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Café, maçãs, creme de leite: 8 escritores e seus hábitos alimentares


COMER COMER – Todo mundo tem uma comida favorita ou um hábito alimentar para compartilhar. Gente que, ao invés de 3 cafés por dia, toma 50. Outros que comem só ovos fritos e bacon nas refeições, ou então que adoram se deliciar com taças de creme de leite em qualquer estação. E há ainda aqueles que são completamente loucos por maçã.

Por curiosidade, fomos à caça de hábitos alimentares de alguns nomes conhecidos da literatura. Veja se você se identifica com algum.

 

1. Patricia Highsmith

IMAGEM: WIKIPEDIA – Por Open Media Ltd – Open Media Ltd, CC BY-SA 3.0

A autora de O Talentoso Ripley tinha um cardápio fixo (e nada saudável) para a maioria das refeições: bacon e ovos fritos. Ela começava as sessões de escrita tomando uma bebida mais forte, rodeada na cama por cigarros, café, uma rosquinha e um pires de açúcar. A intenção era “evitar qualquer sensação de disciplina e tornar o ato de escrever o mais agradável possível”.x

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2. Balzac

IMAGEM: WIKIPEDIA – Por Louis-Auguste Bisson

“O café é uma grande força na minha vida”, escreveu Honoré de Balzac em 1830, “eu observei seus efeitos em uma escala épica”. De fato, ele observou. No auge da produção, o romancista e dramaturgo francês se levantava à uma hora da manhã e escrevia até às 16h, dormindo por apenas 90 minutos. Para se manter em pé, ele bebia cerca de 50 xícaras de café por dia, geralmente com o estômago vazio. Balzac acreditava que “as ideias se movem rapidamente como batalhões de um grande exército nesse estado, rumando para o seu lendário campo de luta”. É. Para Balzac, a batalha durou até completar 51 anos, idade em que morreu após escrever 91 obras no intervalo de apenas 16 anos.

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3. Hunter S. Thompson

Em sua biografia, The great shark hunt, o jornalista e escritor Hunter S. Thompson descreveu o café da manhã como “um ritual pessoal que só pode ser contemplado apropriadamente sozinho e num espírito de excesso genuíno”. Para Thompson, o café da manhã ideal tinha que ter quatro Bloody Marys sangrentos, duas toranjas, uma medida de café, crepes de Rangoon, um prato de linguiça ou de bacalhau ou de corned beef com pimentões em cubos, um omelete à espanhola, um litro de leite, um limão cortado para tempero aleatório e algo parecido com uma fatia de torta de limão, duas margaritas e seis linhas da melhor cocaína para a sobremesa. E por enquanto é isso.

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4. Stephen King


IMAGEM: Bloody-disgusting.com

Uma das fraquezas de Stephen King é a sobremesa (A-HÁ). Em uma entrevista, King disse que os doces são o seu alimento preferido para o cérebro, então ele come um cheesecake todos os dias antes de se sentar para escrever. NUNCA a ideia de comer um cheescake foi tão sombria.

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5. Percy Shelley

O caso de Percy Shelley tem mais a ver com a época do que com uma comida em especial. O poeta romântico inglês é frequentemente considerado o primeiro vegetariano conhecido da era moderna, isso em 1810, época em que ninguém sabia direito o que era ser vegetariano. Shelley, que foi o segundo marido da escritora Mary Shelley, defendia os direitos dos animais e afirmava que comer carne não era algo natural (mesmo que ele tenha voltado a comer carne na vida). Segundo o poeta, o ato de comer carnes “era apenas possível após amaciar e disfarçar a carne morta pela preparação culinária, tornando assim suscetível de mastigação ou digestão, e que a visão de seus sucos sangrentos e horror bruto causava repugnância e desgosto”.
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6. Lewis Carroll

Charles Lutwidge Dodgson, mais conhecido como Lewis Carroll, tinha o costume de complementar a sua dieta com  uns lanchinhos de ópio. Olhando por aí, até que não fica difícil entender de onde veio a imaginação para criar “Alice no país das maravilhas”. Na era vitoriana, muitas pessoas usavam o ópio naturalmente, um dos principais motivos para a mortalidade infantil na época.

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7. Charles Dickens

Ainda na era vitoriana, um dos autores mais conhecidos era Charles Dickens. Ele viveu por 58 anos e deixou clássicos como David Copperfield e Oliver Twist para sempre nas estantes das bibliotecas, e também era um apreciador de uma boa comida. Dickens gostava em especial de maçãs cozidas, e tinha certeza de que comer uma maçã assada todos os dias durante as viagens marítimas evitaria a “doença do mar”. Fã apaixonado das vermelhinhas, ele até achava que a falta de equilíbrio ao se colocar os pés na terra depois de uma viagem marítima podia ser resolvida pelo consumo de, adivinha o que? Maçãs, babe.

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8. Agatha Christie

A escolha de Agatha Christie não é nada exótica, mas é claro que ela não podia ficar de fora dessa lista já que adorava uma boa comidinha. Quando escrevia, Agatha gostava de manter uma taça de creme de leite de Devonshire ao seu lado. Outra comida favorita da autora eram as maçãs, que ela devorava até na banheira de casa. Nham.

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* Fontes: The Guardian, Listverse.

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