG_4544.jpg 937w, https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2020/01/IMG_4544-300x224.jpg 300w, https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2020/01/IMG_4544-768x574.jpg 768w" sizes="(max-width: 937px) 100vw, 937px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Conheço Jeffery Deaver apenas pelo famoso O Colecionador de Ossos. Aqui ele escreveu “Terapeuta”, a história de um psicólogo que tenta salvar as pessoas de “espectros malignos”. O conto é bem conduzido, tem um grande momento de surpresa e um final razoável. É mistura de suspense e sobrenatural.</p>
<p>Lawrence Block escreveu “Pegar e soltar”, conto sobre um serial killer que gosta de “pescar” vítimas, ou seja, matar mulheres que “mordiam sua isca”. Gostei da história ao ponto de comentar no Twitter e o Block, bastante presente nas redes sociais, respondeu o tweet em português!</p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p dir="ltr" lang="pt">Bons conselhos em qualquer idioma! <a href="https://t.co/WNV6da6LkH">https://t.co/WNV6da6LkH</a> <a href="https://t.co/LAEp4uM0X3">https://t.co/LAEp4uM0X3</a></p>
<p>— Lawrence Block (@LawrenceBlock) <a href="https://twitter.com/LawrenceBlock/status/1216418390132363264?ref_src=twsrc%5Etfw">January 12, 2020</a></p></blockquote>
<p><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Outro bom conto é o de Joyce Carol Oates, autora que já tinha ouvido falar bastante mas nunca li nada até agora. Figuras Fósseis traça o paralelo entre a vida de gêmeos, dois homens fisicamente e emocionalmente diferentes, principalmente no que se refere ao caráter. A reflexão é sobre como eles conduziram suas vidas e o que realmente importa quando se chega no fim.</p>
<p>Walter Mosley é o romancista norte-americano que criou o detetive Easy Rawlins e que, em 2019, <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://literaturapolicial.com/2019/04/26/divulgados-os-vencedores-do-premio-edgar-awards-2019/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">ganhou o prêmio de maior prestígio na literatura policial, o Edgar Award</a></span>, pelo livro Down the River Unto the Sea, ainda inédito no Brasil. Esse prêmio foi importante porque são poucos os autores negros premiados pela literatura policial e de crime nos Estados Unidos. Ele, ao lado da <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://literaturapolicial.com/2018/04/27/confira-os-vencedores-do-edgar-awards-2018/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Attica Locke, que ganhou o Prêmio Edgar em 2018</a></span>, são duas referências atuais para além de Chester Himes por exemplo, morto em 1984.</p>
<p>O conto de Mosley se chama “Juvenal Nyx”, cujo protagonista é uma espécie de vampiro solitário que passa dias (ou noites) caçando vítimas e redescobrindo como se relacionar com o mundo, com o amor e consigo próprio. É também existencialista, melancólico, a história não tão atraente mas bem escrita ao ponto de prender a atenção na leitura.</p>
<p><em>O som mais alto do mundo é a ausência de uma criança</em>. É assim que Jodi Picoult começa seu conto, Pesos e Medidas, que trata da morte de uma criança e de como os pais lidam com esse luto. É triste, doído e muito sensível.</p>
<p>Há histórias que, como citei no início, achei arrastadas. A de Joe Hill é uma delas, o último conto da coletânea e que inclusive nem aparece no sumário ilustrado. “O diabo na escada” é uma fábula sobre um homem que sucumbe à maldade nesse pequeno lugar na Itália onde nuvens se misturam às ruas e as escadas são como rumos que podem ser tomados na vida. Talvez por ser simbólica demais – a metáfora da metáfora da metáfora -, ou porque as expectativas com relação a Hill fossem altas, talvez tudo isso tenha tornado a leitura decepcionante.</p>
<p>“Histórias”, de Michael Moorcock, se perde desde o início. Não é um conto fantástico nem de suspense, mas um relato cansativo (11 páginas) sobre um suicida e os passos que deu na vida, amigos, trabalho. O autor é editor da revista New World e, como diz na biografia dele, ajudou a promover o movimento new wave na ficção científica.</p>
<p>Entre os outros 18 contos, tem o do Chuck Palahniuk que é louco e engraçado (um homem toma ácido e vai participar de um programa de prêmios na TV), tem Peter Straub com “Mallon, o guru”, que eu esperava mais mas é OK, tem o divertido “O diário de Samantha”, de Diana Wynne Jones, que peca apenas no final, e “O culto do nariz”, de Al Sarrantonio, mediano e bastante bizarro.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ss&amp;ref=as_ss_li_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=8594540973&amp;asins=8594540973&amp;linkId=3c2722c3c0bcad48fe803aa03080713b&amp;show_border=true&amp;link_opens_in_new_window=true" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>Seres Mágicos &amp; Histórias Sombrias é uma porta de entrada para o trabalho de uma variedade de autores, bom principalmente para fãs de literatura fantástica. São 448 páginas, o livro vem com capa dura e a edição da Darkside Books ficou caprichada, com ilustrações do pintor e escultor texano Jason Limon. Como diz Neil Gaiman, a magia da ficção é pegar as palavras e utilizá-las para construir novos mundos. E aqui a gente encontra vários.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>* Exemplar enviado pela Darkside Books.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>SOBRE O LIVRO</h4>
<p><a href="https://www.amazon.com.br/Seres-M%C3%A1gicos-Hist%C3%B3rias-Sombrias-Gaiman/dp/8594540973/ref=as_li_ss_il?__mk_pt_BR=%C3%85M%C3%85%C5%BD%C3%95%C3%91&amp;keywords=Seres+M%C3%A1gicos+&amp;+Hist%C3%B3rias+Sombrias&amp;qid=1579046838&amp;sr=8-1&amp;linkCode=li3&amp;tag=literaturapol-20&amp;linkId=d50204399bb3b384bfd68c61df8f805a" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img decoding="async" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?_encoding=UTF8&amp;ASIN=8594540973&amp;Format=_SL250_&amp;ID=AsinImage&amp;MarketPlace=BR&amp;ServiceVersion=20070822&amp;WS=1&amp;tag=literaturapol-20" border="0" /></a><img decoding="async" style="border: none !important; margin: 0px !important;" src="https://ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;l=li3&amp;o=33&amp;a=8594540973" alt="" width="1" height="1" border="0" /></p>
<p><strong>Título</strong>: Seres Mágicos &amp; Histórias Sombrias<br />
<strong>Organizadores</strong>: Neil Gaiman e Al Sarrantonio<br />
<strong>Tradução</strong>: Regiane Winarski<br />
<strong>Páginas</strong>: 448<br />
<strong>Editora</strong>: Darkside Books<br />
<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/36V66ZQ" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Compre o livro</a></span></p>
<p>SINOPSE &#8211; As melhores histórias são poderosas o suficiente para fazer com que o leitor continue virando as páginas, ávido para obter respostas para a pergunta que move todos os curiosos: “o que aconteceu depois?”. É uma conexão que vai muito além das restrições de gênero literário; no fim, o que importa são as histórias, e se elas são capazes de desprender o leitor da realidade para fazê-lo simplesmente imaginar. É com essa certeza inspiradora que Seres Mágicos &amp; Histórias Sombrias começa. Neil Gaiman, autor de Deuses Americanos, Coraline e Sandman, se uniu ao escritor de terror e ficção científica Al Sarrantonio para editar uma antologia especialmente sombria e mágica para leitores curiosos que gostam de sonhar. Eles sabem que os escritores são os criadores de um portal mágico capaz de sugar cada um de nós para seus universos particulares, e moldam mundos onde as palavras se tornam uma paleta de cores únicas capazes de ganhar vida em nossos corações, sonhos e pesadelos. Com 27 histórias que expandem e redefinem a ficção imaginativa, Seres Mágicos &amp; Histórias Sombrias reúne Joyce Carol Oates, Joe R. Lansdale, Jodi Picoult, Peter Straub, Chuck Palahniuk, Jeffery Deaver, Joe Hill e outros inúmeros autores renomados que toparam o desafio de transcender todo e qualquer limite ao darem vida a seus personagens e histórias de maneira afiada e intensa, cada um à sua maneira. Em “O Diabo na Escada”, Joe Hill conta a história perturbadora de um homem e seu declínio ao mal. “A Verdade é uma Caverna nas Montanhas Negras”, de Neil Gaiman, é um conto gelado e folclórico com um desfecho inesperado. “Figuras Fósseis”, de Joyce Carol Oates, narra o implacável e poderoso elo entre irmãos gêmeos. “As Estrelas Estão Caindo”, de Joe R. Lansdale, reflete sobre as mudanças na vida de um soldado da Primeira Guerra Mundial que volta para casa depois de passar anos afastado de quem ama. Em “Perdedor”, Chuck Palahniuk apresenta a história do membro de uma fraternidade que participa de um programa de tv durante uma viagem de ácido. De Carolyn Parkhurst, “Indisposta” é narrado por uma mulher de idade que recorda a relação tóxica com sua irmã. Estes são apenas alguns exemplos dos tesouros escondidos nas páginas deste livro. Mas a experiência de ler Seres Mágicos &amp; Histórias Sombrias vai muito além disso: o livro é um verdadeiro compêndio com contos para todos os gostos e autores queridos para conhecer e revisitar. Para tornar a edição da DarkSide® Books ainda mais especial, o artista norte-americano Jason Limon emprestou seu singular talento para conectar a delicadeza e magia das palavras do livro em uma imagem poderosa. O resultado é uma edição única no mundo, feita de fã para fã, com capa dura e detalhes extraordinários. Em seu texto de abertura, Neil Gaiman ainda escreve que a magia da ficção é pegar as palavras e utilizá-las para construir novos mundos. E se viajar aumenta nossos horizontes, os destinos de Seres Mágicos &amp; Histórias Sombrias ― e o reino sem fronteiras da ficção imaginativa ― vão transformar sua visão de mundo.</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100" alt="" itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2020/01/17/senta-que-la-vem-historia-magica-e-sombria-por-neil-gaiman-e-al-sarrantonio/">Senta que lá vem história mágica e sombria, por Neil Gaiman e Al Sarrantonio</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A Garota no Gelo, de Robert Bryndza</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2017/01/04/a-garota-no-gelo-de-robert-bryndza/</link>
					<comments>https://literaturapolicial.com/2017/01/04/a-garota-no-gelo-de-robert-bryndza/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Padrini]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Jan 2017 12:06:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[resenha]]></category>
		<category><![CDATA[a garota no gelo]]></category>
		<category><![CDATA[coluna]]></category>
		<category><![CDATA[colunista]]></category>
		<category><![CDATA[editora gutenberg]]></category>
		<category><![CDATA[Erika Foster]]></category>
		<category><![CDATA[featured]]></category>
		<category><![CDATA[parceria]]></category>
		<category><![CDATA[robert bryndza]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://literaturapolicial.com/?p=16528</guid>

					<description><![CDATA[<p>POR RODRIGO PADRINI &#8211; Algumas fórmulas costumam ser infalíveis para a criação de romances policiais. No entanto, isso não significa que, seguidos os seus passos, o resultado será sempre original e excelente. A mera sensação de já ter lido aquele livro antes ou algo muito parecido costuma ser um sinal de que a fórmula não...</p>
<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2017/01/04/a-garota-no-gelo-de-robert-bryndza/">A Garota no Gelo, de Robert Bryndza</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-16531 size-full" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:0;margin-bottom:30px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/01/arquivo_000.jpeg" alt="arquivo_000" width="639" height="516" /></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;"><strong>POR RODRIGO PADRINI</strong> &#8211; Algumas fórmulas costumam ser infalíveis para a criação de romances policiais. No entanto, isso não significa que, seguidos os seus passos, o resultado será sempre original e excelente. A mera sensação de já ter lido aquele livro antes ou algo muito parecido costuma ser um sinal de que a fórmula não foi utilizada com tanta desenvoltura. Será que estamos falando de um desses casos?</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;">“A Garota no Gelo” (Editora Gutenberg, 2016) é o primeiro romance policial escrito pelo inglês Robert Bryndza e o primeiro volume de uma série com a Detetive Erika Foster, uma policial de meia idade que passa por um momento difícil em sua vida pessoal após perder o seu marido. No melhor estilo “quem é o assassino”, o livro traz uma narrativa ágil, com elementos clássicos de uma boa investigação policial e uma leve dose de crítica à dupla dinâmica “dinheiro e poder”. A história se passa em Londres e, caso você já tenha tido a oportunidade de visitar a cidade, as menções a ruas, parques, bairros e estações de metrô podem deixar a ambientação muito mais interessante.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;">Mas, se falei da fórmula infalível no início, preciso me explicar. Comecemos pela protagonista. Não é de hoje que encontramos, como protagonistas de nossas investigações, detetives problemáticos ou abalados por experiências arrasadoras em sua história pessoal ou profissional. A Detetive Erika Foster é um desses casos e, para quem já acompanha literatura policial, pode soar bem clichê.</span></p><div id="liter-1982115354" class="liter-adsense-artigos-placement liter-entity-placement" role="region" aria-label="Anúncios"><script async src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js?client=ca-pub-6441623549039847" crossorigin="anonymous"></script><insclass="adsbygoogle" style="display:block;" data-ad-client="ca-pub-6441623549039847" data-ad-slot="" data-ad-format="auto"></ins>
<script> 
(adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({}); 
</script>
</div>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<h2 style="text-align:center;"><span style="font-size:1.15em;">“Ela inspirava e expirava, o batimento cardíaco foi ficando mais lento, a realidade voltava a apoderar-se de sua mente. Ela escutava vozes abafadas e passos; pessoas andando ao lado do carro. As vozes ficavam mais altas e depois se afastavam”.</span></h2>
<p><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;">Apesar da aparente repetição, a personagem é carismática e, sem dúvidas, rende diálogos divertidos e adota posturas inesperadas em alguns momentos. Entretanto, o elemento “policial-problemática-que-enfrenta-a-hierarquia-e-a-qual-ninguém-leva-a-sério” já foi muito explorado na literatura e, em minha opinião, enfraquece a originalidade da obra. Não sei se estou lendo livros policiais demais, mas em diversas ocasiões, pude quase prever o que ia acontecer em seguida.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;">Algumas situações me lembraram bastante os livros de Tess Gerritsen e a detetive Sarah Linden, da série de televisão The Killing. O enredo, no entanto, é criativo e o fato de a trama envolver uma família rica e de prestígio na sociedade, torna a dinâmica da investigação muito interessante. A forma como é trabalhada pelo autor a influência do poder, do dinheiro e da imprensa sobre o inquérito, torna o final bastante imprevisível. Pela identidade do assassino, realmente, eu não esperava. A ligação entre o assassinato de uma jovem rica e a morte de algumas prostitutas permanece um mistério, sendo revelada apenas nos últimos capítulos, de forma surpreendente.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16534 size-full" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:40px;margin-bottom:40px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/01/arquivo_001.jpeg" alt="arquivo_001" width="639" height="479" /></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;">O livro é narrado em terceira pessoa e enriquece a experiência de leitura quando traz capítulos com a perspectiva do provável assassino, seus movimentos e suas reflexões. É uma jogada interessante e funcionou muito bem, neste caso. Entretanto, um detalhe me incomodou e aceito todas as críticas provenientes do fato de mencioná-lo.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;">Nos capítulos onde conhecemos a perspectiva do suspeito, a narração se utiliza do termo “a figura”, provavelmente, com o objetivo de não revelar se o assassino é homem ou mulher, como “o indivíduo”, “o sujeito”. Em inglês, estamos mais habituados à utilização de “the figure”, no entanto, em português, a tradução literal não caiu bem. “Noooooossa, mas que chatice&#8230;”. É, eu sei.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:1.15em;">Por fim, “A Garota no Gelo” é um bom livro, mas não impressiona. Apesar das críticas, me apeguei à Detetive Erika Foster e torci pelo seu sucesso. Robert Bryndza tem um humor interessante e nos diverte – aquela diversão meio mórbido-esquisita que só os amantes da literatura policial entendem.</span></p>
<p style="text-align:justify;">(Imagens: Rodrigo Padrini)</p>
<p style="text-align:justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-16529 size-full" style="margin-top:40px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2017/01/parceria_gutenberg.jpg" alt="parceria_gutenberg" width="226" height="70" /></p>
<p style="text-align:justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9406" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/10/star3.png" alt="star3" width="75" height="22" /></p>
<p><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-14671 size-medium" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2016/10/garota_gelo.jpg?w=209" alt="garota_gelo" width="209" height="300" />Título</strong>: A Garota no Gelo (Original: The Girl in the ice)<br />
<strong>Autor</strong>: Robert Bryndza<br />
<strong>Tradução</strong>: Marcelo Hauck<br />
<strong>Páginas</strong>: 320<br />
<strong>Editora</strong>: Gutenberg<br />
<a href="https://www.skoob.com.br/a-garota-no-gelo-611870ed612280.html" target="_blank">Este livro no Skoob</a></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>SINOPSE</strong> – Seus olhos estão arregalados… Seus lábios estão entreabertos… Seu corpo está congelado… Mas ela não é a única. Quando um jovem rapaz encontra o corpo de uma mulher debaixo de uma grossa placa de gelo em um parque ao sul de Londres, a detetive Erika Foster é chamada para liderar a investigação de assassinato. A vítima, uma jovem e bela socialite, parecia ter a vida perfeita. Mas quando Erika começa a cavar mais fundo, vai ligando os pontos entre esse crime e a morte de três prostitutas, todas encontradas estranguladas, com as mãos amarradas, em águas geladas nos arredores de Londres. Que segredos obscuros a garota no gelo esconde? Quanto mais perto Erika está de descobrir a verdade, mais o assassino se aproxima dela. Com a carreira pendurada por um fio depois da morte de seu marido em sua última investigação, Erika deve agora confrontar seus próprios demônios, bem como um assassino mais letal do que qualquer outro que já enfrentou antes.</p>
<p style="text-align:justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-16159 size-full" style="margin-top:30px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2016/12/rodrigo_perfil5.png" alt="rodrigo_perfil5" width="630" height="133" /></p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img alt='Rodrigo Padrini' src='https://secure.gravatar.com/avatar/9447ef7c6ff933f7c5e0a13f7ffac4deab4ad21cf3e793347f68cf2be4431202?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/9447ef7c6ff933f7c5e0a13f7ffac4deab4ad21cf3e793347f68cf2be4431202?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/rodrigopadrini/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Rodrigo Padrini</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Psicólogo, mestre e doutorando em Psicologia. Atua no sistema prisional. É músico e leitor assíduo de romances policiais, com aquele lugar especial no coração para Georges Simenon e Raymond Chandler.</p>
</div></div><div class="saboxplugin-web "><a href="https://maisumaopiniao.com.br/" target="_self" >maisumaopiniao.com.br/</a></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2017/01/04/a-garota-no-gelo-de-robert-bryndza/">A Garota no Gelo, de Robert Bryndza</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://literaturapolicial.com/2017/01/04/a-garota-no-gelo-de-robert-bryndza/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>20</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>M ou N?: nunca é tarde para conhecer um lado inexplorado de Agatha Christie</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2016/10/24/m-ou-n-de-agatha-christie/</link>
					<comments>https://literaturapolicial.com/2016/10/24/m-ou-n-de-agatha-christie/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luciana da Cunha]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Oct 2016 11:43:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agatha Christie]]></category>
		<category><![CDATA[resenha]]></category>
		<category><![CDATA[harper collins brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Luciana da Cunha]]></category>
		<category><![CDATA[M ou N?]]></category>
		<category><![CDATA[parceria]]></category>
		<category><![CDATA[tommy e tuppence]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://literaturapolicial.com/?p=15058</guid>

					<description><![CDATA[<p>Por Luciana da Cunha &#8211; Nunca é tarde para conhecer um lado inexplorado de Agatha Christie e se encantar como se estivesse lendo a autora pela primeira vez. Foi mais ou menos assim a minha experiência com M ou N, romance de espionagem protagonizado pelo casal Tommy e Tuppence e publicado no Brasil pela Harper...</p>
<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2016/10/24/m-ou-n-de-agatha-christie/">M ou N?: nunca é tarde para conhecer um lado inexplorado de Agatha Christie</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Luciana da Cunha</em> &#8211; Nunca é tarde para conhecer um lado inexplorado de Agatha Christie e se encantar como se estivesse lendo a autora pela primeira vez. Foi mais ou menos assim a minha experiência com M ou N, romance de espionagem protagonizado pelo casal Tommy e Tuppence e publicado no Brasil pela Harper Collins numa edição bonitona. Sou leitora da Agatha desde os 13 anos, mas confesso que me acomodei nas tramas de Hercule Poirot e Miss Marple (principalmente nas do primeiro) desde lá.</p>
<p>Mas vamos à história: em M ou N, o casal de espiões Tommy e Tuppence Beresford se veem em meio às conspirações da Segunda Guerra Mundial e são enviados ao hotel San Souci para descobrirem as identidades de dois espiões infiltrados na Inglaterra trabalhando para o lado alemão. Para contextualizar um pouco melhor: os livros protagonizados pelo casal são cronológicos e nesse aqui eles estão na meia idade. Por isso, são meio que chamados de volta à ativa, já que o serviço secreto prefere recrutar profissionais mais jovens.</p>
<p>Para quem, assim como eu, está mais acostumado com os casos pitorescos e os minuciosos quebra-cabeças que a autora emprega em suas obras, já aviso que o ritmo aqui é um pouco diferente. Por mais que tenha o mistério de descobrir quem são os espiões, a pegada é mais de espionagem mesmo, com mais ação e menos complexidade no desfecho da trama. Como o livro é curto, confesso que não consegui degustar as pistas, já que a história caminhou rapidamente para o seu desfecho. Para quem gosta de devorar livros rapidamente, é uma ótima pedida.</p><div id="liter-1982115354" class="liter-adsense-artigos-placement liter-entity-placement" role="region" aria-label="Anúncios"><script async src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js?client=ca-pub-6441623549039847" crossorigin="anonymous"></script><insclass="adsbygoogle" style="display:block;" data-ad-client="ca-pub-6441623549039847" data-ad-slot="" data-ad-format="auto"></ins>
<script> 
(adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({}); 
</script>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;">[su_quote]Apesar do ritmo diferente, a elegância na ambientação continua impecável. Todo mundo que gostava das aulas de história tem um fascínio especial pela Segunda Guerra e a autora consegue transmitir ao leitor todo o clima de incerteza e insegurança que pairava sobre os ingleses na época.[/su_quote]</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Provavelmente tamanha perfeição nos detalhes se deve ao fato de que o livro foi publicado enquanto a guerra ainda estava em curso, em 1941.</p>
<p>Enquanto saboreava as páginas do livro, fiz o meu dever de casa sobre o casal Tommy e Tuppence e fiquei um pouco decepcionada ao descobrir que foram publicados apenas quatro romances e uma coletânea de contos com eles (bem menos que o badalado Poirot, que acumula 33 romances e mais de 50 contos). A relação dos dois foi, para mim, um dos pontos altos da história, já que eles possuem maneiras peculiares e complementares de resolver mistérios: ele mais sério e pragmático e ela mais espontânea e sagaz. Uma combinação que renderia muitas outras tramas instigantes.</p>
<p>Como já comentei, é uma leitura rápida que pode ser devorada em poucos dias (ou até horas, para os mais famintos), mas nem por isso perde o seu charme. Mais uma vez a Agatha nos encanta com seu estilo, seus personagens e seus mistérios. Leitura leve e ideal para levar junto em uma viagem, nem que seja à Inglaterra da Segunda Guerra.</p>
<p>Quem quiser ver Tommy e Tuppence na TV, pode procurar a recente série da BBC Partners in Crime, protagonizada por Jessica Raine e David Walliams.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>(Fotos: Luciana da Cunha, Divulgação &#8211; Laurence Cendrowicz)</em></p>
<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-13811 size-full" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 30px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2016/08/parceria_harper.jpg" alt="parceria_harper" width="223" height="70" /></p>
<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9406" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/10/star3.png" alt="star3" width="75" height="22" /></p>
<p><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-15059 size-medium" style="margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2016/10/screenhunter_1280-oct-24-09-09.jpg?w=226" alt="screenhunter_1280-oct-24-09-09" width="226" height="300" />Título</strong>: M ou N?<br />
<strong>Autora</strong>: Agatha Christie<br />
<strong>Editora</strong>: Harper Collins Brasil<br />
<strong>Tradutor</strong>: Newton Goldman<br />
<strong>Páginas</strong>: 194<br />
<a href="https://www.skoob.com.br/m-ou-n-1083ed605843.html" target="_blank" rel="noopener">Este livro no Skoob</a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SINOPSE –</strong> A aventura do casal Tommy e Tuppence se passa durante a Segunda Guerra Mundial, na Escócia. Ambos vão para lá com o objetivo de colaborar, como amadores, com o Serviço Secreto inglês. No caminho, um agente é atropelado propositalmente, pois havia descoberto fatos reveladores de atividades nazistas infiltradas na Inglaterra. Sua última frase foi exatamente: &#8220;M ou N&#8230;&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img alt='Luciana da Cunha' src='https://secure.gravatar.com/avatar/b710ee0c69fa28b3b7480b1009625ab895c86abeba581e759b5c2da0b556eba1?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/b710ee0c69fa28b3b7480b1009625ab895c86abeba581e759b5c2da0b556eba1?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/lucianadc/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Luciana da Cunha</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista em Blumenau, desde os 15 anos se aventura pela blogosfera. Cinéfila desde a sua primeira VHS da Disney, escreve sobre o tema há nove anos. Descobriu a paixão pela literatura com romances policiais, mas hoje lê um pouco de tudo &#8211; principalmente tudo aquilo que vai parar nas telonas.</p>
</div></div><div class="saboxplugin-web "><a href="https://zinema.com.br/" target="_self" >zinema.com.br/</a></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2016/10/24/m-ou-n-de-agatha-christie/">M ou N?: nunca é tarde para conhecer um lado inexplorado de Agatha Christie</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://literaturapolicial.com/2016/10/24/m-ou-n-de-agatha-christie/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>50 anos de Jornada nas Estrelas: a viagem continua</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2016/10/06/50-anos-de-jornada-nas-estrelas-a-viagem-continua/</link>
					<comments>https://literaturapolicial.com/2016/10/06/50-anos-de-jornada-nas-estrelas-a-viagem-continua/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rogerio Christofoletti]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Oct 2016 13:53:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ficção científica]]></category>
		<category><![CDATA[resenha]]></category>
		<category><![CDATA[50 anos de jornada nas estrelas]]></category>
		<category><![CDATA[coluna]]></category>
		<category><![CDATA[colunista]]></category>
		<category><![CDATA[featured]]></category>
		<category><![CDATA[parceria]]></category>
		<category><![CDATA[rogério christofoletti]]></category>
		<category><![CDATA[star trek]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://literaturapolicial.com/?p=14710</guid>

					<description><![CDATA[<p>A FRONTEIRA FINAL &#8211; &#8220;Ninguém consegue escapar do inexorável campo gravitacional de Jornada das Estrelas&#8221;. Pode parecer exagero típico de fã, mas a frase oferece uma bela síntese da influência simbólica que esse ícone da cultura pop ainda exerce sobre gerações no mundo todo. E lá se vão cinco décadas desde que o primeiro episódio...</p>
<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2016/10/06/50-anos-de-jornada-nas-estrelas-a-viagem-continua/">50 anos de Jornada nas Estrelas: a viagem continua</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A FRONTEIRA FINAL &#8211; &#8220;Ninguém consegue escapar do inexorável campo gravitacional de Jornada das Estrelas&#8221;. Pode parecer exagero típico de fã, mas a frase oferece uma bela síntese da influência simbólica que esse ícone da cultura pop ainda exerce sobre gerações no mundo todo. E lá se vão cinco décadas desde que o primeiro episódio chegou às tevês dos lares norte-americanos mudando um braço da galáxia&#8230;</p>
<p>Jornada nas Estrelas não é só o seriado daquelas pessoas com uniformes coloridos colados e um sujeito com orelhas pontudas. Estamos falando de uma odisseia de 6 séries de tevê, inclusive de desenho animado, 13 longas para o cinema, histórias em quadrinhos, bonecos, fantasias, brinquedos e adereços, e incontáveis convenções temáticas&#8230;</p>
<p class="p1" style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-14721 size-full" style="margin-top: 30px; margin-bottom: 30px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2016/10/giphy-7.gif" alt="giphy-7" width="313" height="237"></p>
<p>Para celebrar o marco de meio século, aterrissa nas livrarias <strong>50 anos de Jornada nas Estrelas</strong>, de Edward Gross e Mark A. Altman (Globo Livros), um compêndio que deve atrair não apenas os <em>trekkers</em> de carteirinha, mas todos aqueles que se deixarem embalar pelos festejos. Não se trata de um dicionário, enciclopédia ou manual. O livro é o que os autores chamam de uma &#8220;história completa, não autorizada e sem censura&#8221;, rótulo que faria Spock franzir suas esquisitas sobrancelhas. Dois dos mais reconhecidos pesquisadores de Jornada nas Estrelas, Gross e Altman guiam os leitores pelos corredores ocultos da produção nos seus primeiros anos. Para isso, fazem falar mais de 120 entrevistados, entre criadores, atores, produtores, roteiristas, jornalistas e especialistas.</p><div id="liter-1982115354" class="liter-adsense-artigos-placement liter-entity-placement" role="region" aria-label="Anúncios"><script async src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js?client=ca-pub-6441623549039847" crossorigin="anonymous"></script><insclass="adsbygoogle" style="display:block;" data-ad-client="ca-pub-6441623549039847" data-ad-slot="" data-ad-format="auto"></ins>
<script> 
(adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({}); 
</script>
</div>
<p>O resultado é um documentário para ser lido, com depoimentos se alternando para contar como foram as três temporadas originais desse sucesso televisivo. Mas passado meio século, ainda há o que revelar em Star Trek? Sim, há. Desentendimentos entre os criadores e os executivos da CBS, disputas de egos no elenco, soluções técnicas diante de restrições orçamentárias, trocas de roteiristas e ajustes na trama são bem explorados nas quase 400 páginas do volume. O primeiro, não se sabe de quantos, pois não há qualquer indicação no livro nem no site da editora.</p>
<p>Nos Estados Unidos, a obra saiu em dois tomos, cada um deles cobrindo 25 anos de história. Não se pode dizer que o mesmo se repita por aqui, já que o primeiro volume da versão original tem quase 600 páginas e o nacional, 390, e ele se restringe às primeiras três temporadas, as originais (1966-69). Um fã mais ardoroso poderia dizer que esse descompasso pode ser uma surpresa típica de aniversário. O doutor McCoy faria uma piada ácida, lançando um olhar sarcástico para seu amigo vulcano.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-14726 size-full" style="margin-top: 30px; margin-bottom: 30px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2016/10/giphy-8.gif" alt="giphy-8" width="480" height="363"></p>
<p>Se você faz parte do clube dos fanáticos, o lançamento vai permitir compreender detalhes da produção. Imagine o que era cruzar o espaço todas as semanas na segunda metade dos anos 60, criando mundos, raças, conflitos intergaláticos sem os efeitos especiais que temos hoje. A criatividade atingiu velocidade de dobra naqueles dias. Basta ver como os técnicos criaram o efeito de teletransporte da Enterprise. Basta pensar como foi incrível criar uma língua de verdade para um povo &#8211; os klingon &#8211; e como foi corajoso desafiar alguns bons modos da cultura ocidental. Na cabine de comando, tínhamos um japonês, um russo, um escocês, uma oficial de comunicação negra e até mesmo um vulcano. Os <em>phasers</em> acertavam os inimigos mas não faziam sangrar, o espaço parecia navegável, havia amizade entre terráqueos e alienígenas, e a vida parecia poder ser longa e próspera.</p>
<p>Os problemas que se interpunham diariamente eram tantos que a noção que se tem é de que fazer um seriado semanal de ficção científica naquele tempo era como colocar um boeing para voar. Um desses é fácil. Vai pilotar a USS Enterprise&#8230;</p>
<p><center><iframe loading="lazy" style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ac&amp;ref=qf_sp_asin_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=8525062324&amp;asins=8525062324&amp;linkId=853dbdde45602b233fe5545793880f89&amp;show_border=false&amp;link_opens_in_new_window=true&amp;price_color=333333&amp;title_color=0066c0&amp;bg_color=ffffff" width="300" height="150" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"><br />
</iframe></center>&nbsp;</p>
<p>Apesar disso, havia a serenidade e o ímpeto do capitão Kirk, a seriedade irresoluta da tenente Uhura e os misteriosos silêncios de Spock, lógico e no domínio completo de suas emoções.</p>
<p>Se você não é um <em>trekker</em>, há muito o que descobrir em &#8220;50 anos&#8230;&#8221;. Perceba, por exemplo, como Gene Roddenberry, a mente por trás de tudo, concebeu Spock originalmente, um demônio vermelho que se alimentava por uma placa na altura do estômago. Surpreenda-se com o fato de que o teletransporte foi mais uma solução orçamentária do que científica. Era mais barato fazer fachos de luz que pousar e decolar a nave!</p>
<p class="p1" style="text-align: justify;"><em><span class="s1">Enfim, aperte os cintos, pois a jornada está longe de terminar&#8230;</span></em></p>
<p class="p1" style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-14348 size-full" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 30px; margin-bottom: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2016/09/parceria_globo.jpg" alt="parceria_globo" width="242" height="80"></p>
<p class="p1" style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p class="p1" style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-9406 size-full" style="margin-bottom: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/10/star3.png" alt="star3" width="75" height="22"></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-14225 size-medium" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2016/09/medium_1665.jpg?w=205" alt="medium_1665" width="205" height="300">Título</strong>:&nbsp;50 Anos de Jornada nas Estrelas<br />
<strong>Autores</strong>: Edward Groos, Mark A. Altman<br />
<strong>Tradutor</strong>: Rodrigo Salem<br />
<strong>Editora</strong>:&nbsp;Globo Livros<br />
<strong>Páginas</strong>: 392<br />
<a href="https://www.skoob.com.br/50-anos-de-jornada-nas-estrelas-607653ed607799.html" target="_blank">Este livro no Skoob</a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SINOPSE –</strong> Após seis séries de tv, treze longas e cinco décadas como ícone da cultura pop, Jornada nas estrelas se tornou uma das franquias mais duradouras e rentáveis de Hollywood. Na mesma época da estreia no Brasil de Star Trek: Sem fronteiras, nova adaptação para os cinemas, a Globo Livros lança o primeiro volume de 50 anos de Jornada nas estrelas. A coleção reúne histórias de bastidores narradas por pessoas diretamente ligadas à série, como seu criador Gene Roddenberry.</p>
<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-13316 size-full" style="margin-top: 30px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2016/07/roger121.png" alt="roger12" width="600" height="133"></p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img alt='Rogerio Christofoletti' src='https://secure.gravatar.com/avatar/87f28085d29f672a5c343e268eeb037a666688496455d0254804e2942865a66b?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/87f28085d29f672a5c343e268eeb037a666688496455d0254804e2942865a66b?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/monitorando/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Rogerio Christofoletti</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista, dramaturgo e professor universitário. Já publicou 12 livros na área acadêmica e escreveu oito peças de teatro. É um dos autores do e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx).</p>
</div></div><div class="saboxplugin-web "><a href="http://christofoletti.com/" target="_self" >christofoletti.com/</a></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2016/10/06/50-anos-de-jornada-nas-estrelas-a-viagem-continua/">50 anos de Jornada nas Estrelas: a viagem continua</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://literaturapolicial.com/2016/10/06/50-anos-de-jornada-nas-estrelas-a-viagem-continua/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>1</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Maigret entre os Flamengos, de Georges Simenon</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2016/09/15/maigret-entre-os-flamengos-de-georges-simenon/</link>
					<comments>https://literaturapolicial.com/2016/09/15/maigret-entre-os-flamengos-de-georges-simenon/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Padrini]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Sep 2016 13:16:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[resenha]]></category>
		<category><![CDATA[clube do crime]]></category>
		<category><![CDATA[featured]]></category>
		<category><![CDATA[georges simenon]]></category>
		<category><![CDATA[maigret]]></category>
		<category><![CDATA[maigret entre os flamengos]]></category>
		<category><![CDATA[parceria]]></category>
		<category><![CDATA[rodrigo padrini]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://literaturapolicial.com/?p=14464</guid>

					<description><![CDATA[<p>Por Rodrigo Padrini &#8211; Não se espante. Maigret é assim mesmo, entra na sua casa, senta à mesa, aceita uma bebida e fica para o jantar. Para quem acompanha a série de romances com o Comissário Maigret escrita pelo belga Georges Simenon, a dimensão pessoal de suas investigações já não assusta. Nem a sua informalidade...</p>
<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2016/09/15/maigret-entre-os-flamengos-de-georges-simenon/">Maigret entre os Flamengos, de Georges Simenon</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Rodrigo Padrini</em> &#8211; Não se espante. Maigret é assim mesmo, entra na sua casa, senta à mesa, aceita uma bebida e fica para o jantar. Para quem acompanha a série de romances com o Comissário Maigret escrita pelo belga Georges Simenon, a dimensão pessoal de suas investigações já não assusta. Nem a sua informalidade ou caráter intuitivo. Ele vai chegando e incomodando. São os seus modos.</p>
<p>&#8220;Maigret Entre os Flamengos&#8221; (Companhia das Letras, 2016) é mais uma das novas edições da Companhia, que vem nos brindando desde 2013 com títulos esteticamente belos e encorpados, protagonizados por um dos detetives mais famosos da literatura policial. Já comentei sobre outras publicações no site e sobre o próprio personagem, mas volto a dizer que tenho curtido bastante a iniciativa da editora.</p>
<p>O mistério dessa vez se passa em Givet, uma comuna francesa próximo à fronteira com a Bélgica, aparentemente no início da década de 30 do século XX – o romance foi publicado originalmente em março de 1932. Assim como em outras ocasiões, o comissário resolve deixar a sua casa, a sua esposa e o seu escritório para passar alguns dias em outra localidade, adotando uma de suas formas preferidas de trabalhar: a imersão em uma determinada realidade.</p><div id="liter-1982115354" class="liter-adsense-artigos-placement liter-entity-placement" role="region" aria-label="Anúncios"><script async src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js?client=ca-pub-6441623549039847" crossorigin="anonymous"></script><insclass="adsbygoogle" style="display:block;" data-ad-client="ca-pub-6441623549039847" data-ad-slot="" data-ad-format="auto"></ins>
<script> 
(adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({}); 
</script>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>“Era mais que amor, era fervor que havia em seu tom. Estava transfigurada. Não ousava se sentar novamente. Prendendo a respiração, esperava, de modo que tudo sugeria se tratar de uma espécie de super-homem que ia aparecer”.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>Após ser requisitado pela jovem Anna Peeters, que pede a sua ajuda para que não cometam uma injustiça contra a sua família, Maigret recebe um telegrama do comissário da polícia de Nancy que termina por instigar a sua curiosidade. Sem levar um terno sobressalente, Maigret desembarca em Givet, onde pretende inebriar-se de todos os afetos, informações e contradições possíveis, até que consiga solucionar o mistério para o qual foi convocado.</p>
<p>Li este romance rapidamente. A narrativa é ágil e Simenon consegue, como na maioria das aventuras com o comissário Maigret, atiçar nossa curiosidade e revelar um desfecho surpreendente, que brinca também com o nosso conceito de justiça. O responsável por traduzir e transmitir a bela narrativa de Simenon é André Telles, encarregado da tradução também de outros oito títulos já publicados com o comissário nesta nova remessa de edições da Companhia.<br />
&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-14471" style="border: 1px solid #c0c0c0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2016/09/arquivo_001-1.jpeg" alt="arquivo_001-1" width="1200" height="900"></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A utilização de alguns vínculos familiares em alguns trechos por Simenon – sobrinho de ciclano, prima de fulano – em detrimento da utilização de nomes, gera breves momentos de confusão numa leitura menos atenciosa ou com intervalos regulares. Recomendo ler em uma ou duas sentadas. Porém, nada que afete o desenvolvimento da história e não possa ser solucionado com algumas retomadas em páginas anteriores.</p>
<p>No Brasil, o termo “flamengo” pode gerar piadinhas futebolísticas silenciosas ou remeter ainda àquelas aves rosa de pescoço comprido – os flamingos -, mas não se confunda. Os “flamengos” se referem historicamente a um determinado grupo de habitantes de uma região no norte da Bélgica. Literatura policial também é cultura.</p>
<p>O impacto dos acontecimentos e sua dramaticidade são muito característicos da época em que se passa a história, e aprofundar-se na leitura buscando compreender o contexto em que a trama se desenrola pode tornar sua experiência ainda mais interessante. Simenon é implacável, mais uma vez. Uma história curta, profunda e marcante. Leia sem moderação.</p>
<p><em>(Fotos: Rodrigo Padrini)</em><br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11868 size-full" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 20px; margin-bottom: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2016/02/parceria_companhia.jpg" alt="parceria_companhia" width="268" height="70"></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-9465 size-full" style="margin-top: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/10/star4.png" alt="star4" width="98" height="22"></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-13385 size-medium" style="margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2016/07/flamengos.png?w=200" alt="flamengos" width="200" height="300"><strong>Título</strong>: Maigret Entre os Flamengos (Original: Chez les Flamands)<br />
<strong>Autor</strong>: Georges Simenon<br />
<strong>Editora</strong>: Companhia das Letras<br />
<strong>Tradução</strong>: André Telles<br />
<strong>Páginas</strong>: 136</p>
<p><strong>SINOPSE</strong> &#8211; O comissário Maigret recebe um chamado de uma mulher desesperada para esclarecer um caso de assassinato envolvendo sua família. Levado à chuvosa cidade de Givet, na fronteira com a Bélgica, ele precisará solucionar um fascinante mistério. Contudo, tanto a respeitável loja da família quanto a sonolenta comunidade e até o ruidoso rio que atravessa o vilarejo escondem segredos que ele não tardará a descobrir.</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img alt='Rodrigo Padrini' src='https://secure.gravatar.com/avatar/9447ef7c6ff933f7c5e0a13f7ffac4deab4ad21cf3e793347f68cf2be4431202?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/9447ef7c6ff933f7c5e0a13f7ffac4deab4ad21cf3e793347f68cf2be4431202?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/rodrigopadrini/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Rodrigo Padrini</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Psicólogo, mestre e doutorando em Psicologia. Atua no sistema prisional. É músico e leitor assíduo de romances policiais, com aquele lugar especial no coração para Georges Simenon e Raymond Chandler.</p>
</div></div><div class="saboxplugin-web "><a href="https://maisumaopiniao.com.br/" target="_self" >maisumaopiniao.com.br/</a></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2016/09/15/maigret-entre-os-flamengos-de-georges-simenon/">Maigret entre os Flamengos, de Georges Simenon</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://literaturapolicial.com/2016/09/15/maigret-entre-os-flamengos-de-georges-simenon/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>4</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Serviço Secreto, de Lee Child</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2016/08/31/servico-secreto-de-lee-child/</link>
					<comments>https://literaturapolicial.com/2016/08/31/servico-secreto-de-lee-child/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula Laux]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Aug 2016 01:04:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Espionagem]]></category>
		<category><![CDATA[resenha]]></category>
		<category><![CDATA[ana paula laux]]></category>
		<category><![CDATA[bertrand brasil]]></category>
		<category><![CDATA[coluna]]></category>
		<category><![CDATA[colunista]]></category>
		<category><![CDATA[editora record]]></category>
		<category><![CDATA[espionagem]]></category>
		<category><![CDATA[featured]]></category>
		<category><![CDATA[jack reacher]]></category>
		<category><![CDATA[lee child]]></category>
		<category><![CDATA[parceria]]></category>
		<category><![CDATA[serviço secreto]]></category>
		<category><![CDATA[tom cruise]]></category>
		<category><![CDATA[vídeo]]></category>
		<category><![CDATA[youtube]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://literaturapolicial.com/?p=14150</guid>

					<description><![CDATA[<p>ESPIONAGEM &#8211; Em &#8220;Serviço Secreto&#8221;, o ex-policial Jack Reacher é contratado para testar a segurança do vice-presidente dos Estados Unidos. O que ele acaba descobrindo é que a vida dele realmente corre risco. Mais um livro da série Reacher, escrito por Lee Child e publicado no Brasil pela editora Bertrand. &#160; Confira a resenha em...</p>
<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2016/08/31/servico-secreto-de-lee-child/">Serviço Secreto, de Lee Child</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>ESPIONAGEM &#8211; Em &#8220;Serviço Secreto&#8221;, o ex-policial Jack Reacher é contratado para testar a segurança do vice-presidente dos Estados Unidos. O que ele acaba descobrindo é que a vida dele realmente corre risco. Mais um livro da série Reacher, escrito por Lee Child e publicado no Brasil pela editora Bertrand.</p>
<p><center><iframe loading="lazy" style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ac&amp;ref=qf_sp_asin_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=B01M60UFH4&amp;asins=B01M60UFH4&amp;linkId=3454190ec4628a292bc10e1279f47bea&amp;show_border=false&amp;link_opens_in_new_window=true&amp;price_color=333333&amp;title_color=0066c0&amp;bg_color=ffffff" width="300" height="150" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"><br />
</iframe></center>&nbsp;</p>
<h4>Confira a resenha em vídeo</h4>
<p>[embedyt] https://www.youtube.com/watch?v=46xn_v7EAqg[/embedyt]</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><center><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-11309 size-full" style="border: 1px solid #c0c0c0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/10/parceria_record.jpg" alt="parceria_record" width="226" height="70"></center><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9465" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/10/star4.png" alt="star4" width="98" height="22"></p>
<p><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-14152 size-medium" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2016/08/secreto.jpg?w=201" alt="secreto" width="201" height="300">Título</strong>: Serviço Secreto<br />
<strong>Autor</strong>: Lee Child<br />
<strong>Tradutor</strong>:&nbsp;Marcelo Hauck<br />
<strong>Editora</strong>:&nbsp;Bertrand Brasil<br />
<strong>Páginas</strong>: 420<br />
<a href="https://www.skoob.com.br/servico-secreto-595143ed596450.html" target="_blank">Este livro no Skoob</a></p><div id="liter-1982115354" class="liter-adsense-artigos-placement liter-entity-placement" role="region" aria-label="Anúncios"><script async src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js?client=ca-pub-6441623549039847" crossorigin="anonymous"></script><insclass="adsbygoogle" style="display:block;" data-ad-client="ca-pub-6441623549039847" data-ad-slot="" data-ad-format="auto"></ins>
<script> 
(adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({}); 
</script>
</div>
<p style="text-align: justify;"><strong>SINOPSE</strong>: Jack Reacher está acostumado a vagar sozinho de uma cidade a outra, sem destino, emprego, endereço ou identidade. Entretanto, ao ser procurado por M. I. Froelich, uma agente do Serviço Secreto, recebe um pedido bastante incomum: “Quero contratá-lo para assassinar o vice-presidente dos Estados Unidos da América”. Mais nova chefe de segurança do vice-presidente eleito, ela quer que Reacher tente encontrar as falhas na defesa de sua equipe, testando sua eficácia contra um potencial ataque. Reacher é a pessoa certa para isso: tem a habilidade e a furtividade de um ex-policial do Exército, além de ser totalmente anônimo. Ela só não fala que, na verdade, a ameaça é real e a vida do vice-presidente de fato corre perigo.</p>
<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-3871 size-full" style="margin-top: 20px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/02/ana2.png" alt="ana2" width="630" height="133"></p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100" alt="" itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/analaux/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Ana Paula Laux</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Jornalista. Trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book &#8220;Os Maiores Detetives do Mundo&#8221; (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2016/08/31/servico-secreto-de-lee-child/">Serviço Secreto, de Lee Child</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://literaturapolicial.com/2016/08/31/servico-secreto-de-lee-child/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>3</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Flores Partidas, de Karin Slaughter</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2016/08/04/flores-partidas-de-karin-slaughter/</link>
					<comments>https://literaturapolicial.com/2016/08/04/flores-partidas-de-karin-slaughter/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Raquel de Mattos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Aug 2016 13:28:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[colaboração]]></category>
		<category><![CDATA[resenha]]></category>
		<category><![CDATA[colunista]]></category>
		<category><![CDATA[flores partidas]]></category>
		<category><![CDATA[harper collins brasil]]></category>
		<category><![CDATA[karin slaughter]]></category>
		<category><![CDATA[parceria]]></category>
		<category><![CDATA[Raquel de Mattos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://literaturapolicial.com/?p=13802</guid>

					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Raquel de Mattos &#8211; &#8220;Flores Partidas&#8221; foi uma das gratas surpresas literárias deste ano para mim. Mas antes de falar dele, gostaria de fazer uma recomendação de um outro livro (mesma autora, mesma editora), que se chama &#8220;A Garota de Olhos Azuis&#8221;. Ele conta a história de Julia Carroll, a menina desaparecida que...</p>
<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2016/08/04/flores-partidas-de-karin-slaughter/">Flores Partidas, de Karin Slaughter</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 1.15em; color: #000000;"><em>Por Raquel de Mattos</em> &#8211; &#8220;Flores Partidas&#8221; foi uma das gratas surpresas literárias deste ano para mim. Mas antes de falar dele, gostaria de fazer uma recomendação de um outro livro (mesma autora, mesma editora), que se chama &#8220;A Garota de Olhos Azuis&#8221;. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 1.15em; color: #000000;">Ele conta a história de Julia Carroll, a menina desaparecida que vai ser tema do livro &#8220;Flores Partidas&#8221;. Em &#8220;A Garota de Olhos Azuis&#8221;, a autora nos dá uma perspectiva de dentro da situação, mostrando como era Julia antes do sequestro, em 1991. Não dá spoilers, mas ajuda a entender a relação dela com suas irmãs, pais, amigos. Não chega a ser uma leitura obrigatória e um não é sequência do outro, mas ajuda bastante a entender o aspecto psicológico de Julia.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 1.15em; color: #000000;">Voltando para &#8220;Flores Partidas&#8221;, o livro se passa 24 anos após o desaparecimento da irmã mais velha de Lydia e Claire. Essas duas, separadas durante todos esses anos por motivos diversos, se veem envolvidas e reunidas novamente após o marido de Claire ser assassinado. </span></p><div id="liter-1982115354" class="liter-adsense-artigos-placement liter-entity-placement" role="region" aria-label="Anúncios"><script async src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js?client=ca-pub-6441623549039847" crossorigin="anonymous"></script><insclass="adsbygoogle" style="display:block;" data-ad-client="ca-pub-6441623549039847" data-ad-slot="" data-ad-format="auto"></ins>
<script> 
(adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({}); 
</script>
</div>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 1.15em; color: #000000;">Como eu havia dito antes, a história é muito, muito triste, bastante violenta, com descrições de situações que deixam o leitor tenso, mas que nem por causa disso a gente tem vontade de desistir da leitura ou de pular determinada parte de descrição mais bizarra.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 1.15em; color: #000000;">s temas abordados pela autora em ambos os livros (os violentos ou não) tangem assuntos que têm demandado muita movimentação nas redes sociais, como o feminismo, o estupro, <em>snuff porn</em>, o posicionamento político de jovens e produtos transgênicos, por exemplo. É muito interessante ver frases sobre esses assuntos inseridas com muita propriedade e muito contexto no corpo do texto. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 1.15em; color: #000000;">A autora faz isso de forma magistral e ao mesmo tempo muito natural, deixando a mensagem ali exposta para todos, sem parecer uma imposição, quase como uma mensagem subliminar e que grava no cérebro do leitor a importância de se discutir tópicos tão atuais, mesmo quando eles se passavam em 1991. Foi uma grande sacada que já me fez ficar fã de Karin Slaughter.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 1.15em; color: #000000;">Mais uma forma interessante de apresentar os textos foi colocada aqui – e eu adoro isso! Intercalada em alguns capítulos, temos uma série de cartas que o pai de Julia, Sam, escreveu para sua primogênita caso um dia ela retornasse. São cartas marcantes, delicadas e cheias de sentimentos, em que o pai escreve à guisa de diário/informações importantes para a filha, que a ajudaria a compreender aquele momento que eles passaram sem ela. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 1.15em; color: #000000;">A presença de Julia permeia todo o livro; é quase como se ela estivesse ali ao lado das irmãs, pois seu desaparecimento coincide com o de outra menina, no tempo presente, fazendo com que um fantasma ou um espírito-guia ajude Lydia e Claire.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 1.15em; color: #000000;">A construção de cada um dos personagens é feita para que os nossos sentimentos por eles variem de acordo com o desenrolar da história. A carga emocional é dosada de modo que possamos ter uma dimensão do que cada um está sentindo ou fazendo, sem que isso seja de forma piegas. Lydia, a irmã do meio que teve sérios problemas com drogas no passado e que hoje se mantém sóbria, tem um jeito bastante peculiar de pensar, o que inclui amar comer e fazer isso sem nenhum pudor, mesmo na frente das Mães – grupo de mulheres socialites da escola que sua filha frequenta. Ela é fantástica! </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 1.15em; color: #000000;">Claire pode parecer um tanto ingênua e desamparada no começo, mas desenvolve algumas habilidades após a morte de seu marido, que faz com que tenhamos força junto com ela, fazendo-a passar, ao lado de sua irmã, todos os tipos de infortúnios e obstáculos que vão aparecer durante as 461 páginas do livro, acompanhando suas evoluções.</span></p>
<p style="text-align: center;"><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ss&amp;ref=as_ss_li_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=859508162X&amp;asins=859508162X&amp;linkId=5ef1b6f493a93968f993490bd0459b5b&amp;show_border=true&amp;link_opens_in_new_window=true" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p><span style="font-size: 1.15em; color: #000000;">C</span><span style="font-size: 1.15em; color: #000000;">om muita propriedade, Karin desenvolve uma trama adulta com laçadas fortes que nos prendem do início ao fim. A narrativa é concisa, a ação acontece o tempo todo e as pontas são bem amarradas, com pequenas exceções que não comprometem, mas que os leitores mais desejosos de minúcias (tipo eu), fiquem sedentos por mais e mais. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 1.15em; color: #000000;">Fiquei sentindo falta de mais informações sobre a psicopatia (se é que é esse o nome para o que acontece) de alguns personagens. Mas, como disse, nada que impeça a leitura clara e fluida, que me deixou em êxtase. Já quero ler tudo dela!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 1.15em; color: #000000;">Nota máxima para o livro! O único senão fica para a informação da editora: na orelha do livro eles escrevem que Julia era a irmã caçula dos Carroll, o que na verdade era o oposto – Julia era a irmã mais velha, sendo Lydia a do meio e Claire a mais nova das três. Abraços literários! Até à próxima!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-13811 size-full" style="margin-top: 20px; margin-bottom: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2016/08/parceria_harper.jpg" alt="parceria_harper" width="223" height="70" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>SOBRE O LIVRO</h3>
<p><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-12859 size-full" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2016/05/partidas.jpg" alt="partidas" width="200" height="288" />Título</strong>: Flores Partidas<br />
<strong>Autora</strong>: Karin Slaughter<br />
<strong>Páginas</strong>: 464<br />
<strong>Editora</strong>: Harper Collins Brasil<br />
<a href="https://www.amazon.com.br/Flores-Partidas-Karin-Slaughter/dp/859508162X/ref=as_li_ss_tl?__mk_pt_BR=%C3%85M%C3%85%C5%BD%C3%95%C3%91&amp;keywords=flores+partidas&amp;qid=1559670128&amp;s=gateway&amp;sr=8-1&amp;linkCode=sl1&amp;tag=literaturapol-20&amp;linkId=323bf5a620a6d0901521059f586ef705" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Compre o livro</a><br />
<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.amazon.com.br/Flores-partidas-Karin-Slaughter-ebook/dp/B01E0N0PTS/ref=as_li_ss_tl?_encoding=UTF8&amp;qid=1559670128&amp;sr=8-1&amp;linkCode=sl1&amp;tag=literaturapol-20&amp;linkId=44f184e562775c6bc96048968ccda05b" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Compre o e-book</a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SINOPSE –</strong> Quando Lydia contou para a irmã que o cunhado havia tentado estuprá-la, Claire não acreditou. Dezoito anos depois, porém, tudo o que Claire achava saber sobre o marido se provou uma mentira. Quando vídeos escondidos no computador de Paul mostram uma face terrível do homem que ela julgava conhecer, Lydia percebe que o drama de sua família tem muitas camadas que precisarão ser descobertas antes que a assustadora verdade por fim venha à tona.<span style="color: #ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img alt='Raquel de Mattos' src='https://secure.gravatar.com/avatar/405630512f63943477772444aac37f2562019c056b6498b2af5e288ef0b1deb5?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/405630512f63943477772444aac37f2562019c056b6498b2af5e288ef0b1deb5?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/kelmatts/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Raquel de Mattos</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Carioca aquariana da gema, museóloga em Barretos (SP). Fã de Agatha Christie, descobriu diversos autores fantásticos ao longo da estrada da literatura policial. Ama café, livros e chocolate e é fácil de ser agradada!</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2016/08/04/flores-partidas-de-karin-slaughter/">Flores Partidas, de Karin Slaughter</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://literaturapolicial.com/2016/08/04/flores-partidas-de-karin-slaughter/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>7</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Vertigo (Um corpo que cai), de Boileau-Narcejac</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2016/06/22/vertigo-um-corpo-que-cai-de-boileau-narcejac/</link>
					<comments>https://literaturapolicial.com/2016/06/22/vertigo-um-corpo-que-cai-de-boileau-narcejac/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Padrini]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jun 2016 12:01:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[resenha]]></category>
		<category><![CDATA[Boileau-Narcejac]]></category>
		<category><![CDATA[editora vestígio]]></category>
		<category><![CDATA[parceria]]></category>
		<category><![CDATA[rodrigo padrini]]></category>
		<category><![CDATA[um corpo que cai]]></category>
		<category><![CDATA[vertigo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://literaturapolicial.com/?p=13130</guid>

					<description><![CDATA[<p>Por Rodrigo Padrini &#8211; O limite entre a razão e a loucura sempre foi objeto de mistério. Não é de hoje que os humanos buscam estabelecer a linha que separa os normais dos diferentes, em uma espécie de frenesi para se manterem distantes da insanidade. É antigo também o desejo por dar nome e corpo...</p>
<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2016/06/22/vertigo-um-corpo-que-cai-de-boileau-narcejac/">Vertigo (Um corpo que cai), de Boileau-Narcejac</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Rodrigo Padrini</em> &#8211; O limite entre a razão e a loucura sempre foi objeto de mistério. Não é de hoje que os humanos buscam estabelecer a linha que separa os normais dos diferentes, em uma espécie de frenesi para se manterem distantes da insanidade. É antigo também o desejo por dar nome e corpo às suas emoções, seus delírios e suas paixões, buscando determinar o momento em que saímos da racionalidade, da objetividade, e nos perdemos em devaneios.</p>
<p>Se me perguntassem hoje do que se trata o livro do qual falaremos agora, eu responderia: é uma história de amor e um belo suspense psicológico. O romance “Vertigo” (Editora Vestígio, 2016), de título original D&#8217;entre les morts, publicado em 1954, é o livro que deu origem ao filme clássico de mesmo nome dirigido por Alfred Hitchcock – o mestre do suspense – em 1958. No Brasil, o filme ficou conhecido como “Um corpo que cai”.</p>
<p>Escrito pela dupla de escritores franceses Pierre Boileau (1906 – 1989) e Thomas Narcejac (1908 – 1998), “Vertigo” é um livro que indico para os amantes de um bom suspense subjetivo. Se esta categoria não existe, acabamos de inventá-la.</p><div id="liter-1982115354" class="liter-adsense-artigos-placement liter-entity-placement" role="region" aria-label="Anúncios"><script async src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js?client=ca-pub-6441623549039847" crossorigin="anonymous"></script><insclass="adsbygoogle" style="display:block;" data-ad-client="ca-pub-6441623549039847" data-ad-slot="" data-ad-format="auto"></ins>
<script> 
(adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({}); 
</script>
</div>
<p>Antes de comentar a história, vou me deter brevemente na belíssima edição de luxo da Editora Vestígio. Para os amantes do livro impresso, é um material para curtir com o olfato, a visão e o tato. As páginas densas, em papel off-white, a capa dura e os acabamentos detalhados dão ao título o valor que ele merece, digno de figurar entre os principais na prateleira da sua casa. Nada contra os e-books, mas&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-13133" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 30px; margin-bottom: 30px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2016/06/arquivo_001.jpeg" alt="Arquivo_001" width="700" height="525"></p>
<p>Situado na França, durante a Segunda Guerra Mundial, o enredo traz apenas alguns elementos que nos ajudam a perceber aonde estamos pisando, sem grande ênfase ao contexto histórico. Afinal, grande parte da história se passa na cabeça de Flavières, um policial aposentado precocemente, e em seus diálogos com sua querida Madeleine, sua pequena Eurídice. É sua percepção do mundo que nos guia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>“Pois há verdades em que não podemos deter nosso pensamento sem sentir imediatamente uma vertigem da alma, cem vezes mais horrível que a vertigem do corpo”</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nos tempos de hoje, Flavières seria medicado com alguns psicotrópicos, seria submetido a uma psicoterapia ou análise, encaixado em algum diagnóstico e tudo seria bem mais controlado do que foi. Quem sabe, seria taxado como louco.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, muitos já disseram que a paixão tem um pouco de loucura. Como nos lembra o filósofo francês Michel Foucault, “a psicologia nunca poderá dizer a verdade sobre a loucura, pois é a loucura que detém a verdade da psicologia”. Neste romance, queremos testar os limites do razoável, do racional e do sobrenatural.</p>
<p style="text-align: justify;">“Vertigo” consegue ser um pouco assustador, angustiante, fazer com que você comece a odiar o protagonista e pensar “onde diabos essa história vai dar?”. Fui enganado grande parte do tempo na leitura. Imaginei outros finais, e nunca poderia imaginar qual seria o escolhido. Aliás, termino minha leitura com a sensação de que o final pode ser interpretado de mais de uma maneira. “Morrer não dói”, disse Madeleine.</p>
<p style="text-align: justify;">Se você pensou “mas não estamos num blog de literatura policial? Não estou entendo esse amor todo”. Calma. Temos aparentes suicídios, sangue, miolos, investigação, suspeitos e fugas. Amor e ódio na medida certa. Intrigas e tensões, como todo relacionamento que envolve dois ou mais seres humanos. Este não é um clássico à toa. Um pouco de “Vertigo” lhe fará bem.</p>
<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11290 size-full" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 30px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/06/parceria_vestigio.jpg" alt="parceria_vestigio" width="223" height="70"></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-10249" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/11/star5.png" alt="star5" width="106" height="22"></p>
<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-12831 size-medium" style="border: 1px solid #c0c0c0; margin-top: 0; margin-bottom: 0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2014/10/vertigo.jpg?w=196" alt="vertigo" width="196" height="300"><strong>Título</strong>: Vertigo (Um corpo que cai)<br />
<strong>Autor</strong>: Boileau-Narcejac<br />
<strong>Tradutor</strong>:&nbsp;Fernando Scheibe<br />
<strong>Páginas</strong>: 192<br />
<strong>Ano</strong>:&nbsp;2016<br />
<strong>Editora</strong>: Vestígio<br />
<a href="https://www.skoob.com.br/vertigo-um-corpo-que-cai-583211ed584796.html" target="_blank" rel="noopener">Este livro no Skoob</a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SINOPSE</strong> &#8211;&nbsp;Encarregado por um antigo colega de seguir sua jovem e bela mulher, o detetive Flavières logo se vê perdidamente apaixonado pela moça. Essa impropriedade não o impede de investigar os temores de seu amigo Gévigne a respeito da esposa: suas ausências, seus mistérios, uma melancolia que a leva a olhar para as águas do Sena por horas a fio… Nenhum amante, nenhuma simulação, nenhuma doença. Apenas uma estranha relação com a bisavó, morta em circunstâncias terríveis e a quem a jovem Madeleine não chegou a conhecer… Um clássico de Pierre Boileau e Thomas Narcejac, especialistas na arte de conduzir a trama – e o leitor – até onde menos se espera.</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img alt='Rodrigo Padrini' src='https://secure.gravatar.com/avatar/9447ef7c6ff933f7c5e0a13f7ffac4deab4ad21cf3e793347f68cf2be4431202?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/9447ef7c6ff933f7c5e0a13f7ffac4deab4ad21cf3e793347f68cf2be4431202?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/rodrigopadrini/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Rodrigo Padrini</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Psicólogo, mestre e doutorando em Psicologia. Atua no sistema prisional. É músico e leitor assíduo de romances policiais, com aquele lugar especial no coração para Georges Simenon e Raymond Chandler.</p>
</div></div><div class="saboxplugin-web "><a href="https://maisumaopiniao.com.br/" target="_self" >maisumaopiniao.com.br/</a></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2016/06/22/vertigo-um-corpo-que-cai-de-boileau-narcejac/">Vertigo (Um corpo que cai), de Boileau-Narcejac</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://literaturapolicial.com/2016/06/22/vertigo-um-corpo-que-cai-de-boileau-narcejac/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>10</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Spotlight: Segredos revelados</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2016/04/13/spotlight-segredos-revelados/</link>
					<comments>https://literaturapolicial.com/2016/04/13/spotlight-segredos-revelados/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Literatura Policial]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Apr 2016 01:05:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[resenha]]></category>
		<category><![CDATA[andré leonel]]></category>
		<category><![CDATA[colaborador]]></category>
		<category><![CDATA[editora vestígio]]></category>
		<category><![CDATA[parceria]]></category>
		<category><![CDATA[spotlight]]></category>
		<category><![CDATA[the boston globe]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://literaturapolicial.com/?p=12313</guid>

					<description><![CDATA[<p>Por André Leonel &#8211; Um dos nichos mais interessantes que podemos encontrar dentro de tudo que se agrupa como “literatura policial” é o jornalismo investigativo. Sem querer tirar o mérito dos nossos queridinhos detetives, policiais e afins, ler sobre sujeitos que correm atrás da verdade sem respaldo de armas e distintivos, só na cara e...</p>
<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2016/04/13/spotlight-segredos-revelados/">Spotlight: Segredos revelados</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-12316 size-full" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:0;margin-bottom:45px;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2016/04/spotlight3.jpg" alt="spotlight3" width="639" height="422" /></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Por André Leonel</strong> &#8211; Um dos nichos mais interessantes que podemos encontrar dentro de tudo que se agrupa como “literatura policial” é o jornalismo investigativo. Sem querer tirar o mérito dos nossos queridinhos detetives, policiais e afins, ler sobre sujeitos que correm atrás da verdade sem respaldo de armas e distintivos, só na cara e na coragem, gera uma admiração bem diferente.</p>
<p style="text-align:justify;">E é de se admirar mais ainda quando se trata de uma história real, como em Spotlight &#8211; Segredos Revelados (Vestígio, 2016), em que uma equipe de jornalistas de Boston investiga minuciosamente casos de pedofilia praticados por padres, e de como estes crimes foram acobertados pela própria igreja por anos a fio. O título traz à tona uma investigação que custou meses de trabalho puxado em uma cidade extremamente católica, resultando em matérias vencedoras do Prêmio Pulitzer de 2003, um dos maiores prêmios jornalísticos do mundo.</p>
<p style="text-align:justify;">Quando fui convidado para resenhar o livro, fiquei bem animado por ainda não ter assistido o filme de mesmo nome (ganhador do Oscar de melhor filme de 2016), realizando uma leitura livre de qualquer influência. O que me surpreendeu é que o filme é somente baseado no livro, no melhor sentido da palavra. Isso por que sua estrutura é completamente diferente do que eu imaginava: a edição aqui apresentada é uma coletânea de informações originadas das investigações publicadas no The Boston Globe.</p><div id="liter-1982115354" class="liter-adsense-artigos-placement liter-entity-placement" role="region" aria-label="Anúncios"><script async src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js?client=ca-pub-6441623549039847" crossorigin="anonymous"></script><insclass="adsbygoogle" style="display:block;" data-ad-client="ca-pub-6441623549039847" data-ad-slot="" data-ad-format="auto"></ins>
<script> 
(adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({}); 
</script>
</div>
<p style="text-align:justify;">Em vez de contar uma história mastigada, ele apresenta as reportagens, depoimentos e relatos de maneira mais solta, como um dossiê com direito a fotos e documentos conseguidos pelos quatro jornalistas e os dois editores que compunham a equipe Spotlight. É muito interessante analisar de forma quase didática o passo a passo da investigação desde que surgiu a primeira denúncia de abuso sexual infantil por um padre na cidade onde o The Boston Globe é sediado.</p>
<p style="text-align:center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-12318 size-large" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:45px;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2016/04/spotlight2.jpg?w=639" alt="spotlight2" width="639" height="852" />(Imagens: André Leonel)</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">x</span></p>
<p style="text-align:justify;">A medida que mais denúncias começam a surgir, vemos que nem mesmo os jornalistas imaginavam tudo o que iriam descobrir, desvendando outros crimes de mesmo teor. Além dos diversos casos de crianças abusadas pelos padres, nos deparamos com uma questão moral bem mais delicada com a revelação de como agia o alto escalão da igreja católica para abafar estes escândalos através de influência religiosa, comprando o silêncio das vítimas e de suas famílias, e permitindo que os criminosos continuassem a agir em outras paróquias.</p>
<p style="text-align:justify;">Já no filme (que assisti assim que terminei minha leitura) acompanhamos a história de uma maneira mais “romanceada”, com personagens bem trabalhados e com início, meio e fim mais elaborados. Tanto que seu segundo Oscar é por melhor roteiro original, e não adaptado, indicação geralmente mais lógica em caso de roteiros de cinema baseados em livros. É algo contado do zero, o que ilustra muito bem sua parte literária, complementando-a sem te deixar entediado como se tivesse acabado de ler o que se está assistindo.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Spotlight &#8211; Segredos Revelados&#8221; é o resultado de um trabalho árduo de investigação jornalística, de busca pela verdade e justiça, quebrando paradigmas tão pesados como os incrustados pela religião. Em tempos onde o jornalismo flerta com a parcialidade, ler um livro como este nos dá um verdadeiro exemplo de coragem, em que profissionais conseguem fazer justiça revelando crimes tão bárbaros e evitar que milhares de novas vitimas sejam feitas, mesmo tendo que desafiar uma instituição tão forte quanto a igreja católica.</p>
<p style="text-align:justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-11290 size-full" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:25px;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/06/parceria_vestigio.jpg" alt="parceria_vestigio" width="223" height="70" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-9465 alignnone" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2015/10/star4.png" alt="star4" width="98" height="22" /></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-12320 size-thumbnail" style="border:1px solid #c0c0c0;margin-top:0;margin-bottom:0;" src="https://almanaquedaliteraturapolicial.files.wordpress.com/2016/04/spotlight4.jpg?w=103" alt="spotlight4" width="103" height="150" />Título</strong>: Spotlight: Segredos revelados<br />
<strong>Autor</strong>: The Boston Globe<br />
<strong>Páginas</strong>: 288<br />
<strong>Editora</strong>: Vestígio<br />
<a href="https://www.skoob.com.br/spotlight-segredos-revelados-565967ed567969.html" target="_blank">Este livro no Skoob</a></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>SINOPSE:</strong> &#8220;Spotlight – Segredos Revelados&#8221; conta as descobertas da real investigação feita por um grupo de jornalistas, ganhadores do Prêmio Pulitzer em 2003, que denunciaram uma sucessão de abusos sexuais, obrigando a Igreja Católica a prestar contas. As reportagens revelaram a quantia gasta pela Igreja Católica com acordos para comprar o silêncio das vítimas cujas vidas foram devastadas por pedófilos que vestiam hábito e tinham o Pai Nosso na ponta da língua.</p>
<pre><strong>ANDRÉ LEONEL</strong> - Publicitário em Belo Horizonte e chegado em romances policiais desde quando cansava a biblioteca da escola lendo coleção Vaga-lume. Atualmente passeia pelas terras nórdicas pra ver se esbarra com o Nesbo ou com o Arnaldur.</pre>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://literaturapolicial.com/wp-content/uploads/2023/09/WOsSxJON_400x400.jpg" width="100"  height="100" alt="" itemprop="image"></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/admin_literatura/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Literatura Policial</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Ana Paula Laux é jornalista e trabalha com curadoria de informação, gestão de mídias sociais e criação de conteúdo digital. Em 2014, lançou o e-book “Os Maiores Detetives do Mundo” (Chris Lauxx). Contato: analaux@gmail.com</p>
</div></div><div class="saboxplugin-web "><a href="https://literaturapolicial.com/" target="_self" >literaturapolicial.com/</a></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2016/04/13/spotlight-segredos-revelados/">Spotlight: Segredos revelados</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://literaturapolicial.com/2016/04/13/spotlight-segredos-revelados/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>8</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Onde Cantam os Pássaros, de  Evie Wyld</title>
		<link>https://literaturapolicial.com/2016/01/25/onde-cantam-os-passaros-de-evie-wyld-2/</link>
					<comments>https://literaturapolicial.com/2016/01/25/onde-cantam-os-passaros-de-evie-wyld-2/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Raquel de Mattos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Jan 2016 13:19:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[resenha]]></category>
		<category><![CDATA[coluna]]></category>
		<category><![CDATA[colunista]]></category>
		<category><![CDATA[darkside books]]></category>
		<category><![CDATA[evie wyld]]></category>
		<category><![CDATA[onde cantam os pássaros]]></category>
		<category><![CDATA[parceria]]></category>
		<category><![CDATA[Raquel de Mattos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://literaturapolicial.com/?p=11034</guid>

					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Raquel de Mattos &#8211; Tinha um livro no meio do caminho – e refiro Drummond aqui para dar uma ajuda ao livro (me perdoe, CDA!), mas é o que eu sinto um livro no meio do caminho – meio do caminho de ser bom, meio do caminho de ser ruim. Esta é uma...</p>
<p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2016/01/25/onde-cantam-os-passaros-de-evie-wyld-2/">Onde Cantam os Pássaros, de  Evie Wyld</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por Raquel de Mattos</em> &#8211; Tinha um livro no meio do caminho – e refiro Drummond aqui para dar uma ajuda ao livro (me perdoe, CDA!), mas é o que eu sinto um livro no meio do caminho – meio do caminho de ser bom, meio do caminho de ser ruim.</p>
<p>Esta é uma das resenhas mais desafiadoras a ser feita por mim, pois nunca li um livro tão dual em toda a minha vida. E o fiel da balança pende para o lado negativo, infelizmente, o que me entristece muito. Mas nem só de tragédia é a vida do livro, correto? Pode ser uma questão de ponto de vista e gostaria que todos os livros que nós lêssemos na vida fossem bons ou ótimos ou mesmo espetaculares, mas a realidade é outra, um pouquinho diferente deste sonho idílico&#8230;</p>
<p>Bom, vamos lá. Vou começar pelos pontos negativos para ao menos finalizarmos com os positivos e ficarmos com a boa impressão no final, ok?</p><div id="liter-1982115354" class="liter-adsense-artigos-placement liter-entity-placement" role="region" aria-label="Anúncios"><script async src="//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js?client=ca-pub-6441623549039847" crossorigin="anonymous"></script><insclass="adsbygoogle" style="display:block;" data-ad-client="ca-pub-6441623549039847" data-ad-slot="" data-ad-format="auto"></ins>
<script> 
(adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({}); 
</script>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Pontas soltas</h4>
<p>Nunca vi um livro onde tantas dúvidas ficassem pendentes ao seu final quanto este. É de uma agonia inaudita, pois as páginas vão chegando ao fim e aí você percebe que não cabem todas as explicações em tão pouco espaço. E elas não vêm mesmo! Claro que não seria um descaso total de uma autora que ganhou prêmios e está na lista da Granta, mas para mim foram pontas suficientes para me deixarem insatisfeita. O capítulo final então é de uma confusão de dar dó! Cheguei a pensar que tudo havia sido uma grande ilusão, o que não está descartado, uma vez que, com todas essas pontas soltas, tudo é possível!</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Confusão temporal</h4>
<p>A autora decide por uma narrativa não linear (apesar de eu considerar a ideia um ponto positivo) e no começo cheguei a pensar que era mais de uma protagonista, onde locais são diferentes, outros nomes são citados, menos o da “mocinha”, além de demorar muito para entender o que ela, autora, deseja com aquilo. Deveria ter uma segunda leitura para que pudesse &#8211; já de posse dos acontecimentos do final -, captar alguma coisa perdida (que eu não acredito haver), mas isso não vai acontecer. Recomendo a quem desejar se aventurar, tiver o máximo da atenção voltada para o livro, pois alguns deslizes podem ser fatais para o parco entendimento.</p>
<p>Observação importante: o livro tem dois recortes temporais – o tempo presente, avançando linearmente (para frente) e o tempo passado, que começa quase ao mesmo tempo e vai se retirando cada vez mais para trás, a cada capítulo. Parece confuso, mas com essa informação, pode facilitar um pouco.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ss&amp;ref=as_ss_li_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=literaturapol-20&amp;language=pt_BR&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=856663652X&amp;asins=856663652X&amp;linkId=06b70796f91863a7372693a7d738188b&amp;show_border=true&amp;link_opens_in_new_window=true" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<h4>Personagens que vem e vão</h4>
<p>No presente, os personagens estão como devem ser, aparecendo ou desaparecendo com as devidas justificativas. Não que isso seja bom ou ruim, mas se tornou monótono em contraponto com o passado. A autora pareceu resolver bem o “feijão-com-arroz”, mas na hora de fazer o resto do livro caminhar para ter um final arrebatador, ela parece que desiste do livro. A história pregressa de Jake Whyte é deveras interessante, mas não vêm as explicações pelas quais tanto ansiamos durante o livro. Se tal coisa não foi resolvida naquele capítulo, não será quando passarmos ao próximo que fale de passado, pois ele só vai mais pra trás&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Clichê</h4>
<p>Quando a história toda termina, a sensação “eu já vi isso antes” passou a me incomodar; são vários clichês tão batidos, óbvios, que deveriam ser proibidos (!). Falar sobre eles me obrigaria a revelar partes importantes do livro, mas caso alguém queira conversar sobre o assunto, basta me escrever!</p>
<p>Ok, Raquel, mas esse livro é só tranqueira mesmo? Não salva nada? Salva sim e vou dizer agora o porquê.</p>
<p>A escolha da autora por fazer uma narrativa no passado e uma no presente (como eu já citei antes) que me deixaram meio perdida no começo, mas depois que eu comecei a entender a proposta, achei ótima! Em especial a que trata do passado em retrospectiva (enquanto que o presente se dá em perspectiva). É um recurso que eu não tinha visto ainda (não da forma que ela apresentou, em capítulos alternados) e achei bem curioso. Gostei bastante!</p>
<p>As informações sobre a quantidade de pássaros presentes nas paisagens – o que justifica o nome do livro – dá uma dimensão do que habita os céus australianos e ingleses, além dos outros animais citados, apesar de serem mais familiares ao nosso cotidiano.</p>
<p>Apesar de sempre ouvirmos a expressão “Não julgue um livro pela capa”, não posso deixar de salientar que a edição da Darkside Books está um luxo só. A exemplo das edições americanas dos livros, este (e alguns outros que já vi da mesma editora) vem com uma bela capa, dura, com marcador de páginas fixo, bordas de páginas coloridas de preto. Muito show! A arte da capa também é muito bem feita e não dá spoilers sobre a história.</p>
<p>Para finalizar, queria salientar que a ideia do livro como um todo é muito boa e, apesar da minha opinião contrária, sei que muita gente gostou do livro, uma vez que a capa e contracapa está cheias de elogios de críticos, chegando a ser comparada com Ian McEwan, que é um baita escritor. Pode ter sido uma implicância minha e que eu não tenha sabido aproveitar tudo o que o livro tinha a me oferecer, mas foi assim que vi a história.</p>
<p>Na balança literária, eu dou nota 3 pelo equilíbrio. Gostaria mesmo que pudesse ter dado um 4 ou 5&#8230; Fica para o próximo!</p>
<p><em>* Livro cedido em parceria com a Darkside Books</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<h4 style="text-align: left;">SOBRE O LIVRO</h4>
<p><a href="https://www.amazon.com.br/Onde-Cantam-P%C3%A1ssaros-Evie-Wyld/dp/856663652X/ref=as_li_ss_il?__mk_pt_BR=%C3%85M%C3%85%C5%BD%C3%95%C3%91&amp;keywords=onde+cantam+os+p%C3%A1ssaros&amp;qid=1559485877&amp;s=gateway&amp;sr=8-1&amp;linkCode=li3&amp;tag=literaturapol-20&amp;linkId=051d76b2771fff2db465038b07196bac&amp;language=pt_BR" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img decoding="async" class="alignleft" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?_encoding=UTF8&amp;ASIN=856663652X&amp;Format=_SL250_&amp;ID=AsinImage&amp;MarketPlace=BR&amp;ServiceVersion=20070822&amp;WS=1&amp;tag=literaturapol-20&amp;language=pt_BR" border="0" /></a><img loading="lazy" decoding="async" style="border: none !important; margin: 0px !important;" src="https://ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=literaturapol-20&amp;language=pt_BR&amp;l=li3&amp;o=33&amp;a=856663652X" alt="" width="1" height="1" border="0" /><strong>Título</strong>: Onde cantam os pássaros<br />
<strong>Autora</strong>: Evie Wyld<br />
<strong>Editora</strong>: Darkside Books<br />
<strong>Páginas</strong>: 256<br />
<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/2Mod2Ji" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Compre o livro</a></span><br />
<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://amzn.to/2Modg36" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Compre o e-book</a></span></p>
<p><strong>SINOPSE</strong> – A fazendeira Jake White leva uma vida simples numa ilha inglesa. Suas únicas companhias são rochedos, a chuva incessante, suas ovelhas e um cachorro, que atende pelo nome de Cão. Tendo escolhido a solidão por vontade própria, Jake precisa lidar com acontecimentos recentes que põem em dúvida o quanto ela realmente está sozinha – e o quanto estará segura. De tempos em tempos, uma de suas ovelhas aparece morta, o que pode ser muito bem obra das raposas que habitam a floresta próxima à sua fazenda. Ou de algo pior. Um menino perdido, um homem estranho, rumores sobre uma fera e fantasmas do seu próprio passado atormentam a vida de uma mulher que sonha com a redenção.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="saboxplugin-wrap" itemtype="http://schema.org/Person" itemscope itemprop="author"><div class="saboxplugin-tab"><div class="saboxplugin-gravatar"><img alt='Raquel de Mattos' src='https://secure.gravatar.com/avatar/405630512f63943477772444aac37f2562019c056b6498b2af5e288ef0b1deb5?s=100&#038;d=mm&#038;r=g' srcset='https://secure.gravatar.com/avatar/405630512f63943477772444aac37f2562019c056b6498b2af5e288ef0b1deb5?s=200&#038;d=mm&#038;r=g 2x' class='avatar avatar-100 photo' height='100' width='100' itemprop="image"/></div><div class="saboxplugin-authorname"><a href="https://literaturapolicial.com/author/kelmatts/" class="vcard author" rel="author"><span class="fn">Raquel de Mattos</span></a></div><div class="saboxplugin-desc"><div itemprop="description"><p>Carioca aquariana da gema, museóloga em Barretos (SP). Fã de Agatha Christie, descobriu diversos autores fantásticos ao longo da estrada da literatura policial. Ama café, livros e chocolate e é fácil de ser agradada!</p>
</div></div><div class="clearfix"></div></div></div><p>O post <a href="https://literaturapolicial.com/2016/01/25/onde-cantam-os-passaros-de-evie-wyld-2/">Onde Cantam os Pássaros, de  Evie Wyld</a> apareceu primeiro em <a href="https://literaturapolicial.com"></a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://literaturapolicial.com/2016/01/25/onde-cantam-os-passaros-de-evie-wyld-2/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>2</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
